Se for para Morrer que Seja
Eu chorei muito, briguei muito, sofri muito. Por amor enlouqueci, ate quis morrer... Mas que amei sim, confesso eu amei.
Um dia todos os mitos acabam morrendo, espero estar vivo para ver o dia em que esse mito vai morrer.
Hoje é sua mas também já foi minha o amor que nasce cresce pra não morrer, tua falta não machucar pelo contrário me faz viver.
12/03/2012
NASCER... CRESCER... MORRER... RENASCER PRA VENCER!
(Interagindo com a poesia de Vera Jacobina NASCER, CRESCER, MORRER...)
É mesmo assim e quando me refiro a morte é nesse sentido... Sem temê-la por tê-la como referência óbvia da vida. Morrer é o mesmo mistério que temos em relação a Deus. A gente nada sabe, mas sabe com certeza que ambos existem. Agora, a gente morre, inclusive, todo dia e renascemos em plena vida, diariamente - a cada derrota ou adiamento das soluções dos nossos problemas, assim como um treinamento cotidiano para encararmos a própria morte, que afinal, não deixa de ser a grande solução! "Quando não há mais nada a se fazer..." Tudo já ter-se-á sido feito, porque:
"Quem não tem mais nada a perder, só vai poder ganhar!" (Vinícius de Moraes / Edu Lobo)
Vergonha não é deixar escapar o seu lado infantil de ser, vergonha é deixar morrer aquilo de mais bonito e inocente que existe em ti.
Sem você nada mais importa, Não me importo de morrer, pois minha vida e você e você foi embora para sempre, agora sou apenas um corpo sem alma ambulante…
A arte de morrer,
é morrer aos pedaços,
e viver de escassos,
tentar se encontrar,
e se perder,
achar o caminho
em alguém,
que por fim,
lhe acha um ninguém.
Há uma miséria maior do que morrer de fome no deserto: é não ter o que comer na terra de Canaã.
Se eu morrer hoje, sei que morri lutando contra os muros que separam as pessoas e impossibilitam a felicidade delas.
Quando eu morrer, se quiseres tragas flor, mas
Por favor, oro e te imploro que não chores, pois
Saio desta vida pra lá de privilegiada, pois livros
Redigi, amigo senti, árvores plantei, filhos ganhei
E sei que tanto quanto desejei, amada fui e amei!
Guria da Poesia Gaúcha
Não sei e nem quero saber, quando e como hei-de morrer. Só sei que a vida irá de realizar as belezas dos meus encantos.
