Se eu Tivesse Asas
Coração é pássaro, e paixão é ramo... Pássaros tem asas, ramos tem espinhos, mas os pássaros sabem que são necessários ramos parar construírem os seus ninhos, e os ramos não se importam de serem finos, quando os pássaros neles pousam,sabem que os pássaros podem voar, caso eles se quebrem.
por que o amor nos da asas
nos tras sensaçoes grandiosas
e quando estiver amando
voe alto
e aproveite essas emoçoes o maximo possivel
pra que se um dia acabar... possa dizer...
VALEU A PENA
Você é um Anjo
Tem gente que é anjo mesmo sem asas formosas, gente que
espalha alegria Fazendo coisas maravilhosas.
Se um anjo é alguém que é pleno de amor, é uma dádiva que
eles estão sempre partilhando.
Se um anjo é alguém que sempre vela pelo outros e também
lhe dá um “toque” de quando em quando,
Se um anjo é alguém que toca nossas vidas com seu coração
amoroso e clemente então, mesmo sem asas ou halo tão radiante,
você é um anjo com disfarce de gente!!
Que todo amor e calor que você traz
E todo coração que você toca e toda alegria que você cria
porque sempre se importa, retornem a você, abençoando sua vida
e provando o quanto amam você todos aqueles que tem a
felicidade de conhecer você!
Que sonho este, que se sonho acordada...
Que vida esta escrita nas asas de uma borboleta...
Voa
Voa... até um dia desaparecer...
Que sentimento me corre nas veias?
Que chama me precorre o corpo, invade minha alma até à sepultura...?
Que lágrima esta? nao lhe sei o nome, mas queima a minha pele!!! Será apenas uma lágrima, para a minha alma ver o arco iris, ou talvez uma lágrima que se esqueceu de cair quando o meu coração ainda estava vivo!!
Quem é o reflexo de mim mesma?
Que espelho este que por vezes chora, e se parte em pedaços afiados de dor, pedaços tao pequenos, que o meu coração ja nao sente, ja nao vive, ja nao escreve a historia ke a borboleta levou para bem longe!
Sonhos...
Apenas sonhos me fazem sobreviver, me fazem sentir, me fazem sorrir...
Fingir...
Fingir ser feliz...!
Acordo cedo, mas desejo que o manto da noite me envolva em mais um sonho...
Nos meus sonhos sou feliz, encontro o que perdi em vida, encontro a chave para esta prisão... encontro o amor...
Mas quando acordo, volta aquela lágrima, volta o reflexo no espelho, volta a triste realidade, envolvida neste casulo!!!
E volto a sonhar acordada, esquecida por toda a gente, vivendo apenas para o meu despertar...
Acorda...
Acorda desta ilusão...
Acorda... a vida nao pode ser assim tao cruel...
Acorda... se a borboleta se foi embora, um dia pode voltar,basta deixar esse coração amar novamente!
Acorda... nao sentes o calor das pessoas que gostam de ti?
Acorda... o relogio nao pàra, e a vida está nas tuas mãos, o futuro a ti pertence, acredita que aquele sonho ainda se vai tornar na relidade!!!
Acorda com o beijar das borboletas...
A noite é bela mas quando ha estrelas... e esses olhos à muito que deixaram de brilhar...
Acorda... desperta para a vida... nao estejas a sangrar, ninguém merece essas gotas que derramas, apenas te suja o teu caminho nao o dos outros...
Será que nao ves isso?
Nao vez o teu casulo a querer abrir?
Nao morras dentro dele, sem nunca teres visto o sol, e as estrelas...
Nao morras nessa chama envolvida de gelo... deixa o coração falar... e sente cada pedaço da tua pele a despertar...
Olha a borboleta... vai ter com ela... e continua a escrever o teu destino...
Voa
voa
voa... com todas as forças... voa com esperança... e deixa ke esse sentimento se transforme em AMOR...!!!
SONETO: ASAS À FELICIDADE
A sonhar, amar, viver
a buscar sem desistir
Segue sozinho na estrada
vazio sem medo e sem dor
Alimentando-se na esperança
em um mar vasto e sombrio
Não vê passar. Olhos, certezas.
que a felicidade voa ao vento. Relento!
Buscando sem encontrar
na vida ou mesmo na morte
coração aberto a fitar horizontes
Procurando sem achar
no lugar de sonho, estrelas
sem potes de ouro ao final do arco-íris.
Póstumo rubro caústico.
Sair da base, bater as asas, quebrar as estruturas. Isso que farei. Desafinarei o piano e arrebentarei as cordas do meu bom e velho violoncelo. Não agüento mais a monotonia de nossas vidas, as reuniões de família em pleno alvorecer, ter de jantar com vários homens que nem conheço sendo apresentada em casamento só porque eles são bem sucedidos. Cansei do chá das cinco, de cuidar dos meus irmãos. Gostaria de exceder minhas fronteiras, esvaecer. Pular do nosso século dezenove diretamente para o século vinte e um, era da perdição. Lá eu viverei ao som de “Highway to hell – AC/DC”, a ilustre liberdade, meu livre-arbítrio. Tenho certeza que não há nada mais completo do que isso.
Enfim optarei com quem casar isso se o fizer. Desculpe-me desde então se isso ferir seu orgulho papai, mas apreciarei vários homens, sairei com eles, beijá-los-ei e irei pra cama com todos. Pagarei minhas dívidas com o corpo, viverei da minha tez e minhas pernas nunca impedirão miúdos varões de deleitarem-se do meu néctar, do meu mel. Não serei mais forçada a ir aos saraus da cidade, tendo que voltar “tarde” pra casa, às dez horas da noite. Sairei de casa nesse horário e chegarei ao amanhecer seguido de um nascer do sol sendo levada no colo após uns grandes tragos de rum e várias doses de merlot.
Tomarei pílulas anticoncepcionais e usarei a nova invenção contraceptiva, chamada camisinha, para não cometer a ousadia de ter uma família com sete componentes, feito a nossa. O custo de vida médio de lá é muito baixo e fica difícil existir muitas famílias com mais de três filhos. Por fim, em uma de minhas futuras saídas pela madrugada afora, sofrerei meu primeiro porre, esquecerei das pílulas, da camisinha, logo engravidarei de um desconhecido aos meus quinze anos de idade. “Au revoir.”
Se uma estrela aparecer
Não me esconda seu olhar
Dê a ela uma chance de brilhar
E dê asas à ilusão
Ao desejo, às vibrações
E a estrela entenderá
Seu coração
Vai acender seu raio protetor
Cobrir a luz e cor
O seu destino
Se uma estrela aparecer
Com vontade de brilhar
Junte a ela
Toda a luz do teu amor
Pássaros sem asas
Todo pássaro engaiolado
É de uma inocência santa.
Com cântico melancólicos
O seu algoz ele encanta.
São preces para ir embora...
É um poeta que chora,
Não é um pássaro que canta.
Cínico e cruel, o homem
Diz que o amo o dia inteiro.
No entanto sorrir, ao vê-lo
Ali inocente e prisioneiro.
E sem amor no coração
Ainda chama aquela prisão,
Onde ele morre, de viveiro.
Gostaria de colocassem esta poésia em toda as gaiola onde existise um pássaro aprisionado chorando, enquanto seu algoz delira pensado ser um cântigo, e pior ainda diz que o ama.
O Natan, um amigo meu de profissão, apôs ler esta poesia soltou um pássaro, então o pedi que lesse todo os dias e hoje ele não cria mais nenhum e ainda distribui esta poesia por aí a meu pedido. Tente você fazer o mesmo.
Obrigado.
QUANDO UMA BORBOLETA BATE ASAS PERTO DE VOCÊ E DER REPENTE COMEÇA A CHOVER NO JAPÃO É PORQUE DER REPENTE O AMOR TAMBÉM VOA EM TEU CORACÃO.
QUANDO O AMOR CRIA ASAS, O TEMPO E A DISTÂNCIA SE TRANSFORMAM EM ESPERANÇA, QUANDO SE AMA DE VERDADE, O AMOR SE DEIXA SER ENCONTRADO E INVADE O CORAÇÃO DE TODO O APAIXONADO.
Asas negras e longas,
Cabelos escuros reluzindo sob o luar perpétuo,
Portadora de um olhar lúcido e sereno capaz
Congelar a alma de quem o desfruta,
Esta és tu,
Que esvoaça sob a relva noturna
Transpassando as cortantes brisas de inverno
Cintilando pela escuridão vazia e lúgubre,
Junto aos cadentes astros que
Decaem em uma chuva prateada,
Banhando-te em glória,
Aqui estás tu
Pairando pelos céus bem-aventurando
As pobres almas à vagar,
Mas eis que o predominante se torna recessivo
E o antes poente agora renasce
Irradiando Límpidos raios
Avermelhando o horizonte
Em Forma de um imenso sorriso,
Como se este a agradecesse por
Resguardar-nos em sua ausência,
Esta é sua deixa, então em um ultimo ato,
Tu te desvaneces por entre as aveludadas nuvens
Que te acolhem mais uma vez ao seu seio,
Resguardando teu brilho, tua essência,
Para que possas nos deslumbrar novamente.
Se me predispusesse a confessar as minhas culpas e infortúnios, acabaria por dar asas às suas imaginações e os fazê-los denegrir a minha imagem, então uso sempre uma palavrinha que trago sempre comigo e a repito com freqüência: BASTA.
Se não pudesse amar
Se não pudesse amar, seria um beija-flor sem asas ou rouxinol sem cantar;
Seria uma tarde de inverno sem chuva, se não pudesse amar.
Se não pudesse amar, seria qual graça solitária na beira da praia a chorar;
Seria como um jardim de flores mortas, se não pudesse amar.
Se não pudesse amar, não existiria em mim a esperança nem a vontade de viver;
Dos olhos nenhuma luz brilharia nem aqui estaria a escrever.
Se não pudesse amar, seria um ser vazio sem encanto e alegria;
Não comporia canções, tão ,pouco esta poesia.
Nem um sorriso nos lábios nem a magia do luar poderiam sequer encantar;
Abriria mão da vida, se não pudesse amar.
Antologia Escrevo- de Versos a Canções/ Anne Monteiro /01/07/2001/ Igarapé-Miri.
Sou mago dos sonhos
Um anjo sem asas...
vagando por ai até encontrar algum atalho pra Luz
Sou feiticeiro das palavras
Refém de um silencio
sentenciado a desvelar ainda tantos versos negros...
Sou amor de uma menina
Cavalheiro de uma donzela
abençoado por amar, e ainda,
ser amado.
Sou filho do Criador
Vejo o amanhecer, converso com a chuva,
sorrio para o tempo, abraço o vento
adormeço sobre o entardecer...
e isso basta.
