Se eu Tivesse Asas
Eu tenho uma luz forte e colossal dentro de mim, que me faz humanamente abençoada. Eu tenho fé! E se tenho fé, tenho Deus. E com Deus no meu coração, eu tenho tudo e ainda um pouco mais: eu sou feliz!
Acabaste mal: Daquele “Não aguenta comigo” da sua cabeça para hoje transformar tudo que eu posto ou falo em indireta para si. Dá próxima, valorize!
3LΣ
Ele estava lá
Para me ver rir e chorar
Me regar
Me levantar
Eu era uma planta
Antes nunca regada
Mas hoje sempre amada
Você me deixou
Me soltou
Meu brilho despencou
Minhas pétalas murcharam
Mas tu deixou-os e eles me atropelaram
Onde estava tu quando eu precisava?
Onde estavas tu quando minha alma pairava?
Onde estavas tu quando ~sozinha~ eu me matava?
Onde estavas tu quando?
Onde estavas tu?
Onde estavas?
Onde?
3LΣ foi diferente
Me tratou igual gente
Me fez sentir lembrada
Então, sim, mesmo preferindo a água da chuva escolho todos os dias permanecer com a que sempre esteve lá.
PEDAÇOS DE MIM. SOU ASSIM.
Através de inspirações sussurradas na alma, eu me desmorono, me reconstruo e vou renascendo das cinzas dos pedaços que ainda insistem em ficar em mim.
Escrever este livro foi um profundo mergulho em um período constante de desconstrução e renascimento.
Foi quando as frases afloraram e me fizeram ver que temos uma força superior que nos move a seguir em frente. O caminho tem muitos atalhos; basta seguir a bússola que Deus nos deu.
A força de se refazer em cada pedaço 📖
Lu Lena / 2026
O AVESSO DO VERBO
(Onde a grafia não alcança)
Às vezes eu culpo o silêncio por não compreender as metáforas de minha existência. Ele tem o hábito de esconder as palavras que eu ainda não tive coragem de inventar — ou mesmo decifrar. O que resta, afinal, é o que sobra quando as letras faltam.
Lu Lena / 2026
ECO DAS CINZAS
(O Legado do Efêmero)
Eu faço minha história agora, para ser lembrada na memória de quem ler meus manuscritos jogados ao vento... após minhaimpermanênciano tempo.
Lu Lena / 2026
GOTEIRAS DA INFÂNCIA
(No chão que a saudade regou)
Quando criança, eu achava que a chuva era o choro de Deus. Hoje, compreendo que aquela visão pueril não trazia goteiras de melancolia, mas sim o orvalho que preparava o solo fértil; essa lembrança desenhava, o tempo todo, o meu chão para que a vida pudesse, enfim, brotar e florescer. Mesmo que, no decorrer desse caminho, alguma flor murche, ela não morre, pois Deus sempre me estende um regador.
Lu Lena / 2026
TEMPO EM MIM...
É distante de tudo e de todos que fico assim…
parada num tempo que só eu enxergo pra mim…
Eu sou. Tu és. Ele é. E quem somos?
- Almas errantes que se esbarram entre si e tentam decifrar o que fazem aqui.(vida)
Que por onde eu passe deixe rastros de minha luz, mesmo que para alguns de meus desafetos representem sombra, mas mesmo assim a sombra é como as nuvens densas que se dissipam com o calor e o esplendor dos raios de sol, que são tudo que tenho a oferecer, mas de coração aberto e tentando aperfeiçoar minha alma nessa caminhada evolutiva onde somos imperfeitos buscando o acerto através dos erros.
Eu faço o que me dá vontade, depois eu vejo o estrago, pode até ser um tiro no escuro, mas também posso acertar o alvo.
O MALABARISMO
(A arte de não soltar o céu)
Com uma mão eu toco o céu e a outra eu toco o chão,
e assim vou seguindo fazendo esse malabarismo chamado vida.
Suspensa pelo fio da esperança
e ancorada pela corda da realidade.
Lu Lena / 2026
