Se eu Fosse Algum Rei
Eu errei. Errei porque sou humana. Mas, quando errei, as pessoas me trataram como se eu fosse um monstro.
Hoje como ontem penso em tí, abraço o teu sorriso e observo o seu rosto como se absorvida eu fosse pelo teu amor, e descubro que te amo muito mais do que pensava. Então me eternizo em tua lembrança e busco nos teus lábios a vontade de viver.
Nada te peço além de que me Ames, então me calo e choro, como as rosas que nào falam mais choram.
Não me arrependo de te amar...
Se outra chance me fosse dada,
Eu iria te buscar naquele lugar...
E te faria de novo o meu amado!
Eu jamais compraria um sorriso, mas não ligaria em gastar o que fosse preciso, só para ver quem eu amo, sorrindo...
Se eu fosse falar a verdade
Talvez você se comovesse.
Perdi meu pai aos onze anos — e com ele, o lar.
A casa deixou de ser abrigo, tornou-se lembrança.
O conforto e a segurança que uma infância promete
se desmancharam na poeira do tempo.
A vida se desenrolou como um fio invisível
que eu apenas seguia, sem saber aonde levava.
Mas não escrevo para comover ninguém.
Sou um homem realizado no pouco que premeditei:
ser poeta — não por escolha, mas por destino.
Desde menino, tive uma clarividência silenciosa
sobre o que viria a ser.
Uma voz interior me dizia
que havia um mandato das alturas:
cantar, mesmo que o canto fosse triste;
dar forma ao invisível;
soprar o fio de Ariadne
que me conduziria pelo labirinto da vida.
Entre fragmentos e quedas,
fui forjado por dores que não escolhi.
E nelas, descobri a necessidade inevitável
de escrever — sempre com lágrimas,
sempre com o sangue secreto da alma.
Não havia mapa, só o instinto e a necessidade.
E foi nas escolhas, muitas vezes cegas,
que aprendi a me reconhecer.
Hoje compreendo que minha existência,
apesar de comum, sempre esteve repleta de sentido:
era o ensaio do homem que eu me tornaria —
um ser moldado pela perda,
mas iluminado pela busca.
Você fala como se eu fosse a pessoa que passa por aí compartilhando suas dores com todo mundo. Como se eu fosse alguém que para para ouvir histórias e depois as leva adiante. E talvez, se em algum momento eu realmente parei para ouvir alguém, eu nem tenha percebido. Se isso te machucou, me perdoa.
Às vezes eu me pergunto se existe algo de errado em mim. Talvez eu seja mais difícil de entender do que imagino. Talvez eu carregue coisas que nem eu mesmo consegui nomear ainda. Há dias em que me sinto um estranho para mim mesmo, como alguém que ainda não se encontrou por completo.
Ninguém imagina o que vivi. E, sinceramente, nem quero que imaginem. Não desejo a ninguém o peso de certas memórias, a dor de algumas palavras que ouvi, a sensação de algumas ausências que senti ou as cenas que fui obrigado a testemunhar. Existem marcas que não aparecem na pele, mas acompanham cada passo que damos.
Mesmo assim, eu continuo acreditando que um dia tudo fará sentido. Talvez não da forma que esperamos, talvez não no tempo que desejamos, mas fará.
E quando esse dia chegar, quem entendeu e quem não entendeu, quem ficou e quem partiu, quem julgou e quem acolheu, todos estarão ligados por algo maior. Como os dois lados de um laço em um calçado: diferentes, mas necessários para formar um único nó perfeito.
Obrigado por existir.
Em meio a tantas coisas que não consigo explicar, essa é uma das poucas certezas que tenho.
Eu só quero ser um homem bom para mim mesmo, ser um homem exemplar e servir de alguma forma todas as pessoas que eu encontrar pelo caminho até eu chegar lá!
Amo-te.
"Tem uma versão de mim que existia antes de tudo ficar assim. Eu lembro dela como se fosse outra pessoa que eu conheci há muito tempo. Ela sorria com mais facilidade. Era como se qualquer momento simples já fosse o suficiente."
– Luiza Barbosa
E eu que fiquei procurando explicação em lugares errados, achei que fosse admiração porque você parecia carregar o mundo sem demonstrar o peso, parecia um super-herói aos meus olhos, pra mim foi como um anjo que veio na minha vida, o encanto existe em pessoas que atravessam uma sala e mudam a temperatura do ambiente, pura loucura, mas aí achei que fosse costume porque sua presença começou a fazer parte dos meus dias sem que eu percebesse, mas nenhuma dessas respostas sobrevivia quando a madrugada chegava, porque nenhuma delas existia resposta por tamanha admiração que não deixava o meu peito vazio depois de uma despedida comum.
E você foi me encantando, transformou uma simples mensagem em acontecimento, virando costume que não faz alguém permanecer nos pensamentos quando tudo já deveria ter terminado ( zerando minha consciência, pra só existir você), então eu inventava desculpas, centenas de centenas delas, para que uma delas me impedisse de admitir o que estava crescendo em silêncio , silêncio de sala vazia, silêncio que nem o apocalipse gostaria de ouvir, silêncio que vira loucura somente por escutar, enquanto isso, a vida seguia acumulando pequenas crueldades.
Você sorria, eu guardava
Você falava, eu lembrava
Você desaparecia por algumas horas, dias ou até mesmo por semanas, e eu sentia sua falta, sofrendo calada sem você saber que gritava pedindo pra você está aqui.
E algo dentro de mim caminhava pelos corredores da ausência como quem procura uma porta de saída em um lugar sem saída, o pior é que ninguém percebia, porque certas tempestades aprendem a chover para dentro, foi assim meu amor por você, tudo por fora, parecia intacto, por dentro, existia uma cidade inteira iluminada pelo mesmo nome.
E eu odiava isso, odiava a facilidade que me fazia sentir, odiava que você ocupava espaço que não deveria ser ocupado, odiava o modo como qualquer canção encontrava uma maneira de me devolver para você, odiava perceber que algumas pessoas passam pela nossa vida enquanto outras se instalam nela.
Você se instalou, nos detalhes, nos intervalos, nas partes que eu jamais ofereci a ninguém, e quando finalmente compreendi o que estava acontecendo, já era tarde.
Porque não existe defesa contra alguém que virou refúgio antes mesmo de virar realidade.
Foi quando surgiu o medo, não de te perder, pois pra perder, primeiro é preciso possuir e você nunca foi e nunca será meu, logo eu que nunca tive nada, apenas um medo de continuar carregando tudo isso sem saber onde colocar, por não saber amar pouco e amar você foi amar aos berros, senti medo de assistir você seguir por estradas onde eu não existo, medo de descobrir que o universo foi generoso o suficiente para me fazer sentir algo raro, mas não o bastante para permitir que fosse correspondido.
Então fiquei aqui esperando, e entre a esperança e o impossível o possível pra mim nunca existiu, entre a coragem e o silêncio eu era a mais covarde e muda, entre a vontade de dizer e o receio de estragar, até minha respiração já faz tudo pra estragar, mas porque algumas verdades parecem pássaros presos na garganta.
Tentam voar, tentam nascer, tentam escapar, tentativas fracassadas, encontrando grades feitas de incerteza.
E mesmo assim? Mesmo sem promessas, mesmo sem garantias, mesmo sem saber se algum dia você enxergará tudo aquilo que escondo, existe uma parte de mim que continua escolhendo você e que vai continuar escolhendo para todo o sempre e pra sempre, foi o juramento que te fiz, quando não podia ouvir .
Eu sei não tem lógica, mas não é por lógica não é por conveniência, nem por falta de opção, foi por escolha que meu coração reconheceu algo genuíno e não encontrou em mais ninguém, algo que não sei explicar, algo que não sei curar, algo que continua vivo mesmo quando tentei abandonar, como uma luz que insistente em ascender na última janela de uma cidade adormecida.
Esperando, esperando, sempre esperando sem saber se irei ter resposta recíproca, mas ainda te esperando.
Se eu fosse crente, meu maior medo não seria o diabo, mas um dia descobrir que rezei a vida inteira para o deus errado!
Se eu fosse cristão eu diria que a maioria dos padres e pastores estão endemoniados, pois pedem dinheiro de miseráveis, gente que morre de fome e doença.
E Se Um Passarinho Eu Fosse?
E se um passarinho eu fosse?
Se eu pudesse para longe voar,
Se eu sentisse o vento em meu rosto,
Enquanto estou no ar,
Se toda manhã ao acordar,
Eu pudesse simplesmente cantar,
Se eu pudesse desta gaiola me soltar,
E descobrir que nessa grande imensidão,
Há lugares em que não há escuridão,
Será que finalmente voltaria a ser feliz?
Eu sempre digo que desisto…falo como se fosse o fim, como se não tivesse mais volta.Mas quando paro e realmente olho, ainda estou aqui,no mesmo lugar, sentindo as mesmas coisas.Então talvez nunca tenha sido desistência de verdade…só uma falta de consciência de que, no fundo,eu nunca soube ir embora.
DeBrunoParaCarla
A gente não é perfeito, e eu nem queria que fosse. A gente briga, discorda, tem dias que cada um tá no seu canto. Mas o que eu mais gosto na gente é que, no fim do dia, a gente sempre escolhe o nós Não tem orgulho que seja maior do que a vontade de ficar junto. É bom saber que eu tenho alguém pra dividir a pizza, e os sonhos. Ter você é ter a certeza de que eu nunca vou precisar encarar a vida sozinho.
DeBrunoParaCarla
"Se neste instante, essa fosse a minha última palavra, eu diria a você, adore ao Senhor, nada mais importa, nada é mais valioso"
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