Se eu Fosse Algum Rei
Ele o Rei era como um de nós.
Ninguém o reputava como o grande em sua caminhada aqui na terra...
Ele era como um simples cidadão, ele era humilde, filho do homem...
Ele também sentia as dores humanas que sentimos, eu ainda não vi um Deus assim, tão pequeno e grande...
Eu ainda não vi um Deus assim, tão perto e tão longe em quesito amor...
Porque ele ama de um modo que ninguém ainda chegou a amar...
Mais ele era humilde m dizer que faríamos coisas maiores....
Ele era humilde ele era um de nós...
Ele é e sempre será nosso Rei, nosso Mestre e nosso maior exemplo de humanidade significativa, já vista pelos homens, ele era simples e também divino, a ponto de nos trazer o amor...
Poesias Líricas ao Rei Jesus
Para glorificar o Rei Jesus é fácil: deixe o Espírito Santo guiar a sua vida e Deus dirigir os seus passos.
Líderes que se acham deuses esquecem de que Deus é o Rei sobre a posição em que eles querem se assentar.
Deus aguarda a sanção judicial quando o Rei da terra, após a Sua vinda, pronunciar o julgamento de todos homens, um a um, no espírito, para a condenação ou para a salvação eterna.
A religião tem um rei imerso nas profundezas do inferno;
a salvação tem o Rei do universo nas alturas dos Céus.
Lembre-se que quando alguém serve ao Rei Jesus, Deus coloca o seu nome e todos os de sua família no livro da história da nova Israel.
Os súditos do Rei Jesus cumprem propósitos espirituais de serem Seus representantes em outros territórios como Seus co-embaixadores.
Homens covardes abandonam um rei quando vê seu povo sendo perseguido e afrontado por inimigos, quando deveriam confiar em Deus.
Qualquer coroa que um rei colocar em sua cabeça, sem o consentimento de Deus, poderá cair na lama e no esquecimento da história humana.
Ocupe a sua minha mente com a verdadeira sabedoria
para se ingressar na eternidade com o Rei dos reis.
O Banquete do Rei Sem Paladar
Existia um rei que, desde o nascimento, carregava uma maldição: a incapacidade de sentir o sabor de qualquer alimento. Frutas maduras, carnes suculentas e vinhos caros eram, para ele, como mastigar o vazio. Enquanto outros se deleitavam com os banquetes no palácio, o rei sem paladar apenas os observava, incapaz de compreender o brilho nos olhos daqueles que mastigavam como se tocassem o céu.
Por anos, o rei buscou sacerdotes, médicos e curandeiras, desesperado para sentir o prazer que o mundo dos sabores prometia. Mas ninguém conseguia curá-lo. Em sua frustração, ele se voltou ao oculto. Numa noite sem lua, com tochas ardendo nas profundezas de seu castelo, o rei invocou um demônio. A criatura surgiu em meio às chamas, de olhos alaranjados como brasas, dentes serrilhados como os de peixes predadores, garras afiadas no lugar de dedos e um vasto buraco onde deveria estar o estômago.
– O que deseja, ó rei insaciável? – sussurrou a criatura, sua voz ecoando como um vento no vazio.
– Quero o sabor. Quero experimentar o que todos sentem.
O demônio abriu um sorriso pérfido. Do buraco em seu estômago emergiu uma esfera brilhante, que flutuava como uma joia viva. Ele a entregou ao rei.
– Mastigue isto, e conhecerá o sabor. Mas cuidado: o sabor traz fome, e a fome nunca será saciada.
O rei, tomado pela ganância, ignorou o aviso. Ele mastigou a esfera e, no mesmo instante, sentiu o êxtase. Pegou um pedaço de pão da mesa ao lado e chorou.
– Isto... é como mastigar o próprio céu! Nenhuma conquista do meu reinado jamais trouxe tamanha felicidade!
Ordenou que os cozinheiros do castelo preparassem todos os pratos possíveis, e passou dias comendo sem parar. No entanto, os sabores começaram a parecer iguais. Insatisfeito, mandou seus generais buscarem os melhores chefes do mundo, mas mesmo as culinárias mais diversificadas se tornaram banais para seu paladar.
Uma noite, enquanto vagava pelo castelo, sentiu um aroma novo e irresistível.
– Que cheiro é esse? – perguntou com os olhos arregalados.
– Um dos cozinheiros sofreu um acidente, meu senhor. Ele se queimou enquanto cozinhava – respondeu um guarda.
– Queimado? É esse o cheiro? Tragam-no até mim! – ordenou o rei, salivando enquanto lambia os próprios lábios.
O cozinheiro foi levado até ele, ainda ferido. Sem hesitar, o rei mordeu o braço do homem, saboreando enlouquecidamente. A cada mordida, seus dentes cresciam, suas garras se afiavam e sua força aumentava.
– Mais! Quero mais! – rugiu o rei.
Os guardas, apavorados, trouxeram outros servos. O rei devorou todos, um por um, até que não restasse ninguém no castelo além de sua esposa e filha.
De seu quarto, a rainha percebeu os passos pesados e os gritos do monstro que seu marido havia se tornado. Ele arrombou a porta, os olhos brilhando como um demônio faminto.
– Que cheiro é esse? É tão doce... tão puro...
– Não! Pare! – gritou a rainha, segurando sua filha atrás de si.
Em um ato desesperado, ela atirou uma lamparina acesa contra o rei. O óleo escorreu por sua pele, e as chamas começaram a devorá-lo. Mas, para sua desgraça, o rei sentiu o aroma de sua própria carne queimando.
– É o cheiro mais divino que já senti...
E, movido pela fome insaciável, o rei passou a se devorar, mesmo enquanto gritava de dor a cada mordida, ele era incapaz de cessar.
-Pare! Não faça isso com você! - Gritou a rainha enquanto chorava.
O rei se devorou até que não restasse um único pedaço de quer, deixando sua rainha e filha traumatizadas no imenso e vazio castelo.
Será que Davi enquanto fazia um bico tocando lira no palácio do Rei Saul, imaginou que um dia estaria no trono?
OBS: Ele jamais abandonou o seu serviço pastoral (ministerial).
