Se eu Fosse Algum Rei

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A saudade é minha pior mágoa, corrói minha alma além do que já dói.


Promessas de eternidade sempre acabam — mas algumas são tão lindas que nos fazem querer ficar.


Como o teu olhar…
que me aprisiona e encanta,
me cala quando eu mais queria falar,
e me faz te encontrar em tudo —
em cada detalhe, em cada ausência,
como se o mundo insistisse em lembrar de você por mim.

Jutid desperta
num espaço onde memórias são paredes
e vozes são ecos que se perdem antes de tocar.


O chão pulsa, respira,
o pé esquerdo formiga,
o peito ameaça implodir.
E diante dela,
a figura incompleta
ri a metade de um riso que conheceu
mas nunca teve o direito de possuir.


“Você ainda me carrega… ou só não sabe me deixar ir?”


O sarcasmo emerge primeiro,
a defesa automática que sempre falha,
mas a voz engasga, hesita,
e sai em gotas embargadas
como chuva que não se atreve a afogar o lago de lama.


O fragmento de si mesma, parado diante de si,
não ri, não foge.
A memória repete-se,
o ciclo de perda e silêncio se repete,
até que as palavras finalmente rompem
o casulo de auto sabotagem.


Não são perfeitas.
Não são limpas.
Não precisam ser.


Mas existem.
E nesse existir, a saudade ainda dói,
mas não prende mais.
O peso no peito se desloca,
e um eco de verdade permanece.


“Você não precisava dizer certo…
Só precisava dizer.”


O ar muda.
O amargo perde força.
E Jutid percebe que, finalmente,
o silêncio não a define mais.

Sempre penso o quanto queria ter voltado no tempo. Fazer algo diferente, estudar mais matemática, anotar os números da loteria e até fazer um carinho a mais em minha cachorra.
Mas o que sempre me amarga, não foi deixar de dizer algo mas sim saber exatamente o que queria dizer.

Me preocupei tanto em não soar errada, caricata, exagerada, equivocada e todos os outros adjetivos negativos que minha mente consegue produzir assim que minha boca ameaça abrir, que esqueci que o importante não era soar certo ou eloquente e assertivo mas sim verdadeiro... Tudo que me era necessário era apenas dizer e me permitir sentir, fazer minha mente entender que não estou preso no casula dos sentimentos alheios

Penso tanto em ser livre que cada pequena e mínima escolha mesmo que feita exclusivamente por mim nunca me permite sentir e desfrutar de ser algo ou alguém. E sempre imposto, é sempre doloroso e sempre me faz pensar em simplesmente não fazer, não agir, não seguir. Afinal, por que há de fazer algo que no fim sequer é para mim? Porque sempre terei de ouvir que sabem mais de mim do que eu mesma sei? Talvez saibam mais que eu mesma... Ultimamente sequer me reconheço então como posso ousar me identificar? Quiçá um dia eu pare de reclamar e simplesmente me aceite e aceite de que no fundo, quem eu de fato sou nunca irá verdadeiramente mudar. Ainda sou aquela menina que tem medo de dizer que queria brincar de bola mas sem largar os livrinhos de colorir, ainda sou a mesma que tem medo de discordar de algo dito sobre mim mesma, ainda tenho medo de sentir algo além de coisas ruins, ainda teme amar e ser amada, ainda não sabe a profissão mas anseia ser profissional de algo apenas para dizer que no fim Eu possa saber de algo sim, ainda me escondo nos cobertores depois de um dia ruim e ainda quero rir mesmo sem me permitir, ainda escrevo o que sinto e depois rabisco com medo do que senti, ainda desenho e amasso com medo do papel se revoltar contra mim, ainda corro, ainda que da morte, ainda tenho dificuldades, ainda choro em filmes, ainda quero falar e falar e falar novamente e me sentir mais do que escutada e sim entendida e sim amada e sim alguém que valha e sim alguém que finalmente sinta as coisas boas... E sim aquela menina que está escondida por ai, lendo uma falsa historia de uma falsa garota que desabafou sobre os próprios sentimentos e não ruiu nem caiu nem chorou nem se culpou por sentir apenas seguiu por ai, menos falsa do que antes e sonhadoramente real em algum lugar em mim...

Minha fé está sendo avidamente testada e meu pulmão se enche de ar em direção a escoria. Não há palavras nem poesias nem canções ou corações capazes de me mudar, não há ser mais capaz de me mudar além de mim- e. mesmo assim. nunca me desvinculo de quem era. Assim, me torturo com coisas que não posso mudar, me convencendo de que há males que vem para o bem ou que a uma essência que nos pertence, não importa quando nem onde, ainda me sinto como um ninguém. As expressões não fazem mais sentido, seu amor não é mais meu amigo e minha mente lapida-se como meu maior inimigo, somando tudo isso, talvez tenha parte do que sinto.

A politica é a arma mais poderosa deste mundo, junto com a religião, o existencialismo, a riqueza, a fome, o poder, a população, o dinheiro e o chamado introspectivo que cadencia o mundo. Percebo, em minha ignorância, que estas palavras sugerem casos figurados de sinônimo. Cada vez mais me vejo perdida entre meus próprios ideais, visto o resultado decepcionante de uma sociedade falha. Desconheço-me de forma tão assustadora que me arrependo de compactuar em um sistema tão sujo e repulsivo, o vomito politico derramado sob nós, o povo menosprezado, de maneira tão descarada que é preferível ignorar a se revoltar. Uma elite, composta pela minoria, que comanda a maioria que detém de classificações menores, inferiores, subversivas e odiadas por aqueles que se consideram melhores, um conservadorismo doente e uma solução quase utópica vista a realidade atual.

-De todos os meus amores, tu e o que mais me lembro
Não sei se é bom ou ruim, sinal de que ainda não esqueci
No fim, mais um motivo para ir, cansei de correr atrás de ti.
eu fico preso e volto pro teu peito, maldito receito que me faz ter medo,
maldito desejo que arde no meu peito e vai embora como vento
Vendaval bate na cara, desarruma o cabelo e me faz mais vivo,
me sinto no início mesmo evoluído, mesmo crescido, ando com o vazio.
jamais assertivo, sempre sozinho, não ando contigo nem se pedir.
Acostumado a ficar sozinho mais contigo me sentia menos vazio.


não estou cheio, muito menos vazio, quem dirá metade ¨¨enchido¨¨?
quem disse metade vazio? e se o copo nunca tivesse existido?

Minha mente é um labirinto de pensamentos e sentimentos; minha boca, um grito que mal consegue carregar o peso de tudo isso. Falo muito, mas expresso pouco; faço barulho, mas a essência do que sinto permanece escondida.

Escondida em camadas tão profundas que quando alguém ameaça cavar, dou meia volta e me enrolo em meu próprio ser, deixando de ser o que sou e sendo o ser que desejam que eu seja.

Confuso, não? Confesso que perdida me encontro e meus sentimentos, dentro de mim, não encontro. Um emaranhado de fios sensíveis, implorando para serem desembaraçados, mesmo enrolando-se de receio.

Carpe Diem!

Estive notando que, somos seres mecânicos, vivemos numa eterna mecanicidade, acordamos, fazemos sempre as mesmas coisas, vamos ao banheiro, lavamos o rosto do mesmo jeito, ligamos o botão no automático e nem observamos o que fazemos ou como fazemos.
Nem nos damos conta de que A VIDA PASSA RÁPIDO, e já passou da hora de acordar e aproveitar ao máximo cada momento que ela nos oferece.
Observe-se!
É muito mais cômodo continuar a ser sempre uma vítima, vítima de si mesmo, da vida, das circunstâncias.
Abra seus olhos e comece seu dia observando-se, concentrando-se em tudo o que fizer, procure respirar fundo muitas vezes e aproveitar cada momento que a vida te oferece, sinta sua vida!

Viajante

Eu me sinto tolo como um viajante
Pela tua casa, pássaro sem asa, rei da covardia
E se guardo tanto essas emoções nessa caldeira fria
É que arde o medo onde o amor ardia
Mansidão no peito trazendo o respeito
Que eu queria tanto derrubar de vez
Pra ser teu talvez, pra ser teu talvez
Mas o viajante é talvez covarde
Ou talvez seja tarde pra gritar que arde no maior ardor
A paixão contida, retraída e nua
Correndo na sala ao te ver deitada
Ao te ver calada, ao te ver cansada, ao te ver no ar
Talvez esperando desse viajante
Algo que ele espera também receber
E quebrar as cercas que insistimos tanto em nos defender
Eu me sinto tolo como um viajante
Pela tua casa, pássaro sem asa, rei da covardia
E se guardo tanto essas emoções nessa caldeira fria
É que arde o medo onde o amor ardia
Mansidão no peito trazendo o respeito
Que eu queria tanto derrubar de vez
Pra ser teu talvez, pra ser teu talvez

Cavaleiros do Rei

Muitas mulheres vêm criticando a letra da musica "Esse cara sou eu", por isso, resolvi escrever isso.

Desculpem-nos, mas há mulheres que não querem encontrar esse cara, ou talvez não querem ser realmente amadas e então irão buscar milhões de desculpas para justificar a opção de inteira liberdade pessoal. Ilusoriamente estão tentando encontrar um ser muito especial, sem nenhum defeito, que não existe e não existirá, talvez por os serem humanos não serem perfeitos. O que precisamos é aprender a viver com os nossos defeitos e dos outros, mas sobre tudo, buscar as qualidades das pessoas e que sirvam de exemplo para melhorar as nossas vidas. Enfim, ser feliz nesse processo de evolução, chamado vida!
Mensagem em defesa de Vossa Majestade.

Se não quer nada do que é meu
Por você posso começar do zero
Se quer alguém que não sou eu
Me reinvento, me recrio e viro o cara certo

Sobreviverei! Não pense que desistirei. Não me renderei, eu me firmarei, nas promessas do meu Rei.
De quem ouvirei ''EU TE GUARDAREI, NÃO TEMAS QUE AO TEU LADO EU IREI''?
Recebi a fé. Recebi poder. Pra confiar e pra vencer...

Charles Bukowski o rei do drama e eu ,sempre fui fascinada por ele e me tornei a ser um

Uma menina me ensinou
Quase tudo que eu sei
Era quase escravidão
Mas ela me tratava como um rei

Ela fazia muitos planos
Eu só queria estar ali
Sempre ao lado dela
Eu não tinha aonde ir

Mas, egoísta que eu sou
Me esqueci de ajudar
A ela como ela me ajudou
E não quis me separar

Ela também estava perdida
E por isso se agarrava a mim também
E eu me agarrava a ela
Porque eu não tinha mais ninguém

E eu dizia
Ainda é cedo
Cedo, cedo
Cedo, cedo

E eu dizia
Ainda é cedo
Cedo, cedo
Cedo, cedo

Sei que ela terminou
O que eu não comecei
E o que ela descobriu
Eu aprendi também, eu sei

Ela falou: "Você tem medo."
Aí eu disse: "Quem tem medo é você."
Falamos o que não devia
Nunca ser dito por ninguém

Ela me disse
"Eu não sei
Mais o que eu sinto por você
Vamos dar um tempo
Um dia a gente se vê."

E eu dizia
Ainda é cedo
Cedo, cedo
Cedo, cedo

Meu reino é enorme. Há muitos locais importantes. Eu poderia proteger todos? Não (Rei Ecbert reconhece suas limitações, embora seja rei. 2T3E).

EU VI


Eu vi
Do espinho da flor, a coroa do Rei salvador
Do orvalho da noite, a sede do mundo
Das chuvas dos céus, a lavar a alma
Da seiva da vida, ao sangue do meu sangue
Da cruz mais pesada, houve_se o perdão!
Do grande ódio do mal, ao amor, ao próximo!
Ao longo do caminho uma luz veio a brilhar
Pois me tornei imortal no espírito e na alma
Quando houve a escuridão
E na fé eu clamei seu nome...
Eu exaltarei a cruz
Meu salvador, é você jesus
Pai, filho e espírito santo
Trajando o manto eu venho ati
Seu nome eu clamarei senhor
A cruz mais pesada, foi você que carregou
Ao salvar o mundo dos pecados com seu amor!

Viajei hoje para um mundo onde eu era rei e poderia dominar meus instintos e minhas vontades.

Canto De Xangô

Eu vim de bem longe
Eu vim, nem sei mais de onde é que eu vim
Sou filho de Rei
Muito lutei pra ser o que eu sou
Eu sou negro de cor
Mas tudo é só amor em mim
Tudo é só amor para mim
Xangô Agodô
Hoje é tempo de amor
Hoje é tempo de dor, em mim
Xangô Agodô

Salve, Xangô, meu Rei Senhor
Salve, meu orixá
Tem sete cores sua cor
Sete dias para a gente amar

Mas amar é sofrer
Mas amar é morrer de dor
Xangô meu Senhor, saravá!
Xangô meu Senhor!
Mas me faça sofrer
Mas me faça morrer de amor
Xangô meu Senhor, saravá!
Xangô Agodô!

Eu sou Verão, Disparado. E ligeiramente inverno. Estações transitórias.

Sou Djavan. Sou Nando Reis. Sou Marisa Monte. Sou Chico Buarque. Sou Legião Urbana. Sou Clarice Lispector. Sou Luís Fernando Veríssimo. Sou Carlos Drummond de Andrade

Sou doces, pizzas e suco de Limão, os três alimentos que eu levaria para uma ilha deserta, mas não sou ilha deserta: Sou Metrópole.

Sou Jujuba azedinha. Sou Guaraná Antártica. Sou salada bem temperada. Sou Strogonoff de Frango. Sou filé com fritas. Sou Morango com sorvete de creme. Sou Talharim com muito queijo. Sou Trufas de Chocolate. Sou Pipoca de todos os tipos. Queijo com goiabada. Sou cachorro-quente só com ketchup e queijo ralado. Do churrasco, sou o pão com alho.

Sou Livros. Textos. Cifras. Sou Discos. Sou Moda. Revistas. Sou mapas. Sou Internet. Já fui muito tevê, hoje só um pouco Multishow. Rádio. Pop Rock. Lounge. MPB. Música. Música. Música. Cinema. Cinema. Cinema. Teatro.

Sou Várias Cores. Sou Vasco da Gama. Sou cabelo cacheado. Jeans. Vestido. Sou Salto Alto. Sou Violão, Sou muito mais Jovem Guarda. Sou Sonhos. Cheiro de flor. Sou Bichinho de pelúcia. Sou Amizade. Sinceridade. Sou Sorrisos, Sorrisos Espontâneos. Sou Brisa do mar. Vento no rosto.

Sou cores, Sou Plumas, Sou Brilho. Sou Sol, Estrelas e Luar. Sou banho Quentinho. Perfumes. Hidratantes. Sou Maquiagem. Não sou musculação, nem querendo muito. Sou Praia. Mar. Não sou areia. Sou Londres. Rio.Hotel Fazenda. Portugal.

Sou mais cama que mesa, mais dia que noite, mais flor que fruta, mais doce que salgado, mais música que silêncio, mais pizza que banquete, mais Companhia que Solidão. Sou esmalte fraquinho. Sou Fotografia. Sou Família. Sou Natália. Sou delírio. Sou eu mesma.