Se eu Fosse Algum Rei

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Quando eu errei contra alguém, tive a hombridade de pedir perdão, o que para mim não é nenhuma humilhação, mas ter a humildade de reconhecer que falhou, isso é para poucos.

Eu sou aquela

Que ama, com medo de se arrepender.
Que enves de rir, quer chorar.
Que vai embora, quando quer ficar.
Que acredita em o que diz, mas nao tem certeza.
Que confia hoje, mas nao sabe o ontem.
Que se sente sozinha, mesmo quando tah perto
Que decide, e depois volta tras.
Aquela que quer dizer nao, mais acaba dizendo sim.

SENHOR TRATA-ME AMANHÃ COMO TRATEI OS OUTROS HOJE.

Que eu seja julgado com a mesma justiça com que julguei;
Que eu seja amado com o mesmo amor que doei;
Que meus filhos me tratem da mesma forma como tratei meus pais;
Que meu companheiro faça por mim tudo que por ele fiz;
Que meus pais me respeitem como eu os respeito e que falem comigo com o respeito com que falo com eles;
Que as pessoas reconheçam minha luta e minha vitória assim como eu reconheci a deles;
Que eu nunca me sinta vitima da situação e sim autor;
Que eu pense antes de agir e que seja humano suficientemente para arcar com as conseqüências;
Que eu saiba reconhecer que sei tão pouco que chego a ser digno de pena;
Que eu saiba aprender com o erro dos outros, não para tripudiar, mas para diminuir a dor da minha jornada e para menos errar;
Que me dêem a atenção que receberam de mim;
Que me ouçam da mesma forma com que os ouvi;
Que se um dia eu cair, ou caído estiver me ajudem da mesma forma que eu os ajudei;
Ao final de tudo, espero que as pessoas tenham o sentimento de companheirismo para agirem e doarem-se mutuamente, mas que cada uma faça o bem que lhe cabe sem esperar nada em troca, pois assim o bem será mútuo e contínuo e que
Eu seja o filho que Deus projetou;
E o irmão por quem Jesus tanto sofreu...
Que eu leve alegria, mesmo que por dentro a dor me consuma...
Que eu saiba reconhecer que por pior que esteja ainda há quem esteja pior que eu... e que precisa de mim;
Que se nada na vida conseguir, eu consiga ao menos deixar boas recordações... sorrisos e saudades, pois tudo o que é material um dia se acaba, mas o que é espiritual, o que é advindo do amor, dura eternamente.

Que eu seja mais alma que carne;
Que eu doe mais, muito mais do que posso receber.

A minha infância morreu há muito tempo; mas eu vivo ainda.

Se a senhora pudesse, o que mudaria na Igreja?
EU MUDARIA A MIM MESMA.

Se eu pudesse contar as lágrimas que chorei na véspera e na manhã, somaria mais que todas as vertidas desde Adão e Eva. [...] Entretanto, se eu me ativer só à lembrança da sensação, não fico longe da verdade. [...] Realmente, por mais preparado que estivesse, padeci muito. [...] Sofria com alma e coração; demais.

Machado de Assis
Dom Casmurro

Em outra vida, eu seria sua garota. Em outra vida, eu faria você ficar. Então eu não precisaria dizer que você foi aquele que foi embora... aquele que foi embora.

Katy Perry

Nota: Trecho da música "The One That Got Away".

Eu não estou envolvido mas meu papo não faz curva. Moro, inabalavelmente, eu sigo em frente.

Enquanto você paga de gatinha, eu me garanto como felina, porque não basta só miar, tem que saber arranhar.

Explosões

"Não tenho nada a ver com explosões”, diz um verso de Sylvia Plath. Eu li como se tivesse sido escrito por mim. Também não faço muito barulho, ainda que seja no silêncio que nos arrebentamos.

Tampouco tenho a ver com o espaço sideral, com galáxias ou mesmo com estrelas. Preciso estar firmemente pousada sobre algo — ou alguém. Abraços me seguram. E eu me agarro. Tenho medo da falta de gravidade: solta demais me perco, não vôo senão em sonhos.

Não tenho nada a ver com o mato, com o meio da selva, com raízes que brotam do chão e me fazem tropeçar, cair com o rosto sobre folhas e gravetos feito uma fugitiva dos contos de fada, a saia rasgando pelo caminho, a sensação de ser perseguida. Não tenho nada a ver com cipós, troncos, ruídos que não sei de onde vêm e o que me dizem. Não me sinto à vontade onde o sol tem dificuldade de entrar. Prefiro praia, campo aberto, horizonte, espaço pra correr em linha reta. Ou para permanecer sem susto.

Não tenho nada a ver com boate, com o som alto impedindo a voz, com a sensualidade comprada em shopping, com o ajuntamento que é pura distância, as horas mortas desgastando o rosto, a falsa alegria dos ausentes de si mesmos.

Não tenho nada a ver com o que é dos outros, sejam roupas, gostos, opiniões ou irmãos, não me escalo para histórias que não são minhas, não me envolvo com o que não me envolve, não tomo emprestado nem me empresto. Se é caso sério eu me dôo, se é bobagem eu me abstenho, tenho vida própria e suficiente pra lidar, sobra pouco de mim para intromissões no que me é ainda mais estranho do que eu mesma.

Não tenho nada a ver com cenas de comerciais de TV, sou um filme sueco, uma comédia britânica, um erro de adaptação, um personagem que esquece a fala, nada possuo de floral ou carnaval, não aprendi a ser festiva, sou apenas fácil.

Não tenho nada a ver com igrejas, rezas e penitências, são raros os padres com firmeza no tom, é sempre uma fragilidade oral, um pedido de desculpas em nome de todos, frases que só parecem ter vogais, nosso sentimento de culpa recolhido como um dízimo. Nada tenho a ver com não gostar de mim. Me aceito impura, me gosto com pecados, e há muito me perdoei.

Não tenho nada a ver com galáxia, mato, boate, a vida dos outros, os comerciais de TV e igrejas. Meu mundo se resume a palavras que me perfuram, a canções que me comovem, a paixões que já nem lembro, a perguntas sem respostas, a respostas que não me servem, à constante perseguição do que ainda não sei. Meu mundo se resume ao encontro do que é terra e fogo dentro de mim, onde não me enxergo, mas me sinto.

Minto, tenho tudo a ver com explosões.

Martha Medeiros
MEDEIROS, M. Coisas da Vida. Porto Alegre: L&PM, 2003.

Eu não sou linear, eu não sou uma pessoa terminada, eu não quero rótulos nem roteiros prontos, não existe começo nem fim em mim. Eu existo. Não sou produto, sou só coração. Vivo em um meio que me parece eterno. Um meio que me faz escrever, ser e mudar a cada dia. Se eu começasse a escrever minha vida, seria assim: Eu sou reticências. Sou 3 pontinhos. Sou o não-dito. Sou emoção e desejo. Palavras são o meu antídoto. Anti-monotonia, anti mau-humor, anti todo o amor que não há.

Porque eu não sou uma palavra, eu não sou uma linha
Eu não sou uma garota que pode ser definida
Eu não voo, eu levito
Eu represento uma geração inteira

Eu não dou esmolas. Não sou pobre bastante para isso.

Do que eu tenho medo? Deixa eu ver. Sei lá, de repente de chegar um dia e ver que foi tudo em vão, que não valeu a pena, cada gesto ou cada ação, cada investimento e concessão.
(Tempo + espaço = sinto sua falta)

Eu jamais imaginei que houvesse pessoas tão interesseiras e prontas para tudo para conseguirem o que querem, mas elas existem e estão bem perto de nós. Às vezes são as pessoas de quem mais gostamos!

Sempre fico espantado porque as pessoas levam a sério o que eu digo. Eu não levo a sério nem o que eu sou.

David Bowie
BROWN, Eddie. Cheap Seats: Bowie talks busts. The San Diego Union-Tribune, 27 abr. 2013.

Trago-lhe FLORES e aquele sorriso cafajeste que eu sei que você adora, haha.

Eu classifico São Paulo assim: O Palácio é a sala de visita. A Prefeitura é a sala de jantar e a cidade é o jardim. E a favela é o quintal onde jogam os lixos.

E se amanhã você acordar sorrindo
É que... pensamentos engraçados
Eu te enviava, enquanto estavas dormindo.

Quando não tinha nada, eu quis
Quando tudo era ausência, esperei
Quando tive frio, tremi
Quando tive coragem, liguei...

Quando chegou carta, abri
Quando ouvi prince, dancei
Quando o olho brilhou, entendi
Quando criei asas, voei...

Quando me chamou, eu vim
Quando dei por mim, tava aqui
QUANDO LHE ACHEI, ME PERDI!
Quando vi você, me apaixonei...

(À primeira vista)