Se eu Fosse Algum Rei
Converse sem contar o tempo.
Dê-se sem medir espaço.
Diga eu te amo,
eu te perdôo,
eu preciso de ti.
Apenas isso.
Ao Leitor
Eu acredito que estamos aqui uns para os outros e não uns contra os outros.
Porque me dei a vocês como um presente maravilhoso de Deus, hoje não estou só.
Se metade da resposta estiver na pergunta, imagina:
“Quem sou eu?” Eu sou...
A outra metade é tão vasta quanto o infinito...
Eu acredito que estamos aqui,
uns pelos outros
e não uns contra os outros.
Porque me dei a vocês como
um presente maravilhoso de Deus,
hoje não estou só.
Procure me amar quando eu menos merecer. Quando estiver no mais profundo estado vazio da compaixão e da dignidade, me enxergue. Neste momento serei digna de um amor puro que me faça subir das profundezas da inercia ao mais alto pedestal que impera a pureza de um coração.
A vida se renova pela manhã.
As vezes é difícil eu sei, mas que exista a compreensão humana...
Que mesmo com discórdias, ganâncias, indiferenças e intolerâncias, não se perca e nem falte a boa vontade e o nobre coração do amor, da verdade e da fé...
Tudo o que eu falasse, não ouviria.
Tudo o que eu pedisse, não daria.
Tudo o que eu desejasse, faltaria.
Tudo o que eu quisesse, negaria.
Perdão!!!
Eu gosto muito da chuva
Do sol
Das flores
Das árvores secas
Porque?
Ao longo dos anos e depois de tanto ficar brava por causa das previsões que mudam de última hora, aprendi a apreciar as estações
Todas têm sua beleza e acredite, são lindas e podemos construir histórias para serem lembradas tanto quanto um dia ensolarado.
Quando rabisco não sou eu,
apenas a caneta é que resvala
trazendo o que a brisa soprou
e dela revelo, aos poucos, cada fala...
Não ajudo mais.
Eu me amo e me valorizo. E me esforço bastante.
Se eles não me valorizam, não me terão. Não terão o meu esforço. Não serei demovido.
Elas não merecem passar pela minha consciência ou afetos.
E Eu não preciso provar nada para o meu eu rígido, que quer segurança e controle.
...
A amizade deles é circunstancial e encontra-se em espectros de interesse. Quando eu agrado.
Quando minha ações agradam aos seus interesses. As pessoas são interesseiras e se aproveitam da facilidade ou utilidade que proporciono.
Não é inteligente eu esperar demais do meio. Em forma (maneira / detalhes) ou em capacidade.
O meu processo é bom, confio nele. Meus aprendizados não necessariamente precisam me adoecer.
É só eu lidar melhor com eles.
Isso não precisa acontecer da forma que eu espero agora. Eu aceito o tempo necessário para processar e incorporar tudo isso.
Está tudo bem em sofrer. Estou literalmente passando por esse caminho e transmutando. É um processo gradual.
Um dos meus prazeres é cozinhar. Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal, sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto! Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões... Agora, tudo o que vejo me causa espanto. Então me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as "Odes Elementales", de Pablo Neruda.
Procurei a "Ode à Cebola" e lhe disse: "Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: 'Rosa de água com escamas de cristal'. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta... Os poetas ensinam a ver".
Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos, de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. A sua física é idêntica à física óptica de uma máquina fotográfica: o objeto do lado de fora aparece refletido do lado de dentro. Mas existe algo na visão que não pertence à física.
William Blake sabia disso e afirmou: "A árvore que o sábio vê não é a mesma árvore que o tolo vê".
Sei disso por experiência própria. Quando vejo os ipês floridos, sinto-me como Moisés diante da sarça ardente: ali está uma epifania do sagrado. Mas uma mulher que vivia perto da minha casa decretou a morte de um ipê que florescia à frente de sua casa porque ele sujava o chão, dava muito trabalho para a sua vassoura. Seus olhos não viam a beleza. Só viam o lixo.
(...) Há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem. "Não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. Não basta abrir a janela para ver os campos e os rios", escreveu Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver.
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