Se ele Nao te Ligar no dia Seguinte

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Eu te agradeço
Pois sei que um dia me escolheu
E entregou tudo que era seu
E me fez viver

Páscoa do Senhor, Páscoa da vida,
sonho realizado na fidelidade
e no amor.

Este é o dia de Cristo, o Senhor!

O anúncio pascal, hoje, ressoa vibrante:
O Senhor ressuscitou, venceu a morte
e vive para sempre!

Nasce imortal, a humanidade nova!

Com as santas mulheres,
vamos ao túmulo vazio
e nos tornemos
testemunhas
da ressurreição.

Comece o dia com um sorriso e um “bom dia” na ponta dos lábios.
Valorize aquela cuja possui jeito de menina e pose de mulher, e não confunda felicidade com infantilidade. Grande percentual da população já se trata de pessoas amarguradas que deixam de ser felizes por se deixar afetar pelo estresse e mau-humor, fazendo com que sua vida se resuma á somente obrigações e afazeres repetitivos e obrigatórios.
Valorize aquela que possui suas responsabilidades e sabe resolver seus os acontecimentos do dia-a-dia seriamente, mas quando te encontra, esquece de todos os problemas e abre mão do estresse diário para deixar que o bom humor se manifeste de forma livre.
Valorize aquela cuja os olhos sempre brilham intensamente deixando que sua alma pura fique parcialmente visível, e é nesse olhar que você se perde, nesse sorriso doce e bobo estampado sem nenhum motivo especifico. É nesse jeitinho de menina que tem medo de filme de terror que você se encontra, e nos braços confortadores que você se completa.
Jeito de menina com corpo de mulher... Ao anoitecer ela coloca a menina pra dormir, e renasce numa sensualidade capaz de te levar a loucura e esgotamento físico num êxtase relaxante.
Ela poderia se sentar no chão com um pedaço de papel(que representa sua vida) e com giz de cera colocar cores, fazendo com que toda a agonia e aflição desapareçam definitivamente deixando lugar á felicidade plena, você teria essa coragem de ser livre?

Por uma vida/relação sem joguinhos.

E hoje em dia é basicamente assim, troféus ambulantes, competições baratas em função do ego, carros, dinheiro, coleções de mulheres bonitas e etc.
Contudo, quando o interesse é algo sério, as coisas se complicam ainda mais, entram os joguinhos, um cabo-de-guerra, uma competição a fim de descobrir quem “manda”, quem vai atrás, quem faz jogo duro, etc. O jogo duro da outra parte funciona como um desafio a ser superado – e vencido, muitas vezes, a todo custo. Cria-se uma ilusão cruel de querer: Você pensa que de fato quer algo – ou alguém – quando tudo o que quer, na verdade, é provar pra si mesmo e para o mundo que pode conseguir. Por que a vida é feita, basicamente, do “provar que pode”(ego).
Se você realmente gosta de alguém e o mesmo está fazendo joguinhos, CORRA, com todas as suas forças. Caso contrário, ser você mesmo é tão mais fácil, fazer e/ou falar o que realmente se tem vontade – ligar, elogiar, declarar-se. Se conter em nome de um orgulho infantil e superficial que alguns desavisados têm chamado de amor próprio, como querer falar e não enviar a mensagem. Trata-se de um sacrifício torpe e desnecessário “recompensado” por uma pseudo auto-suficiência que, honestamente, não engana absolutamente ninguém.
Eu, Beatriz, particularmente, prefiro ser considerada “fraca”, prefiro acreditar no amor(porque no final das contas, amigos, a outra opção não é tão bonita assim).
O mundo não mudou, você mudou o seu mundo! Existem realidades diferentes, mas a sua escolha é responsabilidade sua.

Inserida por beatrizcitro

"Ninguém vê
O dia a nascer
O amanhecer
Ninguém vê
A vida acontecer
Ninguém faz castelos
No ar
E não há quem queira
Sonhar
Já ninguém pára
P'ra ver em vez de olhar
Já não há
Quem repare no luar"

Inserida por katiacristinaamaro

Eu ligo, mando mensagem, me importo mesmo. Até com aqueles que um dia me chatearam. Sabe por quê? Simplesmente por que diferente de muitos eu não esqueço as coisas boas que alguém fez por mim, não deixo que as coisas ruins se apoderem dos momentos maravilhosos que tomaram parte da minha vida. Isso pode ser até confudido com falsidade não é mesmo? Mas prefiro chamar de maturidade, pois enquanto muitos sofrem de mágoas e rancor dentro de si, eu tranformo isso tudo em amor e reciprocidade.

Inserida por Beatricemachado

O que eu faço ?
Eu simplesmente me vejo assim todo dia.
Sem rumo, sem chances, sozinho.
Toda minha vida se resumiu em eu acabar destruído.
Amores, paixões, amizades, Ambas possuem o mesmo final para mim.
Um péssimo final, por que ?
Por que fez o que fez comigo ?
Por que se importou somente com você ? você acabou comigo.
Foi como retirar as asas de um pássaro que desejou a vida toda poder voar.
Mas não pode, mesmo assim eu bato minha asas.
Na esperança de poder um dia alcançar o céu.

Inserida por Michi_no_shijin

É difícil sabe? Esbarrar com alguém para desabafar hoje em dia. E se você conseguir isso, será uma pessoa de sorte. Eu só preciso colocar para fora tudo que me atormenta por dentro. Você pode ser melhor que eu. Ou pior. Tanto faz. E penso isso, porque acho que ninguém é tão cheio de problemas como sou. Ninguém faz tanto drama como faço. Ninguém é tão… Complicado. Muitos vão ler, e poucos vão compreender. Alguns vão ignorar e outros nem chegarão ao final dessa carta. Seja lá quem você for, não me importa. A minha finalidade sempre vai ser a mesma: Encontrar alguém me entenda.

Inserida por umalagrima

Vi uma frase de Confúcio:
“Uma vez passei todo dia pensando, sem comer nada, e toda noite pensando sem ir para cama, mas descobri que nada ganhei com isso. Teria sido melhor gastar o tempo estudando”
Destarte da frase conclui de que nada adianta ficar prevendo o futuro e imaginado nas consequências, se o pensamento não for fruto de transformação.

Inserida por cei

⁠as melhores coisas da vida está em querer vivelas a cada dia uma história diferente por isso nunca deixe de sonhar e não permita que ninguém interrompa seus sonhos pois quem sonha é mais feliz ♥️

Inserida por elizabeth_akbaba

Dia do Amigo: feliz Dia do Amigo, computador, cama e TV. É nóis que voa.

Inserida por lelecarvalho

⁠desque você se partio minha angústia so vem alimentandomeu fracção sem você todo dia eu acordo sem você por isso não sou feliz sem você

Inserida por Wellingtonjunio

O homem quando bebe álcool, afia uma faca e mata.
Mas quando fuma erva ele afia uma faca e diz:
Deixa, a vida mostrará a ele.

Desconhecido

Nota: A autoria costuma ser atribuída a Bob Marley, mas não há fontes que confirmem essa autoria.

Ele transa bem? Leva você para comer bons queijos e vinhos? É seu amigo? Então fica com ele. É o máximo que você vai conseguir de um homem.

Terça-Feira Gorda

De repente ele começou a sambar bonito e veio vindo para mim. Me olhava nos olhos quase sorrindo, uma ruga tensa entre as sobrancelhas, pedindo confirmação. Confirmei, quase sorrindo também, a boca gosmenta de tanta cerveja morna, vodca com coca-cola, uísque nacional, gostos que eu nem identificava mais, passando de mão em mão dentro dos copos de plástico. Usava uma tanga vermelha e branca, Xangô, pensei, Iansã com purpurina na cara, Oxaguiã segurando a espada no braço levantado, Ogum Beira-Mar sambando bonito e bandido. Um movimento que descia feito onda dos quadris pelas coxas, até os pés, ondulado, então olhava para baixo e o movimento subia outra vez, onda ao contrário, voltando pela cintura até os ombros. Era então que sacudia a cabeça olhando para mim, cada vez mais perto.

Eu estava todo suado. Todos estavam suados, mas eu não via mais ninguém além dele. Eu já o tinha visto antes, não ali. Fazia tempo, não sabia onde. Eu tinha andado por muitos lugares. Ele tinha um jeito de quem também tinha andado por muitos lugares. Num desses lugares, quem sabe. Aqui, ali. Mas não lembraríamos antes de falar, talvez também nem depois. Só que não havia palavras. havia o movimento, a dança, o suor, os corpos meu e dele se aproximando mornos, sem querer mais nada além daquele chegar cada vez mais perto.

Na minha frente, ficamos nos olhando. Eu também dançava agora, acompanhando o movimento dele. Assim: quadris, coxas, pés, onda que desce, olhar para baixo, voltando pela cintura até os ombros, onda que sobe, então sacudir os cabelos molhados, levantar a cabeça e encarar sorrindo. Ele encostou o peito suado no meu. Tínhamos pêlos, os dois. Os pêlos molhados se misturavam. Ele estendeu a mão aberta, passou no meu rosto, falou qualquer coisa. O quê, perguntei. Você é gostoso, ele disse. E não parecia bicha nem nada: apenas um corpo que por acaso era de homem gostando de outro corpo, o meu, que por acaso era de homem também. Eu estendi a mão aberta, passei no rosto dele, falei qualquer coisa. O quê, perguntou. Você é gostoso, eu disse. Eu era apenas um corpo que por acaso era de homem gostando de outro corpo, o dele, que por acaso era de homem também.

Eu queria aquele corpo de homem sambando suado bonito ali na minha frente. Quero você, ele disse. Eu disse quero você também. Mas quero agora já neste instante imediato, ele disse e eu repeti quase ao mesmo tempo também, também eu quero. Sorriu mais largo, uns dentes claros. Passou a mão pela minha barriga. Passei a mão pela barriga dele. Apertou, apertamos. As nossas carnes duras tinham pêlos na superfície e músculos sob as peles morenas de sol. Ai-ai, alguém falou em falsete, olha as loucas, e foi embora. Em volta, olhavam.

Entreaberta, a boca dele veio se aproximando da minha. Parecia um figo maduro quando a gente faz com a ponta da faca uma cruz na extremidade mais redonda e rasga devagar a polpa, revelando o interior rosado cheio de grãos. Você sabia, eu falei, que o figo não é uma fruta mas uma flor que abre pra dentro. O quê, ele gritou. O figo, repeti, o figo é uma flor. Mas não tinha importância. Ele enfiou a mão dentro da sunga, tirou duas bolinhas num envelope metálico. Tomou uma e me estendeu a outra. Não, eu disse, eu quero minha lucidez de qualquer jeito. Mas estava completamente louco. E queria, como queria aquela bolinha química quente vinda direto do meio dos pentelhos dele. Estendi a língua, engoli. Nos empurravam em volta, tentei protegê-lo com meu corpo, mas ai-ai repetiam empurrando, olha as loucas, vamos embora daqui, ele disse. E fomos saindo colados pelo meio do salão, a purpurina da cara dele cintilando no meio dos gritos.

Veados, a gente ainda ouviu, recebendo na cara o vento frio do mar. A música era só um tumtumtum de pés e tambores batendo. Eu olhei para cima e mostrei olha lá as Plêiades, só o que eu sabia ver, que nem raquete de tênis suspensa no céu. Você vai pegar um resfriado, ele falou com a mão no meu ombro. Foi então que percebi que não usávamos máscara. Lembrei que tinha lido em algum lugar que a dor é a única emoção que não usa máscara. Não sentíamos dor, mas aquela emoção daquela hora ali sobre nós, eu nem sei se era alegria, também não usava máscara. Então pensei devagar que era proibido ou perigoso não usar máscara, ainda mais no Carnaval.

A mão dele apertou meu ombro. Minha mão apertou a cintura dele. sentado na areia, ele tirou da sunga mágica um pequeno envelope, um espelho redondo, uma gilette. Bateu quatro carreiras, cheirou duas, me estendeu a nota enroladinha de cem. Cheirei fundo, uma em cada narina. Lambeu o vidro, molhei as gengivas. Joga o espelho no mar pra Iemanjá, me disse. O espelho brilhou rodando no ar, e enquanto acompanhava o vôo fiquei com medo de olhar outra vez para ele. Porque se você pisca, quando torna a abrir os olhos o lindo pode ficar feio. Ou vice-versa. Olha pra mim, ele pediu. E eu olhei.

Brilhávamos, os dois, nos olhando sobre a areia. Te conheço de algum lugar, cara, ele disse, mas acho que é da minha cabeça mesmo. Não tem importância, eu falei. Ele falou não fale, depois me abraçou forte. Bem de perto, olhei a cara dele, que olhada assim não era bonita nem feia: de poros e pêlos, uma cara de verdade olhando bem de perto a cara de verdade que era a minha. A língua dele lambeu meu pescoço, minha língua entrou na orelha dele, depois se misturaram molhadas. Feito dois figos maduros apertados um contra o outro, as sementes vermelhas chocando-se com um ruído de dente contra dente.

Tiramos as roupas um do outro, depois rolamos na areia. Não vou perguntar teu nome, nem tua idade, teu telefone, teu signo ou endereço, ele disse. O mamilo duro dele na minha boca, a cabeça dura do meu pau dentro da mão dele. O que você mentir eu acredito, eu disse, que nem na marcha antiga de Carnaval. A gente foi rolando até onde as ondas quebravam para que a água lavasse e levasse o suor e a areia e a purpurina dos nossos corpos. A gente se apertou um conta o outro. A gente queria ficar apertado assim porque nos completávamos desse jeito, o corpo de um sendo a metade perdida do corpo do outro. Tão simples, tão clássico. A gente se afastou um pouco, só para ver melhor como eram bonitos nossos corpos nus de homens estendidos um ao lado do outro, iluminados pela fosforescência das ondas do mar. Plâncton, ele disse, é um bicho que brilha quando faz amor.

E brilhamos.

Mas vieram vindo, então, e eram muitos. Foge, gritei, estendendo o braço. Minha mão agarrou um espaço vazio. O pontapé nas costas fez com que me levantasse. Ele ficou no chão. Estavam todos em volta. Ai-ai, gritavam, olha as loucas. Olhando para baixo, vi os olhos dele muito abertos e sem nenhuma culpa entre as outras caras dos homens. A boca molhada afundando no meio duma massa escura, o brilho de um dente caído na areia. Quis tomá-lo pela mão, protegê-lo com meu corpo, mas sem querer estava sozinho e nu correndo pela areia molhada, os outros todos em volta, muito próximos.

Fechando os olhos então, como um filme contra as pálpebras, eu conseguia ver três imagens se sobrepondo. Primeiro o corpo suado dele, sambando, vindo em minha direção. Depois as Plêiades, feito uma raquete de tênis suspensa no céu lá em cima. E finalmente a queda lenta de um figo muito maduro, até esborrachar-se contra o chão em mil pedaços sangrentos.

Caio Fernando Abreu
Morangos Mofados

⁠Minha vida é dedicada a servir gente como ele. Gente que vive de verdade.

Inserida por pensador

⁠Chame Deus, eu quero uma reunião com Ele. Deus! É o Jeff!

Inserida por pensador

⁠O sorriso, mais difícil; acontece quando, mesmo estando quebrado por dentro, ele aparece em nossas faces.

Inserida por prefiroviver

⁠Seja como fosse, ele estava lá, e eu também estava. E isso, de certa forma, era o suficiente.

Inserida por Felevinny

⁠Ele se aproximou, segurou minha mão, e, por um momento, tudo o que eu queria era que o tempo parasse ali.

Inserida por Felevinny