Se ele Nao te Ligar no dia Seguinte
O que mais faço de errado é fingir para mim mesmo que meu coração não sente o que ele sente por você.
Van Gogh não pintava flores, ele pintava fome de luz, demonstrando em seus 7 quadros os seus girassóis, sendo ele um apaixonado recíproco? E pouco compreendido
Mas seus girassóis não tinha, o amarelo, não era cor, era urgência de demonstrar amor, era o tipo de sentimento que olha para o céu e sente conforto é como quem precisa ser visto de volta, quem precisa volta pra terra de quem sabe sonhar
O girassol ama assim, ama de frente, ama em economia
Ama com o rosto inteiro entregue ao brilho, brilho que só alguém como você pode me propor
Mas e eu…? você é girassol? Eu sou uma dália?
A dália não grita para o céu, ela é o que você precisa, a permanência na obediência
Ela se abre em silêncio, por que por muito tempo sempre sou o silêncio, amou no silêncio, na existência inexistente, atrás dos quadros pintados, as camadas simétricas, quase calculadas, como quem aprendeu que intensidade não precisa ser escândalo
Ela te diz: "não fui feita pra mendigar sua luz, floreci ao lado de quem sustenta o sol com seu brilho"
O girassol ama com luz, a dália ama com estrutura, ela não tem medo de amar sozinha; ela entregou as pétalas a quem não soube o peso de uma flor inteira, e talvez o seu medo more exatamente aí no espaço entre os dois COLISÃO — SUBMISSÃO
Porque amar como girassol
é correr o risco de não ser olhada de volta, é oferecer o rosto ao sol e descobrir que o céu pode ficar nublado
Já cometi o erro de uma dália imatura me diminuir pra caber no seu amor e não suportou o meu florescer
Por que amar como dália é ainda mais corajoso, aprendi te amando que, amar não é se desgastar por um alguém, é florescer na direção, florescer na mesma luz, é florescer sabendo que nem todo mundo entende profundidade, o profundo não é pra todo mundo, o próprio nome já diz que é ( fundo)
Que nem todo mundo sustenta camadas, no meu caso todas as minhas 12 pétalas
É que algumas pessoas só sabem lidar com o que é simples, o raso, não por que não sabem que é difícil, é por que é mais fácil e sem risco de destruição iminente
Veja só o Van Gogh pintava girassóis porque eles eram intensidade exposta, porque se ele tivesse pintado dálias, talvez tivesse enlouquecido mais cedo, pelo simples fato de ter que admitir que existe amor que não implora luz, um amor que espera reconhecimento
Eu não tenho medo de amar e não ser correspondida, tenho medo de realmente amar sozinha, loucura né ? É porque prefiro esperar um amor que me reconheça inteira do que florescer pela metade para ser escolhida
Me entregar para o sol que você guardou dentro e receber sombra?
Só que existe uma verdade que ninguém te disse:
Não sou uma dália feita para qualquer jardim, já o girassol foi feito para qualquer céu
Fui soberba? Calma, é por que quem aprende a valorizar o profundo não se sustenta com o raso.
O amor que nasce apressado queima, mas o amor que nasce escolhido permanece
E se você meu girassol um dia aprender a virar o rosto não só para o sol, mas para sua dália que sem está ao seu lado vai entender que luz apagada também é cuidado,
que amar é te escolher todos os dias…
E então, só então eu não terei amado sozinha, porque o amor verdadeiro não é o que te consome como fogo, é o que te reconhece como obra
Talvez, no fim, o maior risco não seja te amar e não ser correspondida.
Não tenho medo de amar, tenho medo de aceitar menos do que alguém não é capaz de sustentar o meu florescer.
A vida de uma mulher não é disputa
“Ele desferiu os tiros na frente da criança. Ela presenciou a mãe sendo quase morta, tornando esse crime ainda mais cruel.”
— Evelyn Lucy Alves da Luz, sobrevivente de tentativa de feminicídio
O feminicídio não é apenas um crime — é o reflexo de uma cultura que ainda normaliza possessividade, controle e violência. Cada mulher assassinada carrega sonhos interrompidos, histórias não contadas, afetos que jamais se realizarão. Cada ato de agressão é um lembrete silencioso de que a sociedade falha quando desrespeita a humanidade feminina.
Olho para trás e vejo histórias que ecoam até hoje: mulheres perseguidas nas caças às bruxas na Europa, escravizadas e abusadas nas Américas, violentadas nos horrores do Holocausto, e lutadoras como as sufragistas britânicas, presas e maltratadas por simplesmente querer existir em igualdade. E, ainda hoje, jovens vítimas de feminicídio em cidades que fingem não ver.
Nós, mulheres, precisamos nos enxergar e nos reconhecer nesse mundo que insiste em medir valor pelo poder que outros exercem sobre nós. Homens precisam olhar para si mesmos. Violência não surge do nada. Ela cresce em olhares que julgam, palavras que diminuem, comportamentos que confundem amor com posse. Ignorar isso é compactuar. Cada silêncio, cada justificativa, cada minimização alimenta padrões que podem levar à tragédia.
Como dizia a pedagoga e educadora Maria Montessori, “A primeira tarefa da educação é ajudar a vida a se desenvolver em todo o seu potencial”. Educar é, portanto, também confrontar nossas próprias sombras e reconhecer o que toleramos dentro de nós e na sociedade.
A psicologia nos ensina que comportamentos violentos muitas vezes nascem de traumas, inseguranças e padrões aprendidos desde cedo. A psicanálise aprofunda essa compreensão. Como afirmou Anna Freud, “O ego precisa aprender a distinguir entre desejo e realidade”, lembrando que reconhecer nossos impulsos, frustrações e desejos é essencial para não projetá-los no outro.
E como destacou Karen Horney, pioneira da psicanálise feminista:
“A cultura que reprime e desvaloriza o feminino cria conflitos internos que refletem violência no mundo exterior.”
Negar essas forças internas não as elimina; apenas transfere o conflito para fora, e quem sofre é sempre o mais vulnerável.
A biologia reforça essa perspectiva: somos seres sociais, moldados para empatia e cooperação. Como disse Jane Goodall, etóloga e bióloga:
“O cuidado, a observação e o respeito pelas relações sociais nos mostram o quanto a compaixão é essencial para a sobrevivência.”
A neurocientista May-Britt Moser, ganhadora do Nobel, lembra que nossos circuitos cerebrais estão profundamente conectados com o mundo ao nosso redor — um alicerce biológico da empatia que nos liga às outras pessoas e nos alerta sobre o impacto de nossos atos.
E a filósofa feminista Carol Gilligan nos desafia:
“A ética do cuidado amplia a compreensão humana, conectando responsabilidade e relação ao invés de dominação e divisão.”
O feminicídio não começa no ato final; ele nasce no cotidiano — na cultura que ensina homens a dominar, na indiferença que permite que pequenas agressões passem despercebidas, na normalização de atitudes que desrespeitam e diminuem mulheres. Cada escolha de respeito é um passo em direção à humanidade; cada escolha de silêncio é um passo para o crime.
A grandeza não está em dominar, mas em proteger.
Não está em justificar, mas em questionar.
Não está em controlar, mas em compreender.
O limite da humanidade não está na violência cometida, mas na complacência que permitimos.
O feminicídio não é um problema apenas das mulheres. É um problema de todos. Cada gesto de cuidado, cada ação consciente, cada palavra que ensina respeito é resistência. Cada indiferença é cumplicidade.
O ser humano se expande quando escolhe observar, escutar e respeitar.
Se retrai quando ignora o impacto de suas ações.
Avança quando enfrenta suas próprias sombras.
Transcende quando integra consciência, instinto e emoção.
Cada escolha que fazemos — silenciosa ou visível — constrói o mundo que teremos amanhã. Cada um de nós carrega a responsabilidade de agir antes que seja tarde. Respeito, cuidado e empatia não são apenas escolhas éticas; são expressão da nossa própria humanidade.
A vida de uma mulher é valiosa, e a responsabilidade de preservá-la é de todos nós. Não há justificativa, não há indiferença possível. O limite da humanidade é a empatia que deixamos de praticar.
E então percebemos — quando a rotina parece normal, quando o mundo finge não ouvir — que a verdadeira pergunta não é se agimos para proteger, mas quanto da nossa indiferença diária estamos dispostas a carregar sem perceber, e que talvez, um dia, o preço dessa inação seja inevitável.
O silêncio, que parecia tão confortável, se torna incômodo.
O olhar que desviamos, se torna pesado.
E a consciência, que evitamos confrontar, permanece ali, insistente e viva, lembrando que cada gesto ignorado tem consequências que não podemos mais apagar.
Verso final:
“Cada olhar que desviamos, cada silêncio que aceitamos, constrói um mundo que já carrega a dor que poderíamos ter impedido. A grandeza humana não está em dominar ou calar, mas em reconhecer, cuidar e agir — pois é nas escolhas diárias, pequenas e silenciosas, que se mede se seremos verdadeiramente humanos ou cúmplices da indiferença.”
O verdadeiro amor não te engana nem te menospreza. Ele só quer te ver feliz e te completa sem causar ciúmes.
O desconforto é um professor silencioso. Ele não explica — ele mostra. E só aprende quem decide não fugir.
"Assim como o rio não pergunta onde termina, ele apenas segue o pulso da terra até virar mar. O que é teu aprende teu nome no caminho e te encontra, mesmo sem saber onde te achar."
"Quando algo precisa acontecer, não força a porta, não empurra o destino — ele simplesmente se encaixa."
O amor não acaba quando o outro vai embora, ele termina no exato instante em que você percebe que cedeu demais tentando ser aceito por quem nunca enxergou o que havia por dentro.
Sou uma lágrima nua d’Ele, causada pela solidão do mundo. Mas não sou importante como a causa do choro, sou a consequência de sua tristeza. Ele me chorou por estar só, e eu nasci, não porque ele queria que eu existisse, mas existo em prol a sua existência, existo sem liberdade, estou preso a algo ou alguém que não vejo e nem sinto. Em favor da dor d’Ele estou aqui, não sou seu fruto, sou seu caminho, não tive o sopro de vida, não tenho glória.
"*O amor *
é a capacidade
de descobrir no outro o que ele
ainda não sabia que tinha.
Vou compor um poema de amor...
para um estranho.
A pessoa para quem escrevo;
nem sabe que eu existo.
todo amortem um começo.
Um meio e
uma vontade sem fim.
Aprendi que as coisas mais
lindas que podemos dizer para alguém,
são as que vivem bem lá no
fundo do coração.
(e fui buscar ♡⛏)
E de tão ingênuas,
acabaram todas vindo
sozinhas se esconder...
nesta folha de papel."
_falei.
_fim.
"Ele decidiu ir...
°
Não me deu motivos.
Nem respondeu a meus porquês.
Apenas quis partir.
Me deixou.
°
Depois disso notei que amor
eterno é uma simples questão
de tempo.
Alguns duram.
Outros nem começam."
O tempo não tira nada de quem aprende com ele; apenas ensina a olhar a vida com mais calma, a falar menos e a compreender mais, até que a sabedoria se torne parte natural de quem você é.
Deus não deseja nada de você além daquilo que já está no seu coração.
Ele espera que você aprenda a amar.
Porque quem ama, tem respeita.
E quem tem respeita, aprende a respeitar o próximo.
O amor próprio não é orgulho
é reconhecer que você é morada do criador.
Quando você aprende valoriza,
e torna-se um instrumento de paz.
Quando você acolhe,
aprende a acolher o outro.
Deus não quer sacrifícios vazios,
quer consciência.
Quer que você descubra
que o amor começa
e se espalha como luz. Bom dia com Jesus.
Você não conseguirá entrar em um coração se ele estiver fechado pra você. Jesus não entrou no coração de Judas porque o coração dele estava fechado para Jesus e aberto para a ambição. Não entrou no coração dos fariseus porque estavam todos cheios de orgulhos e certezas distorcidas. Pare de insistir em amizades unilaterais, se afaste, não deseje o mal, apenas ore por todos que não aceitam o amor que você tem para oferecer.
palavras da alma
Não quero que Deus seja para mim um momento de euforia, louvor e alegria sem limites, quero que ele permaneça comigo quando tudo estiver dando errado, quando as lágrimas me machucarem e sufocar minha fé. Que eu permaneça nele e ele em mim quando eu menos merecer.
Esvazie o seu "eu", não tente eliminá-lo, pois ele é imprescindível, mas não deixe ele dominar a sua mente, pois ele é amante da zona de conforto e te sabota, com ar protetor, todas as suas ações de crescimento e evolução!
MiroLazaro!
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