Se ele Nao te Ligar no dia Seguinte
eu sempre
me enfio
nessa confusão
eu sempre deixo
que ele diga que sou incrível
e meio que acredito
eu sempre pulo pensando
que ele vai me segurar
na queda
irremediavelmente eu sou
a amante e
a sonhadora e
isso ainda
acaba comigo
Sou a âncora do barco da minha vida. Ele só navega em águas calmas e claras. Só estaciona em locais seguros; preservando-me assim de um grande naufrágio.
Faxina pra ela chegar.
Ele estava la, sentado com seus milhões de idéias.
Com a cabeça encostada no tédio, de tanto que as coisas se repetiam.
De tanto que ele tava cansado, sem muita expectativa de novas surpresas.
Afinal, era todo mundo tão igual e previsivel.
E as coisas tao parecidamente identicas.
Como ver a Lagoa Azul, mais uma vez.
E ele se dopava de risos, whisk's, cigarros, e tanto mais.
Pra ver se ficava tudo menos chato.
Ae, quando ele tava lá, tão conformado com a chatice.
Com aquele cigarro acabando na mão, esgotando os pulmões,
esgotando o tédio, esgotando o tempo na internet e a paciência dele.
Ele olhou pro lado. Ele olhou pra ela.
Ae, ele sempre lirico, se deixou levar.
E por que não?
Se ela estava lá.
Aquela imponente presença de dedos longos e finos segurando,
um cigarro que parecia queimar a paciência dela e o tédio dela,
tanto quanto o dele.
Pessoas tão diferentes e ele via ali, tanta coisa em comum.
E agora, ele estava preso.
Ele que tanto falou em 'finalmente liberdade'.
Estava ali entregue, sem lutar, por vontade própria.
Ele estava ali, e tinha se esquecido do tédio, tinha se esquecido
de encostar a cabeça.
Ela havia trazido naqueles olhos vivos, a vontade da renovação.
E ele queria se renovar, queria mudar tudo, pra que quando ela
viesse pra vida dele, ela encontrasse tudo de alguma forma,
arrumado pra ela.
E agora, lá estava ele, faxinando tudo.
E esperando ela chegar.
Toda palavra de Deus é pura; ele é
um escudo para os que nele confiam.
Nada acrescentes às suas palavras,
para que ele não te repreenda e tu
sejas achado mentiroso.
Duas coisas te peço; não mas
negues, antes que morra:
Alonga de mim a falsidade e a
mentira; não me dês nem a pobreza
nem a riqueza: dá-me só o pão que me
é necessário;
para que eu de farto não te negue,
e diga: Quem é o Senhor? ou,
empobrecendo, não venha a furtar, e
profane o nome de Deus
Acredito que todo ser humano tem um pouco de Deus no seu coração a diferença é que uns tem ele como Dono outros como inquilino e outros como estranho.
Ele chama você
Como você chama essa chama dentro de você?
Esse impulso que dispara diante de um ato injusto;
A serenidade ao ver crianças brincando;
O sorriso ao encontrar alguém que goste...
A risada daquela gargalhada;
A dor que sente ao ver um ferimento;
A revolta mediante a realidade;
A compaixão com os animais e indefesos...
O vazio da solidão;
A sede por boas coisas;
A esperança da transformação;
A frustração de não ser entendido...
Como você chama?...
O senso de justiça,
O querer da gentileza,
O sofrimento da perda,
A saudade de um bom amigo???
Eu chamo de Amor...
... E ele me chama.
Amor de Mãe
O amor de uma mãe nunca morre. Ele atravessa o tempo e sobrevive a todas as tempestades, rompe barreiras além da imaginação. O amor de mãe é eterno... é amor além da vida.
Pense no filho que você quer para você, porém ele só será bom assim se você for o melhor pai que uma criança pode ter; portanto, antes de ter um filho, lembre sempre das suas responsabilidades!
John Donne já sugeria que nenhum homem poderia existir sozinho. Ele afirma que nós somos todos interligados, e que a perda de um ser humano é também a nossa perda. Nesse mesmo sentido, a morte de uma pessoa é a nossa própria morte, ou seja, cada vez que os sinos dobram, a humanidade perde algo precioso: uma vida, e, com ela, toda uma história. O som dos sinos é um lembrete de nossa própria mortalidade, de nossa própria fragilidade.
Quem é ele que diz que conhece ela como ninguém?
Quem é ele que conhece seus corpo, seu coração, sua alma?
Ele é o Dono, não de algo, mas de alguém!
Ele é o Dono de seus desejos, de seus caminhos de sua vida.
Ela tem o desejo e ela a vontade de realizá-lo.
Ele tem os motivos e ela os meios de atendê-los.
Ele á a ordem, ela a obediência!
Ela é o violino e ele o que tira dela os melhores sons.
Ela e as pegadas e ele seus caminhos.
Ele a guia pelos caminhos e ela confia em seu guia.
Ele sabe das coisas que ela precisa e ela realiza seus desejos
Cegos pelos desejos, mas lúcidos pelas certeza. É assim a relação de um Dono e sua posse. O desejo os torna insanos, mas a certeza de que juntos podem chegar aonde ninguém mais chegou é os que os move. Quem sonos nós, meros mortais para entendermos realmente a beleza da entrega de uma submissa apaixonada pelo prazer de ver seu Dono feliz? Quem somos para entender que a cada chibata, a cada açoitada ele só deseja o bem de sua posse?
Não precisamos, entender... apenas precisamos ver a beleza da entrega que ela dá a ele e da recepção dele ao realizar nela seus mais profundos desejos. O dia que nós, meros mortais entendermos o quão belo é dar sem receber, entenderemos o amor de uma submissa ao servir seu Dono.
Levaram o asno para a festa de casamento:
ele começou a zurrar e pedir que o carregassem com os fardos de sempre.
Um homem pode viver uma vida saudável sem ter que matar animais para comer; portanto, se ele come carne, participa do ato de tirar a vida de uma criatura meramente para saciar seu apetite. E agir dessa maneira é imoral.
Foi Charles G. Finney que contou esta história. Ele estava realizando um avivamento em Detroit. Uma noite quando ele ia a entrar na igreja, um homem veio ter com ele e lhe perguntou: ‘É o Doutor Finney?’
‘Sim’
‘Não sei se me poderá fazer um favor. Esta noite quando terminar, quer vir comigo a minha casa e falar-me da minha alma?’
‘Com todo o gosto. Aguarde-me’.
Finney foi para dentro, e alguns dos homens o detiveram: ‘Irmão Finney, o que queria aquele homem?’
‘Ele queria que eu fosse a casa com ele’
‘Não vá’
‘Tenho muita pena, mas eu lho prometi, e tenho de ir com ele’.
Quando a reunião acabou, Finney saiu pela porta. O homem estava aguardando, pegou no seu braço e disse: ‘Venha comigo’. Andaram três ou quatro quarteirões, viraram numa rua lateral, desceram uma viela, e na segunda casa o homem se deteve: ‘Fique aqui um minuto, Irmão Finney’. Ele pôs a mão no seu bolso, tirou uma chave, e abriu a porta, virou-se para o pregador e disse: ‘Entre’.
Finney entrou no aposento. Havia um tapete no chão, uma lareira, uma escrevaninha, uma cadeira giratória, dois sofás e nada mais.
Havia uma espécie de subtil parede divisória ao redor de todo o aposento excepto onde havia a lareira.
Finney voltou-se para trás. O homem estava fechando a porta, tinha posto a mão no seu bolso posterior e tinha tirado um revólver que segurava na sua mão. ‘Eu não pretendo fazer-lhe algum mal’, ele disse: ‘Eu só quero fazer-lhe algumas perguntas. Quis realmente dizer o que disse no seu sermão ontem à noite, isto é, que o sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo o pecado?’
‘Sim, Deus diz isso’.
‘Irmão Finney, vê este revólver? Matou quatro pessoas. É meu. Duas delas foram mortas por mim, duas pelo barman numa rixa no meu saloon. Há esperança para um homem como eu?’
Finney respondeu: ‘O sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo o pecado’.
‘Irmão Finney, uma outra pergunta. Por detrás desta parede há um saloon. É de minha propriedade tanto o saloon como tudo o que está lá dentro. Nós vendemos todo o tipo de licor a quem quer que entre. Muitas vezes tirei o último centavo do bolso de um homem, fazendo padecer de fome a sua mulher e os seus filhos. Muitas vezes mulheres trouxeram aqui os seus bebés e suplicaram que não vendesse mais nenhuma bebida alcoólica aos seus maridos, mas eu as expulsei e continuei com a venda do Whisky. Há esperança para um homem como eu?’
Finney disse: ‘Deus diz: ‘O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado’.
‘Uma outra pergunta, Irmão Finney. Por detrás desta outra parede há uma casa de jogo de azar, e é desonesta como Satanás. Não há uma roda decente em todo o estabelecimento. É tudo viciado e desonesto. Um homem deixa o saloon com um resto de dinheiro no bolso, e nós aí lho tiramos. Houve homens que saíram desse lugar de jogo de azar para cometer suicídio quando o seu dinheiro, e talvez dinheiro lhes dado por empréstimo, tinha acabado todo. Há alguma esperança para um homem como eu?’
‘Deus diz : ‘O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado’.
‘Mais uma outra pergunta e depois o deixarei ir. Quando sair desta viela, vire à direita na direção da rua, olhe para o outro lado da rua, e ali verá uma casa de pedras castanhas de dois andares – é a minha casa. É de minha propriedade. Lá estão a minha mulher e a minha filha de onze anos de nome Margaret. Há treze anos fui a New York para tratar de negócios. Encontrei uma bela rapariga. Menti-lhe. Disse-lhe que era um agente de bolsa, e ela casou comigo. A trouxe para aqui, e quando ela descobriu os meus negócios isto lhe partiu o coração. Eu tornei a sua vida um inferno sobre a terra. Eu voltei para casa bêbedo, bati-lhe, abusei dela, fechei-a fora de casa, tornei a sua vida mais miserável do que a de qualquer animal selvagem. Há cerca de um mês, eu fui numa noite para casa bêbedo. Minha mulher de alguma maneira me estorvou e eu comecei a bater-lhe. Minha filha se lançou entre nós. Esbofeteei aquela rapariga, a empurrei contra um aquecedor em brasa. O seu braço ficou queimado desde o ombro até ao pulso. Irmão Finney, há esperança para um homem como eu?’
Finney segurou os ombros daquele homem, o abanou e disse: ‘Ó filho, que triste história que tens para contar! Mas Deus diz : ‘O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado’.
O homem disse: ‘Obrigado. Muito obrigado. Ore por mim. Eu amanhã à noite irei à igreja’.
Finney foi para casa e tratar dos seus assuntos. Na manhã seguinte, cerca das sete, o homem do saloon saiu do seu escritório e começou a atravessar a rua. A sua gravata estava torta, a sua face estava coberta de pó, coberta de suor e manchada pelas lágrimas. Ele estava cambaleando como se estivesse bêbedo.
Mas voltemos àquele aposento. Ele tinha pegado na cadeira giratória e tinha partido o espelho, a lareira, a escrivaninha e as outras cadeiras. Ele tinha desfeito a parede divisória por todo o lado. Cada garrafa, cada barril, cada banco e cada espelho naquele saloon foi despedaçado e quebrado. No chão o serrim boiava até ao tornozelo numa terrível mistura de cerveja, gim, whisky e vinho. No estabelecimento de jogo de azar as mesas foram despedaçadas, os dados e as cartas de jogo estavam na lareira a arder.
Ele foi até ao outro lado da rua titubeando, subiu as escadas de sua casa, e sentou-se pesadamente na cadeira do seu quarto. Sua mulher chamou a pequena rapariga: ‘Maggie, corre ao andar de cima para dizer ao papá que o pequeno-almoço está pronto’. A rapariga subiu lentamente as escadas. Meia atemorizada, ela ficou em pé à porta e disse: ‘Papá, a mamã disse que o pequeno-almoço está pronto; disse para desceres’.
‘Maggie, tesouro, papá não quer nenhum pequeno-almoço’.
Aquela pequena rapariga não andou, ela voou pelas escadas abaixo: ‘Mamã, papá disse: ‘Maggie, tesouro’ e ele não …’
‘Maggie, tu não percebeste. Vai sobe de novo para dizer ao papá para vir para baixo’. Maggie subiu de novo ao andar de cima seguida por sua mãe. O homem levantou os olhos mal ouviu os passos da menina, abriu os seus joelhos e disse: ‘Maggie, vem cá’.
Timidamente aterrorizada, e tremendo, ela foi a ele. Ele a levantou, a pôs sobre os seus joelhos, encostou o seu rosto ao peito da pequena e chorou.
A mulher que estava em pé à porta, não sabia o que tinha sucedido. Após um pouco de tempo, ele a notou e disse: ‘Mulher, vem cá’. Ele a fez sentar sobre o outro seu joelho, lançou os seus grossos braços em torno daquelas duas almas que ele amava mas de quem tinha tão horrivelmente abusado, abaixou a sua cabeça entre elas e chorou soluçando até que o quarto quase tremeu pelo impacto da sua emoção.
Após alguns minutos, ele se controlou a si mesmo, olhou para a face da sua mulher e para a sua menina e disse: ‘Mulher, filha, vós não precisais mais ter medo de mim. Deus, hoje, vos trouxe para casa um homem novo, um novo papá’.
Na mesma noite aquele homem, sua mulher e a menina caminharam ao longo do corredor da igreja, deram o seu coração a Cristo e se uniram à igreja.
Status: meu amor-próprio está gritando. E eu estou preferindo ficar com ele ultimamente. O nosso relacionamento vai muito bem, obrigada.
O HOMEM É AQUILO QUE ELE PENSA
“Assim como o jardineiro cultiva a terra, mantendo-a livre de ervas daninhas
e plantando as flores e frutas de que precisa, um homem pode cultivar o jardim de sua mente, extirpando todos os pensamentos errados, inúteis e impuros e cultivando até à perfeição as flores e frutas dos pensamentos certos, úteis e puros.
Ao seguir este processo, um homem mais cedo ou mais tarde acaba descobrindo que é o mestre jardineiro de sua alma, o dirigente de sua vida.”
“Como o colhedor de sua própria ceifa, o homem aprende com o sofrimento e a felicidade.
O homem não obtém aquilo que deseja pelo que reza, e sim aquilo que ele justamente merece. Seus desejos e orações só são atendidos e respondidos quando se harmonizam com os seus pensamentos e ações.
Bons pensamentos e boas ações não podem produzir resultados ruins; maus pensamentos e más ações não podem produzir resultados bons.
Um homem só começa a ser homem quando cessa de se lamentar e injuriar e começa a procurar pela justiça oculta que regula sua vida.
Pensar bem sobre todos, ser amável com todos, aprender pacientemente a encontrar o bem em todos – tais pensamentos altruístas são os próprios portais do paraíso.”
É com ele que eu quero passar as tardes quentes de verão, e as noites de frio...
Ou o nascer do sol ouvindo os som dos passarinhos...
Sentir saudades mesmo a um centímetro de distancia...
Mesmo estando do meu lado ,dormi pensando nele , e em como sou feliz porque o tenho...
Não deixar de acha-lo perfeito...
Acorda bem cedo todas manhãs só pra vê o luz iluminar seu sorriso que me faz feliz...
Morrer de amor e ainda sim continuar vivendo...
Pois de que vale á pena está com ele e não querer isso, Pois é de onde vem o mais puro e verdadeiro amor, nos momentos mais simples , que foram só meus e ao mesmo tempo nosso!
Nada pode ser mais perigoso para um ser humano que esquecer quem ele é. Se você esquecer quem você é, os outros vão te transformar naquilo que eles querem que você seja.
O amor de Deus nos fortalece, a paz que vem dEle preenche nossos corações, e todas as barreiras que estiverem à nossa frente, Ele nos fará passar por cima de todas!
Se é para amar e sofrer, prefiro amar os meus sapatos do que ele. Pelo menos os meus sapatos me machucam mais me deixam como uma DIVA.
Agora ele me deixa destruida, e ainda borro minha maquiagem com lagrimas derramadas.
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