Se ele Nao te Ligar no dia Seguinte

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Ela E Ele

Ela Chorava: Ele ria
Ela Falava: Ele escutava
Ela Acreditava: Ele mentia
Ela Queria coisa seria: Ele só queria se divertir
Ela Acreditava em tudo o que ele dizia: Ele dizia o mesmo para todas
Ela Queria pra sempre: Ele só por aquele momento
Ela Se entregava: Ele se evitava
Ela Falava EU TE AMO: Ele sorria e dizia da boca pra fora
Ela Procurava o príncipe: Ele a próxima
Ela Só queria ele: Ele queria todas
Ela ficava por sentimento: Ele por quantidade
Ela descobriu que ele era mais um: Ele descobriu que ela era a única !

O cérebro é o órgão mais fantástico do ser humano... Ele trabalha 24 horas, 365 dias, desde o nascimento até você se apaixonar.

Ter uma filosofia de vida é como ter um sagui de estimação, porque ele pode ser muito encantador quando você o adquire, mas podem surgir em situações em que ele não será nem um pouco oportuno.

Esta é a permuta que, em sua bondade infinita, ele quis fazer conosco: recebeu nossa pobreza, e nos transferiu suas riquezas; levou sobre si a nossa fraqueza, e nos fortaleceu com o seu poder; assumiu a nossa mortalidade, e fez nossa a sua imortalidade; desceu à terra, e abriu o caminho para o céu; fez-se Filho do homem, e nos fez filhos de Deus.

João Calvino
As Institutas

Nota: Cap XII, pg 6, Vl 4

...Mais

A maioria das pessoas associa dinheiro a prazer imediato. Para mim, ele deve ser acumulado para proporcionar liberdade.

Nós nunca vamos casar, ele nunca vai conhecer meus pais e eu sei que divido o seu amor com as garotas pagas. Não tem ilusão, não tem meiguices, não tem roupinha rosa com babados. É preto no branco. É sofrimento puro. É o pior namoro do mundo. Mas como diria minha mãe “quando essa menina decide uma coisa...”.

Procurei me esconder do drama
mas ele atravessou
as paredes da minha casa
e me encontrou parado,
diante do espelho,
com um certo constrangimento,
como se envelhecer fosse pecado...

Mantenha o amor em seu coração. Uma vida sem ele é como um jardim sem sol, quando as flores estão mortas.

"O prazer é e deve permanecer efeito colateral ou produto secundário. Ele será anulado e comprometido à medida que se fizer um objetivo em si mesmo."

A pior coisa do mal é nos acostumarmos a ele.

O mundo dá voltas. Hoje ele ri de você, amanhã você pisa nele.

BOA NOITE!
DESCANSE EM DEUS, ELE ESTÁ NO CONTROLE
Muitas pessoas ficam apreensivas quanto ao futuro. Vivem ansiosas com medo do rumo que as decisões políticas podem tomar. Vivem ansiosas com respeito ao trabalho, aos estudos, à família. Precisamos descansar na providência de Deus, sabendo que ele está no controle da situação. Mesmo que situações difíceis aconteçam, mesmo que tempestades apareçam no horizonte, mesmo que os montes estremeçam, Deus continua no controle da situação. Nosso Deus está assentado sobre um alto e sublime trono e ele governa céus e terra. Nossa vida está segura em suas onipotentes mãos!

“O homem se torna o que ele pensa.”

- O tempo é fluido por aqui – disse o demônio.

Ele soube que era um demônio no momento em que o viu. Assim como soube que ali era o inferno. Não havia nada mais que um ou outro pudessem ser.
A sala era comprida, e do outro lado o demônio o esperava ao lado de um braseiro fumegante. Uma grande variedade de objetos pendia das paredes cinzentas, cor de pedra, do tipo que não parecia sensato ou reconfortante inspecionar muito de perto. O pé-direito era baixo, e o chão, estranhamente diáfano.
– Chegue mais perto – ordenou o demônio, e ele se aproximou.
O demônio era magro como uma vara e estava nu. Ele tinha muitas cicatrizes, parecia ter sido esfolado em algum momento num passado distante. Não tinha orelhas nem genitais. Os seus lábios eram finos e ascéticos, e os olhos eram olhos de demônio: tinham visto demais e ido muito longe, e frente ao seu olhar ele se sentiu menor que uma mosca.
– O que acontece agora? – ele perguntou.
– Agora – disse o demônio com uma voz que não demonstrava sofrimento nem deleite, somente uma horripilante e neutra resignação – você será torturado.
– Por quanto tempo?
O demônio balançou a cabeça e não respondeu. Ele percorreu lentamente a parede, examinando um a um os instrumentos ali pendurados. Na outra extremidade, perto da porta fechada, havia um açoite feito de arame farpado. O demônio o apanhou com uma de suas mãos de três dedos e o carregou com reverência até o outro lado da sala. Pôs as pontas de arame sobre o braseiro e observou enquanto se aqueciam.
– Isso é desumano.
– Sim.
As pontas do açoite ganharam um baço brilho alaranjado.
– No futuro, você vai sentir saudade desse momento.
– Você é um mentiroso.
– Não – respondeu o demônio. – A próxima parte é ainda pior – explicou pouco antes de descer o açoite.
As pontas do açoite atingiram nas costas do homem com um estalo e um chiado, rasgando as roupas caras. Elas queimavam, cortavam e estraçalhavam tudo o que tocavam. Não pela última vez naquele lugar, ele gritou.
Havia duzentos e onze instrumentos nas paredes da sala, e com o tempo, ele iria experimentar cada um deles.
Por fim, a Filha do Lazareno, que ele acabou conhecendo intimamente, foi limpa e recolocada na parede na ducentésima décima primeira posição. Nesse momento, por entre os lábios rachados, ele soluçou:
– E agora?
– Agora começa a dor de verdade – informou o demônio.
E começou mesmo.
Cada coisa que ele fizera, que teria sido melhor não ter feito. Cada mentira que ele contara – a si mesmo ou aos outros. Cada pequena mágoa, e todas as grandes mágoas. Cada uma dessas coisas foi arrancada dele, detalhe por detalhe, centímetro por centímetro. O demônio descascava a crosta do esquecimento, tirava tudo até sobrar somente a verdade, e isso doía mais que qualquer outra coisa.
– Conte o que você pensou quando a viu indo embora – exigiu o demônio.
– Pensei que meu coração ia se partir.
– Não, não pensou – contestou o demônio, sem ódio. Dirigiu seu olhar sem expressão para o homem, que se viu forçado a desviar os olhos.
– Pensei: agora ela nunca vai ficar sabendo que eu dormia com a irmã dela.
O demônio desconstruiu a vida do homem, momento por momento, um instante medonho após o outro. Isso levou cem anos ou talvez mil – eles tinham todo o tempo do universo naquela sala cinzenta. Lá pelo final, ele percebeu que o demônio tinha razão. Aquilo era pior que a tortura física.
Mas acabou.
Só que, quando acabou, começou de novo. E com uma consciência de si mesmo que ele não tinha da primeira vez, o que de certa forma tornava tudo ainda pior.
Agora, enquanto falava, se odiava. Não havia mentiras nem evasivas, nem espaço para nada que não fosse dor e ressentimento.
Ele falava. Não chorava mais. E, quando terminou, mil anos depois, rezou para que o demônio fosse até a parede e pegasse a faca de escalpelar, ou o sufocador, ou a morsa.
– De novo – ordenou o demônio.
Ele começou a gritar. Gritou durante muito tempo.
– De novo – ordenou o demônio quando ele se calou, como se nada houvesse sido dito até então.
Era como descascar uma cebola. Dessa vez, ao repassar sua vida, ele aprendeu sobre as consequências. Percebeu os resultados das coisas que fizera; notou que estava cego quando tomou certas atitudes; tomou conhecimento das maneiras como infligira mágoas ao mundo; dos danos que causara a pessoas que mais conhecera, encontrara ou vira. Foi a lição mais difícil até aquele momento.
– De novo – ordenou o demônio, mil anos depois.
Ele agachou no chão, ao lado do braseiro, balançando o corpo de leve, com os olhos fechados, e contou a história de sua vida, revivendo-a enquanto contava, do nascimento até a morte, sem mudar nada, sem omitir nada, enfrentando tudo. Abriu seu coração.
Quando acabou, ficou sentado ali, de olhos fechados, esperando que a voz dissesse: “de novo”. Porém, nada foi dito. Ele abriu os olhos.
Lentamente, ficou de pé. Estava sozinho.
Na outra ponta da sala havia uma porta, que, enquanto ele olhava, se abriu.
Um homem entrou. Havia terror em seu rosto, e também arrogância e orgulho. O homem, que usava roupas caras, deu alguns passos hesitantes pela sala e parou.
Ao ver o homem, ele entendeu.

- O tempo é fluido por aqui – disse ao recém-chegado.

Faça uma criança, plante uma semente
Escreva um livro e que ele ensine algo de bom
A vida é mais que um mero poema
Ela é real...

Siga seu coração, mesmo que ele esteja errado.

Existe uma maneira de um samurai criar seu filho. Desde sua infância ele deve ser encorajado à bravura, e deve-se evitar assustá-lo ou provocá-lo com trivialidades. Se uma criança for afetada pela covardia, isso permanecerá como uma cicatriz para toda a vida.

Ninguém tem o direito de aprisionar o pensamento, por mais vadio que ele seja.

Diferença entre as garotas normais, e eu.

Garota normal: Ele é lindo!
Eu: Ele é carinhoso!
Garota normal: Me dá presentes
Eu: Me dá atenção
Garota normal: Anda de carro comigo
Eu: Anda de mãos dadas comigo
Garota normal: Tem dinheiro
Eu: É engraçado
Garota normal: Mora sozinho
Eu: É de boa família
Garota normal: Beija muito bem
Eu: Seu sorriso é lindo
Garota normal: Tem pegada
Eu: Tem covinhas nas bochechas
Garota normal: Um lindo bumbum
Eu: Adoro suas mãos
Garota normal: Tem coxas grossas
Eu: Gosto das suas costas
Garota normal: É musculoso
Eu: É inteligente
Garota normal: Tem o abdômen definido
Eu: Sua voz me encanta
Garota normal: Tem ciúmes de mim
Eu: Ele gosta dos meus amigos
Garota normal: Me liga pra saber onde estou
Eu: Me manda mensagem de boa noite
Garota normal: É festeiro
Eu: É simpático
Garota normal: Me leva pro shopping
Eu: Me leva pra ver o pôr do sol
Garota normal: Fica lindo sem camisa
Eu: Adoro quando usa branco
Garota normal: Me enlouquece dentro daquele carro
Eu: Fica lindo dentro de um terno
Garota normal: Adoro quando me faz surpresas
Eu: Adoro quando me faz rir
Garota normal: É o homem perfeito!
Eu: É bonito!
Garota normal: Ele me faz sentir dele
Eu: Ele me faz feliz.

[...]
Ele: Por que você tá chorando?

Ela: - Porquê eu te amo.

Ele: - Isso é motivo para chorar?

Ela: - É porque eu te amo tanto, que dói. Eu te amo de um jeito que eu achei que nunca amaria alguém na minha vida. É porque eu nunca pensei que acharia alguém pra mim, e achei você, perfeito pra mim e isso me faz ter um pouco de medo, me faz ter medo de errar com você e te perder.

Ele: - […]
Ela: - O que houve? Por que você tá chorando?

Ele: - Eu tô chorando porque eu sou incapaz de te amar do jeito que você me ama, eu tô chorando porque não posso fazer você feliz hoje e nunca poderei, eu choro porque eu amo outra pessoa que não é você, e choro mais ainda por te fazer sofrer.

Ela: - Eu já sabia, eu sempre soube. Por isso eu chorava tanto, sempre por te amar demais. Mas agora, por te amar demais, eu te deixo livre pra ser feliz, como você deve ser. Te deixo livre pra amar, quem você quiser.