Se ela quer Voar a porque tem Asas
Jesus...tem dias ,que minha alma,fica cabisbaixa de tristeza,só um instante do teu abraço,eu ganharia toda paz que há no mundo !
"Aquele que aceita a injustiça, não tem o direito de escolher, sempre ficará com as sobras que lhe oferecer, aquele que luta por justiça sempre multiplicará ainda que pouco o que conquistar"
Nos filmes de terror a vitima sempre pergunta:
-Tem alguem ai?
Ate parece que o assassino (ou o ladrão,fantasma,psicopata e etc) vai falar:
-Bem depende se alguem for uma pessoa que quer te matar ou roubar, tem sim,Eu!
vocês querem realmente saber o sentido da vida ? eu te digo
Não ache que isso tem haver com amor,felicidade,paixão ou coisas do tipo isso é apenas uma coisa criado por humanos...
o sentido vida é simplesmente viver...
ser uma minuscula engrenagem de uma maquina gigante chamada existência...
esqueça Deus ou deuses
esqueça amor
esqueça paixão
esqueça humildade
esqueça tudo pois tudo faz parte da mesma maquina que você esta
imagine se você não existisse não tivesse saído pela porta tivesse pisado em uma folha que não tivesse caído de uma arvore
que não teria sido plantada por você que as a outras milhares e milhares de arvores surgissem daquela semente e quem sabe se uma dessas semente não tivesse sido a primeira planta a ser plantada em marte que não tivesse ajudado a terraforma a atmosfera de lá podendo servir salvação para humanidade de um gigantesco asteroide que iria colidir com a terra e dar o fim a todas as vidas da terra ? posso falar infinitamente das coisas que não poderiam acontecer caso você não existisse
e agora já sabe o sentido da vida ?
SEDE DE AMOR!
Oh distancia cruel... meu espirito tem sede...
Sede , sedento de você...Sede de amor...
Sede de calor..Sede de seu valor... Sede do Perfume que isala, da sua alma que me cala...
Oh medo cruel de não te sentir mais...
Desta distancia que me devora...
Desta sede que me leva a loucura...
Sentir o seu calor e o desejo...
Teremos direito ha ser feliz?
Sedenta de amor... sentir o seu calor ...
Ah sede que não se acaba...
Sede que me devora a alma...
Mata-me esta sede, que me devora...
Sei que tu consegues ler e ver a minha alma ...
Sede que vai e vem , com o despertar da paixão...
Sede de saudade, Sede de vontade...Ah mata-me essa minha sede...
Ah sede de amor...
Licia madeira
Por que temos de pagar por erros de outros...ninguém tem culpa de você escolhe a pessoa errada, e por pensar que todos são iguais, você acaba machucando outra pessoa uma pessoa que te manda mensagem todos os dias, que se importa com você, que tenta falar com você direto só para não deixa-lá sozinha, e você o jogo no fundo, fazendo com que ele acabe duvidando de si mesmo, pensando que se realmente vale alguma coisa ele ser um cara legal, carinhoso, gentil, a cada risada que você dava pelas imagens, frases, fotos que ele mandava, mais ele se achava inútil e desistir de tentar achar alguém, será que ele merecia aquilo, será que você o via de verdade se via não parecia, pós ele estava lá por você querendo ve-lá bem, ele chegou a quebrar a mente dele, o sentimento de tristeza para falar com você mas, tudo foi em vão, então aos poucos ele foi desistindo de você até então vê que você nem se importava com ele, então ele desistiu de tudo, parou de acreditar em amor, de acreditar que exista uma mulher que vai varolizar ele, então veja o que você faz por que pode está perdendo um homem que realmente fez algo por você, pessoas boas nunca foram mas até que passam por tanta decepção, hoje será que ele ainda é bom ou ficou mal...
O ato gratuito
Muitas vezes o que me salvou foi improvisar um ato gratuito. Ato gratuito, se tem causas, são desconhecidas. E se tem consequências, são imprevisíveis.
O ato gratuito é o oposto da luta pela vida e na vida. Ele é o oposto da nossa corrida pelo dinheiro, pelo trabalho, pelo amor, pelos prazeres, pelos táxis e ônibus, pela nossa vida diária enfim – que esta é toda paga, isto é, tem o seu preço.
Uma tarde dessas, de céu puramente azul e pequenas nuvens branquíssimas, estava eu escrevendo à máquina – quando alguma coisa em mim aconteceu.
Era o profundo cansaço da luta.
E percebi que estava sedenta. Uma sede de liberdade me acordaria. Eu estava simplesmente exausta de morar num apartamento. Estava exausta de tirar ideias de mim mesma. Estava exausta do barulho da máquina de escrever. Então a sede estranha e profunda me apareceu. Eu precisava – precisava com urgência – de um ato de liberdade: do ato que é por si só. Um ato que manifestasse fora de mim o que eu secretamente era. E necessitava de um ato pelo qual eu não precisava pagar. Não digo pagar com dinheiro mas sim, de um modo mais amplo, pagar o alto preço que custa viver.
Então minha própria sede guiou-me. Eram 2 horas da tarde de verão. Interrompi meu trabalho, mudei rapidamente de roupa, desci, tomei um táxi que passava e disse ao chofer: vamos ao Jardim Botânico. "Que rua?", perguntou ele. "O senhor não está entendendo", expliquei-lhe, "não quero ir ao bairro e sim ao Jardim do bairro." Não sei por que olhou-me um instante com atenção.
Deixei abertas as vidraças do carro, que corria muito, e eu já começara minha liberdade deixando que um vento fortíssimo me desalinhasse os cabelos e me batesse no rosto grato de olhos entrefechados de felicidade.
Eu ia ao Jardim Botânico para quê? Só para olhar. Só para ver. Só para sentir. Só para viver. Saltei do táxi e atravessei os largos portões. A sombra logo me acolheu. Fiquei parada. Lá a vida verde era larga. Eu não via ali nenhuma avareza: tudo se dava por inteiro ao vento, no ar, à vida, tudo se erguia em direção ao céu. E mais: dava também o seu mistério.
O mistério me rodeava. Olhei arbustos frágeis recém-plantados. Olhei uma árvores de tronco nodoso e escuro, tão largo que me seria impossível abraçá-lo. Por dentro dessa madeira de rocha, através de raízes pesadas e duras como garras - como é que corria a seiva, essa coisa quase intangível e que é vida? Havia seiva em tudo como há sangue em nosso corpo.
De propósito não vou descrever o que vi: cada pessoa tem que descobrir sozinha. Apenas lembrarei que havia sombras oscilantes, secretas. De passagem falarei de leve na liberdade dos pássaros. E na minha liberdade. Mas é só. O resto era o verde úmido subindo em mim pelas minhas raízes incógnitas. Eu andava, andava. Às vezes parava. Já me afastara muito do portão de entrada, não o via mais, pois entrara em tantas alamedas. Eu sentia um medo bom – como um estremecimento apenas perceptível de alma - um medo bom de talvez estar perdida e nunca mais, porém nunca mais! achar a porta de saída.
Havia naquela alameda um chafariz de onde a água corria sem parar. Era uma cara de pedra e de sua boca jorrava a água. Bebi. Molhei-me toda. Sem me incomodar: esse exagero estava de acordo com a abundância do Jardim.
O chão estava às vezes coberto de bolinhas de aroeira, daquelas que caem em abundância nas calçadas da nossa infância e que pisávamos, não sei por quê, com enorme prazer. Repeti então o esmagamento das bolinhas e de novo senti o misterioso gosto bom.
Estava com um cansaço benfazejo, era hora de voltar, o sol já estava mais fraco.
Voltarei num dia de muita chuva – só para ver o gotejante jardim submerso.
Nota: peço licença para pedir à pessoa que tão bondosamente traduz meus textos em braile para os cegos que não traduza este. Não quero ferir os olhos que não veem.
Uma bela atitude tem mais valor do que todo dinheiro do mundo, Seja um abraço apertado, um sorriso sincero, isso Tem um valor inestimável.
ESPERANÇA VOCÊ TEM...
Não tenha “Esperança”, tenha sim, vergonha na cara para assumir ao menos, toda essa SIM culpa que lhe cabe, diante do retrato que vivemos em país chamado “Brasil”, de um povo que faz dos seus valores corrompidos, uma nação vil e torpe diante de sua complacência totalitária, egoísmo condescendente e sua indiferença mantida desde que “eu” e “meu” prevaleça, perpetue e mantenha-se devastando tudo a sua volta.
Nosso estado letárgico, imutável e resultado da falta do nosso caráter, que consegue de forma desumana viver na omissão, vitimismo a forma imoral que justifica nosso cinismo permissivo para uma mazela vivenciada diante dos olhos de todos nos e do mundo dia após dia e por nós que seja permissivo sem nada realizar para por fim a devassidão indescritível que deixamos e permitimos ainda existir.
Covardemente ignoramos tudo em prol dos interesses gerados pelos prazeres que podem ser nos proporcionados através da ganância de pessoalidades que se escondem atrás do mal existente e ser á nos permitido justificar e culpar tudo e todos, menos a si mesmo.
Pagar o preço de uma desgraça social que resulta na perda, dor, descaso, desamor, irrelevância, crueldade e maldade, necessária para quantificar preço que pagamos, justificado na ignóbil e abissal falsidade, criminosa desculpa que se transformou conhecida pelo mundo como nossa marca “jeitinho Brasileiro”, desprezível e sórdida forma que vivemos em sociedade é hoje o preço que carregamos para valores perdidos e covardia que é nossa realidade vivida.
O poder de um relance foi tão abusado nas histórias de amor que tem vindo a ser desacreditado. Poucas pessoas ousam agora dizer que dois seres se apaixonaram porque eles se entreolharam. No entanto, é desta forma que o amor começa, e apenas dessa forma.
É preciso muito tempo para ser um gênio, você tem que ficar sentado sem fazer nada, realmente sem fazer nada.
Errar todo mundo erra. Após isso, têm-se duas escolhas: Aprender com o erro e avançar, ou ficar patinando no mesmo lugar.
Não! A maioria nunca tem razão! Esta é a maior mentira social que já se disse! Todo o cidadão livre deve protestar contra ela. Quem se constitui na maioria dos habitantes de um país? As pessoas inteligentes ou os imbecis? Estamos todos de acordo, penso eu, em afirmar que, em se considerando o globo terrestre como um todo, os imbecis formam uma maioria esmagadora. E este é um motivo suficiente para que os imbecis mandem nos demais. Sim, vocês podem gritar mais alto do que eu, mas não podem me responder. A maioria tem o poder, infelizmente! Mas não tem razão! A razão está comigo e do lado de alguns indivíduos isolados. O direito está sempre com as minorias". (Dr.Stockmann rebatendo o jornalista Hovstad)
(Um inimigo do povo)
Você sabe que algumas pessoas têm amigos imaginários? Eu acho que você talvez tenha inimigos imaginários.
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