Se ela quer Voar a porque tem Asas

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⁠Quando Buda disse que TUDO está na mente, é porque TUDO está na mente. Deus nos criou com absolutamente TUDO, está aí na mente de cada um, as perguntas e respostas para TUDO. Como também a sua voz suave e quase imperceptível no meio dos seus altos pensamentos vão.

Inserida por SidhartaCostaPinto

⁠Para todo começo tem um fim para tudo fim tem um novo começo o sábio disse não é porque os desenhos são parecidos que possam se dizer que eles são exatamente iguais

Inserida por maicon_henriques

⁠O agora é tudo tudo que voce tem
O futuro vem mas calma não perca o agora porque ele vem, só não fique parado se quer ser lembrado faça acontecer, o passado não faz mais parte então o agora é tudo o que você tem.

Inserida por jean_torres

Dê valor as coisas que você tem hoje, porque amanha pode ser tarde demais.

Inserida por ilanamedeiros

⁠“Não perdemos aquilo que nunca tivemos mas se o tínhamos e perdemos, foi porque nunca o valorizamos”
Ney P. Batista
May/14/2022

Inserida por batistaney

Porque será que o seu problema é sempre maior que o do outro?.
Façamos as contas.
O resultado depende de um ponto de vista.

Inserida por dalainilton

"Eu não te perdi,
porque eu nunca te tive.
Foi tudo minha invenção!."
☆Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel

A Casa Vazia


Existe uma casa dentro de cada ser humano. Ela não tem endereço, não aparece nos mapas e não pode ser construída por outra pessoa. É feita de memória, silêncio, desejo e consciência. É o lugar onde a nossa voz ainda é nossa. Quando somos capazes de habitá-la, conhecemos seus corredores, sabemos onde guardamos nossas alegrias, onde escondemos nossos medos, quais portas evitamos abrir e quais janelas deixamos voltadas para o mundo. No centro dessa casa existe uma chama pequena e silenciosa. É ela que nos diz: “Você está aqui.”


O problema começa quando deixamos a porta aberta por tempo demais. Lá fora, o mundo não pede licença. Ele chama, acende luzes, oferece promessas, produz urgências, entrega desejos prontos e mostra vidas cuidadosamente enquadradas. E nós saímos. Primeiro por curiosidade, depois por desejo, depois por hábito, até que um dia percebemos que estamos há tanto tempo do lado de fora que já não lembramos como era estar em casa.


Não fomos expulsos. Essa talvez seja a parte mais difícil de admitir. Nós mesmos fomos nos afastando. Trocamos o silêncio pelo ruído, a presença pela distração, a experiência pelo espetáculo e a própria voz pelo eco das vozes alheias. Começamos a conhecer a vida de pessoas que nunca encontramos, a acompanhar histórias que não são nossas e a reagir a acontecimentos que não podemos tocar, enquanto alguma coisa dentro de nós espera, em silêncio, para ser percebida.


Os espelhos se multiplicam. As telas iluminam rostos, as comparações entram pelas janelas e os sucessos alheios tornam-se medidas para a nossa própria existência. Sem perceber, começamos a perguntar menos “Quem sou eu?” e cada vez mais “Como estou sendo visto?”. Parece uma mudança pequena, mas é profunda. Quando o olhar dos outros se transforma no nosso principal espelho, começamos a construir a própria identidade do lado de fora. E uma casa construída pelo olhar alheio nunca permanece verdadeiramente nossa.


Então precisamos de mais: mais reconhecimento, mais aprovação, mais intensidade, mais alguma coisa que faça silêncio dentro de nós. Quanto mais procuramos, porém, menos encontramos. A casa permanece vazia não porque não exista nada dentro dela, mas porque ninguém está lá para perceber.


O abandono de si não acontece de uma só vez. Ele acontece em pequenas ausências: quando ignoramos aquilo que sentimos, quando dizemos “está tudo bem” sabendo que não está, quando seguimos uma direção apenas porque todos estão seguindo, quando confundimos desejo com necessidade, quando nos distraímos para não pensar ou quando falamos tanto que já não conseguimos ouvir a própria voz. A poeira se acumula, não sobre os móveis, mas sobre a memória de quem somos.


Chega então um momento em que o silêncio assusta. Depois de tanto ruído, ficar sozinho consigo mesmo pode parecer entrar em uma casa abandonada. Mas talvez o silêncio não seja vazio. Talvez seja apenas o espaço onde aquilo que foi abafado finalmente pode ser ouvido.


É ali que começa o retorno. E o retorno não exige grandes gestos. Não precisa de espetáculo, de uma nova vida ou de uma nova versão de nós mesmos. Começa pequeno: sentar, respirar, escutar, perguntar e permanecer tempo suficiente para ouvir a resposta. “O que está acontecendo dentro de mim?” Talvez ela venha baixa, talvez confusa, talvez acompanhada de coisas que preferíamos não encontrar. Não importa. A casa precisa ser reaberta.


Um cômodo de cada vez. Uma lembrança, um sentimento, uma verdade, uma escolha, uma janela. Até que a luz volte a entrar.


E então descobrimos algo essencial: voltar para si não significa abandonar o mundo. Pelo contrário. É somente quando sabemos onde estamos que podemos verdadeiramente encontrar alguém. É somente quando reconhecemos a nossa própria voz que conseguimos escutar outra pessoa sem desaparecer dentro dela. É somente quando conhecemos os nossos limites que conseguimos respeitar os limites do outro.


Uma casa habitada não é uma prisão. Tem portas, janelas e espaço para receber. Escuta o mundo, celebra, ama, aprende e acolhe, mas sabe quem possui as chaves. As paixões podem entrar sem incendiar a casa. As ideias podem entrar sem ocupar todos os cômodos. A opinião dos outros pode ser ouvida sem se transformar em sentença. O mundo pode atravessar nossas janelas sem se tornar proprietário da nossa existência.


Talvez maturidade seja isso: não fechar a porta para o mundo, mas deixar de viver permanentemente do lado de fora.


Precisamos sair. Precisamos experimentar, amar, errar, conhecer outras paisagens e encontrar outras pessoas. Mas precisamos também voltar. Voltar quando o mundo estiver barulhento demais. Voltar quando a aprovação já não bastar. Voltar quando percebermos que estamos vivendo para sustentar uma imagem que não reconhecemos. Voltar quando ninguém estiver olhando. Voltar simplesmente porque sentimos falta de nós mesmos.


Talvez essa seja a verdadeira casa: não o lugar onde nos escondemos do mundo, mas o lugar a partir do qual conseguimos habitá-lo sem nos abandonar.


No fim, não precisamos construir uma nova casa. Ela já existe. Talvez esteja apenas silenciosa. Talvez tenha algumas janelas fechadas. Talvez haja poeira sobre aquilo que um dia foi importante. Mas a chama ainda está lá, esperando.


E talvez ela não diga muita coisa. Talvez diga apenas: “Volte.”


Quando voltamos, percebemos que nunca estivemos realmente perdidos. Estávamos apenas longe demais para ouvir a nossa própria voz.


A porta sempre foi nossa. A casa sempre esteve lá. E a luz nunca deixou de esperar por nós.

Planos pra vida?
Continuar...
Porque a vida segue
Como tem de ser.

Bom dia

⁠Tudo que nos acontece
Tem um porquê, uma explicação
O que Deus tem preparado pra gente
Vai além da nossa razão

⁠O Menino Jesus não foi a casa de todas as crianças porque algumas não têm chaminé.

Tudo tem um porque, só não sabemos o por que de tudo...

⁠
Tem coisa em mim que não se explica em voz alta.
Tem sentimento que não cabe no tempo da fala.
E é por isso que eu escrevo.

Porque escrever me permite ir fundo sem me perder.
Me permite voltar onde doeu — mas com palavras nas mãos, como quem leva flor pra cicatriz.

Eu sinto demais.
E quase sempre, em silêncio.

Enquanto o mundo responde rápido, eu penso.
Enquanto o mundo grita, eu escuto.
E quando o peito aperta, eu não reajo — eu escrevo.

Escrevo porque não sei dizer tudo com a boca.
Mas com a alma… ah, com a alma eu consigo.

E é nesse espaço entre o que sinto e o que escrevo que eu me salvo.
Me encontro. Me reconstruo. Me traduzo.

Tem gente que grita pra existir.
Eu escrevo — e isso me basta.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

⁠Aquele que tem um porquê para viver pode suportar quase qualquer como.

Friedrich Nietzsche
FRANKL, Viktor E. Em busca de sentido. São Paulo: Editora Vozes, 2017.

Nota: Adaptação da máxima de Nietzsche presente na obra "Crepúsculo dos Ídolos".

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E eu sorri. Sorri não porque disse que me amas, mas porque fiquei a pensar: se o amor não tem gênero, não tem cheiro, não tem cor, porque te vi vermelho e senti teu cheiro? Ironias do amor.

Inserida por MaelAzevedo

A vida é curta, sorria enquanto você ainda tem dentes. Seja feliz, não porque tudo é bom, mas porque você pode sempre encontrar o lado bom de tudo. Ser feliz não significa que tudo é perfeito, significa simplesmente que você decidiu olhar além das imperfeições.

Inserida por Diego5ilva

Tudo tem um propósito, por mais que a nossa compreensão muitas vezes não alcança o entendimento do porque, existe um, cedo ou tarde descobrimos...
@elidajeronimo

Inserida por ElidaJeronimo

Não corro atrás de respostas, mas sempre amei os "por quês". As respostas morrem com o tempo, mas os questionamentos duram para sempre.

Inserida por rbas10

Aí tu toma uma atitude nada a ver, por uma coisa nada a ver, com uma pessoa que tem tudo a ver, mas também não tem nada a ver !
Vc sabe por que ? Diz que não, mas sabe ; mas ao mesmo tempo fica se perguntando o por que de ter feito isso se não quer e nem pode se envolver ?
A resposta é simples: Porque vcs não tem nem podem ter nada a ver !

Inserida por JakSchincaglia

Os homens não tem medo de morrer, os homem tem medo de morrer sem saber porque viveram

Inserida por novosentido