Se ela quer Voar a porque tem Asas
NO INTERIOR DA FERIDA.
Escritor: Marcelo Caetano Monteiro.
Não peço que a dor se retire. Ela já não é estrangeira. Habita-me como uma presença inevitável, tão íntima que sua ausência seria mutilação. Acostumamo-nos um ao outro nesta estrada do mundo, onde o amor é escasso não por impossibilidade, mas por temor. Poucos ousam sustentar o peso da liberdade que amar exige.
Estou ajoelhado nela, e ela ajoelha-se em mim. Não há hierarquia nesse pacto. Há cumplicidade. A dor não me domina, tampouco eu a domino. Existimos no mesmo espaço, como duas consciências que se reconhecem no silêncio. Dói, mas é minha. E justamente por ser minha, não a repudio. Seria negar a própria textura do que sou.
O horizonte tornou-se cinza. Não o cinza da neutralidade, mas o da revelação. A alegria que ainda subsiste vem úmida, dissolvida nas lágrimas que não pedem testemunhas. Há uma lucidez amarga na compreensão de que a felicidade fácil é distração. O que permanece é a densidade da experiência.
Deixa tudo como está. Não por resignação, mas por fidelidade à busca. Ainda procuro a verdade, e essa procura não admite adornos. A diferença, que antes feria como julgamento, perdeu importância. Diante do absoluto, as comparações são ruído. Cada ser está ligado à própria travessia.
Se poucos amam, é porque amar implica assumir o risco da própria exposição. Amar assim é aceitar que não há garantias. É lançar-se ao outro sem a promessa de retorno. E, ainda assim, continuar.
Permaneço na linha fina do meu horizonte. Não por esperança ingênua, mas por decisão consciente. A dor não me define, mas me revela aos poucos a mim mesmo. E enquanto a verdade não se deixa capturar, sigo caminhando, mesmo que o caminho seja feito de sombra e silêncio. É pura lição e essência absoluta do absoluto. Gratidão.
... ela está partindo e tudo volta ao início. Tudo que consegui lembrar foi guardado, agora vou seguir.
Para o mundo a esperança é a última que morre, para um cristão de fato, ela jamais morre, ainda que ele perca tudo, nunca perderá a sua fé. (Guto Lopes)
A ansiedade pode não vir acompanhada do medo, mas ela é igualmente letal a Fé. Ore, e peça à Jesus Cristo retirar esse mal de seu coração. (Guto Lopes)
Em tempos escuros… mantenha sua fé acesa.
Ela ilumina o caminho quando os olhos já não conseguem enxergar.
Ignorância
não é uma pessoa ter opinião, mas sim,
ela ter opinião e discutir, sem saber sobre o que fala. Poetadumar.'.
Você não se preocupa se a pessoa quiser ir, pois sabe que, se é verdadeiro, ela voltará. E voltará sentindo exatamente a mesma coisa, mesmo sem saber que coisa é esta.
Historia, geografia a
matemática
Com ela a trigonometria
Pra explicar tudo como seria
Um mundo uma enigmática
Triangulo redondo ou
quadrado,
Alvitrio de um sonho estranho
No meio sou parte do rebanho
Do submundo ao monte
sagrado!
Linda abóbada celeste
Como que tu se veste
D'um lindo céu repleto
Lumiar da estrela guia
Luzeiro separando a noite do
dia
Explica-me ó Grande Arquiteto
Missias:.
A verdade só machuca aqueles vestem a carapuça, aos alheios a culpa, ela é agregadora e substancial.
Certa vez uma mulher deu em cima de um homem que lhe disse:
sou casado!
ela respondeu:
os melhores estão todos casados!
Outro homem ouviu isso e disse:
o homem de verdade se mantêm casado para honrar sua própria palavra...
“A realidade moral de uma época revela-se menos pelo que ela proclama e mais pelo que ela normaliza.”
PRINCESA DA NOITE E O TRÂNSITO DO INAUDÍVEL.
Há uma noite que não começa no escuro.
Ela principia no primeiro intervalo entre dois sons.
Antes do acorde existir.
Antes da mão tocar a matéria do mundo.
Essa noite caminha em passos regulares.
Não corre.
Não implora.
Ela avança como quem conhece o destino e mesmo assim aceita cada desvio.
Seu pulso é constante como a respiração antiga da terra.
Seu coração repete arpejos como quem recorda uma memória que nunca foi esquecida.
Surge então a Princesa.
Não coroada por ouro.
Mas pelo silêncio que antecede cada nota.
Ela não reina pelo poder.
Reina pela permanência.
Tudo passa ao redor.
Ela permanece.
Seu vestido é tecido de sombras móveis.
Cada dobra nasce de um grave profundo que sustenta o mundo sem pedir reconhecimento.
Os sons baixos são colunas invisíveis.
São raízes que se enterram no tempo para que o céu não desabe.
A melodia não se impõe.
Ela se inclina.
Desenha curvas como quem respeita a dor do existir.
Há doçura em sua ascensão.
Mas nenhuma ingenuidade.
Toda nota sabe que cairá.
E mesmo assim sobe.
Quando a linha melódica se eleva.
Não é fuga.
É coragem.
É o espírito ousando olhar acima da própria noite.
Mas logo retorna.
Porque sabe que a verdade não mora no excesso.
Mora no equilíbrio entre desejo e limite.
O tempo não se rompe.
Ele se alonga.
Cada compasso é um passo dado com reverência.
Como antigos peregrinos que sabiam que chegar rápido era perder o sentido.
Há um momento em que a música suspira.
Não por cansaço.
Mas por compreensão.
Ali o som aprende que não precisa provar nada.
Apenas ser.
Os arpejos continuam.
Pacientes.
Persistentes.
São como estrelas repetindo o mesmo gesto há milênios.
Nunca cansadas.
Nunca apressadas.
E quando a intensidade cresce.
Não se torna violência.
Torna-se densidade.
A noite se adensa.
A Princesa caminha mais alta.
Mas não mais distante.
Ela conduz o ouvinte para dentro.
Não para fora.
Porque toda verdadeira epopeia não é conquista de terras.
É travessia da alma.
No trecho final não há triunfo ruidoso.
Há aceitação elevada.
O som repousa como quem cumpriu sua tarefa eterna.
Nada foi perdido.
Nada foi ganho em excesso.
A noite fecha os olhos.
A Princesa permanece de pé.
Guardando o que não pode ser dito.
Sustentando o mundo com a delicadeza de quem conhece o peso do silêncio.
E quando o último som se dissolve.
Não é fim.
É retorno ao invisível.
Pois a verdadeira música não termina.
Ela continua onde o ouvido já não alcança.
Sou real
Realidade é renovada
Chega aos poucos
Veras pouco a pouco
E com ela a saudade
É perspicaz
Persistente
Apresenta-se
É evidente
Sai como raios da minha alma
Abstrata entidade que não mente
Silencia
Passa em meu coração
Descendo lentamente pelos meus olhos
Deixando minha órbita em brasa
Dizendo em voz clara
Sabe aquele amor envolvente?
Ele ainda existe
E mesmo sem vida
Ele ainda vive
Sim ele vive
Tuca, outrora um homem.
Agora alma de elite
Quando a noite chega
Ela olha em meus olhos
Eu silencio
Emociono-me diante de tamanha nobreza
Seus braços envoltos em meu corpo me amparam
Uma brisa leve sussurra em meu ouvido
É à noite a me chamar
Temos um compromisso
Em meus olhos uma lágrima desce
Fecho-os e me transporto para o surreal
Silêncio
É a noite linda!
A música é minha companheira
Ela está comigo no meu dia a dia
Vai comigo para o passado, está no presente e pro futuro estamos sempre lá.
Ela é minha confidente
Está comigo na dor
Na alegria,
Na tristeza
Em qualquer hora.
Em qualquer lugar
Quando estou com a música tudo suporto
É a salvação da minha alma
Mantém meu sorriso renovado
Educa minha dor
Enxuga minhas lágrimas
E todos os dias me dá aquela sensação
De que não estou só
É lindo quando se tem na alma as notas musicais,
A sensibilidade de entendê-las
Eu amo a música
Ela fala comigo sem cobrar.
Música... FáLá Mi Sol DóSi
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