Se ela quer Voar a porque tem Asas
Ela não sabia onde aqueles caminhos a levariam... "Paraíso ou inferno". Mas era exatamente o mistério que a fazia prosseguir às cegas, na imensidão incerta, que afinal é a vida.
O TEMPO: Para a Natureza, é a forma que ela nos proporciona para que tudo aconteça sem que percamos a maravilhosa chance de observa-la. Para Eisntein, ora, o tempo era relativo ao momento do observador. Para a luz, para essa então o tempo é sempre o passado. Na meteorologia, o tempo é um estado físico: chuva, sol, nuvens, calor e frio. Para as religiões o tempo é mede-se por AC-DC , figura importante essa. Para a mitologia Maia, nosso tempo está se acabando, será? Para o relógio, o tempo é cíclico e depois de uma volta do ponteiro você tem a chance de fazer tudo de novo, e o tempo passa para uns e não passa para outros.
E PARA MIM? Bem,, basta EU saber que TUDO TEM SEU TEMPO!!
Ela me faz muito feliz é estranho depois de tanto tempo se achar tanto com uma pessoa, eu realmente mudei por causa dela como isso é possível? eu sempre fui o mesmo e agora simplesmente não eu estou diferente
Ingratidão
É, a vida sempre nos dando uma rasteira.
Quando você encontra a felicidade,
ela vêm e mostra da pior maneira,
que no mundo não há eternidade.
É como se fosse uma casa,
que a cada dia você constrói.
E depois de tanto esforço.
Vem um simples terremoto e a destrói.
Você pensa no melhor,
isso eles não reconhecem.
São tão pessimistas que,
viram as costas e te aborrecem.
O modo certo é caminhar,
sem rumo nem direção.
Fica - se um pesar.
E junto com ele o gosto de ingratidão.
As pessoas erram,
isso eu sei.
Mas veja pelo lado positivo.
Do seu lado, eu sempre estarei.
Lá estava. Ela, linda, deu um sorriso pelo qual um homem poderia facilmente se apaixonar. Cabelos lisos e sedosos em volta do pescoço e, um perfume que parecia ganhar vida própria e atraia os rapazes para perto de si. Os dentes eram como se fossem pérolas das mais brilhantes e fascinantes do mundo. Usava uma blusa preta com alcinhas bem finas, uma saia branca de cetim e um par de botas. Os tecidos em contato com seu corpo moldavam cada centímetro de uma bela escultura feita pelos anjos. Ela jogava seu cabelo de lado e eu ia no balançar de sua franja. Vários olhares à sua volta e claro o meu , o olhar mais puro e sincero, sem preconceito ou barreiras. Era o olhar de alguém que a idolatrava diariamente sem ao menos ter - lhe dirigido a palavra. Palavras essas que na hora eram engolidas e desciam com um ar de repulsa e arrependimento. (A Dama da Noite)
Eu tinha a opção de sorrir, e eu realmente utilizava ela, mas quem realmente olhava dentro dos meus olhos via que só havia tristeza em meu coração.
A força criativa nao e acionada diretamente pelo pensamento, na verdade ela se origina do sentimento.
"Eu posso falar com a sua mamãe?" - "Pera ai. Ah, ela tá ocupada. No banheiro, fazendo uma coisa que não posso falar".
Ela continua vivendo sua vida. Da forma mais simples possível. Sem causar alarmes… Sem chamar atenção. Continua vagando por aí, como um saco plástico largado no meio da rua. Levado pelo vento. Pisado pelas pessoas. Era exatamente assim que ela vivia. […] Já passara tanto tempo aqui — no que podemos chamar de mundo — mas nunca soube achar um significado para a vida. Não para a sua vida — a dela mesma. Parecia estar perdendo as esperanças e as forças também. Seus joelhos estavam fracos e ralados, de tanto cair no chão. Ela nunca mais viu seus olhos no estado normal. Eles sempre estavam inchados. Seus pulsos também nunca mais foram os mesmos. Seu humor havia se perdido no tempo. A verdade é que, viver era o maior motivo para seu cansaço e sorrir era a o primeiro tópico da sua lista de conquistas, porém continuava ali, intacto. Talvez essa sua lista nunca seria conquistada. E olha, não havia muitas coisas nela. Apenas ‘sorrir’ e ‘amar’. Mas não um amor qualquer que só machuca e te deixas pior. Mas o amor de verdade, que é sentido lá dentro… No âmago. O amor capaz de vencer qualquer coisa. Era disso que ela precisava. Ela isso que ela queria. É por isso que é ainda vive.
E todas as noites, debaixo do seu cobertor, ela pegava seu celular e ia direto até a caixa de entrada… Seu remédio, talvez. Ou só mais um dos seus venenos. Mas ali, com os olhos inchados de tanto chorar, ela lia algumas de suas mensagens. Envidas por ele. Mensagens da qual ela não tinha coragem de apagar, por nada, por ninguém, nem por ela. Porque só a mesma sabia o quanto elas a faziam bem. — e mal. “É claro que não!” — Ela insistia em se enganar, mesmo com uma imensidão de lágrimas rolando sobre seu rosto. Mas no fundo, no fundo sabia o quão árduo era recordar aquelas lembranças, mas sempre que o dia acabava e a noite vinha, ela fazia questão de re-acorda-las. Fazia questão de chorar mais um pouquinho. — só mais um quarto do que havia chorado o dia inteiro. Ela sentia falta de tudo e um pouco mais do que havia vivido com ele. Sorria que nem uma boba ao ler as mensagens, mas logo depois chorava feito uma boba também. Acho que a realidade estava voltando a pesar… […] “És muito nova para viver de lembranças.” E era isso que a afligia, não o fato de ser ‘muito nova’, mas sim o de ter quer viver de lembranças ao invés de criar mais algumas para mais tarde… Ela queria momentos! Mas os únicos que vivia eram tristes e dolorosos e bem… Não são momentos para se guardar, não é mesmo? Nem para se viver, oras. Mas nada a impedia de imergir-se em seus pensamentos sós. Ou então de afogar-se em suas próprias lágrimas… Ou se perder em seu cobertor, que parecia tão grande para a mesma. — ali encolhida em seus próprios braços.
Ele bate na porta.
Ela atende.
Ele: Eu sei que fiz muito errado em vir até aqui, mas só me escuta. Pode fechar a porta na minha cara depois, me bater ou me xingar. Mas gora só peço que me escute, pois ando falando sozinho todos os dias, ando falando com a parede e imaginando você, porque tudo que sinto aqui dentro não aguenta mais ficar preso. Esta doendo tanto que me pergunto se dói em você também. Talvez não — sei que não. Enfim… Minha dor, ela que me trouxe aqui, se é isso que você esta querendo saber. Trouxe-me para dizer-te que ainda me lembro de tudo que passamos, de todas as risadas, de todas as brigas, de todas as vezes que você roubava a minha camisa ou dormia com meu casaco, se lembra? Lembro-me de que seu cheiro insistia em grudar nele. A vontade que tinha era de não lava-lo nunca mais. Eu sinto falta, sabia? Sinto muito falta. Desde que se foi… Eu sei que não disse nada, sei que nem se quer te impedi de ires embora… Sei que fui burro e tolo, pois devia ter te puxado pelo braço e ter dito que não queria o nosso fim. […] Hoje vivemos tão separados, que quando passas por mim sou obrigado a fingir que não a vejo. Tenho vergonha de que me rejeites. Mas agora eu estou aqui, fiz questão de jogar fora toda a minha vergonha e por mais que eu esteja tremendo, é de medo. Medo de que não me entenda. Enfim meu amor, sei que enrolei, mas só quero te dizer que ainda te amo. Que por mais que tenhamos vivido um ‘eu’ e ‘você’ separados, eu ainda penso em um ‘nós’. Ainda penso em sermos um ‘nós’ de novo. E se ainda esta me escutando quero pedir-te uma coisa: Volta pra mim? Sei que isto é totalmente louco, mas minha pequena, quando penso em você perco toda minha sanidade. Volta pra mim?
Ela o beija. Respondendo da forma mais simples que o quer de volta.
E o motivo de estar gastando essas linhas é o mesmo de sempre: saudade. Ela estar se tornando uma das minhas melhores amigas. Não que eu goste dela aqui do meu lado, mas o que fazer? Ela gosta de mim… Mas hoje eu escrevo a ti, passado. Escrevo a ti, pois se juntaste com a saudade e me atormentas todos os dias e noites. Tu estás querendo tomar o lugar do meu, não tão bom, querido presente. Não entendeste ainda que seu tempo já passou? Por isso se chamas passado. Pois passou. E o que passou, passou. Não tem volta. Então se vá, passado. Vá para bem longe. Vá para o seu lugar; de preferencia longe de mim.
E ali enfrente aquele vislumbre ela viu o que mais temia: Nada. Exatamente. Ela não enxergava nada que fizesse seus olhos brilharem ou seu coração palpitar de emoção. A única que coisa que ‘seu reflexo’ lhe dava era lágrimas. Muitas lágrimas de arrependimento por não ter feito algo melhor com sua vida. Triste vida. Pobre coitada, vivia sozinha no meio do nada. Não tinha amigos, família, amores e nem reflexo. Só um gato de estimação que um tempo depois viera a falecer de velhice. Ela não existia. Era só mais uma alma perdida no mundo dos vivos. Só mais ‘um alguém’ sem importância. Olhou para o lado e se agachou para pegar sua xícara de café frio que deixara em cima da mesa de cor desbotada, que só deixava sua sala com uma aparência mais rústica. Uma coisa não podemos negar, ela sabia combinar a sala com a sua vida; e o café também.
Ela havia se esquecido de que tudo que nasce morre um dia. Ela pensou que seria para sempre. Que o amor nunca iria acabar, mas estava enganada. Da mesma forma que nasceu ele morreu. Rápido de mais.
Ela sabia que só precisaria de quatro passos para mudar sua vida e mesmo assim hesitou em realiza-los. Ela queria deixar tudo para trás e esquecer o que havia acontecido, mas era impossível controlar sua mente e seu coração à noite. Eles insistiam em relembrar a sua vida inteira em apenas 8 horas de sono.
Mas agora ela estava ali. Cem centímetros separavam seu corpo do ônibus que a levaria para bem longe. Para onde as lembranças não a atingiriam tão intensamente… Sua mala já estava lá dentro. Só faltava o corpo. Aquele corpo cansado e ferido… Ele precisava se descongelar. Precisava esticar as pernas e dar alguns passos, mas seu coração o impedia. Pobre coração, queria mais dor. Mas ela não. Ela sabia o que queria. E eram apenas quatro passos.
Levantou uma das pernas delicadamente. Ela tremia. Tudo tremia e ela lembrou-se da primeira vez que decidiu partir. Lembrou-se de quantas malas e roupas foram com o ônibus e ela continuou ali parada. Não é que em outros lugares as lembranças não a atingiriam, mas é que estar ali, naquele lugar, naquela cidade, a machucava tanto. Ver o rosto do seu amado todos os dias e não poder toca-lo a machucava mais ainda.
Ela queria outra vida. Outras ruas, outros bares, outras pessoas. Queria entrar em outras cafeterias e não encontra-lo lá. Ir ao cinema e não vê-lo nos braços de outra garota…
Ela entrou no ônibus. Não tinha mais medo; não lhe faltava coragem, mas lhe faltava forças para vencer aquela batalha entre a mente e o coração. Suas pernas não sabiam mais que caminhos traçavam, não sabiam quem obedecer ou o que fazer. Então elas retrocederam. Desceram o degrau que as mesmas subiram há poucos segundos atrás. Ela iria sair do ônibus. Mais uma vez iria desistir.
— Senhora? Estás bem? – perguntou um sujeito de aparência humilde.
Ela não respondeu. Nunca gostou de mentir para as pessoas. Ela só mentia para si mesma.
Mentia todas as vezes que sorria e todas as vezes que acordava. Ela não queria sorrir e nem acordar. A única coisa que queria era partir e agora ela estava ali, mentindo mais uma vez para si mesma. Estava retrocedendo. Estava desistindo.
— Senhora? – insistiu o sujeito.
— Não… – ela disse baixo.
— Quer ajuda?
Ela só esticou os braços e ele a puxou. Entregou sua passagem e sentou. Pela primeira vez ela observara a cena de outro ângulo. Observou o ônibus partindo de dentro dele, não de fora, e não mentiu ao sorrir.
Não é saber ler a mente, é com um olhar você já saber o que a pessoa esteja passando ou o que ela (e) deseja.
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