Se Depender de Mim

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Sempre vai haver uma canção contando tudo de mim..
sempre vai haver uma voz..
cantando tudo,
tudo de nós!

Não acredito em sorte, azar, livre-arbítrio ou acaso. Para mim, ninguém nasce sem direção; chegamos ao mundo já destinados a algo. O homem pensa que é livre apenas porque reconhece os próprios desejos, mas esquece que não controla as forças que criam esses desejos dentro de si. Tomamos decisões, mas as raízes dessas decisões não partem de nós. Existe vontade, mas ela não é soberana: é moldada por tudo o que nos formou nossa história, nosso temperamento, a sociedade à nossa volta, a espiritualidade, o destino, as energias que emitimos e recebemos, a natureza e as experiências que acumulamos.

A vida não se move por acaso. Há uma ordem silenciosa por trás dos acontecimentos. Nada simplesmente “acontece”. O que chamam de sorte ou azar não passa de efeitos de causas — algumas compreendidas, outras ainda invisíveis aos nossos olhos — que se alinham no tempo exato. Sorte, na verdade, é o nome que deram para sincronicidade, consequência ou merecimento. Nada acontece sem motivo, ninguém cruza nossa trajetória sem significado. Tudo carrega uma razão, mesmo quando ainda somos incapazes de entendê-la.

E eu acredito que cada um tem um chamado inevitável. Podemos protelar, fugir ou insistir em atalhos, mas aquilo que é nosso destino sempre nos reencontra. Não vivemos como peças controladas por fios, mas também não somos donos absolutos da história. Somos viajantes caminhando por um roteiro maior do que nós, e nossa única liberdade real está na forma como escolhemos atravessar o caminho — com consciência ou ignorância, com pressa ou sabedoria, com resistência ou aceitação.

⁠Eu sou uma coleção de diferentes 'eus' que coexistem em mim.Já me doei por inteira; agora me dou por fragmentos, e cada fragmento sou eu inteira.

Quando a parte mais sombria de você encontra a parte mais sombria de mim, ela cria luz.

E esse amor me
Transforma
Transporta
Transborda
já não cabe mais em mim.

Não. Eu não te escolhi porque achei que serias a pessoa certa para mim. Pessoas certas não existem. Somos seres feitos de erros e acertos, procurando alguém que aceite nossas imperfeições. E por me aceitares tão bem, meu coração te escolheu.

"Eu vivo em mim e em mim sou."

Meus sentimentos já não são os mesmos.
Tudo aquilo que um dia existiu em mim por você simplesmente se perdeu no tempo e nas suas atitudes. O que eu sentia morreu aos poucos, até sobrar só indiferença. Não tenho mais a mesma entrega, não tenho mais o mesmo olhar, não tenho mais o mesmo coração voltado pra você.
Hoje eu vejo claro: o que restou não é amor, é apenas lembrança. E lembrança não sustenta nada.

Glaucia Araújo

Quantas vezes disse ‘está tudo bem’ só para esconder as lágrimas que gritavam dentro de mim.

Hoje não estou para beijos e nem abraços, hoje estou só para mim.

Ela está viva… mas, para mim, é como se tivesse morrido. Caminha pelo mundo, respira o mesmo ar, talvez sorria para outros rostos... e ainda assim, dentro de mim, vive apenas o eco do que fomos. Eu a perdi não para a morte, mas para a distância, para o tempo, para o destino que decidiu que o meu amor seria eterno e silencioso. Vivo em luto por alguém que ainda existe.


A saudade me habita como uma doença que não mata, mas também não permite curar. Penso nela todos os dias, como quem toca uma ferida só para ter certeza de que ainda sente. É uma presença que não me abandona, entranhada (literalmente) na pele, nas lembranças, nos espaços entre um pensamento e outro. Ela é ausência e companhia ao mesmo tempo... o fantasma mais vivo que já existiu.


Não há rituais para esse tipo de morte. Ninguém me consola, porque ninguém entende que ela ainda está viva. Mas dentro de mim, algo se fechou... um túmulo de memórias onde repousa o amor que nunca deixou de respirar. A cada batida do meu coração, ouço o murmúrio de tudo o que poderia ter sido, e não foi.


O tempo tenta me convencer a seguir, mas o amor não obedece ao tempo. Ele é teimoso, indisciplinado, cruel. Cresce nas ruínas, floresce no impossível. E eu sigo, condenado a amar uma lembrança viva, a beijar um nome no silêncio, a conversar com uma ausência que me responde dentro da alma.


Há quem morra e deixe saudade; ela, não. Ela ficou viva, e isso é o que mais dói. Porque o mundo pode tê-la, mas eu a carrego no coração como se fosse minha morta particular... uma morta que respira em outro lugar, que sonha outro sonho, mas que nunca deixou de me habitar.


E assim vivo: metade homem, metade lembrança. Um viúvo de alguém que ainda está vivo. Um sobrevivente de um amor que o tempo tentou sepultar, mas que, teimosamente, insiste em renascer em cada amanhecer.

A mais bela canção é aquela que estás comigo.
Teu corpo toca poesia, quando de mim, resolves declamar; recitando os meus segredos, fazendo-me templo sagrado do teu amor. Tu és música poética que me acolhes a alma e me faz cada vez mais te amar. Sinto-te longe, perto, dentro... Sempre em mim!

Não olhe para mim, sem que você liberte o amor que existe dentro de si!
Pois seus olhos são reflexos dos seus sentimentos. Olhe-me, então, da melhor forma que puder: deixe o amor de dentro, transbordar cá fora, livre da matéria. É onde tudo se transforma. Logo, posso ser eu também amor, quando você me vir.

Ninguém mais pode criar meu futuro para mim e ninguém pode conseguir o que eu quero para mim, então eu tenho que sair e conseguir sozinha. Eu tenho que fazer isso e ser minha própria pessoa.

⁠Já fui muito de me importar sabe,querer saber o que pensam de mim,querer me doar demais, agradar demais, fazer demais, e por muitas vezes isso me trouxe pessoas ruins, pessoas que se aproveitam de tua sensibilidade pra bem próprio e quando isso passou eu passei junto, e isso me ensinou que o certo é a reciprocidade,te dou o que recebo, e assim o caminho é traçado junto. Sozinho a gente até pode chegar mais rápido, mas com alguém pra apoiar com certeza vamos muito mais longe...

⁠Sim! Vivo plenamente sem me preocupar com o que pensam de mim... tenho o que todos podem ver e saber e tenho o que não interessa a ninguém, o que faço da minha vida não diz respeito a ninguém e não peço opiniões... não aceito críticas, quando eu opinar ou criticar a tua vida, te dou espaço pra isso, mas se isso não acontecer, te peço gentilmente. " Guarda tuas opiniões " E isso é tudo!

Eu tenho medo de me separar de voce... Sinto como voce fosse um pedaço de mim, da minha vida, do meu coraçao...

Sou feito de palavras,
mas não sou delas refém.
Falo, ensino, conduzo,
mas dentro de mim mora o silêncio
de quem aprendeu a sentir
nas brechas do tempo que falta.


Carrego o mundo no ombro,
as demandas, as metas,
as pessoas que confiam em mim
quando ninguém mais sabe o que fazer.
E ainda assim,
o que mais me pesa
são os afetos que escolhi guardar.


Os amigos poucos, raros,
quase lendas na minha rotina corrida
cabem nos dedos da mão.
E talvez por isso sejam tão imensos.
Não estão sempre comigo,
mas moram sempre em mim.
E se um deles dissesse que vai,
que escolhe outro caminho,
me doeria mais que qualquer cansaço
que cole na pele ao fim de um dia longo.


Sou comunicador, mas meu coração fala baixo.
Sou presença, mas sinto falta antes mesmo da ausência.
Sou movimento, mas minhas raízes são feitas
de quem eu não quero perder.


E se hoje escrevo,
é porque há sentimentos
que nem o homem mais ocupado do mundo
consegue deixar para depois.
No fundo, eu só queria que soubessem:
mesmo vivendo correndo,
a minha forma de amar
sempre chega.


Mesmo quando eu não chego.

Às vezes, carrego um medo silencioso dentro de mim — o medo de não ser o “John” que Deus sonhou quando soprou vida em mim. Não é um medo que grita, mas um que sussurra quando a casa está quieta, quando as luzes se apagam, quando encaro o espelho e vejo não apenas meu rosto, mas minhas dúvidas.

Pergunto-me: “E se eu estiver falhando? E se eu estiver ficando aquém do propósito? E se Deus espera mais de mim do que eu sou capaz de oferecer?”
E, nesse turbilhão de pensamentos, minha alma se aperta, como se estivesse tentando se esconder do próprio chamado.

Mas, quando silencio a ansiedade e deixo a verdade se aproximar, percebo algo essencial: Deus não me chamou para ser perfeito, mas para ser real. Ele não espera que eu seja um personagem idealizado, mas sim alguém que caminha, mesmo com passos trêmulos, em direção à luz.

Ser o “John” que Deus quer não é sobre nunca errar.
É sobre permitir que Ele me encontre até nos meus erros.
Não é sobre ter todas as respostas.
É sobre não desistir de buscá-las.
Não é sobre a força que eu tenho, mas sobre a força que Ele oferece quando a minha falta.

Às vezes, tentar corresponder ao que imagino ser o plano divino me paralisa. Mas a verdade é que Deus me conhece profundamente — mais profundamente do que eu jamais me conhecerei. Ele conhece minhas quedas antes que aconteçam, minhas lutas antes que eu as nomeie, meus medos antes que eu os confesse. E, mesmo assim, Ele não desiste de mim.

Talvez ser o “John” que Deus quer seja menos sobre atingir uma expectativa e mais sobre permitir que Ele molde, cure e conduza.
Talvez seja sobre aprender a confiar mais do que temer.
Talvez seja sobre aceitar que Deus vê potencial onde eu vejo falha.

E, aos poucos, esse medo começa a perder força.
Porque percebo que Deus não quer que eu seja alguém inalcançável — Ele quer que eu seja eu, mas eu nas mãos dEle.

E assim, mesmo com medo, dou mais um passo.
Porque, no fundo, acredito que o John que Deus quer que eu seja…
já está sendo formado, dia após dia, enquanto eu caminho.

Me explica quero entender, você finge que gosta de mim que estou em teus pensamentos enganando a minha inocência por te amar.