Se Depender de Mim
O medo do futuro é um espectro que paira sobre mim, uma sombra que se alonga com cada passo que dou em direção ao desconhecido. É uma angústia silenciosa que se infiltra nos momentos de quietude, quando minha mente está livre para vagar por caminhos escuros e incertos. O futuro é uma vastidão de possibilidades, e nem todas são benévolas. Entre elas, o abandono se destaca como um fantasma insidioso, uma possibilidade que corrói a minha paz interior.
O medo do abandono é um peso que carrego no peito, uma constante sensação de que as pessoas que amo e que me dão sentido podem, a qualquer momento, desaparecer. Esse temor me deixa à mercê de uma solidão esmagadora, uma solidão que não é apenas a ausência de companhia, mas a ausência de conexão, de entendimento, de amor. É um vazio que se instala e se expande, engolindo todas as luzes que poderiam iluminar minhas noites mais escuras.
A solidão, quando combinada com o medo do desamor, transforma-se em um abismo profundo. O desamor não é apenas a ausência de afeto, mas a presença do desinteresse, da indiferença. É olhar nos olhos de alguém que já foi tudo para mim e não encontrar reflexo, não encontrar calor, apenas um vazio frio e distante. É o toque que não aquece, a palavra que não conforta, o olhar que não encontra reciprocidade.
O medo do futuro, do abandono, da solidão e do desamor são correntes invisíveis que me prendem, me sufocam lentamente. Eles me fazem questionar a razão de continuar lutando, continuar esperando, continuar amando. Eles me roubam a coragem de sonhar, de acreditar em um amanhã melhor. Cada dia se torna uma luta contra uma escuridão interna, uma batalha silenciosa e solitária.
Nos momentos mais baixos, é difícil lembrar que já fui feliz, que já acreditei no amor e na conexão humana. O medo distorce minhas memórias, transforma o passado em um espelho distorcido e o futuro em um cenário desolador. A esperança se torna um luxo distante, uma chama quase extinta em meio ao vendaval de incertezas e angústias.
É um sofrimento constante, uma dor que lateja na alma, uma presença sombria que nunca se vai. E assim, sigo adiante, cada passo pesado, cada respiração um esforço, cada pensamento uma luta contra o desespero. Porque, no fundo, o medo do futuro, não é apenas o medo do que está por vir, mas o medo de que o presente, com todas as suas dores, nunca vá embora.
Não vens a ser de longe, uma metáfora para mim. Ademais, uma pérola negra, a qual é-me rara de encontrar.
Meu sonho de criança, ser professora,
Nasceu em mim, como flor que desabrocha,
Cada livro, cada lousa, cada história,
Fez parte da jornada, da minha trajetória.
De bonecas que ensinava, a quadros de giz,
Cada passo me levava ao que sempre quis.
Em salas de aula, encontrei meu lugar,
Sorrisos e aprendizados, sempre a compartilhar.
Nas manhãs ensolaradas, o saber desperta,
Em cada olhar curioso, uma mente aberta.
A educação, estrada que escolhi trilhar,
É onde meu coração encontra seu lar.
Ser professora, não é apenas profissão,
É missão de vida, é alma e coração.
Realizei meu sonho, com paixão e fervor,
Em cada aluno vejo o futuro, vejo amor.
MANIFESTO
Para mim vieste no correr dos anos
dos anos ao correr surgiste ardente
cá no tom não há qualquer engano
no quotidiano tornaste tão presente
Assim, então, no intento eu fiz plano
e, quanto ao sonho, fizeste semente
gente que sonhei, ao coração lhano
sentimento sem dano, que se sente!
E, num particular dia fatal do destino
aprofundei no teu olhar, esperançoso
suspirei, a alma se viu num desatino
Hoje, me julgo, singular, ao teu lado
um achado venturoso, tão amoroso
dum sentencioso amor enamorado.
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
30 junho 2024, 17’41” – Araguari, MG
Podem até existir milhares de mulheres lindas e bem mais interessante do que eu, mas igual a mim, não existirá ninguém.
A arte vem a mim.
Ela nasceu em mim.
As vezes me esqueço que ela não é minha.
Que, como a vida, outrora ela será sugada.
Então ao invés de rogar para que se torne algo que desejo possar, eu imploro para que ela jamais me deixe.
Como um amor.
Como o calor.
Como a praia, o mar e pessoas.
A menor distância entre mim e você não é quando estou perto, é quando te penetro profundamente no mais suave toque das almas.
Pesquisas feitas por mim mesmo conclui que: Deus idealizou primeiro a Mulher, mas criou primeiro o Homem para que quando elas chegassem já tivesse alguém pra elas mandarem
A mim, à minha consciência, interessa saber apenas isto: se fiz o melhor que pude. E sim, dentro de minhas possibilidades, capacidades e limitações, fiz o meu melhor, dei o melhor de mim. O que outros possam pensar não me interessa. De minha verdade, daquilo que vivi, só eu sei, só eu posso falar.
todo dia um tapa na cara diferente p eu entender q ninguém tem consideração por mim,do mesmo jeito q eu tenho por elas
Dentro de mim
moram noventa outras
e mais quarenta e tantas
além das cento e duas
e a cada minuto descubro mais uma
e percebo se gosto mais ou menos dela
do que da trigésima oitava
E ainda assim tem mais...
Até chegar ao infinito
que mora dentro ..de todas as eus.
_matemática de mim mesma.
meninaadosolhos
Não sei conversar quando algo me incomoda, guardo tudo pra mim, sou ciumento, sou paranóico, não sei demonstrar pouco, ou demonstro muito ou nada, surto do nada, me isolo quando algo me machuca, me sinto insuficiente, qualquer resposta seca ou demora pra me responder eu penso que a qualquer momento você ira me deixar ou se cansou de mim, me sinto insuficiente e incapaz de ser amado de verdade…
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