Saudades Momentos

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"O tempo vai passando e levando coisas, pessoas, lugares, momentos...
E nos talhando com lembranças, histórias, saudades...
É... O tempo é um grande artista!"
Haredita Angel
02.06.25

"Existem momentos na vida que desenham o nosso amanhã.
O meu amanhã chegou.
E, tudo que desejo agora é o equilíbrio emocional, espiritual, e saúde para o corpo, a alma e as finanças."
Haredita Angel
23.05.26

"Experimenta substituir os instantes de queixa, por momentos de serviço ao próximo e observa os resultados. "

Vamos Tomar um Café?
Nada melhor do que alguns momentos com alguém que faz parte do nosso coração para ficarmos em Paz!
Abraços de ternura...

Vamos Tomar um Café?
Vamos tomar um café ? Mas tem que ser um café de sabedoria onde as almas se encontrem, onde os cantinhos mais felizes e cheios de flores ficarão na memória infinita do coração ...

Vamos tomar um café ? Mas somente com a paz sendo vizinha de nossa criança singela que ainda possuímos insistentemente !

Vamos tomar um café ? Com uma prosa boa, sem nada querer dizer, mas que no final foram ditas tantas palavras que nos fizeram crescer...

Vamos tomar um café ? Daquele cafezinho quente, que abriga a gente, nas desilusões da vida e revigoram nosso ser !

Vamos tomar um café ? Só se for com poesia, pra falar de vida em vida como se fosse noite e dia ...

Vamos tomar um café ? Um café de grandes amigas, que se conheceram outro dia mas foi nesse dia próximo que nos tornou tão eternas nessa amizade infinda ...

Vamos tomar um café ? Um café de paladar bem temperado e quentinho, não tão doce nem tão amargo , mas trazido bem candente, com fumacinha feliz pro coração da gente ?

Vamos tomar um café ? Um café de alegrias, alegrias infinitas onde Deus está pertinho sempre amparando a gente ?

Vamos tomar um café ? Sem ontem, sem amanhã, só o hoje no momento , o mais importante instrumento de nossos seres de luz ...

Vamos tomar um café ? Sempre um tempo dentro do tempo, reservado só pra gente, saber de cada uma, sem tolher, sem recusar o ombro amigo, o livre sorriso, a paz de anjo, palavras felizes, apoio da vida , de vida com vida, fazendo o açúcar mais doce da vida : A AMIZADE !

Que bom convidá-lo para um café ... Café de amigos, com açúcar de vidas !

Então vamos tomar um café ?

Pessoas especiais,exercem um poder sobre as horas: momentos e pessoas especiais fazem o relógio voar e o tempo saltar. Sensação de uma enorme saudade no ar, fim do ano chegando e o início de mais um ciclo começando. Ciclo este que deve ser iniciado com uma grande mudança, devemos encerrar antigas formas de pensar,ser e estar.
Aprenda a transmutar e a manifestar aquilo que faz o seu coração acelerar. Manifeste os mais belos sentimentos por aqueles que estão próximos e por aqueles que você não tem tanta afinidade assim, isso faz uma enorme diferença, compartilhe experiências, saiba ajudar, ser ajudado e existe a hora certa para ficar calado. Saiba a hora certa de saltar, não fique muito tempo parado na mesma estação, pensamentos são semelhantes as estações as vezes é necessário a mudança de padrão, precisamos mudar de vagão, por que ficar parado também cansa. Não espere dos outros, simplesmente faça o melhor de você sempre, tenha certeza que você triunfará. Lembre-se de estar no momento certo, na estação certa, ouse saltar, as maiores mudanças vem dos maiores saltos e de vez em quando é necessário arriscar.

Nem nos meus melhores momentos de descontração, me atreveria a brincar com os infortúnios de alguém…


Mas me atrevo a dizer que talvez não haja câncer mais agressivo que a metástase que há muito assola o Congresso Nacional.


Nem mesmo nos instantes de maior descontração ousaria brincar com os infortúnios que a vida impõe a alguém.


A dor alheia, por mais distante que pareça, nos exige muito respeito — porque amanhã, uma igualmente ou até pior, pode bater à nossa porta.


Mas, olhando para a realidade política, percebo que talvez não exista câncer mais agressivo do que aquele que corrói as instituições por dentro.


A metástase que há muito tempo assola o Congresso Nacional não é feita de células doentes, mas de práticas que se multiplicam despudoradamente: corrupção, privilégios, conchavos e o desprezo pelo povo.


Diferente de uma doença física, que a ciência e a esperança tentam curar, esse mal se fortalece no silêncio da sociedade e na acomodação de quem já se acostumou com ele.


E assim, geração após geração, vamos herdando um corpo político debilitado, enfraquecido e refém de suas próprias deformações.


Se um câncer no corpo humano ameaça a vida, o câncer da política ameaça a própria noção de futuro coletivo.


A diferença é que, nesse caso, a cura não depende apenas de médicos ou remédios, mas da coragem de uma sociedade inteira em não se conformar.

Quase sempre que não consigo revidar carinhos, são estes os momentos em que mais preciso deles.⁠

⁠São nos momentos em que não conseguimos revidar nem carinhos, que mais precisamos deles.

⁠⁠São nos momentos em que não conseguimos revidar nem carinhos, que mais precisamos deles.


É justamente aí que eles revelam sua natureza mais alta.


Quando não conseguimos revidar — nem gestos, nem palavras, nem presença —, o carinho deixa de ser troca e se torna sustento.


Não vem como troca nem pagamento, mas como abrigo.


Não exige força, apenas permite existir.


Há dias em que a alma está tão cansada que até o afeto pesa nas mãos.


E, ainda assim, é nesses dias que ele se faz mais necessário: não para ser devolvido, mas para nos lembrar que continuamos dignos, mesmo esvaziados de nós mesmos.


O carinho verdadeiro não se ofende com o silêncio, não cobra performance, não exige reciprocidade imediata.


Ele sabe esperar…


Espera o outro se reinventar, se restaurar.


Sabe cuidar enquanto a gente reaprende a sentir.

⁠São nos momentos em que não conseguimos revidar nem carinhos, que mais precisamos deles.


Há dias em que o peso da vida nos rouba a leveza.


Dias em que o silêncio substitui as palavras, o cansaço vence a disposição e até um gesto simples de afeto parece impossível de ser devolvido.


É justamente nesses momentos que costumamos ser mal interpretados.


Vivemos em uma cultura que espera reciprocidade imediata.


Se alguém sorri, espera um sorriso de volta.


Se abraça, espera ser abraçado.


Se demonstra amor, espera que o amor seja retribuído na mesma intensidade.


Mas a verdade é que nem sempre a ausência de resposta é ausência de sentimento.


Muitas vezes, ela é apenas o reflexo de uma alma exausta.


Quem está ferido nem sempre consegue acolher.


Quem está sobrecarregado nem sempre consegue demonstrar gratidão.


Quem luta batalhas invisíveis pode parecer frio, distante ou indiferente, quando, na realidade, está apenas tentando sobreviver.


É um paradoxo da condição humana: justamente quando mais precisamos de compreensão, paciência e carinho, é quando menos conseguimos oferecê-los de volta.


E é aí que o afeto deixa de ser uma troca para se tornar uma escolha.


Amar alguém apenas quando ele consegue corresponder é relativamente fácil.


Difícil — e profundamente humano — é permanecer presente quando o outro não tem forças nem para retribuir.


É compreender que existem fases em que o amor precisa ser sustentação, não recompensa.


Isso não significa aceitar relações desequilibradas para sempre, nem justificar toda ausência de cuidado.


Significa apenas reconhecer que há momentos em que a melhor forma de amar é enxergar além do comportamento, percebendo a dor que muitas vezes se esconde atrás dele.


Talvez a maior prova de maturidade emocional seja essa: entender que algumas pessoas não estão nos negando carinho; elas apenas perderam, por um tempo, a capacidade de demonstrá-lo.


E, às vezes, um gesto de afeto oferecido sem a exigência de retorno é exatamente o que permite que alguém reencontre o caminho de volta para si mesmo.

⁠Para as nossas
velas machucadas, quase todos os ventos são
tempestades.


Há momentos em que não é o mundo que se torna mais cruel; somos nós que, marcados pelas perdas, pelas decepções e pelas diversas agruras, passamos a sentir-nos ameaçados a cada rajada de vento.


Uma vela rasgada não distingue a brisa do vendaval.


Ela apenas se lembra da última vez em que quase se partiu.


As feridas têm essa capacidade de alterar nossa percepção.


O que antes seria apenas um desafio passa a parecer um desastre.


Uma palavra soa como rejeição.


O silêncio parece abandono.


Uma mudança se transforma em medo.


Não porque a realidade tenha mudado, mas porque a dor nos ensinou a esperar o pior.


No entanto, viver não é encontrar um mar sem ventos.


É aprender, aos poucos, a costurar as próprias velas.


Cada remendo representa uma experiência transformada em sabedoria, uma lágrima convertida em coragem, uma queda que nos ensinou a navegar com mais consciência.


Talvez o maior sinal de cura seja justamente este: quando voltamos a reconhecer que nem todo vento veio para destruir.


Alguns chegam para mudar a direção, outros para acelerar a travessia, e há aqueles que apenas lembram que o barco ainda está vivo, ainda flutua e ainda pode alcançar novos horizontes.


Que tenhamos paciência com as nossas velas machucadas, mas que não nos esqueçamos de repará-las.


Porque, quando a alma se fortalece, até as tempestades deixam de ser apenas ameaças e passam a revelar a força que nunca imaginamos possuir.

⁠Para as nossas
Velas Machucadas, quase
todos os Ventos são Tempestades.


Há momentos em que não é o mundo que se tornou mais cruel; somos nós que chegamos diante dele carregando feridas que ainda doem.


Então, qualquer palavra parece agressiva, qualquer silêncio parece abandono, qualquer mudança parece ameaça.


O vento, que para outros poderia ser apenas brisa, em nossas velas rasgadas transforma-se em tempestade.


Talvez por isso devêssemos ter mais cuidado ao interpretar aquilo que nos acontece.


Nem todo vento veio para nos derrubar.


Alguns chegam justamente para nos tirar do lugar onde permanecemos tempo demais.


O problema é que, quando estamos machucados, confundimos movimento com perigo e liberdade com perda de controle.


Há feridas que não aparecem no corpo, mas alteram a maneira como navegamos.


Após certas decepções, passamos a desconfiar até da esperança.


Após algumas perdas, começamos a chamar de prudência aquilo que, muitas vezes, é apenas medo.


E, para não sofrer novamente, construímos uma espécie de abrigo dentro de nós — seguro, silencioso e, às vezes, solitário demais.


Mas nenhuma embarcação foi feita para permanecer eternamente ancorada.


É preciso reconhecer as próprias feridas sem permitir que elas se tornem bússolas.


Curar-se não significa esperar que o mundo deixe de soprar; significa fortalecer as velas para que nem todo vento pareça uma ameaça.


Talvez a Maturidade Emocional esteja justamente nisso: aprender a distinguir tempestades de ventos necessários.


Entender que algumas mudanças assustam, mas não destroem.


Que algumas partidas doem, mas abrem caminhos.


E que nem tudo aquilo que nos tira do lugar está nos tirando de nós mesmos.


Porque, no fim, a vida continuará soprando.


E talvez a nossa tarefa não seja pedir ao vento que seja mais brando, mas cuidar das nossas velas para que elas voltem a suportar a viagem.

⁠É tanto Conservadorismo Fabricado e Espremido que sai por entre os dedos.


Há momentos em que uma ideia deixa de ser convicção e passa a ser embalagem.


Ganha rótulo, slogan, pose e até uniforme.


Fala-se tanto em defender valores que, às vezes, pouco resta dos próprios valores por trás de tanta necessidade de demonstrá-los.


O conservadorismo, quando nasce de uma reflexão sincera sobre aquilo que se deseja preservar, pode significar prudência, respeito às tradições, responsabilidade diante das mudanças e apreço por princípios que atravessaram gerações.


Mas, quando é fabricada — sobretudo — às pressas para atender a conveniências políticas, transforma-se em outra coisa: uma identidade pronta, apertada à força sobre pessoas que talvez nem tenham tido tempo de perguntar o que realmente estão defendendo.


E quanto mais se espreme uma ideia para caber em discursos inflamados, mais ela perde substância.


Sai por entre os dedos aquilo que deveria permanecer: o diálogo, a coerência, o respeito ao contraditório e, sobretudo, a liberdade de pensar.


Talvez o problema não esteja em ser conservador, progressista ou qualquer outro espectro.


O problema começa quando o rótulo passa a pensar pelo indivíduo.


Quando a pessoa deixa de examinar uma ideia porque ela veio do seu lado e passa a rejeitar outra apenas porque veio do lado oposto.


Uma sociedade madura não precisa de cidadãos apaixonados por etiquetas.


Precisa de pessoas capazes de conservar o que merece ser conservado, mudar o que precisa ser mudado e, principalmente, reconhecer que nenhuma corrente política possui o monopólio da verdade.


Porque, no fim, quando o conservadorismo é apenas fabricado, espremido e exibido como identidade, talvez seja justamente aquilo que deveria ser preservado — a capacidade de pensar por conta própria — que acaba escorrendo por entre os dedos.

Quase sempre que não conseguimos revidar nem Carinhos, são estes os momentos em que mais precisamos deles.

Há uma Ironia bastante Silenciosa na condição humana: justamente quando mais necessitamos de afeto, menos conseguimos demonstrar que precisamos dele.

Como se a dor, o cansaço e as guerras travadas dentro de nós nos roubassem não apenas as palavras, mas também a capacidade de receber aquilo que, em outros dias, nos faria florescer.

Às vezes, não retribuímos um abraço porque estamos ocupados demais tentando não desmoronar.

Não respondemos a uma gentileza com a mesma ternura porque há algo em nós que mal consegue sustentar o próprio peso.

Não sabemos acolher o amor que nos oferecem porque, naquele instante, estamos empenhados em sobreviver às nossas próprias ausências.

E talvez uma das maiores contradições da existência seja esta: esperamos que alguém perceba nossa necessidade de carinho justamente quando menos conseguimos expressá-la.

Queremos ser compreendidos sem precisar explicar, acolhidos sem precisar pedir, amados sem que tenhamos de reunir forças para demonstrar que ainda somos capazes de amar.

Mas o afeto não deveria ser uma recompensa pela nossa disposição em recebê-lo.

Nem todo silêncio é indiferença.

Nem todo afastamento é desamor.

Há momentos em que a alma se fecha, não porque deixou de desejar o mundo, mas porque ele se tornou intenso demais para aquilo que ela consegue suportar.

É claro que ninguém tem a obrigação de decifrar nossos silêncios, tampouco de permanecer indefinidamente diante de portas que não se abrem.

O amor também precisa de limites, e compreender a dor do outro não significa abandonar a própria.

Ainda assim, há uma diferença muito profunda entre alguém que não quer receber carinho e alguém que, por estar ferido, já não sabe como recebê-lo.

Talvez precisemos aprender a olhar com mais Delicadeza para essas contradições.

Para quem se esquiva quando, na verdade, deseja proximidade.

Para quem responde com aspereza quando o que lhe falta é descanso.

Para quem parece distante, porque está tentando encontrar, dentro de si, um lugar seguro de onde possa voltar a se aproximar.

E precisamos, sobretudo, aprender a reconhecer essas mesmas contradições em nós.

Ter a humildade de admitir que nem sempre conseguimos oferecer o que sentimos, que às vezes afastamos justamente daquilo que poderia nos ajudar a atravessar uma noite difícil.

Que há dias em que não precisamos de conselhos, soluções ou perguntas insistentes, mas de uma presença que não transforme nossa fragilidade em culpa.

Porque amadurecer emocionalmente talvez não seja aprender a não precisar de ninguém.

Talvez seja compreender que a vulnerabilidade não nos diminui, que pedir colo não anula nossa força e que nem toda incapacidade de retribuir significa ausência de sentimento.

Há carinhos que chegam quando não sabemos o que fazer com eles.

Há mãos estendidas diante das quais não conseguimos sorrir.

Há pessoas que nos oferecem amor e encontram, em resposta, apenas o nosso silêncio.

E, às vezes, esse silêncio não é tudo o que temos a dizer; é apenas tudo o que conseguimos dizer naquele momento.

Por isso, se existe alguma sabedoria em amar, ela talvez resida na capacidade de distinguir a falta de vontade da falta de forças — sem romantizar a indiferença, sem justificar toda distância, mas sem condenar precipitadamente quem atravessa um inverno por dentro.

Afinal, ninguém floresce o tempo inteiro.

Até os jardins mais bonitos conhecem estações em que parecem ter esquecido a primavera.

E talvez seja justamente nesses períodos que o carinho se revela em sua forma mais essencial: não como moeda de troca, não como exigência de reciprocidade imediata, mas como um gesto de humanidade que reconhece, no outro, alguém que nem sempre consegue ser aquilo que gostaria.

No fim, talvez a pergunta não seja por que, às vezes, não conseguimos retribuir o amor que recebemos.

Talvez a pergunta mais honesta seja: por que aprendemos a acreditar que precisamos estar bem para merecer recebê-lo?

Há dias em que não sabemos amar direito, nem a nós mesmos.

Dias em que a ternura parece uma língua estrangeira e o abraço, uma ponte que não sabemos atravessar.

Ainda assim, continuamos sendo merecedores de cuidado.

Porque existem momentos em que não conseguimos revidar nem carinhos — não por termos pouco amor dentro de nós, mas porque estamos tentando encontrar forças para continuar sendo.

E, nesses momentos, talvez não precisemos que alguém nos ensine a retribuir.

Talvez precisemos apenas que nos lembrem, com delicadeza, que também podemos descansar no amor dos outros enquanto reaprendemos a habitar o nosso próprio.

3591 🤐 Há momentos e pessoas em que (e com quem) o Melhor 'Debate' é a Nossa Mudez!

0326 "Há momentos em que a concorrência entre Céu e Inferno parece ainda maior: são as Tentações, que devem ter sido aprimoradas!"

"Ausentar-me-ei por alguns momentos. Serei banhado, perfumado e arrumado pelas Minhas Governanta e Babás. Tudo para receber bem (e mesocliticamente) o Ano que chega. Se a Mega Sena da Virada sair para Mim, vocês nunca saberão, pois continuarei até mesmo aqui, apesar de Bilionario, Hum!"


TextoMeu 1249
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2349 📜 "Verdade só existe uma, sei e divulgo. Mas... Há momentos em que tenho certeza de que Certas Verdades são mais Verdades do que Outras 'Verdades'!"

"Há momentos em que a concorrência entre Céu e Inferno parece tão grande: são as Tentações!"
Frase Minha 0326, Criada no Ano 2009

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

2473 📜 "Há momentos em que só Literatura me interessa. Os Clássicos da Literatura. Não abro mão e não troco nem pelas Minhas Lagostas Grelhadas. E saibam que sou doido pelas ditas Grelhadas!"