Saudades Momentos
A falta que sentimos do que ainda não vivemos…
Em muitos momentos da vida, acreditamos estar sentindo falta de alguém.
Mas, se formos honestos e silenciosos o suficiente para observar, perceberemos que não é exatamente da pessoa que sentimos falta.
Sentimos falta da história que começamos a escrever com ela.
Não é ausência.
É interrupção.
A mente humana tem uma capacidade extraordinária de projetar futuros. Antes mesmo que algo exista de fato, o cérebro já ensaiou diálogos, construiu rotinas, imaginou casas, viagens, pertencimento. Criou uma narrativa inteira — sem que nada disso tenha acontecido no mundo real.
A neurociência chama isso de simulação prospectiva.
O cérebro antecipa experiências para se preparar para elas.
Mas, emocionalmente, ele não diferencia tão bem o que foi vivido do que foi apenas imaginado com intensidade.
Por isso, quando algo não se concretiza, não sofremos apenas pela perda de alguém.
Sofremos pela perda de um caminho inteiro que já havia sido aceito internamente como destino.
É o luto do que não aconteceu.
E esse luto é silencioso, porque não há memórias suficientes para justificar a dor.
Há apenas expectativas que não encontraram lugar na realidade.
Mas existe uma segunda camada, ainda mais sutil.
Quando aquilo que imaginamos não se realiza — principalmente quando depende do outro — o cérebro muda de estado. Ele sai do campo do vínculo e entra no campo da conquista.
O que antes era afeto passa a ser desafio.
Isso acontece porque o sistema de recompensa do cérebro, regulado principalmente pela dopamina, não responde apenas ao prazer de ter algo. Ele responde, sobretudo, à possibilidade de obter algo que ainda não foi alcançado.
A ciência chama isso de erro de previsão de recompensa.
Nós nos tornamos mais motivados quando:
• quase conseguimos,
• quando há incerteza,
• quando não está garantido.
O desejo cresce na ausência.
Não porque aquilo seja mais valioso, mas porque ainda não foi resolvido.
Assim, o que parecia amor, às vezes era ativação.
Não era a pessoa que nos prendia.
Era o estado interno de busca.
Quando conquistamos, o cérebro reduz esse impulso — porque aquilo já não exige esforço, já não representa novidade, já não carrega tensão.
E então confundimos estabilidade com perda de interesse.
Na verdade, são sistemas diferentes operando:
O da conquista busca intensidade.
O do vínculo busca continuidade.
Um produz excitação.
O outro produz construção.
Se não soubermos distinguir, passamos a vida tentando reviver o primeiro, incapazes de permanecer no segundo.
Por isso, muitas vezes, queremos mais aquilo que não temos do que aquilo que já está presente.
Não porque seja melhor.
Mas porque o cérebro foi desenhado para perseguir, não para repousar.
E é aqui que mora o equívoco.
Relacionamentos não são metas a serem atingidas.
São realidades a serem habitadas.
Metas terminam quando são alcançadas.
Vínculos começam exatamente aí.
Quando entendemos isso, algo muda.
Percebemos que não estamos tentando esquecer alguém.
Estamos apenas ensinando o cérebro a encerrar uma simulação que continuava rodando sozinha.
Não precisamos lutar contra o sentimento.
Precisamos retirar a energia da projeção.
O que não aconteceu não precisa ser resolvido.
Precisa apenas deixar de ser continuado dentro de nós.
E, pouco a pouco, o desejo deixa de ser urgência.
A ausência deixa de ser falta.
E a mente, que antes insistia em terminar uma história imaginada, aprende a voltar para aquilo que está vivo — agora, concreto, imperfeito, mas real.
Porque maturidade emocional talvez seja exatamente isso:
Parar de confundir intensidade com verdade.
E escolher, conscientemente, aquilo que cresce com o tempo — não aquilo que apenas nos acende por um instante.
" Teve momentos em que sorri, apenas para que pensassem que estava tudo bem, mas não estava e foi sorrindo mesmo na dor, que aprendi a ser forte...
Pelos lindos momentos que tivemos
peço-te o riso
mas não gargalhes tanto
a inveja anda por ai à espreita...
" Eu vivi grandiosidades em momentos únicos. Acredito que não foram os melhores, ainda espero os que fiquem para sempre e façam todos os outros parecerem apenas eternidades...
Terna aparência charmosa, que carrega o atrevimento na sua essência, que em certos momentos reflete no jeito que ela olha, o qual parece externar os seus pensamentos fervorosos, aquelas sensações calorosas que sente em segredo, que lhe causam um deleite muito notório, que ecoa no seu íntimo mesmo cercada pelo silencio
Olhos radiantes tão deslumbrados e imersos que às vezes aparenta estar fora da sua época, como se fosse uma intensidade prazerosa do passado que agora está no presente, juntando a liberdade e o entusiasmo de quando tudo parecia novo, dispondo de uma jovialidade envolvente, que requer um contato bastante atencioso
A sua seletividade com o passar do tempo está ficando cada vez mais evidente, já que aprendeu cedo que não são todos que merecem desfrutar do seu afeto intenso, do seu comportamento atrevido, do seu amor verdadeiro, portanto, busca uma reciprocidade capaz de alimentar o fogo do seu espírito, tornando o breve em eterno.
É preciso ser-se inteligente o suficiente para saber-se fazer leitura de reiterados momentos de estupidez alheias.
✨️"...o mundo não para quando você chorar...então...segue seu caminho...os momentos vividos...de alegias...de tristezas...fazem parte da jornada...não têm como escapar...se entregue ao seu destino...se entregue a vida."✨️
Momentos vazios
lágrimas brotam
Reflexos da memória
manifestações do dito
e do que ficou reprimido
Momentos com Deus
avivamento
Outrora
Pura introspecção
Madrugada de afloramentos
Pesares
não nos tire o encanto
Nenhum dia igual ao outro
Agnaldo Souza
Todos nós passamos por momentos difíceis na vida, a diferença está em como iremos agir nessa história
Então seja o protagonista e não a vítima!
A vida é feita de momentos, e estes contam a nossa história, quando escolhemos construir histórias sem, sequer, compreendermos a importância e as razões de cada momento que a vida nos proporciona como opção de aprendizado estaremos produzindo lacunas, que além de impossíveis de serem revertidas, se tornarão a base emocional da nossa história, o que justifica, com o passar do Tempo, haver muitos de nós vivendo mergulhados no vazio.
Li recordações do Facebook e entendi esse tecelão invisível, e seus fios de momentos em uma tapeçaria infinita, o tempo. Viro a ampulheta e recomeço, mas a areia nunca é a mesma. O passado se acumula na base, enquanto o futuro logo chega, cheio de algo possível. E eu, no meio, equilibrando o presente, tentando segurar a areia que insiste em escorrer nas mãos. Afinal, o tempo não para, mas posso escolher como preencher cada grão. Ah, o tempo, não se apressa nem espera. Não podemos esquecer que cada instante é um presente a ser vivido, não desperdiçado...
... presente a ser vivido!
Vida de Solteiro
Alexandre Sefardi
Não existe evolução nem entusiasmo que não sejam destruidores, ao menos em seus momentos de intensidade.
Lembranças Azuis!
.
Nada mais importa agora!
O que se foi, se foi!
Dos momentos de antes,
só restaram lembranças!.
É tudo agora, nada mais!
O tempo afastou você de mim!
Talvez! Um novo dia possa vir e
com ele, venha, um outro olhar,
em minha direção. Florescendo,
os velhos desejos, que foram
levados, junto ao sol de verão!
Na primavera! Onde voaram e
pousaram as borboletas azuis...
Só restaram, casulos embolorados,
encobertos pela névoa fria,
sem alegrar os meus olhos!
São apenas lembranças azuis!
Os ventos que nos veneraram,
sopraram e bateram forte nas suas
janelas, e lá, você não mais estava,
para reabri-la para mim. Então!...
Nesse momento triste, entendi...
Que você, não me queria por perto.
E assim, parti! Envolto a brisa fria,
que envolvia o lugar! Agora!...
Mesmo que reabra as suas janelas,
aos novos raios do sol...
Certamente, eles virão trazê-la
os novos ventos...
Mas, nesses momentos!...
Perto de você!...
Eu, não mais estarei.!!
.
Ademilton Batista
Brasil, Bahia, Itabuna.
Do Livro O Meu Céu
DR10052023.
A família e os amigos são um suporte emocional incrível nos momentos difíceis. Eles oferecem apoio, compreensão e amor incondicional, ajudando a superar a tristeza e a encontrar forças para seguir em frente. Ter pessoas que se importam faz toda a diferença.
Às vezes as pessoas esquecem amigos que os ajudaram em momentos difíceis ao alcançar sucesso. Isso é sinal de ingratidão e falta de humildade. Amigos verdadeiros estão ao nosso lado, independentemente do que aconteça. É importante valorizar quem esteve presente. Gratidão é fundamental.
Os verdadeiros amigos são aqueles que estão ao seu lado em todos os momentos, não apenas nos de glória, mas também nos de dificuldade e necessidade. Eles são o reflexo do amor e do apoio incondicional.
Bons momentos não se compram — nascem de boas companhias, novas experiências e uma vista que faz a alma respirar.
Insta: @elidajeronimo
💕✨️...não faz mais parte destes momentos...fica guardado na moldura do tempo...no quadro emoldurado pela saudade do brilho do seu olhar...sempre brilhando...sempre..."✨️💕
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