Saudades Momentos

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Existem momentos em que percebemos a nossa fragilidade humana frente aos fenômenos da natureza e a noção de segurança se esvai com outras certezas.

Tem momentos na vida em que o Brilho começa a se Apagar, que nem a Chama de uma Vela.

Tem momentos que vou guardar para sempre no coração, foram momentos que marcaram minha vida e que jamais se apagarão dos meus pensamentos.

Há dois momentos em que não há sofrimento:


quando não sabemos de nada e quando sabemos de tudo.

Ausência e Saudade


Amarras dos momentos
Singularidade da essência
Contemplar o instante
Abraçar os detalhes das sensações
Sentir intenso da falta
Abismo do meu pulsar das maresias.

Há momentos em que nos faltam palavras e outros em que escolhemos o silêncio; ainda assim, em todos eles, a vida exige que permaneçamos presentes.

"Há momentos em que precisamos retornar ao ponto em que nos perdemos, para recomeçar a jornada em busca daquilo que é, de fato, essencial para a nossa vida.”

"Partir ou chegar são momentos distintos, porém todos têm o mesmo objetivo no nosso viver: mudar de lugar."

"Não há momentos plenos de felicidade neste plano de provas e expiações, por isso, valorize os pequenos instantes de alegria, pois são eles que fazem a verdadeira diferença em nosso tiver
A felicidade eterna é uma utopia - seja feliz com o que você tem hoje, pois o amanhã ainda não existe."

Decidi ser forte
Tenho meus momentos de fraqueza, mas não me permito ser fraca, chego a brigar comigo mesma para não me enfraquecer,sou filha de Deus por isso tenho que ser confiante, se Deus me permitiu nascer não foi para ser uma fraca e sim para vencer na vida trilhando o caminho do bem, sem passar por cima de ninguém,se hoje sou melhor que ontem é porque aprendi e venci as más inclinações que fazem parte da aprendizagem dessa escola chamada terra,ainda tenho muito o que aprender se Deus me permitir,vontade eu tenho e amo a vida que Deus me deu.

Abraço a minha fé e nela me refaço nos momentos difíceis que a vida tem,e em Deus encontro forças para prosseguir na vida que segue.

Se tua história teve momentos tristes, não há como mudá-los, mas ainda assim, você pode escrever o seu final.

Amanheci feliz e radiante. Além de ser sonhador, pensador e, em muitos momentos, um maluco aparente, descobri que a Mônica, além de mulher, é um santo remédio. Eu estava com dor na alma, e suas palavras adentraram meu ser, anestesiando essa dor.

A falta que sentimos do que ainda não vivemos…

Em muitos momentos da vida, acreditamos estar sentindo falta de alguém.
Mas, se formos honestos e silenciosos o suficiente para observar, perceberemos que não é exatamente da pessoa que sentimos falta.

Sentimos falta da história que começamos a escrever com ela.

Não é ausência.
É interrupção.

A mente humana tem uma capacidade extraordinária de projetar futuros. Antes mesmo que algo exista de fato, o cérebro já ensaiou diálogos, construiu rotinas, imaginou casas, viagens, pertencimento. Criou uma narrativa inteira — sem que nada disso tenha acontecido no mundo real.

A neurociência chama isso de simulação prospectiva.
O cérebro antecipa experiências para se preparar para elas.
Mas, emocionalmente, ele não diferencia tão bem o que foi vivido do que foi apenas imaginado com intensidade.

Por isso, quando algo não se concretiza, não sofremos apenas pela perda de alguém.
Sofremos pela perda de um caminho inteiro que já havia sido aceito internamente como destino.

É o luto do que não aconteceu.

E esse luto é silencioso, porque não há memórias suficientes para justificar a dor.
Há apenas expectativas que não encontraram lugar na realidade.

Mas existe uma segunda camada, ainda mais sutil.

Quando aquilo que imaginamos não se realiza — principalmente quando depende do outro — o cérebro muda de estado. Ele sai do campo do vínculo e entra no campo da conquista.

O que antes era afeto passa a ser desafio.

Isso acontece porque o sistema de recompensa do cérebro, regulado principalmente pela dopamina, não responde apenas ao prazer de ter algo. Ele responde, sobretudo, à possibilidade de obter algo que ainda não foi alcançado.

A ciência chama isso de erro de previsão de recompensa.

Nós nos tornamos mais motivados quando:
• quase conseguimos,
• quando há incerteza,
• quando não está garantido.

O desejo cresce na ausência.
Não porque aquilo seja mais valioso, mas porque ainda não foi resolvido.

Assim, o que parecia amor, às vezes era ativação.

Não era a pessoa que nos prendia.
Era o estado interno de busca.

Quando conquistamos, o cérebro reduz esse impulso — porque aquilo já não exige esforço, já não representa novidade, já não carrega tensão.
E então confundimos estabilidade com perda de interesse.

Na verdade, são sistemas diferentes operando:

O da conquista busca intensidade.
O do vínculo busca continuidade.

Um produz excitação.
O outro produz construção.

Se não soubermos distinguir, passamos a vida tentando reviver o primeiro, incapazes de permanecer no segundo.

Por isso, muitas vezes, queremos mais aquilo que não temos do que aquilo que já está presente.
Não porque seja melhor.
Mas porque o cérebro foi desenhado para perseguir, não para repousar.

E é aqui que mora o equívoco.

Relacionamentos não são metas a serem atingidas.
São realidades a serem habitadas.

Metas terminam quando são alcançadas.
Vínculos começam exatamente aí.

Quando entendemos isso, algo muda.

Percebemos que não estamos tentando esquecer alguém.
Estamos apenas ensinando o cérebro a encerrar uma simulação que continuava rodando sozinha.

Não precisamos lutar contra o sentimento.
Precisamos retirar a energia da projeção.

O que não aconteceu não precisa ser resolvido.
Precisa apenas deixar de ser continuado dentro de nós.

E, pouco a pouco, o desejo deixa de ser urgência.
A ausência deixa de ser falta.
E a mente, que antes insistia em terminar uma história imaginada, aprende a voltar para aquilo que está vivo — agora, concreto, imperfeito, mas real.

Porque maturidade emocional talvez seja exatamente isso:

Parar de confundir intensidade com verdade.
E escolher, conscientemente, aquilo que cresce com o tempo — não aquilo que apenas nos acende por um instante.

O Diário.
Leva-me ao nada... estes momentos vividos e não registados..
Nem Ateu, Nem Religioso.

" Teve momentos em que sorri, apenas para que pensassem que estava tudo bem, mas não estava e foi sorrindo mesmo na dor, que aprendi a ser forte...

Pelos lindos momentos que tivemos
peço-te o riso
mas não gargalhes tanto
a inveja anda por ai à espreita...

" Eu vivi grandiosidades em momentos únicos. Acredito que não foram os melhores, ainda espero os que fiquem para sempre e façam todos os outros parecerem apenas eternidades...

É preciso ser-se inteligente o suficiente para saber-se fazer leitura de reiterados momentos de estupidez alheias.

✨️"...o mundo não para quando você chorar...então...segue seu caminho...os momentos vividos...de alegias...de tristezas...fazem parte da jornada...não têm como escapar...se entregue ao seu destino...se entregue a vida."✨️