Saudades Emocionante

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Sinto saudades de quando o tempo passava despercebido e o contemplar do amor era uma companhia agradável.
❤️

"Mortos não sentem saudades dos vivos"

Gabiróba, o sapinho mochileiro estava ficando doente de saudades de sua mãe, já fazia muito tempo que ele estava longe de casa e todos os dias pulava pelo caminho mas parece que nunca chegava.
Conforme o tempo passava ele se sentia cansado e sua aparente doença se agravava, ele era cauteloso com essas questões de saudades mas as vezes a razão pesava mais que o pesar. Além disso ele cometeu vários enganos e falhou justamente quando pensou que fazia o melhor que podia e por isso sentia tonteiras e palpitações em seu sapo coração. Ao olhar para trás, para os tantos anos que ele viveu sendo enganado e somando todas as suas faltas, sentia-se feliz em morrer e ver tudo acabado. Estava cansado das suas roupas amassadas, das frugais refeições que o alimentava e dos pezares da felicidade maltratada. Lembrou-se de como costumava se divertir entre as borboletas naquela trilha que o levava para a lagoa de casa. Mas qual sorte tinha ele agora e qual fada o furtava da vida a felicidade? Mais parecia estar vivendo uma aventura indigna de ser contada pensava Gabiróba e soluçava. Todos têm de morrer um dia mas não gostaria de morrer no meio do caminho ele pensave. Gostaria de ver com meus próprios olhos um casamento feliz que não fizesse ninguém sofrer, gostaria de ver os grandes olhos de ervilhas da minha amada se banhar em lágrimas felizes ao me ver. Mas tenho andado doente a anos e sonhado ultimamente com flores lancinantes sempre que fecho os olhos e sinto meu corpo sendo levado pelo barco àquele lugar distante.

Marcas do tempo

O passado traz saudades,
Traz lembranças,
Traz vontade de voltar,
De ficar lembrando
Do que foi beleza,
Do que também foi marcado
De alegrias, de tristezas,
De momentos marcantes
Que a vida nos proporcionou.
Hoje o presente
Nos deixa contentes,
Pois as lembranças
São provas
De que vencemos
As dificuldades
E chegamos até aqui,
O que nos remete a um futuro
Certo de vitória.

Raimundo Nonato Ferreira
Outubro/2026

"Mostrei vossos pesares, mas não minhas alegrias. Saudades memorizadas com o tempo, onde não reconhecem o próprio tempo de vida."

"Emoções reprimidas,
de um tempo não vivenciado.
Saudades na mente,
decifrando alguns relatos.

Vejo uma rosa,
e o jardim mostra uma falta.
Seguimos um texto,
onde os espinhos machucam.

Continuamos emotivos,
na esperança conclusiva.
Mas o tempo passa,
no desenrolar de um filme.
Arte expressada em uma tela,
nos revelando as cores da Aquarela."

Saudades do Rio


Agilson Cerqueira


O Rio Cachoeira já foi um pedaço do céu derramado sobre a terra. Suas águas corriam tão claras que o azul das manhãs parecia morar dentro delas. Entre pedras douradas pelo sol, a correnteza cantava baixinho, e os peixes deslizavam como versos vivos sob o espelho líquido do rio.


Nas margens havia música humana. O canto das lavadeiras se misturava ao bater da água nas roupas; os areeiros, com suas pás e seus animais, desenhavam o ritmo do trabalho; os pescadores conversavam com o silêncio das águas; e as crianças, livres de qualquer temor, mergulhavam antes mesmo de aprender o significado da palavra perigo. O rio não era apenas parte da cidade — era a própria infância respirando.


Eu me lembro do mergulho seguro. O corpo entrava na água como quem volta para casa. A correnteza nos envolvia com a ternura de um velho amigo, e, debaixo d’água, o mundo tremulava em transparência e luz. Havia cheiro de terra molhada, de mato fresco, de manhã recém-nascida. Tudo parecia eterno.


Lembro também dos jegues nas margens — Sobrado, Ponteiro e Arvoredo — companheiros silenciosos daquele cenário que hoje só existe inteiro na memória. O Sobrado caminhava com a imponência de quem conhecia o próprio valor; o Ponteiro era ligeiro e atento, sempre à frente; e o Arvoredo, com sua orelha quebrada pendendo para baixo, seguia devagar, como se tivesse aprendido a conversar com o tempo.


E como esquecer meu avô? Sua presença vinha junto com o cheiro do rio, com a vara de bambu nas mãos e o anzol unha-de-gato brilhando à luz da manhã. Quando o peixe fisgava, começava um pequeno balé sobre a água: a linha esticada, a vara vergando, o peixe riscando o espelho do rio numa resistência bonita, quase uma dança entre a liberdade e a captura.


Os pescadores voltavam com fieiras pesadas, com muitos peixes reluzindo ao entardecer. Os tarrafeiros lançavam suas redes como quem lançava esperança, e muitas famílias encontravam no Cachoeira o pão de cada dia. O rio alimentava corpos e também alimentava a dignidade.


Hoje, quando a estiagem chega, o leito parece respirar com dificuldade. Das águas cansadas sobe um cheiro triste, como se o rio tentasse expulsar a dor acumulada em tantos anos de abandono. O brilho desapareceu, os peixes se calaram, e as margens perderam a alegria das vozes que sabiam viver no compasso da correnteza.


É estranho sentir saudade de um rio que ainda atravessa a cidade. O nome continua o mesmo, o curso ainda insiste em seguir adiante, mas algo essencial se perdeu. É como olhar uma fotografia antiga desbotada pelo tempo: reconhecemos o contorno, mas as cores da vida já não estão lá.


Dentro de mim, porém, o Rio Cachoeira permanece cristalino. Ele corre intacto pelas lembranças de tardes intermináveis, de pés descalços na areia, de mergulhos sem medo e de horizontes que pareciam não ter fim. Na memória, suas águas continuam limpas, e talvez essa seja a última nascente que ainda não conseguiram poluir.


Ah, que saudade da vida do rio. Saudade do tempo em que a transparência das águas iluminava os olhos das crianças, amparava as lavadeiras, sustentava os areeiros e dava esperança aos pescadores. Saudade do meu avô à beira d’água, da vara de bambu apontada para o poente, e do silêncio dourado das tardes em que o Cachoeira parecia eterno.


Hoje, quando fecho os olhos, ainda escuto a correnteza chamando meu nome. E por um instante breve — tão breve quanto o brilho de um peixe saltando ao sol — volto a ser menino nas águas claras do rio que nunca deixou de correr dentro de mim.


.

Que aproveitemos sempre até os segundos, por que um dia teremos saudades até dos seus décimos.

Solidão
é nunca antes
sentir saudades.⁠

Vou sentir saudades de você todos dias...
Terei de me distância estar doendo muito não poder te amar
Terei de partir pra de longe pode te ver feliz
Terei que deixar de lado meus sonhos de amor que só encontro em ti
Sim eu terei de me despedir...
Te darei meu beijo de adeus querendo dizer até logo
Te abraçarei com toda ternura que ha em mim
E por um momento acreditarei que são meus seus sentimentos
Acreditarei que você sempre foi meu e que eu serei sempre sua
É serão por alguns momentos porque quando eu virar a esquina
E as lágrimas rolarem terei que ir...
E talvez não volte
Contudo continuarei a te amar
Ainda vou te querer
Por isso mesmo distante
AMAREI VOCÊ!

Há sorrisos que escondem saudades…
Outros que a tristeza tenta calar…
E aqueles que chegam sem a gente esperar…
Mesmo no caos da vida…
Acorde com o seu melhor sorriso…
Ainda que os olhos estejam cheios de lágrimas…
Sorria ao lembrar de momentos felizes…
Sorria sem pressa de acabar…
Gosto de quem sorri com a alma…
De quem espalha alegria sem perceber…
De quem faz outro coração se alegrar…
E se for para chorar…
Que seja de tanto rir…
Porque o meu sorriso…
Só tem pequenas pausas…

⁠"De amor eu nunca morri, de saudades muitas vezes..."
Haredita Angel
24.11.17

"Saudades...
Não de quem...
Não sei de que..
Creio que dos sentimentos bons
que eu vivie que ainda vou viver."
Haredita Angel
03.09.25

Saudades são aqueles
que foram
e aqueles que ficaram.

Saudades do teu abraço meu Deus, aquele abraço vazio e tão cheio de ti. A alma senti teu conforto meu amor.

Hoje , eu lembrei do passado,
da ex até bateu saudades, do presente que ainda não quero ter e do mais difícil, aquele que me faz falta todos os dias, sem eu nunca ter tido

Se eu depender de saudades para ganhar um " oi ", a saudade passa e o esquecimento chega.

' PRESENTE DE DEUS'


Filha; Amada Filha !
a imensa saudades de ti
Faz arder o meu peito;
te amar tenho o direito,
Mas acho até que não há
mais jeito,
De sentir de novo,
O seu abraço apertado,
Era como um mundo,
que não havia nada errado.
Ouço a sua risada gostosa,
a minha menina manhosa,
Que dormia ao meu lado,
No inverno e nas noites chuvosas !


E... Vai me matando aos poucos,
Essa saudade cabulosa .


Não imaginas filha;
ao ir embora,
O quanto chorei por ti.
Fui simplesmente MÃE !


Espero que não seja tarde
para esse abraço, o qual tanto sonho.
E Para te filha amada, essas
linhas eu componho !


És a filha Amada, a joia preciosa,
Linda e mui charmosa !
És meu presente de Deus;
Pois mais que passem os anos,
Parece que foi ontem que você nasceu !


Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservados Sob a Lei -9.610/98
REGISTRO N° 122958067065

Quem sente saudades é alguém que viveu uma linda história, mas na linha do tempo se perdeu ... Saudades é uma dor que embora dolorida fez parte de um tempo marcante em suas vidas

Você se foi, me abandonou e nem avisou a saudade, que sem você eu morreria... Morreria de saudades, morreria de amor e de tristeza! Você se foi e ficaram as lembranças arquivadas na memória, de quem nunca aprendeu a esquecer um amor que até hoje me faz chorar, com a ausência de quem se foi, sem ao menos se preocupar que a saudade jamais me deixaria!