Saudades de Quem Mora longe
minha cristal ,vou levar uma foto sua no painel do meu caminhão ,pra quando bater a saudade eu olhar sua foto ,e poder sorrir ,minha princesa linda,minha boneca ,vc é meu mundo,sem vc tudo perde o equilíbrio te amo hj e sempre
Desejos
Faz em mim o que ninguém fez,
Tira de mim o que me corrói,
Afoga a saudade,
Devolve-me a paz perdida em ti.
Busco tua boca, teu corpo,
Perdido entre desejo e lembrança,
Entre o que fomos e o que ficou.
Sinto que sonhei com uma jornada. Como se eu tivesse ido a uma terra distante.
"Sua ausência não apaga o rastro, só confirma que para você a vida tem um botão de 'reset' que os outros não têm."
ANSEIOS
Dizem que a saudade não conhece o tempo — ela tem nome, rosto e voz. Mora na memória de um sorriso sereno, onde a felicidade se revela no brilho de um desejo escondido, na vontade silenciada pelo limite do “não poder”. O tempo, esse velho tirano, transforma os prazeres em miragens — quanto mais se espera, mais se deseja. E o gostar cresce junto, como quem alimenta a fome com promessas. Ah, tempo cruel! Nos amarra aos impulsos, mistura o amor com a dor até ficarmos sem ar. Às vezes, age como um remédio lento, tratando feridas deixadas por paixões que não voltaram. No fim, o desejo é só a ausência vestida de sonho — sonho que ainda não se libertou do cárcere da alma.
Rugindo em terras distantes
Ouço o leão a chamar
De seu brado identifico e
Respondo pois reconheço de
Inicio seu chamado e
Guio-me em sua direção
O ontem já foi e, juntos, cá estamos.
Solidão não é ausência de companhia.
É o vazio que grita, mesmo rodeado de vozes.
É estar entre todos, mas não pertencer a ninguém.
E essa diferença… mata aos poucos
Solidão a dois: o silêncio que machuca mais que a ausência. Nem sempre a dor está na ausência física. Às vezes, está no olhar que não vê, na escuta que não escuta. Entenda por que o abandono emocional silencioso pode ser mais doloroso do que estar só.
Saudades
Oh saudade daquele tempo
Tempo que não volta
Tempo que decepção era de perder nas brincadeiras
Tempo que ramos viravam bandeiras
Tempo que beijo curava arranhão
Tempo que meias viravam bolas de queimada
Tempo que não tinha preocupação
Tempo que abraço de mãe era melhor que pomada
Saudades daquele tempo
Aquele tempo que eu queria crescer
Nem sabia que eu não sabia o que era sofrer
Hoje cresci
Minhas asas bati
Senti dor,amor,sorri e chorei
Passei por coisas que nem acreditei
Olhando para mim vejo as marcas da caminhada
E assim agradeço a Deus
E guardo no peito a saudade.
A saudade que uma mãe sente dos filhos crescidos não tem barulho. Ela não aparece em fotos, não se conta nos aniversários esquecidos, nem se mede pelas mensagens que não chegam.
É uma ausência que mora no silêncio — aquele que fica depois do almoço feito com carinho, da roupa dobrada com lembrança, do café que esfria esperando alguém que não vem.
Ela lembra do menino que corria pela casa, que chorava por um joelho ralado, que pedia colo no meio da noite.
Agora, ele é um homem. Ela sabe.
Mas o coração...
O coração de mãe não entende de calendário nem de idade.
Ela não quer prender. Ela só queria mais tempo.
Mais um momento simples, mais uma conversa despretensiosa, mais uma chance de cuidar.
Por isso, ela reza.
Reza quando está lavando a louça.
Reza enquanto ajeita uma foto na estante.
Reza porque é o único jeito de continuar fazendo o que sempre fez: amar incondicionalmente.
Os filhos crescem, voam, erram, acertam...
Mas no peito daquela mãe, continuam sendo os mesmos pequenos seres que ela amou antes mesmo de nascerem."
. Cartas para meu irmão
Hoje faz 4 anos da sua partida.
Que saudades eu sinto de você.
Eu sei que estamos aqui de passagem.
Mas, nunca estaremos prontos.
Por mais difícil que foi sua vida, a saúde debilitada.....eu sei que você não queria ir.
Ah , meu irmão sinto sua falta
Eu me conformo em saber que você é um anjo, que nós guia aí de cima...
"Não, senhora Distância, não te odeio nem te culpo...
Mas se eu soubesse que aquele seria o nosso último adeus,
Eu teria enfrentado teus caminhos, por mais longos e difíceis que fossem.
Hoje, só me resta o silêncio que ele deixou,
E a dor de não ter voltado a tempo, como prometi.
Não guardo rancor de ti, mas por que me fazes acreditar que tudo não passou de um sonho?
Como se, ao cruzar-te outra vez, eu pudesse encontrá-lo —
com aquele mesmo olhar de sempre,
como se nada tivesse mudado."
Noite em Astana
Na noite chuvosa, clamo
Pela tua presença.
A saudade é imensa -
Maior que a própria distância.
Aqui, neste continente,
No extremo Oriente,
Enxergo o teu retrato
E a desejo, com ânsia,
Entre os fusos horários,
Que me infundem a lembrança;
Eu me afundo no choro,
E longe, você descansa.
*“O Lugar Onde o Amor se fez Mar”*
Eu andava pelas ruas da ausência —
um deserto de silêncio e de promessas,
onde o tempo escorria em pó e vento,
mas ouvia, no fundo, aquela canção:
o canto leve do rio, o sussurro da areia,
o abraço antigo da terra e do céu.
Sentei-me na margem do instante,
onde a água se dobra em espelhos de calma,
e o cansaço, esse velho amigo,
desfez-se como fumaça de cigarro na madrugada.
Ali, o mundo era só um gesto simples —
um abraço que não pede nada,
um silêncio que fala de eternidade.
Os anos, esses ladrões de lembranças,
tentaram apagar o mapa do nosso refúgio,
mas o lugar ficou — intacto, suave,
como um verso guardado na pele.
Não é só um ponto no espaço,
é o começo e o fim do nosso tempo,
o jardim secreto onde o amor germina
mesmo quando a gente esquece de regar.
Hoje procuro com os pés cansados,
mas sobretudo com o coração que sabe —
a dor que é saudade é também promessa.
Será que existe um retorno?
Um caminho feito de memórias e luz,
onde possamos reviver a primeira vez,
onde o amor não morre, só se reinventa?
Vamos, então, deixar o tempo de lado,
e abrir a porta daquela casa antiga,
onde o amor se fez mar e a vida, poema.
Porque o amor que nasce assim, tão simples,
não se perde — só se transforma,
e será sempre o nosso lar,
o lugar onde o amor se fez mar.
Morada da saudade
Há sentimentos que nascem quietos,
mas crescem como tempestade dentro da gente.
E foi assim com você.
Eu nunca senti por ninguém
o que sinto por você.
Não sonhei só com palavras,
não desejei apenas conversas bonitas —
eu quis presença,
caminho,
vida dividida.
Quis a gente junto,
plantando o dia,
colhendo o amanhã.
Enfrentando os ventos,
mas também se aquecendo no sol
dos momentos bons.
Eu sei que daríamos frutos,
daqueles que nascem do cuidado,
da entrega,
do amor sem pressa.
Mas olha como está...
tão difícil, tão longe.
A dor visita,
a saudade faz morada.
As noites vêm com o teu nome,
e quando o dia abre os olhos em mim,
lá está você —
meu primeiro pensamento,
meu silêncio mais alto.
E mais uma vez,
sou abrigo da falta que você faz.
“O que fazemos é viver. Cada momento, cada dúvida, cada saudade. Vivemos no espaço entre o que é e o que não é. E isso, por si só, já é a nossa verdadeira liberdade.”
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