Saudade e Lembrança
lembro agora quando era criança e colocava os braços dentro da camisa e dizia às pessoas que os tinha perdido. Lembro quando dormia no quarto da minha irmã e achava que todos os animais de pelúcia dela me olhavam; dormia com todos para nenhum ficar ofendido. Acordava cedo final de semana só para forrar o chão com uma coberta e ficar com os brinquedos do lado vendo desenhos. Sobre o amor, lembro que ele era mágico e me bastava completamente quando olhava a menina que eu gostava no colégio, e me escondia quando ela olhava de volta no recreio. Lembro na escolinha de futebol quando me joguei no chão e simulei uma câimbra pra ver como era a sensação de ter uma partida inteira de futebol parada por minha causa. Lembro quando tinha festa lá em casa, eu esperava atrás das portas para assustar as pessoas, mas saia sempre porque elas demoravam a passar e me dava vontade de fazer xixi. Comecei então a assoprar dentro de sacolas plásticas e estourar no ouvido do meu pai pelas costas para os outros rirem. Sobre o meu pai, lembro também que cansei de fingir que estava dormindo no sofá só para ver ele me carregar no colo para cama e ainda pedir silêncio para os outros no caminho para eu não acordar. Quando viajava com meus pais de Friburgo para o Rio durante a noite, olhava pelo céu da janela do carro e achava que a lua estava seguindo o carro e, quando chovia, olhava aquelas gotinhas de água escorrendo na janela como se fosse uma corrida entre elas. Parece que foi ontem
Hoje eu estava lembrando de você..
Em como agente éramos próximos, em como você conseguia sempre arrancar um sorriso bobo do meu rosto em toda conversa, em como seu cuidado me deixava tranquila.
As vezes coisas pequenas me fazem pensar em você, seja comentários, músicas ou até pensamentos.
Eu tentei muito não te mandar uma mensagem para te perturbar novamente mais eu precisava esclarecer uma coisa.
Todo ciclo tem um começo um meio e um fim certo? Bem...o nosso chegou a um fim?
Eu tirei minha próprias conclusões sobre isso.
Eu não sei se você vai ler ou responder isso não sei se você está com alguém e nem sei por que "realmente" a gente se afastou.
Mais eu quis mandar essa mensagem do mesmo, jeito se você quiser responder eu vou estar ao aguardo mais se não tudo bem espero que você esteja bem e vivendo sua vida perfeitamente.
Mãe é mãe na dor, no amor, na cumplicidade. Berço de vida, palco de lembrança e símbolo de verdade. Mãe é a eterna imagem, que reside no coração, no tempo e na saudade.
"Eu, que a muito não lembrava, hoje a Lua recordou-me de ti mais uma vez.
E nas lembranças, esqueci-me das certezas e lembrei-me daquele nosso 'talvez'.
Aos poucos, o olfato esquece o doce do cheiro e o tato, olvida o macio da tez.
Antes era tudo por ela, e no futuro, seria tudo por ela outra vez.
Muita coisa mudou e ainda não sei o que você me fez.
O que eu sei; é acerca de ti, minha avidez.
Quando fitava teus olhos, minh'alma desarmada, encontrava-se em total desnudez.
Não vejo razão em minhas palavras, perco minha sensatez.
Sobre ti, até hoje, não perdi minha cupidez.
E agora, eu que há muito não lembrava, hoje a Lua, recordou-me de ti, outra e mais uma vez..." - EDSON, Wikney
"Momentos só se tornam importantes, quando viram lembranças.
Eu lembro de tudo, lembro de ti, lembro de nós, não abro mão da minha perseverança.
Não importa o que aconteça, ou quanto tempo passe, ainda tenho esperança.
Meu corpo fadigado, pede clemência à minha alma, que não cansa.
Até aquela sua palavra de abandono, ao meu ouvido, canta.
A saudade de nós, a saudade da risada, do olhar, rasga meu peito, como uma lança.
Eu sei do que a ausência é capaz, eu sei que ela é capaz de transformar uma mente sã, em insana.
Minh'alma é mundana.
Mas minhas fantasias contigo, são dignas do paraíso, dignas de uma chance de salvação, em meio à tanta coisa freudiana.
Eu me lembro dos momentos, sempre que estou prostrado em minha cama.
Eu os valorizei, valorizei-os mais que minha alma tirana.
Em meio a um devaneio de loucuras eu percebi que, momentos só se tornam importantes, quando viram lembranças..."
"Lembra-me amanhã, de te esquecer.
Lembra-me pela manhã, de para sempre, despedir-me de você.
Lembra-me, de pensar mais em mim, que em você.
Eu tô sempre esquecendo-lhe, mas é meu coração, que me lembra de você.
Ingrato que é, ele deixaria de bater por mim para bater por você.
Parvo que sou, procuro razão na emoção e cadê?
Me pergunto, aonde vai você?
Lá fora é só tristeza e solidão, só você não quer ver.
A felicidade veio até você.
Mas dela, você se despediu, até tentou esquecer.
Ela tentou afagar-lhe os cabelos, ser a calma do teu ser.
É difícil, em tudo isso crer.
Mas acredite, sua felicidade sou eu e minha tristeza é você.
Sua razão sou eu, minha emoção é você.
Em meio à um léxico tão vasto, eu me esqueço o que deveria dizer.
Perdoe a minha memória fraca, só tenho mais um pedido à fazer.
Amada minha, por favor, lembra-me amanhã, de te esquecer..."
"E eu ainda lembro o que o seu olhar me jurou.
Cada gota de lagrima, eu sabia, era um oceano de amor.
Provei o doce do teu beijo e o coração acelerou.
Minha vida, que era fria, no teu abraço, encontrou calor.
Minh'alma, que nunca fora completa, no palpitar do teu coração, se completou.
Mas quem diria, que seus olhos, fossem um par traidor.
Destruiram-me o coração, quando covarde, me abandonou.
Aquele tal oceano? Secou, transformou-se em um poço de dor.
O beijo que fora-me doce, minhas esperanças, envenenou.
Minha vida, perdera a cor.
Minh'alma, que estava completa, novamente se despedaçou.
Agora, aos poucos, esqueço-me o que é o amor.
Mas infelizmente, ainda me lembro, o que seu olhar me jurou..."
"Hoje eu vi a Lua e não lembrei do seu amor.
Ela que me recordava à ti, hoje nada despertou.
Meu coração não acelerou.
Em seu brilho, deleitava-me em prazer, hoje só me trouxe dor.
A cacimba em que, eu bebia de sua paixão, por vezes me afogou.
Parece-me que secou.
Já não me dispo das vestes do meu orgulho em seu ofurô.
Minh'alma regojizou.
Por ter se livrado dos grilhões do seu senhor.
Eu hoje vi a Lua, lembrei de tudo, lembrei de nós, da minha dor.
Lembrei dos olhos, lembrei do cheiro, do seu calor.
Lembrei de tudo, só não lembrei; Do seu amor..."
"Os dias gris, são quando eu mais a lembro.
A lembro em cada gota de chuva, em cada folha levada ao vento.
Lembro-a em cada lágrima, que inunda meu rosto, lembro de cada momento.
Lembro do sofrimento.
Da indiferença, do beijo, do meu eu em pedaços, do desalento.
Mas eu lembro.
Lembro-me, quando ao me ver, ao meu abraço, vinha correndo.
Não deveria, eu sei, mas eu a lembro.
Lembro da guerra serena dos nossos corpos e o suor escorrendo.
Lembro que em nossas lutas, éramos nós contra o tempo.
Ele, inexorável, insistia em correr, e nós, congelava-nos, naquele momento.
Lembro-me de quando se foi, deixando minha vivenda despedaçada e minh'alma, ao relento.
Olho pro céu, os olhos inundam, vi o tempo escurecendo.
Cada trovão, que assusta qualquer existência, não te afasta do meu pensamento.
Os relâmpagos, que iluminam a mais escura das noites, não é sequer uma centelha, pra escuridão que deixara aqui dentro.
Cada raio, que parte os céus, rasga minha pele, mata meu eu e mesmo em morte, eu te lembro.
Acordo durante a madrugada, vejo um feixe de luz, será o Sol nascendo?
Olho pro céu, não existe azul, só um manto branco, que enevoa meus pensamentos.
Hoje, sei que sofrerei de novo, pois os dias gris, são quando eu mais a lembro..." - EDSON, Wikney
"Hoje, vai chover, eu sei; pois o vento, me lembrou seu cheiro.
Hoje, vai chover, eu sei; pois o gelado do vento, arrepiou-me a pele e me fez lembrar seu beijo.
Hoje, vai chover, eu sei; pois roguei aos céus que chovesse, para mascarar as águas do meu rosto.
Hoje, vai chover, eu sei; pois mesmo quando as lágrimas do céu, não recaem sobre mim, em sua ausência, será tempestade em meu eu, nada de novo.
Hoje, vai chover, eu sei; pois o rugir do trovão, não foi capaz de tirar da minha mente, o seu choro.
Erro, erro, erro sim, de amarguras, meu peito roto.
Avido, escritor, vívido, parvo, o tolo.
Penso em ti, o relâmpago acende o escuro do meu quarto e em um súbito luzir, vejo seu rosto.
O brilho do castanho dos olhos, me paralisa o corpo.
Sinto que estou morto.
Novamente, perdi jogando o seu jogo.
Odeio a chuva, por fazer-me lembrar de quem, destruira o meu todo.
Eu já sabia, hoje choveu; para o meu desalento, amanhã, eu sei; vai chover, de novo..."
"As lembranças que eu tenho de nós, é aquele tipo de prisão, onde eu morreria somente para nunca mais, pensar em liberdade..."
"Eu não sei o porquê, mas as lembranças, estão cada dia mais fracas e a bebida, mais forte.
Talvez, o plano de tentar lhe esquecer, esteja dando certo, talvez tal plano, me traga a morte.
É; realmente; as lembranças estão mais fracas e a bebida, mais forte.
O problema, é que não quero te esquecer e foi nesse jogo de azar, em que lancei minha sorte.
Sou poeta sem Casmurro, Memórias, Kafka ou Dom Quixote.
Filósofo sem Platão, Epicuro, Aristóteles.
Tento justificar o assassinato de nossas lembranças, como Raskolinikov.
Imoral, atemporal, não existe tempo, tampouco religião, quando me perco em seu olhar e meu coração bate mais forte.
A cada copo, a cada taça, a cada gole.
Meu coração, está cada dia mais fraco e a bebida, mais forte.
A cada trago, a cada dose.
Sinto na boca, o gosto da morte.
Desmaio em meus pensamentos, ouço sua voz em todo canto; da sua pele, sinto o macio do toque.
Rogo a Deus, para me livrar do azar de te amar, mas parece-me, ele deixou-me à própria sorte.
As orações, estão cada dia mais fracas, Pai, e a bebida, mais forte.
'Sei, que nada sei', bem da verdade, só sei que a amo; perdão Sócrates.
Só crê que, 'O homem é o lobo do homem', quem não sabe do que é capaz, uma mulher; tolo Hobbes.
Já não suporto; a saudade, está cada dia mais intensa e a bebida, mais forte.
Rogo, talvez com sorte, eu hei de ser, rainha da minha vida, o seu consorte.
Enquanto não, miseravelmente falho em meu plano, meu amor, hoje bebo e a bebida, parece não fazer mais efeito e a lembrança de ti, em mim, nunca fora tão forte..."
"O problema é que o vento da noite me faz lembrar seu cheiro, transforma meus sonhos em pesadelos, preenche de saudades o meu peito e minha calma em desespero...
Nessa hora
Sempre há alguém
Transbordando seus sentimentos
É na madrugada que bate a saudade
é Nessa hora que as lembranças invadem
Queria tanto saber
O que você quer me dizer
Se você quer ou não me ver
Se é pra lembrar ou esquecer
Queria tanto saber
O que se passa aí dentro
Se é calmo ou turbulento
Se só ficou arrependimento
Queria tanto saber
O que você faz agora
Onde sua vontade mora
Se fico ou vou embora
Queria tanto saber
O que manda seu coração
Se isso é um sim ou se é um não
Se não passou de ilusão
Queria tanto saber
O que é realidade
Sua verdadeira identidade
Se no final é só saudade
Eu teria paz se não precisasse lembrar que fomos quase. Quase eternos, quase salvos, quase felizes.
Livre-se dos velhos amores e das saudades de antigos relacionamentos, pois no leito conjugal não pode haver
lembranças ou comparações, ocupando o mesmo espaço.
- Relacionados
- Frases de lembranças boas para reviver memórias felizes
- Frases de lembranças que celebram momentos inesquecíveis
- Frases de saudades de quem morreu para manter viva a sua memória
- Frases curtas de Saudades
- Poemas de saudade que traduzem memórias em versos
- Lembrança Amigos Saudades
- Saudades eternas, irmã: textos de amor para honrar sua memória
