Saudade Desconhecido
A Mente essencialmente procura evoluir, mas há também aquela que foge do seu destino, que se fecha ao seu próprio mundo, que mora em uma mentira, que esquece e que se recusa a conhecer a verdade por medo do desconhecido desconhecer o que já se conhece. __ BY AJ.
A maior prova de amor próprio que você pode se dar, é desisti daquilo que você tem certeza que te fará mal.Só vale a pena amar alguém que estará disposto à te amar com a mesma intensidade. Caso contrário, amar sozinho é perda de tempo, é perda de vida. Perder tempo com aquilo que não te acrescenta em nada é a maior prova de burrice que existe. Olhe ao seu redor e veja quantas pessoas incríveis, e você aí se fechando pro mundo. Acorda pra vida enquanto ela não se fecha pra você!
»Sabia que era uma coisa nojenta e que ela tinha que aprender a parar,mas, sempre que ficava nervosa, tinha de vomitar. Era seu único hábito ruim.
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As vezes precisamos tirar o foco, inverter o caminho, jogar fora oque já não nos serve , riscar pessoas os números da agenda e se preciso for até mesmo a própria agenda. A vida é feita de muito mais que planejamentos ou ordens estipuladas que já não nos servem . O novo , o desconhecido, o arriscado... o improvável pode até assustar , mas é oque fará nosso coração pulsar mais forte.... e se não for para ser intenso.. então que nem aconteça.
Ás vezes eu acho que as constelações foram descobertas para nos dizer que com as estrelas e coisas brilhantes podem ser feitas imagens, formas, frases ridiculamente bonitas e uma dica pra nós meros seres humanos de dizer ou fazer uma coisa boa pra alguém, nós dois não somos brilhantes, nem nada, mas o brilho dos meus olhos quando á avisto, e o brilho do seu sorriso já é suficiente pra dar nome ao que eu sinto por você, meu amor.
Todas às vezes que você cair, porque você cair várias vezes, que você se levante sempre todas elas e que seja ainda mais forte.
Autor desconhecido.
Penso, logo existe!
Ante a inexistência do concreto
Busco na existência do meu ser
Em algum lugar inóspito, desconhecido
Algo que devo explicar,
Mas, que ainda não se pode provar.
Logo, penso, repenso, busco respostas plausíveis
Poetizo, chego até filosofar.
O que para muitos é utópico, pra mim é salutar.
Deus, por exemplo, a ciência não consegue explicar
Mas um artista, com sensibilidade no olhar
Vê Deus, vê vida onde não há.
Uma rosa arrancada, sem essência,
torna se viva na memória de quem a ganhou.
Um abraço, um sorriso, um afago de mãe,
cura uma dor intrínseca;
Uma velha foto no porta retrato arranca suspiros
E as lembranças se afloram...
A afetividade, não há ciência que explique.
Existe vida, onde eu quero que exista,
Num ser vivo pensante ou num ser inerte
Depende da sensibilidade.
Para convencer a ciência e o homem insensato
De que a afetividade é algo real, nato,
Há de se mergulhar num mar de possibilidades,
despido de regras complexas, estudadas,
se entregando a simplicidade que existe
em cada ser animado ou inanimado
Sendo assim, penso, logo, existe!
Por Marta Souza Ramos
Certamente, não saberia responder por quantas vezes estive apaixonada na vida. Apenas, por alguns segundos. Era no silêncio do desconhecido que tudo acontecia em mim. Outono em Copacabana, Maeve Phaira
A totalidade espiritual é muito particular e esta particularidade deve ser dada importância e não ignorada, acarretando para você atribulações. Viver e experimentar este mundo espiritual é buscar envolver-se nesta totalidade, sem medos do desconhecido.
A vida te ensina que existem coisas pelas quais vale a pena lutar, outras não. Existem coisas pelas quais se vale a pena sofrer e resistir, outras não. Mas isso é com o tempo, não se pode andar e muito menos correr sem antes ter aprendido a engatinhar e ter caído pelo menos algumas vezes.
Inexistência - 2016
Hotel, beira mar...
As cortinas são desenhadas por causa do sol,
Neste quarto que é melancolia, sem cor...
Os barcos valsam ao sabor das ondas brilhantes,
Vencendo as marés, que como as cortinas, são sopradas
Sobre as praias, tentando impedir seu lançar ao desconhecido...
Enquanto eu, sentado na areia da praia, sozinho,
Sinto as brisas de verão escreverem levas redondas, E se precipitarem lateralmente.
E uma após outra levantam a areia branca que envolvem meu rosto;
Meus olhos se encontram em silêncio, estáticos.
A alegria e o êxtase da cena parecem como um doce que deve ser comido.
E enquanto a luz do sol se impõe no fresco da manhã, as andorinhas, escravas dos beirais do mar, constroem seus ninhos em cima, como um homem que semeia polias, ao longo de um túnel de luz.
E para sentir a luz em mim, seguida de um rápido bater de asas dos pássaros, roubo mais um tempo da vida antes de virar e fugir dali.
Sinto o toque de um ínfimo grão de areia, que a rigor deveria passar despercebido, deliciosamente.
Giro lentamente até tocar a agua fria com meus pés.
Não há como se apegar;
Instintivamente, eles pulam as ondas.
Partem de mim, e eu a liderá-los por entre a folhagem fina que ladeia a praia.
Vou nessa vida como um cometa errante que leva para o infinito as mais raras gemas, espalhadas pelo vento alto, para novamente, terra-formar o desconhecido, desconhecido.
Portanto, inexisto, agora...
A mim foi dada a Palavra E me foi dito pra falar, Que coisa! O dia está chegando Jesus está voltando,As pessoas estão morrendo Milhares se perdendo E eu aqui calado Mudo, O mundo chora, Jesus também chora, As pedras clamam, E eu assisto a tudo. Parado.Até quando oh pedras Clamareis em meu lugar?
"A coisa que mais assombra a minha mente é a idéia da inexistência, uma morte sem significado, um caminho que leva direto ao desconhecido e ao vazio. É uma trilha sem volta direto para o abismo do esquecimento. Resumindo, a morte é como uma noite sem fim no completo e absoluto escuro".
Como hoje, uma palavra, uma imagem, um gesto bastavam para fazer ressurgir outros, lembranças, ao sabor dos acasos, como os vários rolos de um filme projetados fora de ordem, ajudando-me a reconhecer o desconhecido.
Essa é a parte em que as quatro crianças atrevidas entram de cabeça no assustador e sombrio desconhecido?
