Saudade de Filho que Estuda Fora
Não esqueci você.
Ainda tenho seu seu cheiro na lembrança...
Seu beijo na memória...
Sua ausência do meu mundo...
E uma quantidade sem fim da falta de você!
No fundo, compreendo que ela sempre será o meu contraponto e o meu paradoxo: ausência que me dói e, ao mesmo tempo, me fortalece; distância que me fere, mas que me reinventa. Cada passo que dou carrega a marca de sua falta, transformada em impulso para ser maior do que a dor e mais forte do que a saudade. E é por isso que, no íntimo da minha existência, ela permanece como um espelho invertido: não está, mas me mostra quem sou; não volta, mas me faz seguir adiante.
A coisa mais terrível no inferno não é o fogo ou a dor.
É a ausência de Deus.
A alma, perdida em seu próprio vazio, estará à mercê dos seus próprios pecados, sem a luz que guia, sem a misericórdia que salva.
No fim, não é o sofrimento físico que atormenta, mas a eterna separação da fonte de todo amor, de toda graça, de toda redenção.
Na ausência de metas claramente definidas nos tornamos estranhamente leais para realizar trivialidades diárias, até que, finalmente, nos tornamos escravizados por isto.
A “verdade”é a ausência da mentira, no entanto, a ausência de mentiras nem sempre significa“verdade”. Na religião, na política e na ideologia, a verdade sempre será relativa, ou seja, sempre haverá uma meia verdade.
Pareçe que meus dias não tem graça, que as horas passam sem pressa, e a sua constante ausência me faz viver sem gosto, sem vontade, deixando meu tempo parado como se nada me agradasse, com um sabor amargo, sem vontade de viver, apenas esperando o momento em que você vai voltar e me tirar daqui me levar para o teu mundo.
Descobrimos amigos pela presença, mas acima de tudo pela ausência.
Amigos mesmo descobrimos pelo que eles pensam de nós assim que nos fazemos ausentes.
Amigo é aquele que mesmo longe mantém tudo que disse diante de você.
O amor que ele declara na sua frente, é o mesmo amor que ele continua afirmando quando você se vai embora.
Ouça
Não espere de mim muitos amores
Pois o pranto desta ausência me machucou
Na companhia de um beija-flor
Que toca a rosa como se fosse a última vez
Esperei voltar a tocar teus lábios
A sentir teu cheiro
A ouvir teu coração
Na solidão da espera
Mergulhei meu pranto
Minhas lágrimas foram ao encontro do mar...
Num oceano de dúvidas e palavras fúteis
Cá estou eu ainda a lhe desejar
Não demores a ouvir o que te diz a brisa
Quando ela em sobressalto tocar-lhe a face
Ao nascer o sol reverencie-o
Ao cair a chuva dê-lhe teu melhor sorriso
Pois estes a quem reflito
Tem sido a tempos meus únicos ouvintes...
Só quem amou de verdade sabe a real intensidade
de um amor perdido.
O que mantém dois juntos
não é a ausência de problemas,
mas a decisão diária de enfrentar
o que vier sem desistir um do outro.
"Paz não é ausência de conflitos. Ela advém da presença de Jesus Cristo em nossos corações, o que produz verdadeiros relacionamentos em amor. O segredo é amar como Ele amou".
Não tenho, e justamente por não ter é que desejo... É a falta que me move, é a ausência que me consome e dá forma ao meu querer. Se eu tivesse, talvez o amor adormecesse na segurança da posse; mas é no vazio que ele se acende, como chama teimosa em meio à noite. Amar, para mim, é isso: sentir a ferida aberta da falta e, ainda assim, agradecer por ela, porque é dela que brota o fogo do meu desejo.
Quando o cansaço pesar nos ombros,
lembre-se: o que te sustenta não é a ausência de dor,
é a confiança silenciosa de que vai passar.
Não deixe que o medo grite mais alto
do que a esperança que sussurra dentro de você.
É ela que te ergue, mesmo quando tudo parece desabar.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
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