Sangue
Filhos sendo de sangue ou não sempre serão de coração, amor não se diferencia por sangue e sim por quem o sente.
Uns amam independente de qualquer coisa, ja outros pensam amar, quando na verdade nem sabem o que é amor de verdade!
Tela
Comecei a pintar teu rosto
Na tela do meu pensamento
Meu sangue servia de tinta
Porém o tom vermelho forte
Não conseguiu esconder
A maldade que nele existia.
Cada traço teu pintado
Mostrava a imaturidade na testa
A traição nos olhos
A mentira na boca...
Depois da tela pronta
Olhei de outro anglo
Sorri...
Ele não foi suficientemente amado.
O cúmulo da vingança é:
Doar sangue para o seu maior inimigo, esperar até que ele se recupere da enfermidade e mandar o recado ao mesmo que tem um pouquinho de você dentro dele!
Do sangue crioulo dos trocos
ao sangue crioulo das favelas
não vejo muitas quimeras
mas mesmo assim,há coisas belas.
O traçar da rabiola.
O soar do berimbau.
O meu samba tem dendê
que tempera o carnaval.
Uma lembrança
Lembro-me perfeitamente. Revoltado, o sangue quente borbulhava em minhas veias. Esvaziei meus bolsos, respirei fundo e saí. Deixei para trás tudo o que poderia crer ser precioso. Não havia caminho à trilhar, meu destino era incerto. Caminhava. Enquanto o fazia, pensava, principalmente sobre os motivos que me levaram a caminhar. A frustração me confundia. Não os encontrei. Mesmo assim, continuei.
No começo, apenas observava o mundo ao meu redor. Encontrava-me descobrindo inúmeros detalhes que sempre passavam despercebidos devido ao caos do dia-a-dia. Um olhar atento bastava para me corrigir. Caminhava sozinho, sempre pensando. Após horas, os pensamentos foram interrompidos por súbitos lapsos de sanidade mental. Me perguntava sobre o porquê de caminhar. Não os dava atenção, algo me movia a continuar, embora fosse essa razão desconhecida. Após dias, pesava sobre mim o castigo da fome. Pensava, agora, sobre as pessoas que tem fome. De onde elas tiram forças para continuar a caminhada? Maltratado, apenas continuava a andar, alimentando-me com restos encontrados durante a jornada. Alimentava-me também de esperança de chegar, embora local específico não era sequer imaginado. Andava. A dormência de meus pés era um lembrete constante do quanto havia caminhado. Incessante, ela se mantinha pronta a me desencorajar a qualquer minuto. Pensamentos me abateram: como fazem as pessoas cujos “pés dormentes” não as permitem andar como agora faço? Visto isso, redobrei a concentração e me mantive firme.
O suor escorria pela minha face, já há muito tempo suja pela terra do asfalto e longo período sem práticas de higiene convencionais. Minha cabeça se mantia erguida. Com meu olhos ligeiramente abertos, tentava me guiar através das miragens impostas por um Sol inclemente. O sal os fazia arder, mantendo-me cego. Imaginava: como podem as pessoas caminhar sem enxergar? Descobri razão pela qual caminhar: chegar. Esperava saber onde.A chuva caía. Lavava meu corpo e alma. As vestes, agora molhadas, pesavam. Tanto quanto minha consciência, por ter partido de forma tão inesperada, tal como a tempestade que me surpreendia. Olhava para o céu e apenas me entregava à sua fúria. Me sentia rejuvenescido, com espírito renovado. Sensação como nunca antes havia sentido. Questionei-me: como podem as pessoas viver e nem sequer apreciar esses pequenos momentos? Pensei em meu lar. Um turbilhão de rostos conhecidos, momentos vividos e erros, como nunca ter apreciado a chuva. Parti, em meios as poças: essas, de lágrimas. A exaustão por fim me venceu. Pernas trêmulas, cabeça pesada e respiração falha. Uma simples distração: fui ao chão. Cogitava como teria sido se, desde o princípio, tivesse lá permanecido, não caminhado. Estático no chão frio, mal conseguia me mover. Movimentava-se apenas minha mente. Ao fechar os olhos por completo, um filme era visto. Imaginava se estaria morrendo. Me dei conta de que não seria possível: eu já estava morto. Morto por dentro. Sempre obedecendo à rotina, aos caprichos dos que me rodeavam. A revolta tentou se manifestar, mas toda vontade já havia sido minada de meu ser. O sono foi longo, mas pareceu curto.Ao acordar, uma surpresa: uma mão. Estendida diante de mim, oferecia-me alimento e conforto. Sendo carregado, lembro-me de me sentir como um fantoche, em um teatro. O que, de fato, eu era. Deitado em uma cama confortável, descansei. Ao acordar, um banho e uma refeição. Logo dirigi a palavra à pessoa que ao meu lado estava, queria saber que circunstâncias a levaram a me ajudar. Disse-me que viu em mim mais que um corpo estirado ao solo, mas uma alma carente de ajuda. Completou por dizer que nada além de suas possibilidades havia feito: nada que uma pessoas de bem faria por outra de valor equivalente. Não me cobrou a breve estadia, nem os alimentos. Desejou-me boa sorte, na viagem que chamou de “vida”. As lágrimas voltaram. Mas dessa vez eram diferentes. Só pude agradecer e partir, diferentemente de como no começo de minha viagem. Ao sair daquela humilde casa, refleti: como podem as pessoas não crer na bondade, na compaixão? Senti-me envergonhado pelos meus momentos de revolta, normalmente associados a assuntos esdrúxulos. Por fim, acordei. Tudo não passou de um sonho, embora extremamente real. Mas, embora fantasia, meus pensamentos permaneceram intactos em minha memória. Tudo o que pensei, chorei e senti: toda a jornada. Nada pude fazer a não ser ajoelhar e agradecer. Ser grato por descobrir que há muito a ser observado além de uma primeira impressão, grato por não sofrer devido a fome, por ser capaz de me mover com minha próprias pernas, de ver com meus próprios olhos, de saber que os pequenos momentos da vida fazem dela tão fascinante e grato por ter aprendido a acreditar nas pessoas.Desde o começo, a chegada sempre foi a largada e o que me movia era fé: em um mundo onde as pessoas pudessem ser agradecidas pela grande dádiva da vida que possuem.
...ainda que te arranque sangue dos pés
Não desista do caminhar
Porque parar é retornar ao ponto zero...
Digamos que o sangue corre nas veia e a inspiração no coração, se o coração ñ anda bem a inspiração ñ vem.
Se escrevesse um poema neste instante, escreveria uma árvore. Deixaria meu sangue circular em sua seiva, e os pássaros fazerem ninho com palavras de paina.
Meu corpo é constituído por sangue, suor, lágrimas e outras coisas navegáveis e frágeis que formam mais de 70% de minha estrutura humana que uso de disfarce no dia-a-dia.
Aprendi que família nem em todo caso precisa ter o mesmo sangue correndo nas veias, aprendi a ter paciência e esperar que o tempo passasse para de novo reencontrarmos. Família entretanto é um grupo de pessoas do mesmo sangue ou não, vocês optei por ser parte da família, se estamos tão pertos um do outro foi puramente o universo que de novo nessa vida permitiu-se então que fossemos encontrar aqui.
Desolação...
Aqui eu sentado no sofá
Licor amargo em chamas aquece o meu sangue
Aqui eu bebo sozinho e lembro-me
O amor é o veneno da vida
Bebe o licor que alimenta o fogo
E esquece a esperança inútil
Aqui está o amor a doença
O grande mártir da vida
Aqui é a vida
O grande vulto da miséria
Aqui é amizade
O néctar do espírito
Mata a sede
Afoga a tristeza
E esquece o frio de ontem
Perdidos na desolação do amor
As paixões que colhemos e semeamos
Perdidos na desolação da vida
Este caminho que andamos...
Meu sangue é quente, minha alma ardente,
Minha Vida é minha Mente, já feita pra sempre ser existente,
Existente no Mundo em que muitos acham que é certo,
Mundo de Guerras, misérias com jovens e mais velhos,
Mas tudo que sei é que Jah está no comando,
Agindo com Amor, Paz e a Vitória sempre buscando.''
ACIDENTE
Já não sinto mais meu coração,que de dor anestesiou, lágrimas lavam meu rosto,e o sangue mata minha sede,tenho sede de vida,já não vejo claramente,e minha mente parece cansada,meu corpo esta ferido,estou desacordada numa rua atropelada.
Quando me ferem, e me cortam, ao invés de escorrer sangue, escorre-me veneno.
Veneno que desce selando a ferida, deixando toda a sujeira do lado de dentro, permitindo uma cicatriz enorme.
Bate, que eu te esqueço na hora.
Dói! E depois da dor só restará indiferença.
O veneno não permanece em mim. Ele só fecha e seca minhas feridas instantaneamente.
Ele permite-me sofrer por menos tempo.
Ele me faz ver pontos de luz, nos meus momentos de escuridão.
Não sou uma pessoa má.
Não vivo para aferroar as pessoas.
Eu divido veneno com meus amigos machucados.
Mas antes de selar-lhes as feridas, tento limpa-las. E isso realmente dói.
Eu não preciso magoar ninguém pra ser feliz.
Eu preciso apenas provar meu valor.
Um valor já existente, talvez até então não divulgado.
Eu não preciso pisar em ninguém pra ser feliz.
Mas se você pisou algum dia em mim, pode ter certeza de que se cair, não serei eu a ajudar-te.
Desculpe, sou humana.
Humana, com meus defeitos, dores, alegrias tolas, e cicatrizes horríveis.
Sou feita de mel, e mel distribuo.
Abelhas me defendem, assim como os espinhos defendem uma rosa.
Não tenho medo
Não tenho medo da vida
E com ela bato de frente,
Tenho a guerra em meu sangue,
Tenho um coração valente.
Medo um dia tive,
Mas medo terei jamais,
Pois hoje aprendi viver,
E vi quanto sou capaz.
Em guerras mergulhei,
E me afoguei na solidão,
Vivia sempre tristonho
Pois não tinha mas razão.
Hoje seu feliz ,
Pois na guerra não tenho medo,
De contar os meus segredos,
De tudo que um dia fiz.
Todo o sangue é vermelho; independente da cor do humano.
Todos os corações são vermelhos independente da raça.
Mas há os que pintam de negro seus corações;
quando praticam o racismo; preconceituosos; mancham,
com o branco suas ingnorantes maldades.
Ídolo eterno
O manto fazia parte do corpo dele:
o sangue dele é vermelho e preto, seu coração é o escudo do flamengo, sua pele é o manto sagrado!
VIVA AO ZICO!!!!!
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