Salvação
A arca, dada por Deus, como instrumento de salvação para os que nEle criam, foi também um instrumento de condenação para os incrédulos. Hoje, a arca é Jesus. Quem nEle confia recebe salvação, mas quem o rejeita recebe condenação. Em relação a Jesus, qual é a sua situação? Fé ou incredulidade? Reflita: Quantas pessoas, ao longo da história, tem rejeitado a Bíblia e a Deus por causa do relato do dilúvio. Assim como a incredulidade das pessoas dos dias de Noé não as livrou da realidade de Deus e do juízo Divino que sobre a humanidade se abateu, não se dará o mesmo com os incrédulos dos dias de hoje?
"Ao entendermos o propósito da salvação pela graça e passarmos a viver segundo seu poder curador, que se manifesta por suas virtudes e princípios eternos, veremos que ela nos propõe um chamado para uma vida completamente nova, que nos transforma e dá novo sentido e significado às nossas vidas."
Os cristãos zombavam dos filósofos pagãos porque estes, ao invés de pensarem em sua salvação, só pensaram nas coisas exteriores a eles. O cristão só pensa em si.
A salvação, pela graça mediante a fé no Evangelho de Cristo, encontra sua primeira expressão pública e ordenada no batismo, o qual testifica o verdadeiro arrependimento e a fé salvadora, inaugurando a vida nova e visível em Cristo.
A razão pela qual a graça de Deus é o único caminho para desenvolvermos a salvação de maneira plena e saudável está relacionada ao fato de que ela provê, pelo poder do Espírito Santo em nós, todos os recursos para mantermos a salvação até o fim.
A graça de Deus, por meio do sacrifício de Cristo, abriu um novo e vivo caminho para a salvação, antes impossível quando tentávamos nos salvar pelas obras da lei.
Embora a salvação seja individual, a incredulidade de uma geração pode deixar um legado de dor, afetando os descendentes e gerando consequências que atravessam as gerações.
A salvação é individual, mas a semeadura dos pais impacta a vida dos filhos. Eles herdam as consequências das ações dos pais, sejam bênçãos ou maldições.
"Criam um Deus 'funcional', que recompensa boas intenções, pune desvios, garante salvação com cartão fidelidade. Esse não é Deus — é um contrato mal redigido."
"Ainda que eu perca a minha alma, a minha salvação. Que seja por minha própria culpa, por causa do pecado. Botar a "marca" é botar o cabresto de volta no rosto e dar prova ao inimigo de que ele está certo e de que eu estou errado."
"Do que vale a salvação ou a condenação, se céu e inferno são estados de consciência, que num dado instante, numa zona espiritual, seja lá o que exista, não estará guarnecido de memória, munido de consciência de quem foi, do que fez, do que deixou de fazer?"
