Sair de Casa
Nossa casa sempre foi formada pelos mesmos tijolos e nunca caiu, assim também somos nós, formados por princípios que não nos deixa ruir
Não construa sua casa no coração alheio sem antes firmar alicerces no seu próprio. A ausência de raízes internas torna qualquer vento um furacão.
Aprenda a ser sua companhia favorita. Quem encontra paz em si, nunca depende do silêncio do outro para se sentir em casa.
Você está ouvindo
o quê eu ouvi?
Você ouviu e viu
o quê ouvi e não vi?
É o Comendador
da casa das 365
janelas andando por aí.
Não toque na reputação
alheia de jeito nenhum,
e não mexa naquilo que não é seu.
ACOLHER NA CASA ESPÍRITA
Caríssimo, na casa espirita segue a doutrina, mas existe casas que aceitam doações, que são repassadas, para atender o auxílio em hospitais, pois nossos irmãos viajam para receber atendimento, e estas, sem perguntar nada, lhes ofertam uma refeição, um café, um pão, cientes que o gesto diz tudo.
Oferecer de graça o que de igual forma recebemos.
O valor está no acolher o próximo.
A estes espalhados, por várias regiões, motivados pelo gesto iluminado.
Sou Médium?
Primeiro Busque se conhecer, depois entender que todos nós temos auxílio.
Não se tem um guia, mas orientação todos têm, procure ouvir quem também passou pelo seu estágio atual
Em uma casa de oração ou em uma casa da doutrina espirita, não tem diferença a não ser o estágio evolutivo e seus motivos.
Encontrará as respostas que já fazem parte do seu caminho… siga sua intuição e que seja do bem ao próximo.
Fica em paz.
Da casa
Morei numa casa,
Feita de cal, madeira e planta.
Tinha facho de velas,
E raios numa porta debruçados.
Minha mãe nos ensinava,
A fazer um pão chamado sonho.
Por vezes tínhamos que fermentar com mais vigor.
Mas por fervor ou insistência, crescia.
Nessa casa se contavam estórias.
Como a luz que ficou presa na sombra,
Até que o vento a libertasse.
Ou da lagoa que desaguava no mar,
Porque ele por ela estava encantado.
Tinha uma que ninguém entendia.
Revelar-se-ia mais tarde na travessia.
Era de uma voz que somente se ouvia,
No agudo silenciar, tomado na profundeza.
A casa inda lá continua.
Minha mãe ajuntou-se noutro tempo.
Só agora, enxertado de silenciamentos, aquela voz ecoa.
Abre-se na boca do menino que se avizinhou da saudade.
Carlos Daniel Dojja
In Poemas para Crianças Crescidas
Às vezes dá vontade de sumir, e apenas sair por aí e conversar com um estranho. É um pensamento estranho, mas quem disse que eu era normal?
Ao mesmo tempo em que sair da rotina é sadio e de fato necessário, fugir da rotina tem um contexto oposto que pode ser nocivo, e até fatal, na essência de um relacionamento a dois. No primeiro caso, pontuamos a rotina com expedientes ou programas que aliviam nossas tensões diárias e o tédio que perpetra os nossos dias. Depois, é imperativo que retornemos à chamada realidade, que nada mais é do que a própria vida, e convenhamos, urge viver. Sair da rotina tem que ser viagem de ida e volta.
Já no segundo caso, a fuga institui uma agonia sem fim, por fugirmos dessa realidade que nos persegue; jamais nos deixa. É fato inerente aos nossos passos. Essa fuga nos torna semelhantes a foragidos da lei. Autenticamos por meio dela o pânico e a infelicidade, ao estabelecermos outra rotina, muito pior que a detestada por nós. Trata-se de uma rotina de fuga da rotina. Uma busca insaciável. Um vício que tende a estabelecer o caos na vida a dois, resultando a fuga definitiva. Separação.
IMAGINA Q LOCO você ta em casa sozinho ate que você espirra. de repente o telefone toca você atende e uma voz misteriosa sussurra "saúde" e desliga.
Não estou te implorando nada, mas por favor sai dessa depressão, aparece, sai de casa, vem me ver...
A alegria de minha casa não é o dinheiro, mas um Deus de ternura, bondade e simplicidade. A vida precede a glória dos séculos vindouros.
A vida é uma eterna senhora de oitenta e poucos anos, sentada á porta de casa, num banquinho de tábuas mal pregadas e maltratadas pelo sol e pela chuva, com um punhado de linha e uma agulha de tricotar nas mãos enrugadas. Todas as manhãs e fins de tarde se distrai a observar sua platéia que faminta pelo prazer e pela necessidade infindável do “ter” transita em suas vistas, sem muitas vezes notá-la ali presente todos os dias.
