Sair da Casa da Mae
A FUMANTE
Ela gosta de fumar
Seja em casa ou em outro lugar
Ela não para de fumar.
Ela precisa fumar
Solta a fumaça pelo ar
Ela tem que fumar
Ela se esconde ao fumar
Tem medo das pessoas a julgar
Mas ela precisa fumar
Ela joga a bituca no chão
E a amassa com o pé
Retira outro do bolsão e volta à chaminé
Ela se sente tão só
A vida dela é fumar.
Não possui mais esperança.
Fuma o tempo inteiro
Na esperança de fugir da realidade
Se sente livre em um cativeiro,
E vive na dualidade.
Ela não cansa de fumar.
Estranhos...somos estranhos dentro da própria casa..
Somos loucos, insanos, somos bolos... por viver assim a tantos anos...perto mas ao mesmo tempo tão distantes .. cada um com seus segredos, sua solidão, seus medos e devaneios...cada um no seu canto em silêncio ocupando a mesma sala... mas ocupando corações que não são seus..amores que não são seus... ocupando lugares que não são seus...
Uma mulher é o pilar da casa... a sustentação do relacionamento..uma mulher é a força, a coragem, o equilíbrio... mulheres são sábias, edificam! Mulheres são lindas, colírio... mulheres são obras primas, música para os ouvidos .... mulheres são flores que não se batem nem com espinhos... mulheres são a perdição, o paraíso, o inferno e o céu no seu infinito... constelação, imensidão, o mar... mulheres são sublimes.. mas não se engane, são felinas, feras vorazes, vulcões em chamas, fogo, faísca e incêndio.. depende do que você desperta nelas...desperte sempre o melhor!
Ela nasceu pra ser dona.... dona de casa.. dona de empresa... dona de si ...dona dos seus sonhos, ideais, dona de uma força sem limites e de una coragem sem igual...
Ela nasceu pra ser dona... ela nasceu pra ser que quiser..porque mulher forte,determinada luta, batalha, corre atrás e faz acontecer!!! Ela sabe muito bem que nada cai do céu se ela não arregaçar as mangas.
Perguntei ao meu amigo por que pintou a casa dele inteiramente na cor preta e ele respondeu que pela mesma razão que pintei a minha na cor branca. Uma questão de gosto.
O pardalzinho nasceu
Livre. Quebraram-lhe a asa.
Sacha lhe deu uma casa,
Água, comida e carinhos.
Foram cuidados em vão:
A casa era uma prisão,
O pardalzinho morreu.
O corpo Sacha enterrou
No jardim; a alma, essa voou
Para o céu dos passarinhos!
Para merecer o título de bilionário, é preciso dominar as emoções perante dívidas na casa dos bilhões, lembrando sempre que fluir é diferente de acumular.
Curto a vida da forma mais agradável e isso já me basta. Uma casa silenciosa, uma filha de companhia e para me sentir amada; um amor.
Numa noite escura a luz me guiava
Café na cama, e a casa toda bagunçada
Você tirando sua roupa
É um Conta de fadas
E claro que essa noite eu vou
Querer ele denovo
Bota tua melhor roupa
Passa na minha casa
fala no meu ouvido
baby please não para
Meu maior luto é por esta fase: pueril. Dói perder. Casa, lar e infância; para mim, sinônimos. Dói crescer. Saudade.
Hoje, adulta, mas, todos os dias, uma eterna criança (cada vez mais fragmentada).
Que mundo é esse, em que vivemos?!
Quando saímos de casa, nesta grande metrópole, tentamos andar sem medo, mas o fato é que no dia a dia, onde quer que moremos, o surpreendente pode acontecer; ao caminharmos por uma rua ou avenida temos que ligar nossos sentidos de alerta: o perigo nos espreita a todo instante, em cada esquina. Desde o amanhecer, a qualquer hora do dia ou da noite podemos cruzar com um bandido! Eles, querem nosso celular, nosso carro, nosso dinheiro. E para isso, são inescrupulosos. Não basta tomarem o bem material, muitas vezes querem também às nossas vidas.
Se estamos andando a pé, de bicicleta, ou de carro, não importa! Eles atacam quando menos se espera, eles estão misturados com os cidadãos de bem, e não há como diferenciá-los. A princípio somos todos iguais, não é mesmo! Então, não dá para separá-los pela aparência, e saber quem é do bem e quem é do mal!
Num repente! Numa próxima esquina, um motoqueiro pode aparecer, disfarçado de entregador e nos dá voz de assalto: Perdeu! Ele diz: “passa o celular e a carteira”, aí entregamos tudo a ele, e rezamos para não levar um tiro.
Se estamos de carro, eles também nos espreita, e ao pararmos, seja no farol, ou na porta de nossas casas, a história se repete:
Perdeu! Dê-nos as chaves! E neste caso, podem nos levar no chamado “sequestro relâmpago” e só nos soltam depois de esvaziar nossas contas - com nossos cartões e senha, arrancados sobre torturas – e só aí, bem assustados, conseguimos respirar a liberdade, então, agradecemos a Deus por ficarmos com nossas vidas.
Que cidade é essa, que onde nenhum lugar é seguro: nos quatro cantos dela: de manhã, a tarde ou a noite, o perigo nos espreita em cada esquina.
Somos prisioneiros do medo em nossas casas, porque do lado de fora há sempre um bandido a nos espreitar, e se o encontro for inevitável pode ser fatal.
Que mundo é esse em que vivemos?!
Quando o filho do lado do Pai, não se alegra com o retorno do irmão para casa, é sinal de que nunca soube o que é estar ao lado do Pai. Presença de corpo não é presença de alma.
Aqueles de vocês que tiverem sorte de ir para casa no Natal abracem seus parentes com carinho e juntem-se em orações pela paz na Terra e benevolência entre os homens.
Eu me sinto terrivelmente sozinho. Todos os meus amigos partiram e me sinto aprisionado em casa, sem ninguém com quem sair e aproveitar a vida. Às vezes, acredito que o problema sou eu e me considero inútil. Tenho medo de caminhar sozinho, mesmo sabendo que estou solitário. Como eu gostaria de desfrutar mais da minha vida, de ter amigos próximos com quem pudesse compartilhar momentos, mesmo que seja apenas para admirar as estrelas juntos. Ai, como me sinto solitário. Não sei como encontrar o caminho para me sentir bem novamente. Parece não haver uma saída para esse sentimento angustiante que me consome cada vez mais. Além disso, é difícil entender por que meus amigos se afastaram sem motivo algum, inclusive aqueles que eram próximos na escola e se distanciaram quando mudei de escola. Isso só aumenta a sensação de abandono e solidão que carrego no peito.
Enfim, outrora, voltei para casa.
Silêncio, estou ouvindo o desejo súbito dos meus olhos.
O socorro sendo clamado.
E então, voltei para o campo de girassóis.
Derrepente, arames farpados envolvem meus tornozelos e sobem em direção a minha garganta, sufocando-me até a morte.
Em um piscar de olhos, estou no mar de palavras rasas.
Me afogando com minha própria necessidade de querer algo mais profundo onde não há espaço.
Colido.
Abro os olhos, o ar volta aos meus pulmões.
Eu estou bem.
Até isso repetir-se novamente.
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