Sair da Casa da Mae
Pedaços de madeira como filho,
Quintal como casa,
Família imaginária,
Professores e alunos de mentirinha,
Bonecas inertes como brinquedo,
Pano na cabeça como cabelo
Ou por que não chicletes como aparelho dentário?.
Interessante pensar como era
Meu olhar de criança, como podia ter tanta imaginação e ficar horas brincando de ser alguém ou até mesmo brincar q um pedaço de madeira poderia ser um bebê.
E bom lembrar de uma época, onde não existia maldade na mente pura de uma criança, nem mesmo respostas tão difíceis e muitas vezes inaceitáveis...
Pichação não é arte, é vandalismo mesmo. Depredar a minha casa não é arte, é vandalismo mesmo. Furar os pneus do meu carro não é arte, é vandalismo mesmo. Tudo aquilo que modifica o princípio estético de algo público ou privado por terceiros sem autorização se considera vandalismo.
A FADA MEDROSA
Perto de um bosque havia uma casa de sape
Onde vivia uma fada princesa
Que no lugar do nariz tinha uma cereja.
Certa noite a pequena fada
Foi ao poço buscar água
E logo avistou um gato
Que mugia feito gado
Foi tamanha estranheza
Que a pequena fada princesa
Pegou seu pote sem água
E correu para dentro da casa
Logo ao entrar apavorada
A princesa coitada
Tremendo feito uma vara
Gritou sua amiga arara
Que pela fresta da janela
O gato foram espiar
Logo gritaram pela mãe dela
Que em seguida apareceu na janela
A arara deu um pulo
Com o susto que levou
Disse: Olhem lá no muro!
Mostrando o gato que avistou
A mãe logo o reconheceu
Ah! Aquele é o gato Bartolomeu
Filho do saudoso Zaquel
E de Dona Chiquinha
A nossa vizinha
Olhe o que medo faz
Mais calma reconheceram o pobre rapaz!
JORNADA
Como é bom voltar para casa de madrugada, vê-la toda bagunçada, as crianças dormindo na sala ao som de um reggae da baixada. Entro no meu quarto, tiro a roupa, tomo um banho e dou aquela relaxada, depois converso com meu amor sobre a minha caminhada. O cansaço adormece meu corpo, minha mente entra no clima e dá uma desligada. Quando amanhecer continuarei minha jornada.
Nossa casa mudou muito... Tudo fora do lugar... Sem retratos, sem tapetes... Sem seu cheiro a exalar... Nem as flores são verdes como antes... Nem meus sonhos se permitem recordar... A saudade agora fria companheira, permanece onde foi o seu lugar.
Semear
Semear o bem é fácil,
isso em qualquer lugar.
Acontece em sua casa,
na família, no seu lar.
Trabalhando com valores,
o mundo pode mudar.
Uma família mais feliz,
vai o mundo transformar.
Semear o bem é fácil,
basta você acreditar.
Os valores familiares,
pode a sociedade mudar.
Ensinar boas virtudes,
é papel do cidadão.
Que é chefe de família,
não é só da escola não.
O valores fundamentais,
são os pais que os ensinam.
Ensinando virtudes e valores,
que a sociedade determina.
NA CASA DOS 20 ANOS
Na casa dos 20, a gente cresce e começa a amadurecer.
Na casa dos 20, a gente muda a nossa atitude, o nosso comportamento, o nosso pensamento, a nossa mente, a nossa ideia, a nossa escolha, o nosso sentimento.
Na casa dos 20, os hormônios estão mais ativos que nunca, temos mais coragem, estudamos, trabalhamos, brincamos, nos divertimos e temos força para fazer de tudo um pouco.
Na casa dos 20, queremos abraçar o mundo com as nossas mãos, sonhamos altos, realizamos alguns, outros só o tempo dirá, mas não desistimos daquilo que almejamos.
Na casa dos 20, já não somos tão ingênuas como na adolescência, ficamos mais fortes, temos mais responsabilidades, abdicamos de algumas vontades por causa do trabalho ou ate mesmo da família, lemos mais, e com isso, vemos a vida e as pessoas com um olhar crítico.
Na casa dos 20, a gente se redescobre, conhece o corpo, a mente, a alma e o coração. Viajamos e conhecemos lugares incríveis que marcam a vida da gente.
Hoje na casa dos 20, choramos, sorrimos, crescemos, e, acima de tudo tiramos muitos aprendizados dos erros. Na casa dos 20 o desejo materno bate mais forte, a vida profissional abre janelas e o amor bate a porta!
...Ao voltar para casa, Pai e Avô inconsolados cantavam o hino Brasileiro, como se prestassem as últimas condolências ao soldado guerreiro que morreu em defesa do seu país, antes de entrarem em casa sentiram ambos uma estranha brisa vindo do oeste e compreenderam que era o soldado que soprara ao encontro deles para dizer que descansou…"
http://franklinsousa.com.br/soldado-ferido/
Quem diria, lá em casa você nunca fez nada, nada mesmo hoje vejo que até suas amigas você reclama, que não lhe ajudam sabe porque agora enxergam sua incapacidade de dizer a verdade sabe falsidade um dia a gente enxerga vai trocando os moveis do lugar procure alguém pra você colocar no seu lugar. Um dia você se revela posso ate te ver no tapete das estrelas, mas te garanto que nem sendo estrela vai poder fuscar o meu brilho, porque a minha honestidade não se abala com lixo!
Quem é lua, sempre brilha!
Vida Conjugal:
Se você quer que sua esposa o receba em casa com os olhos lacrimejando, como se estivesse morrendo de saudades de você, sincronize sua chegada com o momento em que ela estiver picando a cebola para fazer o jantar.
Eu fiz aqui em casa e deu certo.
CHEIRO SEM NEXO
Quando chove em minha casa
Telha exala as horas
Eu não sei que horas são
Em espelhos de janela
Ladro ao primeiro vento que vier
A chinela emborcada
Desde que deitei
Testou minha fé
Ninguém sabe a oração
Se amanhã eu parir só rimas
Minhas metáforas
Adestradas pela vergonha na cara
Virão abraçar as tuas silhuetas
E na mesma cena e palco
Saberá que o equilíbrio ensaboado
Escorregou do meu meu corpo
E foi parar no ralo
Pelos logradouros que passou
Deixou o rastro
Não promete retornar.
Ai, que cheiro que deixou...!
Mudanças na vida
Tudo ao mesmo tempo
Agora!
Cama, coisas, carro
Casa nova!
Todos se movimentam
Felizes daqueles que têm amigos e
São amados apesar do que são!
Cachaça da branca
Dias e noites sem fim
Padaria, cachorros
Uma gelada ás 10h da manhã
Amizades instantâneas
A metrópole parece-me o interior
e a nostalgia dá um nó na alma
e no coração.
Roteiro
No caminho de volta pra casa, enquanto eu caminhava por aquele monte de avenidas que se estendiam diante dos meus olhos, percebi que uma friagem veio de encontro a mim. Parecia anunciar a vinda de uma chuva daquelas. Foi coisa rápida. Só tive tempo mesmo de pensar em como seria bom se você estivesse segurando na minha mão, naquele momento. Apenas para que eu pudesse achar graça do seu jeito discreto de ficar feliz com o movimento do ar.
- Ei, olha isso! – Você diria, com o maior sorriso do mundo como que exposto numa
vitrine.
Entre um cruzamento e outro, já perto do meu destino, notei que no alto de um poste à minha direita, uma caixa de som, antiga e desgastada pela ação do tempo, ainda se mantinha firme e razoavelmente forte.
Naquele exato momento estava tocando, por incrível que pareça: Gene Kelly - Singing İn The Rain.
Na mesma hora, pensei: Caramba! É sério, isso?
Sei que você também gosta. E que de certo pensaria em me pegar pelos braços e confortavelmente se acomodar na paz que você tanto diz residir entre o peito e meus braços. O que certamente teria a minha aprovação, já que eu adoro a visão dos seus cabelos ao prazer do vento. Isso, sem falar do cheiro...
Enquanto o sinal estava fechado para os pedestres, me mantive absorto em pensamentos. Lembro de uma senhora ter-me chamado a atenção para perguntar se eu precisava de alguma coisa. Acho que minha cara indicava que eu não estava ali.
Logo meus olhos se perderam ainda mais naquela imensidão e meus pulmões responderam por mim. Respirei fundo e apenas lhe sorri de volta, indicando que ela não precisava se preocupar.
É estranho, mas aquele contexto me fez pensar que a saudade alimenta uma esquisita relação entre o amor e o ódio. Pois veja bem, é notório que adoro quando você chega com aquele sorriso que deixa na cara a sua vontade - que também é minha – de trocarmos tudo que estamos fazendo, por um daqueles beijos que sempre terminam em mordidas e gargalhadas. O que bem poderia estar acontecendo agora, diga-se de passagem. Mas odeio quando nossos compromissos limitam a nossa tão simples vontade de passarmos mais alguns instantes deitados, em silêncio e tentando de forma disfarçada, sincronizar nossa respiração com a do outro, seja lá pelo motivo que for.
Enfim. Cheguei em casa e não lhe vi. Aquilo me levou á conclusão de que, verdadeiramente, estar em casa é bom. Que ter um lar é reconfortante. Mas que, no final da história - e do dia - o melhor lugar que existe, sem sombra de dúvidas, sempre será dentro de um abraço. E eu quis o seu, no meu. Conjugando assim o tempo que, não importa até quando, sempre será nosso. Presente.
Você percebe que venceu na vida quando volta para casa
É tem alguém te esperando com um abraço é cheios de novidades para contar.
Foi no momento em que ela deixou sua casa que ele percebeu que era um ser solitário. Mas ele se sentia completamente sozinho, mais do que havia estado em toda sua vida. Ele ficou parado por um instante, um eterno instante, esperando que despertasse daquele pesadelo. O que não aconteceu.
(trecho de 'Tempos difíceis virão')
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