Safira
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Entrar no canal do WhatsappO AMOR (soneto)
O sentimento é uma formosa safira
Rútila, que o prazer do sentir enseja
Onde a emoção a companhia deseja
E no coração, aceso, flamejante pira
Tal harmônica lira, na poesia suspira
O abraço cativa, com o olhar se beija
E na amizade, ele, o afeto, assim seja!
É ardor com mimo que n’alma delira
É sempre magia e também é donário
Aquele singular poema no seu diário
Ternura e sedosa flor, enredado voo
Na companhia obrigatório alicerce
Onde no caule do bem ele floresce
Só quem tem, quem um dia amou!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
03/08/2020, 20’01” – Triângulo Mineiro
Uma geração de avarentos, discípulos de Ananias e Safira, marcham para o inferno porque a sua avareza é maior que a sua fé.
"O dia tão azul, azul que chegava a doer os olhos da cor de safira brilhante que partia do céu.
Olhei o mar,passou uma garça...voando baixinho, até que se espreguiçou , desceu e catou pedrinhas. Pescoço de garça é tão elegante, misterioso.A natureza sabe fazer bem feito.
E neste dia tão azul, que perfumava o ar com maresia, um golfinho se esbaldava no meio das ondas e parecia que dizia: Por tão pouco, eu sou tão feliz!
E pulava, e dava rodopios no ar.Até que sua companheira apareceu.E parecia que os olhinhos dele ficaram mais brilhantes.
Vi aquela cena bonita e olhei pra dentro de mim:Será que algum dia seremos "golfinhos" em que basta um olhar simplório, faz festa no ar?
Será que algum dia, chegaremos a ter o pescoço elegante da garça que não precisa de colares de brilhantes pra exalar um estilo que nem nas passarelas existe?
Fica uma pergunta sem resposta. Mas, talvez a resposta esteja dentro de cada um de nós.
Nestas coisas "de verdade", a natureza ganha de nós."
Precisamos ter cuidado para não sermos como Ananias e Safira, vivendo em um momento de grande avivamento, porém mortos espiritualmente.
Bela
Tão bela como pérola,
preciosa como safira,
que atrai a carola,
com pouca ira.
Vai a tempestade.
Apaixonada pela bonança,
cheia de vontade,
com muita esperança.
Quem me dera apaixonar,
pelas brisas das ondas vermelhas,
frescas e brandas no mar,
aconchegadas pelas muralhas.
Uma geração de avarentos, discípulos de Ananias e Safira, marcham para o inferno porque a sua avareza é maior que a sua fé.
Salmo uma alma de Safira
Por Ruisdael Maia
Saia para fora e olhe para o céu.
Eu escrevi o seu nome nas nuvens que flutuam serenas.
Viu aquele azul profundo?
É como a pedra de safira, que adorna o trono de Deus.
Assim é a minha alma, guardada e preciosa diante do Altíssimo,
brilhando com a luz eterna do amor divino, lapidada pela dor, mas feita para a eternidade.
Minha alma já se escondeu, já chorou em silêncio, mas hoje, por você, eu me entrego, e grito às nuvens, com todo o fôlego que encontro:
*“Minha alma, eu prometo cuidar de você.”*
Mais que ouro, mais que fama,
mais que qualquer tesouro que o tempo rouba, é um amor que não se desgasta.
Amar a si mesmo não é vaidade, não é esconder feridas atrás de máscaras,
não é buscar aplausos ou elogios vazios.
É olhar para dentro com reverência e sussurrar:
*“Você é precioso, porque Deus te formou em segredo.”*
Meu amor por mim nasceu quando entendi o amor de Deus, e é tão profundo quanto a alma que Ele soprou em mim,
tão alto quanto o céu que brilha e canta Sua glória.
Quando orares, olhe para o céu e lembre-se de mim.
Inclua meu nome em tuas orações, pois assim como o céu reflete a safira,
Deus reflete em mim a beleza de quem Ele está restaurando.
Que minha alma seja lembrada diante d’Ele, como pedra preciosa segura em Suas mãos, diante do trono adornado com safiras eternas.
Amém.
By @ruisdaelmaia
Safira
Lua, como ela voa,
Sempre delicada, a noite
É toda sua, toda tua.
Ela, com cores de seu cabelo.
Na rua, a lua nua,
Como colírio para os seus olhos lindos.
Tanta beleza, a natureza
Refletindo nos seus olhos, rindo.
Tanta beleza, indiscreta,
Inquieta de tanto beijar,
Se desmontou de tanto imaginar o nosso amor.
Hoje a lua, ela canoa,
Inesperada de tanto desejo.
E no seu beijo, safira, eu te digo:
De tanto que eu penso em ti,
Plena, Taíssa, como é a vida
De tantos cantos roucos
E de beijos loucos,
Se tanta falta me faz.
Safira
Safira
Safira...
tu és minha estrela;
Sob o manto celeste de ébano e safira,
Onde brilha Rigel, o astro magnífico,
O rouxinol entoa seu cântico suave,
No jardim onde a madressilva floresce.
Oh, como as estrelas cintilam,
Como os rouxinóis entoam seu lamento,
E a madressilva exala seu perfume,
Numa sinfonia de tempos antigos.
Que os deuses nos abençoem com sua graça,
Que a luz de Rigel guie nosso caminho,
Enquanto os rouxinóis cantam o amor,
E a flor madressilva tece seus encantos.
Assim, sob o firmamento estrelado,
Nos perdemos na doce melodia da vida,
Em meio à dança das estrelas e das flores,
Onde o tempo é eterno e a alma se eleva.
Não há pedra preciosa
Que compense o desamor,
Nem rubi, nem diamante,
Nem safira de valor.
Eu não quero nenhum ouro.
Quero que o meu tesouro
Seja feito de amor!
Ó mulher de tão belos olhos de safira, tens um encanto da joia de jade!
Tua graça me convém, como a inspiração do sereno da noite;
Sequestra a minha paz, como se não houvesse coração;
Sustentando ao mesmo tempo... coragem, segurança e paixão;
És tão formosa que a graciosidade alheia, lhe enxerga como uma imperatriz dos olhos de safira;
E os fios de seus cabelos parecem da rainha escarlate;
Teu perfume é encantador, agradabilíssimo, fazer-te-ei momentos apaixonantes no qual você mereça;
Quando a Safira
do mar se unia
a Safira celestial
formava sem
precisar de palavras
a atlântica poesia
que da memória
ninguém apaga,
e que sempre faço
questão de recordar.
Um Acropora Tenuis Blue
se revela como uma safira
gigante para brindar o olhar,
É no oceano poema
que iremos nos encontrar,
Longe de um mundo
que tergiversa tudo
para alguma vantagem levar
ou apenas para posar,
Longe de um mundo que
prefere julgar em vez de pensar,
Longe de um mundo
que só olha para o próprio
umbigo e que ignora
a dor do semelhante
que sente na própria
pele a mesma dor
que foi sentida outrora
ou a dor igual a do seu presente.
(As preferências e apoios
relativos as soberanias
territoriais falam tudo
sobre este teatro de desumanidade).
Ela tem um sorriso doce, que te faz desejar os lábios dela, ela te prende no meio dos ministérios e desejos mais proibidos ... Ela revira a sua cabeça, invade os seus pensamentos, ela te faz querer ser dela porque ela é a brisa nas montanhas.
Ela pode ser um perigo, mas ela também é um refúgio, a paz no meio da turbulência, um porto seguro.
