Saber Cuidar - Leonardo Boff

Cerca de 39176 frases e pensamentos: Saber Cuidar - Leonardo Boff

⁠Já contei todas as minhas dores a quem não queria saber ... não faz mal; já perguntei como estás a quem nada queria dizer ... não faz mal. Fui sincera, verdadeira, fui apenas eu.

Inserida por barbaramelosiqueira

⁠Certamente eu reconheço o quão pequena sou. E isso me faz saber que cada dia mais, irei precisar de uma mão, um ombro amigo ou quem sabe um colo. Não, não é "vitimismo"! É a mais pura consciência de quão imperfeita sou, e que provavelmente nunca estarei completamente pronta. Ando trilhando um caminho hoje desconhecido... e quem sabe onde o mesmo vai dá? Todos os dias novos rumos precisamos trilhar, e isso nos torna pequenos, apenas meninos diante do mistério que é a vida.

Inserida por barbaramelosiqueira

Só quero estar bem
nos próximos anos,
saber desfrutá-los,
poder pular, dançar e gritar,
continuar nesta aproximação
formidável com as pessoas,
dizer eu te amo
com a mesma intensidade
e me esvaziar de tudo o que
há muito já não me incomoda.
Viver, viver e viver.
Encher-me de amor
da origem até o final

Inserida por Pepita50

Quero da vida um pouco da imensa paz,
a que deve haver no sono de uma criança,
para saber dar valor ao que me rodeia,
plantando sempre um pouco de esperança

Inserida por neusamarilda

⁠Não há nada pior
do que a fofoca
pessoas falando sem saber
o que na mente se entoca

Falam porque ouviram falar
algo que nem conferem
e começam a esparramar
boatos que a outros ferem

Cada um aumenta um ponto
e a história se propaga
de um jeito até maroto
cresce como se fosse praga

Fujam dessas pessoas
que parecem maritacas
nada tem de boas
só línguas afiadas como facas

Inserida por neusamarilda

⁠É muito bom ter amigos | e saber que somos aliados | numa viagem quase sem fim | e feliz por ter retornado |

trecho de umas de minhas canções🎸😎

Inserida por cardosojose

Queres saber de onde venho?
-
Pergunte ao vento, às árvores
O deserto as constelações,
o silêncio das madrugadas,
as palavras pequenas
o campo e os montes,
pergunte as estradas,
as estrelas, o céu
os instrumentos de corda,
o verso e a prosa,
venho de longe,
venho do chão,
peregrino.


.

Inserida por AllamTorvic

⁠Não quero saber de "autoajuda",
De receitas prontas, nem fórmulas!
Sou poema descontínuo,
fragmentado e feito de instantes.
Lido com ausências;
e minha ótica do presente é sempre a priori,
Sou porção de equívocos,tentando acertar!
Conselhos? Não tenho conselhos...
Guarde seus discursos estatísticos;
olhe para suas ações, tudo é gradativo!
Não existe glamour, a vida é desafio, reconstrução!
-
[Dissertação contra as estatísticas].

Inserida por AllamTorvic

O cheiro da primavera é vento
O saber de todos os mares é tempo.

Inserida por AllamTorvic

⁠O próprio ato de pensar é o fundamento do meu saber.

Inserida por paulodgt

⁠O saber tem três filhas: fé, graça e gratidão.

Inserida por paulodgt

⁠A chave para a inteligência é saber observar.

Inserida por paulodgt

A prática segue o caminho invertido do aprendizado: aplicar, saber e entender.

Inserida por paulodgt

⁠O amor não é um saber puramente intelectual; o amor é uma virtude expressa na paciência e bondade.

Inserida por paulodgt

O sábio que bem sabia
O que saber
Soube saber que sabendo
Ser sábio
Sabiamente, seria salutar
Sua sóbria
Sapiência...

Inserida por NICOLAVITAL

PARADOXO DA EXISTÊNCIA:


É filosófico saber quem eu sou
De onde vim, onde estou
E para onde vou
Meu ego, como o teu
Mutila-se
Na busca de autoafirmação
A beleza anatômica
Reflete-se nas entranhas do teu eu
O pechoso
Infinitamente reluz em tua razão
Nesse afã
Nosso ímpeto nos remete
Ao orbe de que somos
O que não seremos jamais
Que viemos de onde jamais passamos
E iremos talvez
Para um universo
Paradoxal...

Inserida por NICOLAVITAL

A leitura alimenta a alma
Aplaca o sentimento, e lhe
Dar a faculdade do saber

Inserida por NICOLAVITAL

Nem sempre cursar faculdade é sinônimo de sabedoria, todavia, a leitura nos dar a faculdade do saber.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠PELADAS DE RUA:
Quando menino a bola era meu fraco:
Bastava saber que no campo do barreiro de ZÉ JOAQUIM havia uma. Que ali estava eu, moleque franzino de cabelos claros cortados em franja, motivo pelo qual a molecada me chamava de “Zico”, apenas pela aparência física, pois mesmo tendo certa intimidade com a “Gorduchinha” nem de longe lembrava o Galinho.
Porém, me recordo com muita nostalgia do primeiro time formadinho com uniforme e tudo. Mas, claro, não tinha nada a ver com a realidade tupiniquim.
O padrão era do Internacional, clube lá do sul.
Ora! Ninguém queria saber se era do Sul, Norte ou outra região. O que bastava era estar uniformizado e se exibir no campo defronte ao estádio JOSÉ RAMALHO DA COSTA, pointer dos times de peladas de rua à época. Por quê? “Por que ali era onde os jogadores profissionais e técnicos do América Futebol Clube passavam para os treinos e todos os moleques alimentavam a esperança de um dia jogar no América. Carinhosamente chamado de” MEQUUINHA”.
Como em todo grupo existem as figuras pitorescas aquele não podia ser exceção. Logo aparece o “Beque Central” do time, apelidado de “BUBAÇO”. Era uma figura esguia, meio corcunda e olhos quase que saltando de órbita.
Buba como carinhosamente o chamávamos, sujeito não muito adepto da higiene, tinha o mal habito de conservar as unhas dos pés sem apara-las.
Também lembro com muita nitidez que todos jogavam descalços porque a grande maioria dos meninos eram filhos de pais pobres e não podiam comprar o Kichute. Pois era privilegio dos mais abastados filhinhos d papai.
Nunca me saiu da lembrança, um fato no mínimo hilário, que até hoje quando lembro me passa um VT daquela cena inusitada: Era a final de um torneio, e nós decidíamos com o Botafogo de Ciço de Miguel Eustáquio. Que por sinal era o melhor entre os demais times.
A partida estava com o placar em 0 X 0 e já no finalzinho do jogo quando Bubáço (jogador), recebe uma bola cruzada sobre o zagueiro adversário, dribla-o” Quipa” e chuta com bastante força a bola que era de plástico, a saudosa Canarinho, o xodó da gurizada nos anos de 1970. Parece mentira, as unhas salientes do atleta corta a pelota e o gol é abortado.
Desolado e visivelmente indignado. Entra em cena JUVENAL, dono da bola e do fracassado time. Percorre todo o campo como se numa volta olímpica com um único intuito, agredir o pobre Buba que além de cortar sua bola, frustrou o resultado daquela partida.
O cartola ao alcançar seu jogador, impiedosamente o agride físico e verbalmente. Além de suspendê-lo da equipe até que compre uma nova bola e apare suas malfeitoras unhas.
Ainda meio assustado estava ali estático.
Eu, e os demais colegas do clube. Sem esboçar nenhuma reação em defesa do principal personagem daquele espetáculo que hoje juntamente com seu “algoz” encontra-se em outra dimensão.
Tudo isso para fazer jus ao que digo ao encetar o texto:
(A bola era definitivamente o meu fraco). Diferentemente do que representava meu ídolo Arthur Antunes Coimbra (Zico).
Nicola Vital

Inserida por NICOLAVITAL

⁠SABER!
Sábio, não é aquele que detém as condições para a sabedoria.
Serei o que me der à cabeça. Porém, tenho que querer o ser.
O triunfo consiste em ter triunfo, sem possuir as condições para o tê-lo.
Condições para boa safra existe em qualquer chão bem temperado.
No entanto, como encontrar esse chão se não o fizerem?
No agir, permeia-se a verdadeira sabedoria.

Inserida por NICOLAVITAL