Saber
Saber muito é teoria, te faz simples; aplicar bem é sabedoria prática e te transforma em referência.
O soco no estômago é saber que, enquanto eu vou passar o dia evitando as redes sociais pra não ver foto de casal feliz, ela provavelmente vai estar ganhando flores...
Apressado e atrasado, o tempo passa, mas o segundo tempo espera por mim, ansioso para saber qual é a minha surpresa e qual é o meu próximo passo.
Ser forte também é saber parar, respirar e cuidar das próprias feridas.
Gisele Fernandes Vieira Fidelis
Minha amizade com Noêmia e Maurício do Valle, filhos da artista me legou um saber na obra da Rosina. Sendo os dois, dos quatro filhos da artista, a convivência e a afetividade comigo, tem um peso maior, pois representam em si a historia de Rosina Becker do Valle. Essa amizade explica como Barradas, tive acesso privilegiado e legítimo às obras guardadas pela família, desde os anos de formação. Alguns destes trabalhos deixadas aos filhos e hoje em posse e propriedade legal de Ricardo V. Barradas, registram o momento em que Rosina, incentivada por Ivan Serpa no MAM-RJ, iria se tornar uma das principais pintoras naïf do Brasil. Para o mercado, por estas obras terem vindo diretamente dos filhos confere a Barradas o nível máximo de confiabilidade de proveniência deste acervo.
Quem foi muito perdoado Deveria saber o valor de ser amado, Mas tantas vezes tenho falhado, Ferindo com palavras, julgando calado.
O bem que eu desejo fazer Nem sempre consigo viver, E o mal que eu queria vencer Ainda insiste em aparecer. miriamleal
“Quer saber?
Sua mãe estava certa
O problema é sim o seu celular
Ela se preocupava com seu tempo de tela quando você era criança
E agora você se preocupa com o tempo de dela tela
Porque ela é mais viciada que você
É sempre mais uma mensagenzinha a responder
Que se transforma em 3 horas vendo vídeos que você vai esquecer
E pra quê?
Fala a verdade
O que você procura quando você abre seu celular?
Você passa de video em video procurando algo que não sabe expressar
Mas vamo lá
Você está procurando o sentimento de "estar tudo bem"
De estar completa, inteira, satisfeita
Você quer a leveza que não encontra quando a tela está preta
Você quer rir com alguma coisa besta
E depois outra e depois outra
Ver o que aconteceu na vida de pessoas que não encontra
- E na vida de famosos que não se importam
O que você procura nesse celular?
Nesse aplicativo?
O que te impede de desligar ele
E sentir essa mesma leveza que não precisa de nenhum motivo?
Ou pior
O que esse celular quer de você?
Ele quer roubar sua capacidade de focar
Pra você não querer mais se esforçar
Nem estudar nem pensar
Ele quer injetar informações avulsas e irrelevantes nas suas veias
Até voce esquecer quem é
Sua mãe estava certa
Ela só não sabia quão certa ela realmente estava
O problema é sim esse celular
Mas já já esse video acaba”
Anita Meloni
Minha maior preocupação não é saber se você acredita ou não que Jesus nasceu no Natal, mas sim em saber se Ele já nasceu dentro de você.
Aquietai o vosso coração, tudo que a Tempestade de Fora precisa — é saber o tamanho do Deus que vive nele.
Tenha fé, aquietai o vosso coração!
Porque, por mais que os ventos lá fora pareçam berrar tragédias e anunciar derrotas, eles, nada sabem sobre o tamanho do Deus que se levanta aí dentro.
A tempestade só mede forças com o que vê; nós, porém, só caminhamos sustentados pelo quanto cremos.
Aquietai o vosso coração!
A fúria do lado de fora só precisa descobrir que, dentro de cada um de nós, habita um Deus que não se intimida com ondas, nem se retrai diante de trovões.
Ele não entra em pânico, não se atrasa e nem negocia Sua soberania.
Aquietai o vosso coração!
Porque quando o interior se alinha à paz que vem do Alto, o exterior perde o direito de comandar o medo.
E a tempestade — por maior que seja — percebe enfim que jamais poderá derrotar um coração onde Deus faz morada.
Aquietai-o, portanto — não porque tudo está calmo, mas, porque Aquele que vive em nós, é infinitamente maior do que tudo que ousa rugir lá fora.
Assim seja, amém!
Um pai imprestável é igual ou até pior que um c0rn0: o último a saber dos feitos dos próprios filhos.
Há ausências que gritam mais alto do que qualquer traição.
O pai imprestável não é apenas o que erra — é o que se ausenta do palco onde a vida do filho acontece.
Enquanto aprende tarde demais, não porque foi enganado, mas, porque nunca quis olhar.
Ser o último a saber não é azar, é consequência.
Não da falta de informação, mas da falta de presença.
Porque quem caminha junto percebe os passos antes do tombo, os sonhos antes da fuga, os feitos antes do aplauso alheio.
A ignorância, nesse caso, não é inocência: é abandono disfarçado.
E o preço disso não se paga em humilhação pública, mas em vínculos que não se formaram — e em histórias que o tempo já contou sem ele.
Que Deus é fiel,
o mundo já sabe,
ou ao menos deveria saber — e nós, até quando somos fiéis?
Deus tem sido sempre tão Generoso conosco que, se a Graça não fosse um Favor Imerecido, o Constrangimento talvez fosse muito maior que a Gratidão.
Não porque me falte reconhecimento, mas, porque sobra consciência das próprias falhas.
A graça, quando compreendida de verdade, não infla o ego — ela o desarma.
Talvez, sem essa plena consciência de imerecimento, dificilmente eu escaparia do abraço do constrangimento.
E há algo de profundamente pedagógico no favor que não se pode pagar, negociar ou justificar.
Ele nos retira do centro do palco, desmonta a agridoce ilusão de mérito e nos coloca no único lugar possível diante do Divino: o da humildade…
A Espiritual e a Intelectual.
Quem entende a graça não anda de peito estufado; anda de cabeça baixa, não por culpa, mas por reverência.
O constrangimento, nesse contexto, não é a vergonha paralisante, é puro espanto.
É perceber que, apesar de quem somos, carregados de rastros de podridão, continuamos sendo alcançados pelas mãos misericordiosas do Pai.
Que mesmo quando nossas mãos estão vazias de boas razões, elas ainda são preenchidas de misericórdia.
E isso nos educa mais do que qualquer repreensão.
Talvez a maior evidência de maturidade espiritual seja justamente essa: não transformar a generosidade de Deus em direito adquirido, nem a graça em moeda de barganha.
Quem vive consciente do favor imerecido não se acostuma com ele — agradece, cuida e tenta responder, não com merecimento, mas com fidelidade.
Que Deus é fiel, o mundo já sabe ou ao menos deveria saber — e nós?
Até quando somos ou tentamos ser fiéis?
"Gosto de saber que existem dois chaveiros pra mesma porta. E que quando eu chegar, as botas gigantes já vão estar lá na soleira, esperando pela namorada."
