Saber
“” Quem sabe repartir adoça o sentido mais puro da amizade
Saber retribuir sempre, mesmo que não precise
Essa é a essência da felicidade...””
Irão te julgar e arremessar espinhos, sem menos saber, das pedras de batalha que há no seu caminho.
O Saber em citar;
Citar algo que seja com sabor de felicidade.
Eu vou citar a nossa fé;
Eu vou citar os bons momentos;
Eu vou citar os seus sorrisos;
Eu vou citar o sabor do nosso beijo.❤
Não saber lidar com a perda é difícil.
Cada dia que passa vejo que fica mais distante a possibilidade de ter de volta quilo que me foi tirado.
Não importa meu amor, meus sentimentos hoje tenho que o motivo, foi só um pretexto para o que já queria.
Sinto me fracassado nós meus sentimentos e vejo que terei de aceitar aquilo que me foi posto afinal não errei sozinho mas recebo a culpa de tudo que aconteceu.
Todo dia é uma luta. Do nada, bate aquela saudade… e o pior é saber que nem um ‘oi’ posso dar. No fim, viramos isso: estranhos que já se conheceram demais.
O mais triste não é saber que um dia a jornada termina, mas perceber que durante todo o percurso você apenas andou nos trilhos.
O louco é o que procura saber.
O louco é aquele que questiona a mudança
O louco é aquele que não tem medo de fazer.
O louco é o que busca saber o que acontece.
O Normal? O normal é normal.
I N V E N Ç Ã O
Fui eu que inventei o amor,
Mesmo sem saber se era dor
Aquele ardor que se sente
Logo que se pronuncia
A palavra amor.
Senti-lo, é bem pior
Do que praticá-lo?
Eu sei lá!
Só sei que o amor
É uma coisa
Que quase deixaram
De pronunciar
Com medo do bicho amor.
Afinal, não fui eu
Que inventei o amor
E jamais
O inventarei.
(Carlos De Castro, in Poesia Num País Sem Censura, em 01-09-2022)
FRUSTRAÇÃO
Já não sei escrever...
Deixei de saber pensar.
A poesia deixou de me amar
E fugiu de mim sem eu ver
Nem poder mais versos ditar.
Que tábua agora para me agarrar
Nas ondas alterosas deste mar,
Se ela foi para não mais voltar
À inspiração dorida do meu penar?
Poesia vagabunda, iracunda, reles
A minha, que só contemplas aqueles
De sacrossanto nome já firmado
Nos anais dos teus egrégios brasões
E afundas sem mais remissões,
Os que querem só escrever um fado.
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 16-01-2023)
OS POETAS DE DOM NASCEM E
MORREM SOZINHOS
Ninguém sabe.
Ninguém quis saber.
E tão fácil era adivinhar.
Os poetas anacoretas
Ascetas
Merecedores do dom
De mostrar a alma em facetas
Já nasceram antes do nascer,
Já sofreram antes de sofrer,
Porque tiveram medo
De fazer padecer
Todos os que não são como eles.
Cada um nasce, se quiser,
Já depois de nascido,
E apresentado ao mundo.
E quando esses poetas decidirem morrer
Ninguém vai saber
Como eles conquistaram
Aquilo que sempre amaram...
Tanta paz
Capaz
De um sono profundo.
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 03-05-2023)
DEFECAÇÕES DE OUTRORA E DE AGORA
Eu era um poeta
Pateta
Sem saber
Como defecar a poesia.
Agora, que julgo saber,
Escrevo sem ser poeta
Só de ver e ler
Como escrevem a poesia,
Defecada,
Com cheiro
Por inteiro,
A nada.
Salvam-se alguns da fornada.
Quase como fúnebre elegia,
A mim, só me apetece dizer:
Ó arte da fantasia
Do pensar e escrever,
Minha irmã poesia,
Diz-me: se és tudo, ou nada!
(Carlos de Castro, in Há um Livro Triste Por Escrever, em 23-09-2024)
Muitas vezes pareço não saber quem sou, e a vida parece não ter sentido, mas basta lembrar do teu sorriso para vida voltar a sorrir para mim
Viver E saber apreciar, desfrutar cada segundo como se fosse o ultimo sem pensar no passado e sem tentar prever o futuro
Racismo
A contemporaneidade com suas evoluções do saber, não foi possível elucidar à todos à necessidade de eliminar definitivamente o racismo.
A violencia gratuita que as pessos de pele preta são expostas constantemente, é a degradação do ser humano ao ser humano! Não é possível calar diante dos fatos onde haja grande aversão pela cor da pele. Somente cabe respeito mutuo entre as pessoas.
Os resgistros da história da humanidade, traz tanta dor e maus tratos, muitas vezes com requinte de crueldade, não pode simplesmente ser sufocada com um mero reconhecimento que há uma dívida, que dificilmente será sanada, se não for adotado medidas de reeducação de toda sociedade, onde a cor da pele não defina a pessoa e não a coloca em posição de vulnerabilidade.
