Ruína
Na Bíblia está registrada a mente de Deus, o estado do homem, o caminho da salvação, a ruína dos pecadores, a felicidade dos crentes. As suas doutrinas são santa, os seus preceitos obrigatórios, as suas decisões imutáveis. Leia-a para crer, creia nela para a sua segurança, pratique-a para ser santo. Ela contém luz para dirigi-lo, alimento para nutri-lo e consolo para alegrá-lo. Ela é o mapa do viajante, o cajado do peregrino, a bússola do piloto, a espada do soldado, a carta regia do cristão. Nela se restaura o paraíso, abre-se o céu, revelam-se as portas do inferno. Cristo é o grande tópico dela, o nosso bem e desígnio, e a alegria de Deus no fim. Ela deve ocupar a memória, governar o coração e guiar os passos. Leia-a lenta e diariamente e em atitude de oração. Ela é fonte de riqueza, um paraíso de glória, um rio de prazer. Nos oferecida em vida, abrir-se-á no dia do juízo e perdurará lembrada para sempre. Envolve a mais alta responsabilidade, recompensará o mais árduo labor e condenará aqueles que lhe minimizam o conteúdo. Whitehead
Assim como muito poder leva ao despotismo, muito pouco leva à anarquia e, eventualmente, à ruína do povo.
Conspire contra a vida e colha sua própria ruína. Você é a sua sentença.
O diabo de cada um é o seu próprio pensamento.
O que causará a ruína da humanidade não é a ganância nem a perversidade dos cruéis, mas a covardia das pessoas de bem, que cada vez mais aceitam renunciar a liberdade, que é a maior razão para existirmos.
oo misterio da vida eh a ruína de naum ter q sonha, naum ter q andar, naum ter q fugir e naum ter q amar.. pois.. o0 verdadeiro misterio ea realidade do nosso coraçao q sonhamos em ter q sonhar com VC em ter q andar ao TEU ENCONTRO e ter q fugir do medo de naum te amar..
A prosperidade sem um bom propósito é uma prosperidade com um propósito bem claro; a ruína do seu possuidor.
Observem como a ruína produz uma sensação de paz...Uma espécie de “harmonia misteriosa” que torna tudo mais belo, mais sentido, ou se preferirem, mais humano. Ao fim, o homem é uma ruína. Pois nele também está a natureza, e com ela a sua luta e sua reconciliação. Porque “o que constitui a sedução da ruína é que nela uma obra humana é afinal percebida como um produto da natureza” (Simmel)
Mostrando a Cara
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Contradição forçada á minha ruína
Não possuo mil faces
Apenas uma ilusão
Jogo meu jogo
Sigo minhas regras
Sem nenhuma antemão
Apenas um depravado egoísmo
Promovendo desejos
Ironizando meu coração
Não se pode depositar uma oferenda diante da consciência
se o templo do sentimento estiver em ruínas.
