Ruína
Distrações levam pessoas à ruína. Sansão não era ímpio, não era escarnecedor nem incrédulo. Sansão era distraído e a distração levou Sansão à ruína.
"Se estiver que desistir de algo, que seja de pecar, o precavido nunca cai em ruína, já o tolo, faz parte dela"
"Não chame de sucesso aquilo que foi construído sobre a ruína do seu caráter. O império trilionário começa na base invisível da integridade. A virtude não é um acessório; é o combustível que separa os lendários dos esquecidos."
POR QUE A GANÂNCIA DE THANOS O LEVOU À RUÍNA E AO DESESPERO?
Lá bem distante, quando os deuses (vigilantes) concederam poderes aos homens, como forma de rebeldia contra Deus, ensinaram aos homens como fabricar armas, como fazer evocação, vodu e encantamento, tanto para o bem como para o mal. Quando estes segredos nos foram revelados, Deus colocou uma barreira entre nós e ele, porque a maldade se alastrou de tal forma na terra que os gritos e clamores dos inocentes chegaram até aos céus.
Quando Deus olhou para baixo, viu que os homens dominavam também os segredos dos céus. Isto fez com que Deus se arrependesse de ter criado o homem e não a humanidade. Foi através da rebeldia dos vigilantes, e seus ensinamentos e segredos revelados aos homens, que causou com que países entrassem em guerras e religiões fizessem cruzadas.
Estes segredos e ensinamentos fizeram com que os homens se prejudicassem entre si e também a mãe natureza. Os vigilantes não prejudicaram e corromperam só a terra, mas também o mundo das galáxias. Foi onde houve uma guerra entre homens e seres altamente poderosos.
Na galáxia houve um homem chamado Thanos. Ele viajava de planeta a planeta, em busca das joias que concediam poderes e controle naquele que as possuía. Só para ele conseguir estas joias tinha que devastar, matar, assassinar e oprimir.
Destruiu quase todos os planetas da galáxia só para ter estas joias. Quando conseguiu as quatro joias, ficou tão feliz que pensara que tinha conquistado tudo. Mas ao perceber que faltara uma, percorreu outros planetas para consegui-la.
Só que, ao descobrir que a Gamora conhecia o lugar da joia da alma, pediu que a levasse para lá. Ela, sabendo sua intenção, negou levá-lo, o que causou uma ira tão grande que colocou a sua irmã como opção. Caso não o levasse para lá, mataria ela.
Por amor à sua irmã, ela cedeu. E ao ceder abriu a porta para Thanos ter o controle de tudo e todos e de toda a galáxia.
Quando chegaram ao lugar chamado: Vormir, onde se encontrava a joia da alma, para obter a joia da alma lhe foi dito: que ele tinha que sacrificar o que ele mais amava. Só que durante a caminhada Thanos não revelara a Gamora que ele a sacrificaria para ter a joia consigo.
Ao descobrir o preço a ser pago para Thanos ter a joia da alma, Gamora descobrira que ela era o preço a ser pago. Notou que cometera o maior erro da sua vida.
Thanos, sem hesitação, pegara na sua filha amada, arrastando-a em direção ao local do sacrifício. Ela começou a gritar:
Pai não, pai não, pai não faz isso, eu te imploro, por favor.
Mesmo assim Thanos não deu ouvido à sua pequena e amada filha. Ao chegar perto da montanha, lançou ela abaixo sobre o altar dos sacrifícios das almas.
Ao ver a sua filha a cair numa distância de 5 mil metros, uma lágrima jorrou dos seus olhos... Thanos teve a sua joia, mas perdera a sua filha amada.
Vendo que não tinha nada para conquistar, e guerras e cruzadas para fazer, isolou-se no submundo mais distante, sombrio e desértico. Sentado na sua cabana, viu que tinha tudo: poder, influência, fama e autoridade, mas perdera as pessoas que amava e amavam-no.
Foi aí que ele caiu no desgosto e desespero... Caindo em si, começou a chorar amargamente porque a sua alma era e tornara-se um cadáver andante...
O mesmo erro cometido por Thanos tem sido cometido por nós hoje, enquanto peregrinos e viajantes errantes deste mundo tenebroso e corrupto.
Sacrificamos tudo para ter poder, fama, riqueza e influência. Mas tudo isto tem nos custado algo muito mais caro: A NOSSA PAZ, pelo facto de sacrificarmos tudo que possuímos, até as pessoas que amamos, tudo em prol do poder e da fama.
Quando isto acontece, só nos resta dizer e pedir: Deus me perdoa, porque pequei contra ti.
Busquei o poder como prioridade e não o amor como o segredo da felicidade...
Busquei o poder como prioridade e não o amor como o segredo da felicidade...
Eu sou a Babilônia.
Não a ruína esquecida na poeira dos séculos,
mas a cidade erguida dentro do peito humano.
Sou muralha e sou abismo,
sou torre que toca o céu
e fundamento cravado no barro.
Sou o equilíbrio constante
da sabedoria em agressiva evolução.
Cresço entre o caos e a ordem,
entre a chama que destrói
e a que ilumina.
Carrego em mim a contradição dos homens:
sou templo e mercado,
oração e grito,
promessa e queda.
Em minhas ruas ecoam os passos
de quem busca a verdade
e tropeça na própria sombra.
A hipocrisia nos limita
a sermos curtos e rasos em crenças,
mas eu — Babilônia —
sou profunda como o conflito que desperta.
Não há luz que se reconheça
sem ter beijado a escuridão.
Não há dor que ensine
sem atravessar o abandono.
Não há perdão que floresça
sem antes ter provado o desamor.
Eu sou o espelho do humano.
Em mim, reis se erguem e caem,
profetas clamam,
orgulhos se quebram como vasos de argila.
Sou a soberba que desafia os céus
e a humildade que aprende ao cair.
Sou feita de escolhas —
cada pedra uma decisão,
cada torre um desejo,
cada ruína uma lição.
Não me julgue apenas pela queda,
pois também sou reconstrução.
Não me veja apenas como pecado,
pois também sou consciência.
Sou a tensão que molda o caráter,
o fogo que purifica o ouro da alma.
Eu sou a Babilônia
quando você enfrenta sua própria sombra.
Sou a cidade interior
onde a guerra é travada em silêncio
e a paz nasce como aurora
depois da mais longa noite.
Eu sou a Babilônia —
não como condenação,
mas como revelação:
a prova de que a evolução é confronto,
de que a sabedoria é forjada no choque,
e de que, dentro de cada ruína,
existe a semente de um império mais justo.
Eu sou a Babilônia.
E em mim,
a luz aprende a existir.
Toda felicidade do mundo seria inútil diante da ruína que você mesmo ergueu. Suas escolhas te esculpiram, não há retorno, e nada jamais apagará o que você se tornou.
Me reconstruo tijolo por tijolo, um castelo de esperança erguido da ruína, cada pedaço, uma vitória sem testemunhas.
Quando o mundo parece ruína, lanço sementes de promessa nas fendas do concreto. Não me contento com o “menos-mal” trabalho para que o bem floresça realmente.
Minhas palavras são pontes, não muros, para que o outro encontre abrigo e seja visto. A cada gesto, reivindico a grandeza que habita no simples, um olhar, um toque, uma ponte. No silêncio que resiste, descubro a força de quem escolhe erguer, em vez de apenas sobreviver.
Há uma dignidade profunda em aceitar a própria ruína, em sentar-se entre os escombros e ler um livro enquanto o mundo lá fora celebra construções de areia. Nem tudo que quebra precisa ser consertado, algumas coisas ficam mais bonitas em sua fragmentação.
A força só se torna virtude quando é testada pela própria ruína. Enquanto a adversidade pertence ao outro, resistir é apenas um papel social. Quando ela nos escolhe, somos obrigados a encarar nossos limites, e é nesse confronto que entendemos que reconhecer a própria fragilidade é o primeiro ato de verdadeira coragem.
Overdadeiro amor, aquele que vem de Deus, não pede a nossa ruína; ele nos restaura, nos faz florescer, nos devolve a nós mesmos.
No fervor da matina
Onde minha mente permuta entre cansaço e ruina
Todo dia você surgia num sonar branco opaco único
Uma esperança em vida
ou uma simples consolação de beleza ao meu olhar triste
Nos mistérios naturais de qualquer ser humano
Esculpi-te em porcelana meu fascínio provisório
A moca era distinta em belos olhos e sorriso marcante
Eu não sabia nem seu nome,
mas já estava pronto, era seu infante
Na minha pequena cidade
os suspiros em pequenos espaços balançam o céu
Num desses a linha tênue rompe a porcelana
e traz o toque como a graça de um anjo
Na calada da noite o ardor dos seus lábios
devolvia cor aos meus olhos
A felicidade que me aflorava
era tão incerta como aquela noite
Sua essência impregnara minha roupa
sentia tudo mais vivo em tê-la perto
Até mesmo essa gota de sangue no vão branco desse deserto.
Ruína do conspirador, se arrepende e tem rancor! Raiva de si mesmo porque desacreditou que o mundo da volta,
Por mais alta que seja a torre, se não estiver fundada na verdade, eventualmente cairá. E sua ruína repercutirá mais que o seu sucesso.
Engulo com brio o mesmo veneno que os eruditos injectaram nas suas veias, a ruína da maioria dos génios.
