Ruim

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Aceito tudo que é ruim em mim para tudo que é ruim sumir de mim.

O ruim sempre tenta mostrar ser melhor.

A solidão é um encontro consigo mesmo; se você está mal consigo mesmo, a solidão é ruim; se você está bem, a solidão é paz.

Tudo de ruim que acontece na sua vida tem um único propósito: te ensinar; ou você aprende, ou tudo se repete.

Esquece o que passou de ruim.
Perdoa quem te magoou.
Segue acreditando que tudo vale a pena, que sua alma não é pequena e que sua luz brilha mais forte e que você consegue iluminar qualquer escuridão.
Não deseje o mal para ninguém e o bem estará sempre presente na sua vida.
Deus abençoe sempre você 🫵


Amém!

Tem muita gente ruim lá fora.
Tem sim, senhor!
Mas também tem gente boa.
Tem sim, senhor. 🙌
Selecione!

⁠Outra vez é noite alta
é madrugada
Eu acordo do nada
ou de um sonho ruim
Eu procuro
com os olhos no escuro
O meu velho fantasma
que em criança me fazia medo
Num tempo em que sonho
era sempre algo bom
e que eu tinha tanta vontade
de sair pra rua e viver a tudo que eu vivi
Eu queria tanto acordar
quando já fosse dia
Perguntar pra minha velha assombração
aquele medo bobo, que me protegia
De criança que chora por alguma falta
Não sentia essa falta de ar, que eu sinto agora
Qual era a tua sensação
Por que foi que sumiu
Que segredo guardava sobre mim
e de onde vinha o cheiro de hortelã
Combinado à brancura das vestes
Só restaram perguntas
A fazer pra quem me guardava
e nunca mais voltou
Num tempo em que eu me deitava
E, sem medo nenhum dessa vida
Eu dormia até a próxima manhã.

Edson Ricardo Paiva.

O ruim de ouvir meus pensamentos é a certeza de estar só.
Mas pior, é estar acompanhado, ouvir os pensamentos e sentir se só.

"Ser solitário só é ruim quando você depende da aprovação dos outros pra viver."

O mundo inteiro parece estar infestado por uma maré de gente ruim e mesquinha que vomita ódio, xingamentos e ofensas gratuitas contra quem ousa ter ideias mirabolantes, simplesmente porque não suportam ver alguém lutando para crescer e enriquecer a ponto de se tornar trilionário para ajudar a humanidade inteira.

É hilário e trágico ver o desespero dessa gente ruim do Brasil e do mundo inteiro, que perde o sono ofendendo e xingando quem tem ideias mirabolantes, só porque sabem que o nosso destino é crescer tanto a ponto de nos tornarmos trilionários e calarmos a boca de todos os críticos.

O Brasil e o mundo estão abarrotados de gente ruim que não aceita ver ninguém prosperar, despejando ofensas diárias contra quem ousa ter ideias mirabolantes que miram o topo absoluto da riqueza trilionária e do sucesso estrondoso.

Ninguém é bom ou ruim; somos apenas aquilo que escolhemos ser para quem quisermos.

"Se a coisa está ruim,
nós nunca aprendemos
Com os erros de outrora que cometemos.
Nem livro, nem estudos servem mais,
Nosso gurus estão nas redes sociais,
metidos a filósofos e intelectuais, mas
na verdade não passam de analfabetos funcionais"🎸

⚠O mal do perdoado é achar ruim quando se depara com o acesso negado 😏ⓘ

Pindaíba


Barqueiro, não se queixe,
anzol ruim não traz o peixe.

Como seria morrer sem conhecer nossa alma gêmea?! deve ser muito ruim, deixar a metade de nossa alma vagando uma vida inteira procurando alguém que ele nunca ira encontrar.

Eu lembro dessa cena como quem lembra de um filme ruim que eu nunca escolhi assistir, mas que ficou rodando na minha cabeça como reprise maldita de domingo à tarde. Porque tem coisa que não faz barulho, não quebra nada por fora, mas por dentro… minha filha… faz um eco que parece morar na gente sem pagar aluguel. E olha, banheiro de trabalho já não é exatamente um spa cinco estrelas, né? Eu entro ali querendo dois minutos de paz, um respiro da correria, um intervalo digno entre uma obrigação e outra… e de repente, sem aviso, vira palco de tensão, de alerta, de instinto gritando mais alto que qualquer razão.

E o mais absurdo, quase cômico se não fosse trágico, é como o meu corpo entendeu tudo antes da minha mente. Eu ali, sentada, tranquila, vivendo um momento absolutamente comum, quando do nada bate aquele incômodo estranho, aquela sensação de que tem algo fora do lugar, como quando o silêncio fica barulhento demais. Aí eu olho… e pronto. O mundo não acaba, mas dá aquela travada constrangedora, como internet ruim na hora errada. Não era só um olho. Era invasão. Era desrespeito escancarado numa frestinha ridícula de fechadura, uma coisa pequena por fora, mas gigantesca no impacto.

E naquele segundo, eu virei outra pessoa. Estrategista, calculista, quase uma agente secreta do próprio corpo. Me cobri, apaguei a luz, me recolhi como quem tenta desaparecer do mapa. Tudo em silêncio. Tudo sozinha. Porque nessas horas não tem plateia, não tem trilha sonora, não tem roteiro bonito. Só tem eu e o instinto de sobreviver à situação do jeito que dá.

E depois… ah, o depois. O depois é pior. Sempre é.

Porque o problema não fica no que aconteceu. Ele se instala no que fica. Naquela pergunta insistente, irritante, que pinga igual torneira mal fechada: por que eu não falei? Por que eu não denunciei? Por que eu congelei? E eu respondo com a honestidade de quem sentiu na pele, no feminino, no íntimo: porque eu não fui ensinada a reagir, eu fui ensinada a suportar. A calcular, a medir, a prever reação dos outros antes da minha. A pensar no constrangimento, no julgamento, no “será que vão acreditar em mim?”. É um peso invisível que cai justamente em cima de quem já estava sendo invadida.

E a ironia, porque a vida adora uma ironia bem colocada, é o tal do “funcionário de confiança”. Confiança de quem, exatamente? Porque claramente não era confiança de caráter. Era confiança de costume, de rotina, de conveniência. Aquela confiança preguiçosa que ninguém questiona… até o dia que deveria ter questionado antes.

Mas no meio disso tudo, eu também reconheço uma coisa que às vezes a gente ignora: a minha força. Sim, força. Porque eu não fiquei vulnerável pra sempre. Eu mudei minha postura, cortei contato, levantei um limite silencioso, mas firme, daquele tipo que não precisa de anúncio, mas deixa claro: daqui você não passa mais. E talvez, naquele momento da minha vida, foi o que eu consegui fazer. E tudo bem. Tudo bem reconhecer isso sem me transformar na vilã da minha própria história.

A gente romantiza demais a coragem, como se ela sempre viesse gritando, denunciando, causando escândalo. Mas tem coragem que é quieta. Que é discreta. Que é feita de afastamento, de olhar que não cruza mais, de porta que se fecha, de respeito exigido sem uma única palavra.

E no fundo, o que mais revolta nem é só o ato. É essa tentativa ridícula da culpa de se instalar depois, como se eu tivesse que ter feito mais, sido mais, reagido melhor. Mas não. O erro nunca esteve em mim, ali, vivendo a minha vida. O erro sempre esteve do outro lado da fechadura.

E ainda assim, fica a lição, daquelas que ninguém quer, mas aprende. A minha intuição não falhou. Ela nunca falha. Quando algo parece errado, geralmente é porque está gritando errado, só que sem som.

E me diz… quantas vezes eu já me calei só pra manter uma paz que nem era paz de verdade? Pois é. A vida ensina. Às vezes com delicadeza… e às vezes na frestinha de uma porta maldita.

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Nada é tão bom que não possa melhorar. Assim como nada é tão ruim que não possa piorar.


Esteja sempre com sua saúde mental em boas condições.


Assim saberá equlibrar as fases de sua vida.

"Quem se preocupa com a saúde no lar, não leva farinha ruim para casa. Farinha ruim não faz o bom pão."