Rubem Alves Jardim
Não existe essa questão de se furar porque está deprimido, está sozinho, perdeu a namorada, tem 7 bilhões de pessoas no mundo e você aí, feito um babaca fingindo está sozinho para ganhar ''Credibilidade''... Dessas pessoas não falo mais nada só observo!
Virtualmente a mulher posta ''Feio ou bonito o que importa é o amor'', agora mudando literalmente a frase para a realidade, a frase realmente quis dizer ''Se tem moto ou carro eu pego''.
“Sempre queremos ser melhor do que ontem. Mas eu acho que tem algo que tenta nos impedir. Não, não é a sociedade cheia de pessoas falsas. Somos nós. É. São nossos pensamentos, nossa importância sobre a opinião dos outros. Devemos ser melhor para nós mesmos, não para os outros. Nós nos preocupamos tanto com outras pessoas, que no final, esquecemos de nós. Esquecemos de viver, de aproveitar as oportunidades que a vida nos dá. Experiências, enfrentar nossos medos, conquistar nossos sonhos. Deixamos de fazer algo por medo de críticas. Cara, não tem dessa de “medo de críticas”. Somos quem queremos ser, vivemos do jeito que quisermos viver e não tem nínguem para impedir isso, a não ser, nós mesmos.”
Talvez eu seja mesmo irritante, esse meu jeito bipolar, e minhas crises de temperamentos. Mas isso não significa que eu não tenho coração, que eu não tenho sentimentos. Eu tenho sentimentos e que ás vezes até me machuca por sentir demais. Eu preciso de pessoas para ficar comigo sempre, para sorrir, chorar, para segurar minha mão e não me deixe cair, para aguentar minhas dramas, pra fazer planos e tentar construí-los no futuro, para prometer e cumprir. Não é querer, é precisar, preciso de pessoas comigo mesmo e foda-se. Mas tem que vir e ficar, ficar mesmo. Não quero mais ilusões, mentiras, porque depois disso vão virar cicatrizes, cicatrizes que no final da história vão me fazer lembrar e me fazer chorar. Acredite, eu presentiei muita gente mentindo e fingindo, indo e vindo, me iludindo. Eu não estou disposto a abrir meu coração novamente para pessoas que só pensam em vir e bagunçar.
Difícil vida melancólica, onde os desejos mais tentados ao usurpo da alma, tornam-se incógnitos diante da perspicaz vida azarenta.
Disperso-te ó solitude, pois o momento que passaste desenganou-me do amor, manteve-me sublime ao perdido desencontro do ser do qual encontra-se sã.
Metade do nosso arrependimento são de coisas que falamos sem pensar, a outra metade é de coisas que só pensamos, mas não falamos. Um mundo cheio de pessoas que reprimem amor e extravasam ódio.
