Rubem Alves Jardim
O tamanho do universo é
análogo ao amor de Deus, ou seja,
infinito.
A fé do homem deve ser da
mesma proporção, como também
recheada de agradecimento e
regada de perdão.
Cada amanhecer é um presságio
do poder do Pai Celestial e um
novo momento dado pelo nosso
Criador a todos nós.
A alvorada nos renova, e os
primeiros raios de sol são
bênçãos divinas.
Sinto falta do seu entusiasmo, me sinto como uma florzinha murchando a cada dia, ao sol que antes aquecia.
Tens liberdade aqui
Espírito de Deus
Tens liberdade aqui...
Espírito Santo
Eu sou Tua casa, Tua morada
Eu sou Teu lar
Mude as coisas de lugar...Senhor...
O Teu perdão é completo
Ele sara a minh'alma...
O envelhecer e o medo de ser esquecido
Há uma diferença sutil, mas decisiva, entre durar no tempo e permanecer na memória. A
longevidade, por si só, não garante continuidade simbólica; ela apenas estende a
existência biológica. O que persiste depois não é o tempo vivido, mas o quanto esse tempo
foi distribuído entre outros.
Uma vida longa, quando centrada apenas em si, tende a produzir um efeito paradoxal:
acumula anos, mas não necessariamente significado compartilhado. Ao longo do tempo,
ocorre um declínio natural das redes sociais — amigos se afastam, gerações se renovam,
contextos mudam. Se não há um movimento contínuo de dedicação ao outro, de
construção de vínculos e participação na vida alheia, essa rede não se renova. Ela se
contrai.
A memória, nesse sentido, não é um atributo individual. Ela é um fenômeno distribuído.
Sobrevive na medida em que é sustentada por múltiplos pontos — pessoas que lembram,
contam, reinterpretam. Quando alguém vive predominantemente para si, reduz o número
desses pontos. E quando a longevidade se combina com essa baixa capilaridade social, o
resultado é uma presença que se apaga rapidamente após o fim.
Há ainda um outro fator: o tempo prolongado expõe o indivíduo a possíveis controvérsias
tardias, mudanças de percepção, revisões de imagem. Diferente de uma trajetória
interrompida ou intensamente compartilhada, a vida longa pode diluir narrativas,
fragmentar significados, ou mesmo enfraquecer a coesão daquilo que seria lembrado.
Em contraste, dedicar-se ao outro funciona como um mecanismo de propagação. Cada
relação construída é um vetor de memória futura. Cada impacto na vida alheia é uma
extensão indireta da própria existência. Assim, o que define a permanência não é quanto
tempo se vive, mas quantas vidas foram tocadas — e com que intensidade.
No limite, a longevidade sem vínculo tende ao silêncio. Já a vida compartilhada, mesmo
que mais curta ou discreta, encontra formas de continuar ecoando
Cabe a cada pessoa carregar a cruz que lhe foi destinada para carregar na estrada da vida, mas deve fazer de tudo para que ela fique mais leve, tendo consciência, contudo, que sempre a carregará.
Desde antes da concepção você tem um caminho traçado, contudo, dependendo das circunstâncias, as vezes criadas por você mesmo, poderá escolher ou ser compelido a usar bons ou péssimos atalhos que poderão reduzir ou aumentar seu tempo efetivo de vida, com felicidade ou não.
Se a humanidade não parar de agredir a natureza, a guerra entre ambas continuará. E já sabemos qual delas será aniquilada.
O melhor presente que um pai recebe é o abraço, com amor, de seu filho. Faça isto sempre e se seu pai já estiver no plano espiritual, faça-o por pensamento que ele certamente o receberá.
A pessoa preconceituosa causa intenso mal à pessoa que discrimina. A dor do preconceito é a pior dor que uma pessoa pode sofrer. Diga não ao preconceito.
A vida humana é um posto de passagem no qual a pessoa estuda e aprende sobre as coisas essenciais do universo e da vida em geral e, ao deixá-lo, com a morte, se aprovada, passa para outro posto melhor da evolução e, assim, sucessivamente, até alcançar a perfeição desejada por Deus.
