Rua

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A frase apaixonada: “Era uma vez uma garota que eu conhecia, morava do outro lado da rua. Cabelos Castanhos, olhos tambem. Quando ela sorria, eu também sorria. Quando ela chorava, eu também chorava. Qualquer coisa que sempre acontecia comigo, de algum modo, tinha a ver com ela. Naquele dia, Winnie e eu fizemos uma promessa de que nao importava o que acontecesse, nós sempre estaríamos juntos. Uma promessa cheia de amor, paixao e sabedoria. Uma promessa que só poderia ser feita pelos corações jovens.”

Fiquei paralisada naquela rua, deserta e fria. Senti uma gota de chuva vinda do céu. Estava tão deserto, tudo ficou escuro dentro de mim. Não há nenhum resquício de você aqui, não há nem pegadas no chão e não ouço mais você, querido. Fiquei esperando por horas a sua volta, mas não há nenhum sinal aqui.
Porque você não veio me encontrar? Porque você não me levou pra casa? Estava tão frio! Era uma noite na qual eu só tento esquecer. Tento entender essa vida. Porque nada está dando certo? Porque tudo ainda está bagunçado? Porque está tudo tão confuso?
Pegue em minha mão e me roube daqui. Me leve a algum lugar novo, de novo. Preciso me libertar, mas ainda me encontro aqui, sem você.

Deleitar no Senhor... é a alegria fechando a rua de sua casa, espalhando bandeirolas e fazendo uma grande festa.

Para abraçar seu irmão
E beijar sua menina, na rua
É que se fez o seu braço,
O seu lábio e a sua voz...

Quando o dia amanheceu e o sol surgiu, sai a rua levando esperança de encontrar você.
Um dia inspirador, esperando a qualquer momento esbarrar com você amor.
Meus olhos passeavam entre muitas faces, esperando que você nao demorasse. Mas foi outra procura insana, entre muitas feitas na semana, tenho certeza que nosso encontro se dará em breve, nossos olhos como imá se atrairão, nossas bocas se unirão em um beijos demorado, trazendo esse grande amor tão muito procurado!
Sergio Fornasari

Diz que tem fé , mais quando vai atravessar a rua , olha para os dois lados .

A saudade tem essa mania feia de não dar trégua. Você está andando na rua quando de repente a saudade te aborda ali mesmo, e então você tem de se esforçar para se equilibrar nos pés. Está ouvindo uma música e, sem aviso prévio, a saudade chega só para fazer você lembrar do que não esqueceu. Deita tentando dormir, mas aí a saudade faz questão de te mostrar que você não pode dormir sem antes senti-la, nem acordar sem sentir logo depois. Mas uma qualidade a saudade tem, vai ser a sua mais fiel companheira... ao menos essa, não vai te abandonar.

O amor é como aquela tempestade
que nos pega desprevenido
na rua.

Os cães de rua geralmente são abandonados, eles vivem à mercê de restos de comida e abrigos que conseguem encontrar para sobreviverem. Quando passar por um cão abandonado na rua, lembre-se, é uma vida clamando por socorro.

Nos escuros lírios teus olhos claros brilham como a gota de orvalho ao se deparar com o sol. Nas ruas teus passos traçam os caminhos de fumaça, dentre a fumaça tuas belas asas estão a bater toda frustração que escorrem em teus olhos.
Oh meu amado, espero-te. Espero-te como uma noiva espera ansiosamente pelo seu noivo.
Qual é o segredo espera por ti?
Qual é o segredo dos teus sentimentos ?
Qual é a chave que abre teu coração para deixar-me adentrar?
Que tem demais uma pobre garota amar um anjo?
Em qual vôo tu podes levar-me contigo?
Segredo, espero-te.
Espero-te com anseio, espero-te para beijar-te fortemente e abraçar tuas asas que me tiraram o calor da imensidão fúria da paixão.
Me diz anjo, até quando durará minha infinita espera?

Danço. Danço sozinha, danço até debaixo do chuveiro, danço porque quero e por exagero. Danço na rua ou na sala inteira. A dança é uma ótima expressão de comunicação sem fala. Grite, dance!

OUTONO ELEITORAL

O VENTO SOPRA FRIO
E AS FOLHAS CAEM
NA RUA E NO MEIO-FIO,
O CHÃO CINZA SE ESVAI.

Por trás da porta

Por trás da porta
A rua segue seu curso
Como um rio,
Pessoas descem
A água é o vento
Que as move
Passos distintos,
Caminhos iguais
São moléculas
Sem destinos
Poeiras outonais.
E eu atrás da porta
Sem coragem
De ir à rua
Penso no futuro
Mas o passado me espreita
Quem dera fosse largar
A rua que me espera
Mas a porta é estreita.

Mais uma vez me vi na rua 26, sentada na velha cadeira, que de alguma forma já se adaptara a minha maneira, que fosse o hábito, ou talvez ela já tivesse presenciado tantos momentos meus que se fazia íntima de tal modo que muitas pessoas não puderam ser. Peguei o cardápio como de costume, havia um leque de opções, as quais nunca agradaram o meu paladar; olhei ao redor e percebi a necessidade que algumas pessoas tem de saborear algo que não lhe convém ou que não os preenche, possivelmente vaidade; sem pensar muito pedi o velho café, que quente e em silêncio se fez companhia, bem mais do que aquela gente vazia.

Noite morta
Vejo a porta tão fechada.
Madrugada
Caminha pela rua
Onde a lua esqueceu
De mostrar quem sou eu.

Tão escuro!
Me procuro num futuro
Onde a sorte
Ou a morte
Podem vir "sem querer"
Numa bomba qualquer
Sem me dar a mulher.

Mas há um bar aqui
E outro bar ali.
Eu vou pisando
O chão da solidão
Sorrindo,
Mentindo um gesto
Num manifesto
De quem não vê mais,
De quem um dia já amou demais!

E eu tomo um trago aqui,
Eu bebo um trago!
Estrago tudo
E algo muda
A madrugada vai
E a namorada
Foi bem antes
Bem amada
Em meus instantes!

Hoje passei pelas ruas de minha infância…
Senti o cheiro que perfuma a rua até hoje…
A Dama da Noite ainda está lá…
Deixando a rua com o ar de primavera…
A lembrança do perfume e dos risos…
Do aroma das brincadeiras e da alegria de ser criança…
Porém, hoje não havia mais ninguém na rua…
Não ouvi os sorrisos soltos,
Não vi olhos brilhantes das crianças livres…
Não havia nada!!!!
Ninguém estava lá…
Só a Dama da Noite ainda está por lá…
Ela ainda está no mesmo lugar…
A noite está perfeita..
A lua canta a canção de ficar pela rua,
Dançando ao sereno,
Mas ninguém estava lá para o cantar a canção de serenar..
Revi as casas…
Revivi a minha infãncia…
Depois, guardei meu sorriso,
Mas não calei meu canto…
Voltei de lá solfejando a minha infânia,
Com a alma renovada pelo perfume que só existe lá….

Vazio

O silêncio da lua?
O vazio da rua?
Para onde olho
Que tudo não seja
Ausência?

Essa noite
O pouco de mim
Cabe dentro do nada.

Meu Cavalo ainda é branco...
Minha rua ainda é a ladrilhar...
Os meus sonhos, ainda de menina, que cresceu sorrindo pra vida...

Ontem vi você na rua...
Linda como nunca...
Mas indiferente ao meu olhar...

Depois da recaída fica a lástima de entrar em rua sem saída.

✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.

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