Rivalidade Mulheres
Por que boa parte das mulheres independentes estão solteiras?
Porque o ego dos dois não alinham a diferença de um ter mais que o outro. Juntar para unir e não para medir grandeza como individual é essencial.
Respeitar mulheres é respeitar suas escolhas
Mulheres adultas tem o direito de fazer escolhas sobre seus corpos e sua aparência sem que isso seja tratado como um problema. Se alguém prefere ser mais magra, mais gorda, usar calça larga ou uma minissaia, ser depilada ou não, isso diz respeito ao seu bem-estar e à forma como se sente consigo mesma.
Nem toda escolha estética é fruto de obsessão ou imposição; muitas vezes é simplesmente uma preferência pessoal.
Um discurso negativo sobre os corpos ou as roupas das mulheres acabam desqualificando a autonomia feminina e mascarando preconceitos contra mulheres que não se encaixam em uma determinada visão de feminilidade.
Respeitar as mulheres também significa respeitar as suas escolhas!
"Muitas mulheres não estão cansadas porque fazem demais. Estão cansadas porque se abandonam enquanto fazem."
Letras em pálidas folhas de papel, códigos decorados por mulheres e homens da lei, que, em seu íntimo acreditam, e em seu público performam uma manutenção de privilégios que reforça mesmo “sem querer” as desigualdades.
A DAMA ALVA DAS SOMBRAS: O ETERNO ENIGMA DE ELIZABETH BÁTHORY.
Houve mulheres que atravessaram a História como rainhas.
Outras, como mártires.
E algumas poucas caminharam entre ambas as condições, envoltas por um nevoeiro tão espesso que jamais permitiu distinguir onde terminava a vítima e onde começava o monstro.
Elizabeth Báthory foi uma delas.
Nascida entre os salões aristocráticos da Hungria do século XVI, veio ao mundo cercada por brasões, riquezas e privilégios. Contudo, por trás da magnificência dos castelos, existia uma menina frágil, de tez quase translúcida, olhar distante e alma marcada por sofrimentos precoces. Relatos históricos mencionam enfermidades, convulsões e crises que a acompanhavam desde a infância, como se seu espírito já pressentisse uma existência destinada à tormenta.
Era uma dessas figuras cuja beleza parecia não pertencer inteiramente à Terra.
Sua pele possuía a alvura das primeiras neves do inverno.
Seus cabelos lembravam fios de ouro envelhecidos pela luz dos crepúsculos.
E seus olhos, segundo os cronistas, carregavam aquela estranha tristeza encontrada apenas nas pessoas que jamais conheceram verdadeira paz.
Ao contemplá-la, talvez alguém visse uma princesa.
Ao observá-la mais atentamente, perceberia uma sombra.
Elizabeth cresceu entre guerras, intrigas políticas e uma nobreza que transformava crueldade em demonstração de poder. Casou-se muito jovem com Ferenc Nádasdy, um dos mais temidos guerreiros da Hungria, e passou a habitar os austeros castelos erguidos entre montanhas cobertas de névoa. Enquanto o marido combatia exércitos distantes, ela permanecia cercada por corredores silenciosos, tapeçarias escuras e invernos intermináveis.
Foi ali que nasceu a lenda.
Ou talvez a tragédia.
Ou ambas.
Dizem que a solidão começou a consumi-la como um fogo invisível.
Dizem que o sofrimento tornou-se companhia.
Dizem que a dor, quando permanece tempo demais no coração humano, pode assumir formas monstruosas.
Mas também dizem que seus inimigos eram numerosos.
Que sua fortuna despertava cobiça.
Que sua condição de mulher poderosa em um mundo dominado por homens a transformava em alvo conveniente.
E é precisamente nesse ponto que a História se desfaz em bruma.
Durante séculos, narraram que ela torturava jovens donzelas.
Que castigos inimagináveis aconteciam nos aposentos de seu castelo.
Que centenas de vidas teriam desaparecido sob sua autoridade.
Que rios de sangue teriam corrido entre aquelas pedras ancestrais.
Porém, estudiosos modernos observam que muitas acusações foram baseadas em rumores, testemunhos indiretos e interesses políticos. Alguns pesquisadores sustentam que ela pode ter sido vítima de uma campanha destinada a enfraquecer sua influência e tomar seus bens. A própria narrativa dos famosos banhos de sangue parece ter surgido muito tempo depois dos acontecimentos, alimentada por lendas e imaginação popular.
E assim Elizabeth permanece.
Não como uma mulher.
Mas como um enigma.
Uma figura suspensa entre a realidade e o pesadelo.
Uma aparição que atravessa os séculos vestida de branco.
Às vezes parece uma criatura devorada pela própria escuridão.
Outras vezes, uma alma condenada injustamente pela crueldade dos homens e pelas conveniências da política.
Talvez jamais saibamos.
Talvez a verdade tenha morrido muito antes dela.
Em 1614, confinada dentro de seu próprio castelo, distante do mundo e dos tribunais da posteridade, Elizabeth encontrou o fim de sua jornada terrena. Não houve absolvição. Não houve condenação definitiva. Apenas silêncio.
E o silêncio, por vezes, é o mais profundo dos túmulos.
Hoje, quando o vento percorre as ruínas de Čachtice e a névoa cobre as antigas muralhas, parece ainda existir uma presença vagando entre aquelas pedras.
Não a da assassina.
Não a da inocente.
Mas a da eterna incógnita.
A mulher cuja beleza tornou-se lenda.
Cuja dor transformou-se em mito.
Cuja história foi escrita com a tinta ambígua dos séculos.
Benfeitora ou maligna?
Anjo ferido ou espectro cruel?
A resposta talvez pertença apenas às sombras.
E nelas permanecerá para sempre.
Autor: Marcelo caetano Monteiro.
Imagine um grande grupo de pessoas, entre eles...
Homens e mulheres
Pobres e ricos
Negros, brancos, índios
Ateus e religiosos
Você faz parte desse grupo e o torna importante.
Não, você não é mais importante que ninguém. Somos todos iguais, ou melhor, todos temos direitos.
Imagine que esse grupo apresenta divergências, e é isso que o torna mais interessante.
Mas essas divergências nos fazem crescer, porque através delas, com nossa maturidade, passamos a refletir em que devemos melhorar e ao mesmo tempo admitir o que o outro também tem de bom.
Mas nesse grupo há paz, companheirismo, respeito.
Imagine...
Nossa, como é bom imaginar!
É utopia? Talvez! Mas é de sonhos que vivemos.
São os sonhos que favorecem para que busquemos sempre o melhor.
Texto de 2018
Faço parte do escasso grupo de mulheres que não usam cilios nos cílios, cabelo no cabelo unha na unha nem dente no dente.
Aqueles que elogiam em demasia as mulheres,
São os que mais as maltratam, e desrespeitam,
Ou que se auto-denominam, os bons,
São os mais incompetentes e fracassados,
Em relação ao que toda a mulher merece...
Com toda a evolução das mulheres nos últimos anos, em muitos aspectos de um modo geral, muitos homens que se vê por aí não aprenderam, não acompanharam nada, continuam os mesmos.
As mulheres não são frágeis em relação aos homens, e sim vulneráveis à situações covardes por alguns canalhas.
Uma de cada dez mulheres, é respeitada, valorizada e realizada completamente pelo seu parceiro. Se há dúvidas, então faça uma pesquisa.
Incoerentemente entre as mulheres mais jovens e humildes, metem para si mesmo que a pretensa estabilidade conjugal de uma aventura, virá através da maternidade. O que não é verdade, na maioria das vezes o homem ao primeiro sinal de criança, desaparece e o inocente fruto da incoerência ilusória da menina, ficará na conta da família até ter idade suficiente para o provável, revoltante e irresponsável abandono.
Algo que eu sempre soube, e não é segredo todos as mulheres e homens são bi, é quase como arte e poesia
Ciencia não sabe explicar a genética pois isso é arte e poesia.
Ninguém morre por amor. As mulheres estão morrendo pelo peso de um "não". Morrem porque decidiram que o seu próprio sorriso valia mais do que a vontade de um homem. Morrem dentro de casas que deveriam ser refúgios, transformadas em prisões psicológicas onde o carcereiro dita a roupa, a maquiagem e as amizades. Elas morrem muito antes do último suspiro, quando são proibidas de sonhar, de trabalhar, de rir e de serem donas de suas próprias vidas.
Essa realidade cruel não escolhe classe social, cor ou religião. Ela se esconde, muitas vezes, atrás dos bancos das igrejas evangélicas e dos discursos de santidade. Homens usam a palavra de Deus como escudo para a tirania doméstica. Distorcem conceitos sagrados como a submissão e o perdão para manter esposas encurraladas no medo.
O agressor religioso ora em público, mas amaldiçoa em particular. Ele usa o nome de Deus para dizer que a mulher deve aguentar o soco, o grito e a humilhação para "salvar o casamento". Nenhuma doutrina legítima apoia a tortura psicológica. Deus não habita no lar onde o medo substitui a paz. O altar da igreja jamais deve ser usado para santificar o abuso ou para silenciar o clamor de uma mulher que pede socorro.
Cada agressão verbal, cada ameaça sussurrada entre dentes e cada crise de ciúme disfarçada de cuidado espiritual é um passo em direção ao abismo. Quem agride não está amando; está tentando calar a própria incapacidade de lidar com a liberdade do outro.
Se você sente a raiva subir ao peito diante da rejeição, se o impulso de posse nublar sua mente, pare. Olhe para as suas mãos. Elas foram feitas para construir, para apoiar, para viver em paz — não para carregar o peso eterno do arrependimento e da destruição de uma vida inocente. Um homem de verdade aceita a partida, respeita a escolha alheia e entende que o fim de um ciclo não é o fim do mundo. Dobrar os joelhos para orar perde o sentido se, ao levantar, você usa sua força para esmagar quem jurou proteger.
Destruir uma mulher é destruir mães, filhas, irmãs e o próprio futuro. Atrás de cada tragédia, há crianças que ficam órfãs, pais que enterram seus pedaços e uma comunidade inteira que sangra junto. A violência nunca será prova de força; ela é a assinatura digital da fraqueza humana. É o colapso de quem não aprendeu a ouvir um "basta" e prefere o pecado da destruição ao ato de coragem de deixar ir.
Antes de cometer um erro sem volta, feche os olhos por um segundo. Pense no silêncio ensurdecedor que fica depois. Pense no barulho das algemas, no peso da cela fria e nas lágrimas desesperadas de quem fica. Pense na certeza de que a dor que você causar nunca sumirá do espelho da sua própria consciência. O julgamento dos homens pode demorar, mas a justiça divina e a ruína da sua própria mente serão imediatas. Não destrua a vida dela, e não jogue a sua própria vida no lixo. A raiva dura minutos, mas a culpa e o inferno da consciência duram a eternidade. Escolha se afastar. Escolha a paz.
As mulheres não são todas iguais. Cada uma é diferente, mas todas têm o coração do mesmo tamanho. Todas são boas, têm um olhar carinhoso e uma força parecida com a dos anjos nos seus gestos.
Todas lutam muito, umas mais do que outras. As mulheres são a beleza do mundo. Elas transformam a vida de qualquer pessoa em um paraíso cheio de amor e paixão. As mulheres merecem ser felizes, sorrir e receber o amor de todos.
Alexandre Sefardi
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