Rita
Nada "Tem - Que"
Calunga/Rita Foelker
"A gente precisa, de vez em quando, rever as coisas em que acredita. Muitas são válidas, mas boa parte não é não...
A gente se acostuma a pensar de um jeito.Enquanto o nosso tipo de vida cabe no que a gente acredita, a gente vai tocando. Vai vivendo naquelas idéias. Mas chega um dia que todo mundo percebe que precisa alargar a visão, porque precisa se desenvolver como Espírito e como pessoa, e é fundamental rever as crenças que nós temos.
Uma coisa que os espíritas dizem muito é: Eu TENHO QUE melhorar.
As mulheres que fazem curso de auto-estima, dizem: - Agora, eu TENHO QUE me amar.
E outras dizem: Eu TENHO QUE cumprir meu carma, senão depois eu TENHO QUE voltar e fazer tudo de novo.
Nada "tem - que". Tem que voltar coisa nenhuma, porque o Espírito não volta! Ele segue sempre pra frente, na aventura do auto-conhecimento. Se alguns se repetem, é porque eles acreditam na repetição. Mas ninguém TEM QUE voltar aqui com a mesma pessoa e fazer a mesma coisa que deixou de fazer antes.
Não existe TEM - QUE. O que existe é aquilo que faz você se sentir melhor.E essa conversa de ter que melhorar?
Eu não tenho que melhorar, não, senhora! Quem fica botando TEM QUE é a cabeça, fazendo pressão em cima do comportamento das pessoa. Essa conversa de ter que melhorar quer dizer que está ruim. E eu não estou ruim, coisa nenhuma, porque eu estou naturalmente melhorando. É impossível não estar melhorando, neste universo - isso é da Natureza.Percebe a diferença? Quando eu digo: -
Tenho que melhorar - minha cabeça me faz sentir pior. Porque ela está me dizendo: - Eu sou um ruim.Eu faço muita coisa errada. E vem aquela obrigação de ser melhor, e você faz o que nem está em você, mas não melhorou coisa nenhuma. É falsa melhoria.
Agora, quando eu digo: - Estou naturalmente melhorando - isso é relaxante, é confortador.Faz eu me sentir melhor.
É importante vocês entenderem isso: se a cabeça não deixa você se sentir melhor, é porque a cabeça está errada. E ponto final.
Aí vem aquelas que ficam dizendo: - Eu TENHO QUE me amar.
Está botando condição pra se amar, não está se amado.Não se aceita, porque TEM QUE ser diferente. Do jeito que eu estou agora não está bom, então eu TENHO QUE fazer alguma coisa... Tem, nada! Ninguém tem que coisa nenhuma, isso é fantasia da cabeça.
Deus dispõe as condições da sua vida pra pessoa que você é, não pra pessoa que você pensa que TEM QUE ser. Você não tem que ser nada mais do que já é pra resolver todos os seus problemas e dar conta de todos os seus serviços. O desenvolvimento da sua alma vem de você lidar com as coisas, não é de achar que tem que ser assim o assado. Só que você vive se matando pra resolver seus problemas, por causa dos TEM - QUE que te sugam e te massacram.
- Eu tenho que ir lá resolver. Eu tenho que fazer tal e tal coisa. Se eu não tomar uma atitude, o que vai ser?...
- Dramática!
- Agora: eu já disse tudo. Mas será que você tem coragem de sair desse drama, desse esconderijo de aparência e conveniência, pra assumir quem você é?"
O apoio
Calunga/Rita Foelker
" Quando eu falo em você se apoiar, é pra você ter firmeza no que sabe, no que sente, no que faz.
É pra você não ter que ir ficar buscando confirmação, aprovação, apoio, no outro.
Quantas vezes, num dia, você apóia mais o que o outro diz sobre você, do que o que você sente? Quantas vezes você faz uma coisa e fica esperando alguém dizer que foi correta, que ficou boa como você fez?
Isso é doença, minha filha. E se chama dependência.
Quando você não se apóia, fica na dependência do apoio dos outros. Caminhar para a independência é aumentar o apoio a si. Ser capaz de se apoiar em todos os aspectos, material, psicológico, espiritual.
As pessoas não foram criadas pelos pais para a independência, porque os pais sempre colocaram os referenciais fora dos filhos.
Quem sempre confirmava ou apoiava as atitudes dos filhos eram eles mesmos, os pais, numa disciplina autoritária, sem explicação, ou era o professor, ou era a polícia, ou era a religião... E a maioria das pessoas aprendeu a fazer coisas que não contrariassem os pais, o professor, a polícia ou a religião, ainda que fossem profundamente contrárias a si mesmas, à sua vocação, à sua alma. E desaprenderam de confiar em si mesmas, no seu sentido íntimo, no seu discernimento, agora atrofiado por uma educação limitadora.
Ficaram achando que não eram boas o suficiente para patrocinar suas escolhas, suas idéias e seus sentimentos. Sempre tendo que ter o aval de alguém, ainda que este alguém fosse mais ignorante, desde que viesse com uma certa confiabilidade, nascida de razões muitas vezes inconscientes.
Apoiar-se, então, é entrar nas suas razões mais profundas, é perder o medo de ser errado ou inadequado, pra ficar consigo mesmo. É assumir a responsabilidade por si, cuidar de si, sem ansiedade, sem insegurança quanto ao que os outros vão achar ou dizer.
É achar a sua opinião tão válida quanto a do outro. É dar aos seus motivos consideração igual aos motivos dos outros. É não dar a mais ninguém o poder de pensar ou falar por você, porque este poder é seu, sempre foi, e a responsabilidade do que fazer com ele é toda sua, na eternidade.
Quem sabe você possa, agora, começar a apoiar seus sentimentos como legítimos, e confiar mais neles. E quando fizer qualquer coisa, que não seja esperando o outro gostar ou agradecer, mas seja só a satisfação de realizar sua própria vontade. Simples, né?
Você vai ver como a independência vai tornar sua vida muito mais simples, sem preocupação com a aprovação dos outros; sem ter que ser adivinho do que o mundo espera, pra ser leitor do próprio coração.
Se isso é caridade? Claro que é! Porque aí eu sei que o que eu vou dar ao mundo vai sair de mim mesmo, do meu sentimento, da minha razão, vai ser uma doação real de alma para alma, com toda a intensidade, com todo o entusiasmo de estar fazendo algo que vem de dentro de mim, que não vem de ninguém falar ou achar."
Quem foi Jesus
Calunga (Psicografia: Rita Foelker)
Eu não sei muito bem se vocês aí, na Terra, entenderam quem foi Jesus. Porque pelo jeito que vocês fazem, não parece que entenderam muito, não. Eu vejo em Jesus um Ser Superior, uma criatura evoluída, que foi à Terra levar uma proposta. Uma proposta para o reino íntimo. Não uma cura passageira de um mal-estar momentâneo, mas a cura real de todas as doenças.
Jesus foi ao mundo realizar um projeto de instrução e de educação, ensinar as pessoas a viverem os reais valores, mostrar o que era de fato importante para elas, e como encontrar uma felicidade duradoura pela realização dos próprios poderes embutidos em cada Ser.
Mas o povo achou que Jesus era um curador, um milagreiro, um santo. Queriam soluções rápidas para situações muito específicas, pra depois continuarem como sempre foram. E, ai de Jesus, se mexesse nas vidas das pessoas um pouquinho mais que isso! Um pouquinho além do que elas podiam deixar, sem ter que mudar seu viver
.
E o que ele dizia? "Vai e não peques mais". Quer dizer: não vá incorrer no mesmo engano; se insistir nessa ilusão, vai ficar mal de novo.
Mas as pessoas preferiam correr pra Jesus e pedir um milagre, porque, afinal, Jesus estava lá pra curar, pra levantar, pra saciar todas as faltas e necessidades. Pra dar força, pra dizer a coisa certa. E se a doença persistisse, era só ir atrás dele, de novo.
Francamente, vocês acham este um papel digno de uma personalidade como Jesus? Vocês acham que esta tarefa está à altura da sua evolução espiritual?
Vocês não acham que ele tem mais o que fazer?...
Ou será que o prêmio da evolução é correr atrás dos problemas de Espírito atrasado, ignorante? Eu sei que pode parecer um pouco duro, a gente falar assim, mas vocês precisam acordar, minha gente!!
Jesus já resolveu muitos problemas dele, por isso está onde está. E ele ensinou a encarar os problemas, trouxe a consciência do arbítrio ("a cada um segundo suas obras"), que é um poder espiritual muito grande, o poder de escolher nossos destinos. Já deixou uma doutrina voltada para o desenvolvimento do espírito, que é a chave de toda cura.
Jesus foi um Mestre da Humanidade, mostrou como viver e viveu tudo que acreditou.
E você?... Vai fazer o quê?... Colocar-se a caminho, descobrir suas potencialidades e fazê-las funcionar, ou correr atrás de um milagre?
Colocar-se a caminho, descobrir as próprias potencialidades e fazê-las funcionar é a essência de qualquer proposta de educação. Esperar um milagre é permanecer na inércia.
Recorrer a Jesus ou a Deus para resolver nossos problemas e nos curar é um procedimento muito comum, mesmo nas casas espíritas, onde um entendimento renovado deveria provocar mudanças de conceitos e de atitudes.
A vida é nossa grande mestra, e aceitar os desafios que ela propõe significa progredir. Nossa situação presente é fruto das escolhas passadas, assim como a melhoria futura resultará de nossas ações presentes. Jesus e os Espíritos Superiores podem nos orientar, podem estar conosco no momento de atravessar as pontes, mas não podem atravessá-las por nós.
" À MINHA MÃE ( RITA)
Mãe!
Eis-me aqui agora, tão sorridente!
O filho que do teu ventre saiu
Hoje correndo montes e vales
E o teu sacrifício foi maior e persistente
Mãe, é nesta alegre poesia
Que eu louvo a tua heroicidade
As tuas mãos rasgaram-se na machamba
Buscando com suor , o pão de cada dia
E acendeste a luz de felicidade
Que ilumina o caminho dos teus filhos
Mãe ,sobreviveste a fome e a guerra
Com multidão de filhos no teu colo
Andaste sofrendo de terra em terra
E na baliza da vida dura, marcaste um golo
Mãe, minha mãe venerada
Não estudaste quase nada
Pois, no teu tempo tudo era guerra
Mas, considero-te de verdadeira Doutora
Que escreveu com sangue,coragem e perseverança
O destino mais jovial de esperança
As estrelas espelham o teu sorriso
E é nesta alegre poesia
Com todas as comparações e metáforas
Bem-haja mãe e multiplique-se alegria
E os teus filhos rendem-te heroicidade
À te minha mãe!
Para sempre serás digna de merecimento
Cada lâgrima por te espargida, merece agradecimento
Bem-haja minha mãe ( Rita )!
Janasse, Xadreque Pedro
21-08-2015, Milange-Zambezia
O grito, do Ipiranga ao Santa Rita...
Às Margens do Ipiranga, D. Pedro recebe uma carta vinda de Portugal onde, Segundo ela, as Cortes de Lisboa, baseadas "no despropósito e no despotismo" buscavam impor ao Brasil "um sistema de anarquia e escravidão. No dia sete de setembro, o príncipe recebeu as cartas às margens do Ipiranga e concluiu que era a hora de romper com a metrópole. Depois de ler, amassar e pisotear as cartas, D.Pedro montou "sua bela besta baia", cavalgou até o topo da colina e gritou à guarda de honra:
- Amigos, as cortes de Lisboa nos oprimem e querem nos escravizar... Deste dia em diante, nossas relações estão rompidas.
Após arrancar a insígnia portuguesa de seu uniforme, o príncipe sacou a espada e gritou: - Por meu sangue, por minha honra e por Deus: farei do Brasil um país livre.
Em seguida, erguendo-se nos estribos e alçando a espada, afirmou:
"Brasileiros, de hoje em diante nosso lema será: Independência ou morte". Eram 4 horas da tarde de 7 de setembro de 1822.
Desde esta data, 1822, quando se deu o grito de Independência, nosso país, passo a passo, foi jogado em um lamaçal de erros e podridão. As sentenças proferidas, onde se apoiara, são dignas de nota. POR MEU SANGUE. Nosso pais está hoje submerso num mar de sangue, onde notamos uma completa desvalorização da vida. Pessoas se matam e morrem por absolutamente nada. Numa saída de uma festa, em um jogo de futebol, dentro de um ônibus, no trânsito. Basta uma frase mal posta e, de repente, surge a fúria, a agressão. Nem mesmo a sacracidade familiar escapou desta violência. POR MINHA HONRA. Onde está a honra deste país? A começar pelas nossas autoridades? Onde as pessoas trabalhadoras não conseguem um lugar para descansarem suas cabeças. Quando compram algum bem, à preço de suor, mal conseguem pagar os impostos do que adquiriu. Ligamos a televisão e vemos representante deste mesmo povo morando em um castelo! Os magnatas de colarinho branco tiram dinheiro de velhos e crianças e não vão presos. E quando são aprisionados, contratam um bom psicólogo, psiquiatra, neurologista, e providencia-se um laudo de insanidade mental. Pronto! Estão em seus castelos e com tudo que subtraíram. Há certas castas de políticos e poderosos que compram pessoas ou as pressionam para que se vendam por mil tijolos, um uniforme do time da vila, um piso, uma laje, até mesmo por uma cesta básica.
EU FAREI DO BRASIL UM PAIS LIVRE. Liberdade é uma grande utopia neste país. A cada dia que passa, descubro que somos escravos do analfabetismo, somos escravos da fome e do trabalho explorativo de menores, somos escravos da burocracia do sistema, somos escravos dos traficantes e ladrões, somos escravos de uma minoria que tem dinheiro e poder, somos escravos dos que detém o saber, somos escravos das pseudo-religiões que tentam nos vender um pedacinho do céu, somos escravos de hospitais e postos de saúde que, às vezes, nos tratam como subprodutos, como escória social, que nos consideram como estatística. O último, a quem D. Pedro pediu ajuda foi POR DEUS. Talvez a única frase que podemos ter esperança de D. Pedro, seja esta mesmo! Do jeito que as coisas andam, só mesmo por Deus. Fico preocupado quando vejo um maluco com sua espada desembainhada perto de algum rio montado em seu animal, mesmo que seja às margens do Ribeirão Santa Rita.
Felizes são os que semeiam a bondade.
E pintam a vida com as cores da esperança
e do amor.
Rita Simões
Tia Rita
Enquanto seu coração batia,
eu a chamava Tia...
E ela só/ria...
Agora seu coração bate do outro lado
e quando chamo... Tia,
quem responde é a saudade!
Mas, a senhora ainda está aqui!
Pois ninguém parte assim,
deixando tanto de si!
Estarei aí com todos em pensamento e oração.
Socorro Oliveira Vieira
(Haredita Angel)
06.11.21
Quando compreendermos o grito do silêncio, compreenderemos todo o resto.
Rita Padoin
Do livro "Entrelinhas"
Para cego ver: Da esquerda para a direita: Eu, meu pai Sérgio, minha mãe Rita, minha irmã Ciça, meus sobrinhos Laura e Gustavo, meu cunhado Júlio. Estamos lado a lado na foto. Estamos todos sorrindo. Somos felizes e nos entendemos. Essa é a foto que levarei pra sempre em minhas memórias.
A semelhança entre um smartphone e Rita Cadillac encontra-se perfeitamente conjugado: Todos os dois tem um bundão por trás.
Rita é o nome da minha galinha, só não deixa o Bocão saber disso, ele pensa que tudo que é meu é dele também, a Ritinha não gosta disso, deu pra notar, não deu?
Posso te fazer um convite Ju.
Rita vem domingo a casa vai ta limpa, tudo em ordem. Ai quero te convidar pra noite de domingo. Prenderemos as vita latas, vou por uma musica, as redes la fora pra nós, poemos por alguma coisa pra assar. Vou lavar o quintal, ai podemos deitar la na rampa, ouvir musica, comer, fazer amor sob as estrelas. tipo: Domingo as 19hs , você consegue organizar? Fazer amor vendo as estrelas, ajeitaremos tb na rede.
Santa Rita,maravilha de lugar bom pra olha o lua, e aprende a amar
Águas salgadas formão o brilho, que a em seu olhar
Me dê paro ,observo, e penso e vejo,uma linda mulher pronta para amar...
O trabalho magistral da minha amiga cantora show maranhense RITA RIBEIRO é a fluidificação sonora do melhor da cultura de matizes e raízes afro-brasileiras. O seu já consagrado trabalho Tecnomacumba é o regate atemporal do nosso imenso legado com a conexão da magia cultural brasileira. Engana se quem vê, o Tecnomacumba como um trabalho made in brasil da musicografia religiosa afro-nacional, é bem mais que isto, é um fenômeno do melhor da herança viva cantada de nossa ancestralidade de nossa identidade personalíssima brasileira dentro de uma das maiores diversidades de cores, sabores, sons, cantos e ritmos do planeta. Salve Jorge, salve.Salve Rita Ribeiro.
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