Risco
EQUILÍBRIO
Quanto tempo a alma leva para entender?
Que todo coração entregue
Corre o risco de sofrer
Que nesse paraíso existem mais flores nuas
E espinhos descobertos com o tempo
O amor é o princípio que abre as portas do íntimo
O amor permite que seus valores no profundo sejam vistos
O insondável tocado
A verdade nos riscos da felicidade
E quem sabe que nada é impossivel
Que tudo tem um preço a pagar nesse invisível
O amor é sagrado em tudo que se pode ter
Em tudo que se pode entregar
O amor é um deserto de diamantes sobre a superfície do ego
E quando acaba não sabe o que se perde
O que vai entregar
O que um homem deve saber sobre o coração de uma mulher?
Qual a verdade no ouro dos seus compromissos
Uma canção sem medos
Olhos nos olhos
Brilho sem segredos
Como é triste um sonho perfeito destruído
Quando se busca luz e encontra o escuro
Quando o sentimento é enganado pelo vazio
♫
Quanto tempo a alma leva para entender?
Que amor na vida é mais que sorte
É a mais pura fé
E no calor das emoções um dever
Agora prosseguir e ser forte
Ter equilíbrio e não sofrer
O amor é sagrado em tudo que se pode ter
Em tudo que se pode entregar
O amor é um deserto de diamantes sobre a superfície do ego
E quando acaba não sabe o que se perde
O que vai entregar
Mas por toda vida existem amores intermináveis
● Carlos Alberto Blanc
® Circunstancial
O risco de uma pessoa que pensa é que outras podem se acender nela.
E a escuridão é obrigada a revelar o ambiente... por isso tais canetas sopram o medo...
Quando a investigação é falha e a justiça lenta, o crime deixa de ser um risco e passa a ser um investimento calculado por quem comete.
Trajando muito entendimento, sem o polimento da humildade, prudência e paciência... corre risco de ser meio sábio... que é o mais catastrófico dos indivíduos, por causa dos resultados.
"A vida é como um bom café, se deixar pra depois corre o risco de esfriar e perder totalmente o sabor."
Quem arrota uma moral que não possui
Corre o risco de ser denunciado pela própria indigestão
Pois o que a alma não digere
o inconsciente acaba vomitando
Quando transformamos pessoas em inimigos, corremos o risco de não reconhecê-las quando Cristo as alcança.
Tome todo cuidado possível ao dirigir a palavra a um ignorante, você corre um grande risco de ser mal interpretado, e pior, ter suas palavras transmitidas aos outros destorcidamente como sendo suas palavras.
Pontos principais de Eclesiastes 4:5-6:
O Risco da Preguiça (v. 5): A ociosidade é vista como uma forma de autodestruição, onde a falta de esforço leva à ruína.
O Valor do Equilíbrio (v. 6): Sugere que viver com menos, porém com tranquilidade e paz de espírito, é superior a acumular riquezas através de trabalho exaustivo e "correr atrás do vento" (futilidade).
Crítica à Competição: O contexto anterior (4:4) aponta que muito esforço nasce da inveja e da competição, resultando em insatisfação.
O texto aconselha moderação, valorizando o descanso e o contentamento em detrimento da ganância e da aflição de espírito, contrapondo o preguiçoso ao trabalhador obcecado. Texto do Google.
Antes de assumir uma ‘construção’ no meio do caminho, tenha acesso à sua planta. Assim, o risco de desabamento será bem menor.
Vamos fugir.
Estou aqui te lançando essa proposta, correndo risco de ser chamado de maluco.
Quero que me acompanhe, não e preciso levar nada, esse sorriso e teu olhar já e o suficiente.
Vem comigo a gente deixa tudo pra trás, vamos viver esse amor enquanto antes, e mostrar que esse mundo e pequeno demais pra tanto sentimento.
Enquanto fugimos traçamos nossos próprios planos, fazendo nosso próprio caminho, e o nosso destino. 🫣
Artur Agostinho
A dor é uma verdade inevitável e implacável. O amor é um risco de proporções gigantescas, mas se negar a arriscar é uma grande covardia. Tente, caia, tente de novo, mas, acima de tudo, se ame e siga em frente, você vale a pena e todos merecem uma segunda chance porque não somos perfeitos.
Como nos contos das tragédias gregas, o Desastre não ocorre pela ignorância do risco, mas pela adaptação silenciosa a ele.
O fracasso não está na falta de alerta, mas na convivência prolongada com o risco, que transforma o excepcional em rotina e o desastre em destino.
