Risco

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Cada vez que uma pessoa fica olhando para o passado, corre o risco de voar em meio às ilusões perdidas, esquecidas há muito, muito tempo.

O grande problema de alguém ter os pés muito no chão é que corre o risco de desaprender a andar.

Cada vez que você se transportar para o passado, pode correr o risco de ficar por lá, não vivendo o agora, sem que possa chegar ao futuro.

Criar expectativas é semear o risco de decepcionar-se.
A intensidade de uma decepção é diretamente proporcional à expectativa investida,
Livro-me disso e sou grata ao que vem a mim sem nada esperar, das pessoas e da vida,
Com a consciência de que essa é uma batalha diária

Acreditar no abraço, é correr o risco de magoar-se na próxima esquina.

Eu tenho medo, não quero correr riscos — mas agora só existe um jeito e esse jeito é correr o risco.

Cuidado ao chacoalhar a alma de um artista. Pois corre o
risco de ver cair, muitas poesias...

Algumas pessoas precisam entender que o tempo passa e que é um risco deixar tudo para depois enquanto existe um outro lado querendo o agora. Precisam entender que ninguém vai ficar só para sempre, que a qualquer momento alguém pode chegar, encantar e conquistar. Precisam entender que relacionamentos não são programados, simplesmente acontecem. E pelo visto acontecem da forma mais inusitada possível. É, realmente algumas pessoas precisam entender que atitudes valem muito mais do que palavras. Sem mais.

Quem apenas te ver corre o risco de não conhecer a pessoa encantadora que é vc

A vida não acontece se não corrermos risco!

Lembra-te:
Um grande amor, assim como um grande sucesso, comporta um grande risco.

"Sair de nosso porto seguro já é em si um ato de coragem! O risco de vida está em cada respirar."

“O maior risco não está na taxa de juros que você paga, mas na mente que decide pagá-la. A verdadeira riqueza começa na inversão da sua psicologia, não do seu extrato.”

Fecho a porta do quarto
Capturo o silêncio
Risco faíscas de paz


Assim crio espaço em mim mesmo
O inverno já beijou minha testa
Ainda assim é urgente ter onde habitar

Cuidado com o que você assiste, pois a nossa liberdade corre risco, porém as orações de uma nação são maiores que um reino no qual não restarão pedaços do seu desolado trono.
Antes de tomar decisões, Jesus é o Rei que está num trono maior do que o de Davi.

Os influenciadores políticos e o risco social

Hoje amanheci lendo a revista Le Monde Diplomatique Brasil, que trouxe uma análise sobre os influenciadores franceses e sua busca por conquistar o público. O texto lembra que, em 2022, a França regulamentou a atuação desses agentes digitais após uma série de escândalos envolvendo golpes aplicados sob a forma de propaganda.

Esse movimento demonstra algo essencial: é preciso regulamentar as redes sociais e, principalmente, a atividade dos influenciadores que utilizam sua imagem para enganar seguidores. O risco aumenta quando o influenciador se converte em político, pois passa a atuar como “político-influenciador”, capaz de produzir tanto melhorias quanto graves prejuízos à sociedade.

No Brasil, esse fenômeno também é crescente. Vemos figuras, tanto à esquerda quanto à direita, que transformam a política em palco para estratégias digitais. Parte desses atores se limita a reproduzir discursos simplistas, muitas vezes baseados no apelo emocional e na baixa capacidade crítica de seus seguidores. Ainda que existam políticos tradicionais, com formação intelectual sólida, há também aqueles que exploram o engajamento fácil e, com isso, conquistam votos apoiados em práticas questionáveis.

Em um cenário global marcado por crises sociais e políticas, a influência desmedida desses personagens ameaça a estabilidade democrática. No caso brasileiro, o perigo é ainda maior quando certos grupos utilizam as redes sociais para atacar instituições, difundir desinformação ou proteger interesses pessoais e familiares em detrimento do bem comum.

Diante disso, torna-se urgente avançar na regulamentação das plataformas digitais, a fim de limitar abusos e fortalecer a proteção da sociedade contra cidadãos travestidos de influenciadores que, longe de promover o interesse público, podem agravar a fragilidade social e política do Estado.

⁠“Entre os extremos da infância e da senescência, ergue-se um risco: a senilidade. Não é destino inevitável, mas, muitas vezes, o reflexo silencioso de escolhas negligentes ao longo da vida.”

Ao julgarmos pela aparência...
Corremos o risco de deixarmos
derramar a essência.

Quem primeiro analisa uma nova lei corre o risco de errar primeiro, mas o desafio do intérprete é maior do que o medo do equívoco, pois o Direito nasce do embate das ideias e se fortalece no terreno fértil das controvérsias.

O risco é inerente à natureza humana e através dele alcançamos o impossível.