Rimas de Amor Engraçadas

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Pensamento positivo, esperança e fé, amor próprio mas não abusivo ao ponto de apenas me amar... E feliz. Esse é o meu caminho e dele eu quero apenas plantar frutos bons.

Amor é poesia
Amar é ser um poeta

"Se você amar até doer, não poderá haver mais dor, somente amor."

O AMOR QUE NÃO DÓI, MAS ESCLARECE.
Há uma concepção amplamente difundida de que amar é, inevitavelmente, sofrer. Tal ideia, reiterada por tradições literárias e por experiências humanas mal compreendidas, cristalizou-se como uma espécie de dogma emocional. Contudo, sob uma análise mais rigorosa, percebe-se que aquilo que fere não é o amor em si, mas as projeções, os apegos e as ilusões que o indivíduo deposita sobre o outro.
O amor autêntico não obscurece a razão, tampouco aprisiona a consciência. Ao contrário, ele a amplia. Trata-se de uma força que ilumina zonas antes ignoradas da própria interioridade, promovendo um processo de esclarecimento que, embora por vezes exigente, não é destrutivo. O que há de desconforto nesse percurso não advém do amor, mas do confronto com as próprias imperfeições.
Sob a ótica da filosofia moral, o amor elevado não se confunde com posse, dependência ou carência afetiva. Ele se estabelece como reconhecimento da dignidade do outro enquanto ser autônomo. Amar, nesse sentido, é desejar o bem do outro sem subjugá-lo às próprias necessidades emocionais. É um exercício de liberdade compartilhada.
Na tradição espiritualista, especialmente à luz da O Evangelho segundo o Espiritismo, o amor é compreendido como a mais alta expressão da lei divina. Não se trata de um sentimento passivo, mas de uma prática ativa de benevolência, indulgência e caridade. Quando vivenciado dessa forma, ele não dilacera, pois não nasce do ego, mas da consciência expandida.
Do ponto de vista psicológico, relações que geram sofrimento constante costumam estar ancoradas em vínculos de dependência emocional. Nesses casos, o indivíduo não ama o outro, mas aquilo que o outro supostamente preenche em si. O amor esclarecedor, por sua vez, não busca preencher lacunas, mas compartilhar plenitudes. Ele não exige completude do outro, pois já parte de um estado interno mais equilibrado.
Esse tipo de amor tem uma característica singular. Ele revela. Ao invés de cegar, como frequentemente se afirma, ele permite ver com maior nitidez. Mostra virtudes e limitações, tanto do outro quanto de si mesmo, sem que isso gere desespero ou negação. Há aceitação lúcida, não idealização.
Além disso, o amor que esclarece educa. Ele conduz ao aperfeiçoamento moral não por imposição, mas por inspiração. A convivência com alguém que ama de forma elevada desperta no outro o desejo de também elevar-se. Não há coerção, há exemplo.
Importa destacar que esse amor não é frio nem distante. Ele é profundamente sensível, porém não se deixa governar por impulsos desordenados. Há nele uma harmonia entre sentimento e razão, o que impede que se converta em fonte de sofrimento contínuo.
Em termos antropológicos, sociedades que valorizam vínculos mais conscientes tendem a produzir relações mais estáveis e menos conflituosas. Isso não elimina desafios, mas modifica a forma como são enfrentados. O amor deixa de ser campo de batalha emocional e passa a ser espaço de construção mútua.
Assim, ao contrário do que muitas narrativas sugerem, o amor não precisa ser sinônimo de dor. Quando alinhado à lucidez, à ética e à maturidade espiritual, ele se torna um instrumento de esclarecimento profundo.
Amar, então, não é perder-se no outro, mas encontrar-se com mais verdade dentro de si mesmo, à medida que se aprende a ver, compreender e respeitar o outro em sua essência. E é nesse encontro lúcido que o amor deixa de ferir e passa a revelar, com serenidade, aquilo que o espírito sempre esteve destinado a compreender.

Viver por inteiro


Às vezes, não é falta de amor, é apenas medo de amar outra vez... Medo de se entregar, baixar as defesas e descobrir que aquilo que pode nos fazer felizes também pode nos ferir.


Talvez por isso algumas pessoas esperem encontrar alguém que lhes mostre que pode ser diferente, que as compreenda e as ajude a superar seus medos. Mas acredito que o amor não deveria nascer da necessidade de alguém provar alguma coisa. A pessoa certa não precisa representar um papel para ser amada; precisa apenas ter coragem de ser quem realmente é.


E talvez seja justamente aí que o medo comece a perder força: quando encontramos alguém diante de quem também podemos ser nós mesmos, sem precisar esconder o que sentimos ou explicar tudo aquilo que somos.


Porque amar nunca veio com garantias. É apenas o encontro de duas pessoas imperfeitas que, sendo verdadeiras uma com a outra, decidem correr o risco de sentir.


No fim, coragem não é deixar de ter medo. É não permitir que o medo nos faça viver pela metade.

⁠não implora amor de ninguém,
Não se humilha para ninguém te amar
Não se humilha pra ninguém te querer .

Falar sem amor é barulho (1Co 13:1).


Deus, Ele é amor
(1 João 4:8).


Amar é ser parecido com Deus.

Amar, portanto, é seguir o exemplo d’Ele: não ter medo de se humilhar por amor, não ter receio de sofrer por quem se ama, e principalmente viver com a consciência de que não há mais condenação (Rm 8:1).

O amor não é ausência de dor, é persistência mesmo doendo. Amar apesar da dor é persistir na construção, mesmo quando o alicerce treme.

Há dois mil anos, o cristianismo fala de amor, mas o cristão ainda não aprendeu a amar

​VÉRTICES


​Quando me vem o medo de amar,
lembro-me de que o amor é bom
e paro num espaço de tempo retrógrado.
Em frações de segundos,
vejo-me, olhando-me por dentro,
com o coração acelerado.
E, em um curto espaço de tempo,
a colisão de dois corpos,
ambos tentando ocupar
o mesmo espaço, a mesma matéria...
Assim foram aqueles tempos.
​Chego a pensar na suavidade do vento,
este que lambia seus cabelos naquele dia,
e lembro de belezas mil que me ofertaste.
As lembranças são partes a revoar
ao longo dos dias na minha mente,
que insistem em se perpetuar
ao longo dos anos!!!
​Em meus pensamentos,
estas lembranças que se formam
através de imagens
ressuscitam tempos bons, enigmas e parábolas,
construindo, assim, vértices
em pontos estratégicos do coração,
mostrando toda a beleza
dessa encantadora criatura
que caminha em busca do seu equilíbrio!

O amor não escolhe a quem amar.
Nasce no olhar e fica no coração.

Duvide do amor alheio, mas não seja inseguro ao amar.

Dor

Às vezes, a dor consegue ser maior que o amor.
Falamos tanto sobre o sentimento de amar… mas e a dor?

A dor física, aprendemos a amenizar.
Mas e a dor que fica dentro?
A dor de perder alguém que nunca mais iremos ver, nem sentir?

Como se ameniza uma dor dessas?
Com ela se vão os sorrisos, os abraços, os melhores conselhos.

Que remédio existe para tanta dor?
Qual é a cura de deixar alguém partir
sem ao menos ter vivido o que foi sonhado?

Como seguimos, convivendo só com a dor e as lágrimas?
Os abraços não terão mais calor.
Os conselhos perderão o sentido.
As gargalhadas já não terão mais graça.

Como me despeço de quem me ensinou tanto?
Como direi “adeus” sem saber se você está ouvindo?

Me perdoe por não ter aproveitado mais a sua presença…
Por não ter dito mais vezes o quanto eu te amo.

Dói dizer adeus.
E dói ainda mais saber que agora você vive apenas dentro de mim.

K.B.

A ausência de amor na infância não condena ninguém ao vazio, mas pode ensinar a alma a amar com medo.

O amor ao próximo é o amor dentro de si. Me amar, para amar o outro.

Quando passei a amar até a dor que sentia, a dor sumiu, e agora é amor.

Ninguém é obrigado a te amar do jeito que você quer, porque o amor não se força e cada um sente e vive o amor do seu jeito. Mas você pode amar do jeito que quiser, porque o amor que você dá é escolha sua. Amar é sobre o que você sente e oferece, não sobre o que você exige ou espera do outro.

Amar tudo como é, inclusive a dor e o que parece mal, é a cura da alma. Quando o amor está presente, nada é realmente ruim.

Amor é ceder.
Amor é dar sem esperar nada em troca.
Amor é amar até quem quer teu mal.
Amor é entrega total.
Amor é aceitar quem foi embora.
Amor é perdoar.
Amor não escolhe o que amar,
Pois amor ama tudo.

Mas como vou amar tudo,
Se eu não sei o que é amor?