Rimas de Amor Engraçadas
POESIA:
A ALMA DO AMOR.
BY: Harley Kernner
Eu aprendi a amar
depois que entendi
que minha alma é superior ao meu coração.
O coração é vital, sim,
e é visto, é carne.
Mas a alma,
nunca aparece aos nossos olhos,
mas sentimos sua presença e sua eternidade.
O amor verdadeiro
nasce na inocência da alma.
Ela é independente do que o coração sente.
A alma não precisa dos dedos do corpo
para acariciar o rosto de sua alma gêmea.
O coração copia as poesias
que minha alma escreve.
Ele é até elogiado,
e alguém diz: "Que coração romântico".
Mas, na verdade,
sem a alma,
o coração é um eterno analfabeto,
ignorante para descrever o que é o Amor.
O coração beija na face,
faz barulho,
denuncia suas próprias emoções.
Mas a alma,
ama em segredo,
e beija em um profundo silêncio
sua alma gêmea.
Ambas trocam suas essências,
como a Lua e o Sol,
que dificilmente se encontram,
mas são fiéis em seus laços de amor.
Harley Kernner
Arquitetura de Poesias e Crônicas
Escritor Particular
....Gostar por gostar
tudo mundo gosta, amar por amar daí já é
diferente, o amor sempre deve estar presente.
O amor pode até iludir e enganar, mais presente
pode crer que sempre vai estar.....
Amar é maravilhoso mas o modernismo tem deixado de lado o amor, porque o amor está sendo descartado igual roupa sem etiqueta original é só usar e colocar de lado.
Chuva que nos faz amar,
Chuva enquanto o amor acontece,
Chuva que nos faz repousar,
Chuva em que a gente adormece,
Chuva que vai nos lembrar,
Amar com chuva não se esquece...
Falar de amor é saber amar,
É saber valorizar
Sorrir e chorar,
Entender e respeitar,
Viver o amor,
Sofrer de amor,
Dar e receber amor,
Saber amar é falar de amor...
Amor Leonino
Eu amo com fogo, com verdade, com tudo que tenho.
Eu não sei amar pela metade quando eu amo, eu me entrego inteira, eu defendo, eu cuido, eu acredito.
Mas também não me perco de mim.
Fui mandada embora… e doeu, sim.
Porque eu não entro na vida de ninguém de leve.
Eu fico, eu marco, eu sinto.
Só que existe uma coisa em mim que ninguém apaga: meu orgulho e meu amor próprio.
Eu não imploro permanência.
Eu não corro atrás de quem me coloca pra fora.
Eu não me diminuo pra caber onde não me quiseram inteira.
Eu sou intensa, mas não sou substituível.
Sou amor, mas também sou força.
E se me perderam…
não foi porque eu amei pouco.
Foi porque não souberam sustentar o tamanho do meu amor.
Agora eu me recolho em mim.
Me abraço.
E sigo.
Porque leonina não implora amor…
leonina se escolhe
Uma visão poética sobre o amor
Amar não é perder-se no outro. É encontrar alguém que caminhe ao seu lado, na mesma direção, com a mesma disposição de cuidar. O amor verdadeiro não pede que você apague sua luz; ele encontra maneiras de brilhar junto dela. E lembre-se que a maturidade do amor está em abrir o coração sem abandonar a própria essência…
Vou ser bem direto, sincero e franco, "Amar é muito forte", o amor é muito intenso, é mais do que segurança, afeto ou bonus sexual; o ato de amar é o encontro de duas almas, e não é apenas uma troca de olhares de paixão que desperta desejo.
Ententa, a minha prentenção não é brincar com sentimentos de ninguém, e também não prometo nenhum conto de fadas ou um romance de novela, mas o que eu posso garantir é que serei sincero com minhas palavras, verdadeiro com meus sentimentos e amoroso com minhas atitutes; pois o que aprendi com as desiluções amorosa em que vivi é que as feridas do coração com o tempo se cicatrizam e a insegurança de se relacionar outra vez é você quem decide se vai ser dominado por ela ou não, pois a felicidade constantemente bate em sua porta; Confesso que demorei muito para aprender esse lição, e que ainda continuo aprendendo, mas se você me permite lhe dá um conselho: "Pratique o amor próprio" se conheça mais, procure ser feliz consigo mesmo; goste mais da sua própria companinha.
Hoje eu posso dizer que estou mais maturo, não me deixo ser levado pela a vaidade da carne, mas isso não me faz perfeito e é por isso que procuro assumi os meus erros em meios as minhas imperfeições.
Eu acredito que quem ama de verdade; olha em seus olhos com carinho, que é capaz de perdoar e compreender os dias maus de um relacionamento, e é isso que eu venho buscando pra mim; sei que os dias maus virão mas estou confiante que juntos consequiremos enfrenta los e sairemos vitoriosos com o nosso amor mais fortalecido.
É verdade..
Eu quis te amar,
E desse amor fiz minha vida ,
meus sonhos, meus prazeres.
É verdade também que nem tudo foram rosas,
Certamente muitas vezes, eu mesmo fui espinhos,
Mas hoje ao analisar esse amor, quero lhe dizer....
Valeu a pena. Sinceramente valeu a pena, cada sorriso, cada lagrima, cada momento..
Porque se não foi um conto de fadas, foi o surreal, foi a chama
Que ardeu e ainda queima, acesa em meu coração...
Você pode acreditar ou não no amor
e isso ser uma opção tua
a decisão de amar, no entanto
é do teu coração...
Quando a gente deixa de amar e começa a compreender
Existem momentos na vida em que o amor não acaba — ele se transforma.
E não é porque o outro mudou, se afastou, traiu, perdeu a cor.
É porque, pela primeira vez, a gente abre os olhos de dentro.
Percebe que o que chamava de amor era, na verdade, medo de ficar só.
Que o que chamava de saudade era apego ao que feriu.
Que o que chamava de intensidade era carência fantasiada de destino.
E aí, algo muda.
Já não é mais sobre conquistar, nem sobre provar.
Não é mais sobre ser vista, nem escolhida.
Não é mais sobre ter razão, nem vencer discussão.
É sobre reconhecer os ciclos internos que o corpo já vinha avisando.
É sobre honrar a alma que já estava cansada de ser rebaixada em troca de migalhas.
É sobre olhar no espelho e saber:
“Eu não preciso ser amada pra saber quem sou. Eu preciso ser inteira pra reconhecer o que é amor.”
E então a gente percebe:
Aquele “eu te amo” que mexia com a gente
mexia muito mais com o ego
do que com a essência.
E que a saudade dele ou dela
não era de quem a pessoa era,
mas de quem a gente queria acreditar que ela poderia ser.
E aí vem a virada.
Quando a gente deixa de amar como dependência.
E passa a compreender como consciência.
Quando o desejo deixa de ser “volta pra mim”
e se torna “se encontre, por favor”.
Porque o verdadeiro amor — o amor final —
não é aquele que força reencontros,
mas o que deseja cura.
Mesmo que seja longe daqui.
E quando isso acontece, não dói mais.
Não arde mais.
Não prende mais.
Só devolve paz.
Porque o amor que fica,
depois que o apego vai embora,
não é sobre posse —
é sobre presença.
