Rimas curtas de Amor

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Não proteger o que Jesus amou, precisa de proteção pelo amor de Jesus.

A criança não é um papel em branco, pois vem dotada de emoções, estímulos, genialidades, amor, expertises, artimanhas, ações, energias etc...


Porém, na cultura e na educação, metaforicamente falando, ela vem como um "papel em branco", sendo necessário programar a consciência universal para poder viver e conviver, é sobre isso.


Se for criada com ou sem boa cultura, terá certeza que a vida é isso.


Como se a cultura diária escrevesse seu conhecimento e logo a educação na própria formação humana.

O amor até poderá ser escolha na ação, mas antes internamente vem da intenção — é um sentimento que vem a ser sorte.

O amor de Jesus é a mercadoria mais cara do mercado, superando até o preço das mais belas prostitutas.

"Quando brincamos, nossos corações se encontram,
E o amor que sentimos, não se esconde mais.
Seu coração lindo, lateja em meus braços,
E o meu, dispara de alegria, sem parar.

Em seus braços, eu me sinto em casa,
Onde o amor é o lar, e a felicidade é a norma.
Seu sorriso é o meu refúgio,
E o seu toque, é o meu paraíso.

Quando você deita em meus braços,
Meu coração se enche de emoção.
É como se o tempo parasse,
E tudo o que importa, é a nossa conexão.

Você é o meu tudo, meu amor,
Sempre que brincamos, eu sinto,
Que o nosso amor, é verdadeiro."

Sobre o amor: não tive sorte, mas acho bonito...

O amor também voa, às vezes até junto...

Amor que só existe quando você cede não é amor, é dependência disfarçada de vínculo. E dependência, ainda que silenciosa, sempre cobra um preço alto de quem a sustenta.

“O adulto não se percebe buscando um pai, ele acredita estar em busca de amor, reconhecimento, segurança, sentido ou direção. Por trás dessas buscas legítimas, porém, opera a tentativa silenciosa de preencher uma função estrutural não integrada na infância. Relações e experiências passam a ser avaliadas a partir dessa referência ausente.”

- Trecho do livro Quando o pai falta: a ferida da ausência paterna e o caminho de maturidade da alma

Nem todo vínculo é amor, mesmo quando parece.
Se para manter alguém na sua vida você precisa se diminuir, ceder o tempo todo ou abrir mão de quem você é, isso não é troca. É ajuste unilateral.
Amor não exige que você se abandone para caber. Não pede silêncio onde deveria haver verdade. Não condiciona afeto à sua renúncia constante.
Quando o “ficar” depende sempre de você ceder, o que existe não é vínculo saudável. É dependência emocional com aparência de amor.
E dependência cobra. Cobra em forma de cansaço, perda de identidade, insegurança e vazio.
Amar não deveria custar a si mesmo.
Relacionamentos saudáveis têm espaço para dois inteiros, não para um que se molda e outro que apenas recebe.
No fim, não é sobre manter alguém a qualquer preço. É sobre não se perder no processo.

"Na panela não se cozinha apenas alimento — ali ferve o silêncio, o amor e o tempero invisível de quem transforma sonho em sabor."

“O amor moderno é um jogo silencioso: quem sente primeiro sangra, quem sente por último perde — e ninguém avisa quando o fim começa.”

“Hoje o amor dura enquanto distrai; quando a atenção acaba, alguém vai embora — e o outro só descobre que ficou sozinho quando o silêncio pesa mais que a saudade.”

“No amor moderno, o perigo não é perder alguém — é perceber, tarde demais, que quem dizia sentir tudo por você nunca sentiu nada por ninguém.”

“Nem todo sangue é abrigo. Às vezes, a família que fere exige silêncio como prova de amor — mas amadurecer é entender que nenhuma lealdade vale o preço da própria alma.”

“Nem toda família protege. Algumas ensinam a sangrar em silêncio e chamam isso de amor.”

O amor maduro não é fusão — é consentimento na incompletude. O outro jamais alcança a totalidade do que se é; percebe fragmentos, projeta o resto, constrói uma versão que nunca é idêntica ao sujeito que supõe conhecer. A transferência, no sentido clínico mais amplo, atravessa toda relação afetiva: amamos sempre, em alguma medida, alguém que também é nosso construto. Permanecer não é ingenuidade — é a escolha de sustentar o vínculo mesmo sob a inevitável distorção perceptiva. Porque o amor não é ser plenamente compreendido: é consentir em ser amado de modo incompleto, e descobrir que essa incompletude, de algum modo, ainda sustenta.

O amor-próprio genuíno não tem estrutura narcísica — tem estrutura de luto. É o processo árduo de descer ao que foi negado: as partes cindidas, as representações de si rejeitadas, as feridas que o ego preferiu encapsular a integrar. Não se trata de buscar perfeição, que é formação reativa; trata-se de integração — recolher os fragmentos com lucidez suficiente para suportá-los sem os romantizar nem os negar. Quando esse trabalho avança, emerge o que a clínica reconhece como capacidade de estar consigo: a aptidão de olhar para o próprio interior com verdade e, mesmo assim, não fugir — não por resignação, mas por reconhecimento de que aquilo que se é, ainda que incompleto, ainda que ferido, merece permanecer.

A beleza está na aparência, e o amor está na essência. A aparência está na visão, e o amor está no coração.

O amor nem sempre é, ou se resume ao, aspecto físico. Amar é estar presente, permanecer mesmo sem benefícios e ser quem fica para comemorar os seus sucessos.