Retribuindo uma Amizade

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"Quando uma pessoa agrada alguém por obrigação, Ela não é feliz, principalmente se a obrigação é recorrente".

A FELICIDADE CONSISTE EM PROCURARMOS TORNAR UMA PESSOA MELHOR.


"Vivemos em dias difíceis, onde a ambição, a ganância e o poder, cegam as pessoas às mesmas perde o discernimento em reconhecerem amigos verdadeiros, fiéis e cheios de gratidão.


Quando encontramos amigos com essas virtudes, somos afortundados por conseguirmos mante - los fiéis a nós por longos dias e quem sabe enquanto vivermos neste planeta.


Só não podemos esquecer uma coisa. Gratidão e honra deverão ser prestada a amigos reais, sem bajulação, e entendermos que aquele que honra seu amigo, o faz por algo recebido. Somente merece gratidão, aquele que entende que a vida é uma via de mão dupla, pois, é o reconhecimento de algo recebido de alguém que faz algo para para o outro sem esperar receber nada em troca, nem esperava reconhecimento formal. Como a gratidão é uma via de dupla o feito foi reconhecido por quem é afortuado, o pagamento por esse feito e pago por gratidão, não, por obrigação


O nosso mestre esteve aqui, mesmo sem pecado, nos ensinou a prática da gratidão como honra por bênçãos recebidas.


Estes tipos de amigos nos ajudam ,assim como, nós os ajudamos vencer as intempéries da vida e essa pràtica nos obriga a recepensarmos nossas ações e procurarmos sermos sempre uma pessoa melhor."

⁠"A segurança é uma ilusão que só dura até que alguém entenda o mecanismo."

A Presciência de Deus e a Responsabilidade Humana


Uma Defesa Contra a Predestinação Incondicional


Pelo Teólogo Jalison Santos




Introdução


Entre os maiores debates da teologia cristã está a discussão sobre a salvação do homem. De um lado, o calvinismo sustenta que Deus, por Sua vontade soberana, escolheu alguns para a salvação e deixou outros destinados à condenação eterna. Do outro lado, o arminianismo defende que Deus oferece graça a todos os homens e que a salvação é recebida mediante a fé.


Ao analisar as Escrituras, defendo que Deus não predestinou indivíduos para o inferno nem escolheu arbitrariamente quem seria salvo. Antes, Deus, em Sua onisciência eterna, conhece antecipadamente aqueles que responderão à Sua graça por meio da fé.


A presciência divina não causa os acontecimentos; ela apenas revela o perfeito conhecimento de Deus sobre todas as coisas.




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I — A Presciência Divina Não É Determinismo


Os defensores da eleição incondicional utilizam frequentemente:


\text{Romanos 8:29: Porque os que dantes conheceu, também os predestinou...}


O termo grego utilizado para “conheceu” é:


> προγινώσκω (proginosko)






Que significa:


conhecer de antemão;


saber previamente;


possuir conhecimento antecipado.




O texto não afirma que Deus obrigou alguém à salvação. O versículo apenas declara que Deus conhecia antecipadamente aqueles que estariam em Cristo.


A predestinação mencionada por Paulo não trata da escolha arbitrária de indivíduos para céu ou inferno, mas do propósito eterno de Deus para aqueles que creriam.


Assim, a presciência pertence aos atributos naturais da onisciência divina. Deus sabe todas as coisas sem necessariamente causá-las.




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II — Deus Não Predestinou Homens Para a Condenação


Se Deus tivesse criado homens exclusivamente para serem condenados eternamente, isso levantaria sérios problemas quanto à justiça e ao amor divino revelados nas Escrituras.


A Bíblia afirma claramente:


Deus deseja que todos se salvem;


Cristo morreu pelo mundo;


o evangelho é oferecido universalmente.




Paulo declara:


> Deus quer que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade.






Pedro também escreve:


> Deus não quer que ninguém pereça, mas que todos venham ao arrependimento.






Portanto, a condenação não ocorre por um decreto eterno irresistível, mas pela rejeição consciente da graça oferecida por Deus.




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III — João 3:16 e o Alcance Universal da Graça


Um dos maiores testemunhos contra a limitação absoluta da graça é encontrado nas palavras do próprio Cristo:


\text{João 3:16: Porque Deus amou o mundo...}


A palavra grega utilizada para “mundo” é:


> κόσμος (kosmos)






Que, em seu sentido natural, refere-se à humanidade, ao mundo inteiro.


Logo, o amor redentor de Deus não foi destinado apenas a um grupo secreto de eleitos, mas revelado ao mundo.


O texto continua afirmando:


> “todo aquele que nele crê”.






A condição apresentada não é um decreto oculto, mas a fé.




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IV — A Graça de Deus e a Resposta Humana


A salvação é inteiramente pela graça. Nenhum homem pode salvar-se a si mesmo. Entretanto, a graça divina não elimina a responsabilidade humana.


Deus chama.
O homem responde.


Deus oferece salvação.
O homem pode aceitar ou rejeitar.


A existência de convites universais ao arrependimento demonstra que há verdadeira responsabilidade moral no homem.


Se não existisse possibilidade real de resposta, os convites bíblicos perderiam seu sentido.




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V — A Harmonia Entre Soberania e Livre Arbítrio


A soberania de Deus não destrói a liberdade humana.


Deus continua soberano mesmo permitindo que o homem faça escolhas reais.


Seu conhecimento eterno contempla todas as decisões humanas sem anulá-las.


Assim:


Deus é soberano;


o homem é responsável;


a graça é necessária;


e a fé é o meio pelo qual recebemos a salvação.






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Conclusão


A doutrina da predestinação não deve ser interpretada como um decreto arbitrário que condena homens antes mesmo de nascerem.


A presciência divina revela o perfeito conhecimento de Deus sobre aqueles que responderão à Sua graça.


Cristo morreu pelo mundo.
A graça foi oferecida a todos.
E todo aquele que crer será salvo.


Portanto, Deus não escolheu alguns para a vida e outros para a perdição eterna. Antes, em Seu amor, ofereceu salvação universal por meio de Cristo, preservando tanto Sua soberania quanto a responsabilidade humana.


— Pelo Teólogo Jalison Santos

Desvende-me em teu olhar,

Eis-me aqui para te contar:

Nos teus olhos celestes

Resolvi uma estrela buscar.



Surpresa doce e íntima,

Com o tom de revolução,

Por ti vivo a sorrir...,

Viraste a minha doce canção.



Entregue-se ao meu tocar,

Eis-me aqui para te amar:

Os nossos corações solares

Um dia hão de se reencontrar!...



Talvez no alto da montanha,

Ou na beira do mar;

Talvez, talvez, talvez...,

Quando a gente não planejar.



Agarre-se a nossa glória,

De escrever entre os beijos

A nossa história...,

Indizivelmente nossa.



Em salto e altura,

Não haverá queda livre,

Porque sinto-me tua;

Contigo estou segura.



Não vim parar à toa,

Surpreendendo-te

No céu de (Bruges),

Em queda livre,

Libertando-te,

Pairando leve,

Envolvendo-te

Para que o teu coração

Nos faça (entregues).



Amar o amor faz parte

Da honra, da vida,

Da poesia e da arte;

Da nossa ida

Pensando na volta;

O amor abriu a porta...

Cruzou uma

borboleta

amarela,

e entre meus

seios repousou;

o rumo tomou

e algo inspirou

que o amor

estará surgindo.



Não perco

o meu olhar

sobre você,

e por ti não

irei deixar

de esperar.



Fui plantar

as rosas

do destino

para quando

a vida

nos colocar

no mesmo

caminho.



Longe irei,

se precisar

com a condição

de não deixar

o amor se perder,

e eu não voltar.

“A memória não é um arquivo intacto; é uma narrativa viva que o presente reescreve todos os dias.”
A Mente Enganada — Nina Lee Magalhães de Sá

“Quando o ego está ferido, até uma pergunta pode parecer ataque.”
A Mente Enganada — Nina Lee Magalhães de Sá

“A pressa é uma das formas preferidas da manipulação: quem decide com medo raramente decide com liberdade.”
A Mente Enganada — Nina Lee Magalhães de Sá

“A maior armadilha da mente é transformar uma interpretação em destino.”
A Mente Enganada — Nina Lee Magalhães de Sá

“Toda repetição dolorosa pede uma pergunta: quem em mim ainda observa a vida a partir da mesma ferida?”
Do livro O Observador Interior, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A observação honesta é uma forma silenciosa de cura.”
Do livro O Observador Interior, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“O ego espiritualizado é uma das máscaras mais sutis da vaidade humana.”
Do livro O Observador Interior, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Uma criança desatenta nem sempre está desafiando a autoridade; muitas vezes, está pedindo ajuda de um modo que ainda não sabe explicar.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“O TDAH não é falta de caráter, nem ausência de inteligência; é uma dificuldade real de organizar intenção, impulso, tempo e ação.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Diagnosticar TDAH não é preencher critérios frios; é escutar uma história de tentativas, fracassos, culpas e recomeços.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Antes de chamar uma criança de preguiçosa, é preciso perguntar se ela possui ferramentas internas para sustentar aquilo que lhe é exigido.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A medicação pode abrir uma janela de organização, mas não substitui afeto, rotina, sono, escola preparada e acompanhamento responsável.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Uma mente que não descansa não precisa ser humilhada; precisa ser compreendida, orientada e cuidada.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A tecnologia não causa todos os casos de TDAH, mas pode fragmentar a atenção de uma geração inteira.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.