Retribuindo uma Amizade
“A medicação pode abrir uma janela de organização, mas não substitui afeto, rotina, sono, escola preparada e acompanhamento responsável.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Uma mente que não descansa não precisa ser humilhada; precisa ser compreendida, orientada e cuidada.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A tecnologia não causa todos os casos de TDAH, mas pode fragmentar a atenção de uma geração inteira.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Compreender antes de julgar pode mudar a história de uma criança, de uma família e de uma vida inteira.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“O TDAH não define uma pessoa; apenas revela que sua forma de funcionar precisa ser compreendida com mais inteligência e menos julgamento.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há momentos em que a maior sensatez da vida é permitir-se uma pequena e necessária insensatez.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A felicidade não deveria ser uma performance; deveria ser uma experiência possível, inclusive nos dias imperfeitos.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A lógica que esquece a vida pode tornar-se uma das formas mais refinadas de loucura.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há mais beleza em existir sem filtros do que em posar para uma perfeição que ninguém sustenta.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
"Daí, me vem à cabeça uma velha canção, a trazer-me velhas recordações de um antigo amor, num poeirento abril."
Haredita Angel
21.11.23
ENTRE O MEDO E A VERDADE.
O ESPIRITISMO NÃO NASCEU PARA O SILÊNCIO.
Existe uma enfermidade silenciosa que atravessa parte do Movimento Espírita contemporâneo. Não se trata da ausência de estudo, nem da falta de obras, reuniões ou instituições. Trata-se do medo. Medo de investigar. Medo de questionar. Medo de evocar. Medo de ouvir. Medo até mesmo de aplicar integralmente o método que o próprio Allan Kardec estruturou.
Curiosamente, muitos homens afirmam defender a razão enquanto transformam prudência em interdição absoluta. E nisso nasce um paradoxo psicológico profundo. O mesmo Espiritismo que surgiu através do intercâmbio entre encarnados e desencarnados passa a ser defendido por pessoas que demonstram receio do próprio fenômeno mediúnico que lhe deu origem.
É necessário compreender algo fundamental. Kardec jamais proibiu evocação. Pelo contrário. O Livro dos Médiuns dedica capítulos inteiros ao estudo das evocações, dos métodos, das condições morais e dos perigos envolvidos. O codificador não construiu um sistema de silêncio espiritual. Construiu um método de discernimento.
A diferença é gigantesca.
O problema nunca esteve no ato de evocar. O problema sempre esteve na intenção moral do evocador.
Existe enorme distância entre evocação séria e curiosidade frívola. Entre investigação filosófica e espetáculo mediúnico. Entre estudo criterioso e dependência psicológica dos Espíritos.
Quando alguns afirmam que não se deve colher informações de Espíritos como André Luiz, Emmanuel ou Humberto de Campos, inevitavelmente acabam mergulhando numa contradição lógica. Porque grande parte da literatura espírita posterior à Codificação nasceu precisamente de comunicações espirituais.
Se toda comunicação posterior é automaticamente suspeita apenas por ser mediúnica, então muitos dos próprios pilares culturais do Movimento Espírita moderno seriam colocados sob desconfiança permanente.
Entretanto, também seria ingenuidade aceitar tudo indiscriminadamente. Kardec jamais ensinou credulidade cega. Ele advertiu severamente acerca da fascinação, da mistificação e do orgulho mediúnico. Eis o ponto frequentemente negligenciado. O Espiritismo não exige ingenuidade emocional. Exige análise racional aliada ao critério moral.
A evocação não constitui pecado doutrinário. A irresponsabilidade moral, sim.
Quando Moisés proibiu práticas necromânticas em Israel, o contexto era profundamente sociológico e civilizatório. A humanidade antiga encontrava-se mergulhada em magia tribal, idolatria, manipulação sacerdotal e superstições violentas. A proibição mosaica possuía caráter disciplinador para uma sociedade ainda dominada pelo instinto coletivo.
O próprio Espiritismo reconhece o progresso gradual da Revelação divina. Kardec jamais tratou os textos mosaicos como congelamento eterno da compreensão espiritual humana.
Além disso, existe uma questão psicológica raramente discutida. Muitos homens não temem os Espíritos. Temem perder o controle interpretativo sobre a Doutrina. Temem o surgimento de novas análises, novos estudos, novas comunicações e novas perspectivas. O receio da fragmentação transforma-se então em centralização do pensamento.
E toda centralização excessiva produz muros intelectuais.
O chamado “controle universal dos ensinos dos Espíritos”, elaborado por Kardec, jamais foi concebido como mecanismo de censura doutrinária. Tratava-se de um método comparativo, racional e universalista para evitar personalismos mediúnicos e sistemas isolados de revelação.
Porém, quando homens emocionalmente inseguros se apropriam de princípios metodológicos, frequentemente transformam discernimento em policiamento ideológico.
Então surgem divisões.
Discussões intermináveis.
Disputas de autoridade.
Grupos que se observam mutuamente como se fossem guardiões exclusivos da legitimidade espírita.
Tudo isso enquanto o fator moral íntimo permanece relegado ao segundo plano.
O próprio Kardec advertiu que o verdadeiro espírita reconhece-se pela transformação moral e pelo esforço em domar suas más inclinações. Não pela quantidade de proibições que impõe aos outros.
Existe também um orgulho intelectual extremamente sofisticado dentro dos ambientes religiosos. Não é o orgulho agressivo e visível. É o orgulho da convicção absoluta. O orgulho de acreditar que somente determinado grupo possui capacidade legítima para validar comunicações espirituais.
E nisso reside uma tragédia silenciosa.
Porque nem mesmo uma eventual comunicação atribuída ao próprio Kardec seria unanimemente aceita hoje. Muitos a rejeitariam antes mesmo de analisá-la. Não por critério racional legítimo, mas porque o homem frequentemente teme aquilo que ameaça suas estruturas psicológicas de segurança doutrinária.
Enquanto isso, esquecem-se da essência.
O Espiritismo não nasceu para fabricar tribunais espirituais entre encarnados. Nasceu para iluminar consciências.
Se um homem evoca apenas por curiosidade vazia, colherá perturbação.
Se evoca com orgulho, encontrará Espíritos orgulhosos.
Se busca espetáculo, atrairá mistificação.
Mas se investiga com seriedade, humildade e equilíbrio moral, estará apenas utilizando um mecanismo que o próprio Espiritismo reconheceu como legítimo dentro de critérios elevados.
A pergunta mais importante nunca foi “podemos evocar”.
A pergunta correta sempre foi “com que finalidade moral desejamos fazê-lo”.
Porque nenhuma evocação será mais perigosa do que a própria inferioridade psicológica do evocador.
No fim, muitos discutem Espíritos enquanto negligenciam a própria alma. Debatem fenômenos enquanto ignoram a reforma íntima. Erguem muralhas doutrinárias enquanto o orgulho continua intacto no interior da consciência.
E talvez por isso exista tanta inquietação.
O homem teme ouvir os Espíritos porque ainda não aprendeu completamente a ouvir a própria consciência.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
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A genética é uma fdp* sanguinária e sociopata, que não tem a menor cerimônia em transformar a vida de muitos num terror desde o primeiro dia de suas existências,
MAS... vamos ser gratos.
Sossega, não sendo uma boa pessoa, senão a sociedade matar-te-á em vão. Finge apenas que és uma má pessoa.
“Desobedecer regras inúteis pode ser o primeiro gesto de sanidade de uma alma cansada.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Prefiro a delicadeza de uma verdade imperfeita à rigidez de uma vida calculada demais.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
"Há uma ironia trágica na condição humana. O afeto que se nega em vida é derramado tarde demais, sobre a pedra fria da morte. As flores que hoje cobrem túmulos deveriam ter sido gestos, palavras e abraços. O cemitério é o espelho de uma sociedade que teme o silêncio da ausência, mas ignora a urgência da presença."
“Há uma liberdade silenciosa em viver sem a necessidade de aprovação. Quando percebemos que a voz alheia não define o nosso caminho, compreendemos que a verdadeira paz nasce no intervalo entre o que dizem e o que somos. A maturidade está em ouvir sem se abalar, seguir sem se justificar e lembrar que a dignidade nunca depende do aplauso de ninguém.
Quando o pensamento não encontra o caminho, o silêncio abre uma vereda invisível, onde as respostas nascem como luz atrás da montanha.
"A grandeza de uma árvore não se mede pelos galhos que o vento quebrou, mas pela profundidade das raízes que a mantiveram firme após a tempestade. Os ramos partidos falam das provações; as raízes silenciosas revelam a força que sustenta. Assim também ocorre com o homem, na medida que não são as perdas que definem sua estatura, mas a firmeza interior que o mantém de pé."
"Deus conhece cada uma de tuas faltas e, ainda assim, te chama pelo nome, porque seus olhos alcançam a pessoa para além de seus tropeços. Quem te reduz ao erro fala a linguagem da condenação e te prende ao passado; quem te chama pelo nome fala a linguagem da esperança e te restitui ao futuro. O erro pode deixar marcas na história de alguém, mas não esgota o seu ser, pois aquele que verdadeiramente conhece a sua criatura não a identifica com as suas quedas, mas com a dignidade que nela permanece."
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